História Carmen - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Exibições 6
Palavras 1.892
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Hentai, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá amores, como estão?
Enfim, eu reescrevi o primeiro capítulo pois não estava gostando do outro. ^^
Apaguei totalmente, mudando algumas coisas da história. É minha primeira fanfic postada, então, espero muito que gostem! Boa leitura, desfrutem da história. 💫

Capítulo 1 - Fucking Life.


Fanfic / Fanfiction Carmen - Capítulo 1 - Fucking Life.

7 anos atrás…

- PARA CARMEN NADA? TUDO! - Ouvir suas vozes de felicidades cantando para mim, valia melhor que qualquer outra música. Sem pensar muito, assoprei à vela dos tão esperado 15 anos, o lugar, as pessoas, tudo colaborava para o clima estar perfeito. Era meu aniversário dos sonhos.

- E o primeiro pedaço de bolo irá para quem? - Minha mãe perguntou se aproximando dando-me um beijo na bochecha. Mesmo com todas as pessoas olhando para mim, senti um diferente. Um cheio de malícia, ódio. E de repente o encontrei, amigo próximo da família. Tentei cogitar ser idéia da minha cabeça, porém sabendo 99% que sim.

- Então? - Foi a vez de meu pai perguntar.

- Para a vovó! Afinal, foi ela que planejou tudo. - Sorri à entregando o primeiro pedaço de bolo, erguesse um belo sorriso em seu rosto, fez com que esquecesse o olhar de malícia dado por ele.

Ocorria tudo perfeitamente bem, todos dançavam, comiam, se divertiam alegremente. Principalmente por ele ter ido embora, de todas as vezes que me fitou, essa foi com certeza a mais aterrorizante. Todas as vezes advertia meu pai dizendo que aquele homem era de má índole, e meu pai, nunca acreditando em mim. Até que, desisti de convencê-lo e ignorei seus olhares, vindo sendo assim desde que mudamos para Coréia.

- Feliz aniversário, Carmen. - Matthew, meu melhor amigo surgiu dando-me um abraço apertado, sorrindo maravilhoso.

- Seu bobo! Achei que não ia vim. - Respondi retribuindo com bom grado.

- Desculpe, o avião atrasou um pouco. Aqui está seu presente! - Entregou uma pequena embalagem, Matthew era fofo.

- Não precisava, você já gastou dinheiro vindo de Brooklyn para Coréia. E ainda mais com presentes-

- Abra.

Me dei por vencida, e abri delicadamente o embrulho muito bem feito. Se encontrava lá, um colar com pingente de Lua. Era lindo, dourado com mínimas bolinhas prateadas. Olhei para ele com os olhos marejados após ver que o mesmo usava um parecido, com Pingente de Sol.

- Matthew... É lindo! - Me joguei em seus braços, enchendo sua bochecha de beijos.

- Que bom que gostou. Use sempre, para representar nossa amizade. - Respondeu acariciando meus cabelos. Matthew era 3 anos mais velho que eu, melhor amigo e irmão, mesmo não sendo de sangue.

- Eu te amo. - Sorri - Coloca para mim?

- Te amo também. - Respondeu colocando o colar que agora possuía grande significado para mim.

- Carmen querida! Alguém chegou, vá abrir para mim, estou ocupada. - Mamãe gritou da cozinha, sorri para Matthew e fui abrir a porta. Ficava um pouco distante de onde acontecia a festa, no caso, o primeiro andar.

Meu coração congelou com seu semblante. Estava horrível, não pela aparência, por aparentar um animal faminto. Era ele, ele que tanto temia.

- P-pensei que tinha ido embora… - Foi inevitável não gaguejar, seu cheiro de álcool estava extremamente forte, me dava ânsia.

- Não, não antes de fazer isso. - Respondeu sorrindo malicioso. - Você me chama atenção, bobinha. Não sebe como te desejo. - Antes que pudesse contestar ou rebater, tampouco a gritar, o indivíduo tampou minha boca com sua imunda mão. Impedindo de fazer qualquer coisa.

Já retirando suas roupas, em uma maneira desesperada e sedenta, retirava também meu vestido de 15. Minhas lágrimas caiam cada vez mais, o medo intensificava a cada aperto que dava em minha coxa. Seu toque era sujo, e eu não tinha saída.

Meu olhar suplicava para que parasse, quando menos pensei, agarrou meu corpo indo para fora da casa, nos fundos. Onde era praticamente impossível alguém ouvir algum barulho isuberante vindo daquele ato.

Sem esperar muito, ele me penetrou. De uma maneira tão rude que meu corpo todo doeu. Eu queria gritar, mas não podia. Suas investidas eram nojentas e muito, muito dolorosas. Só lágrimas saiam, doía ainda mais por ser virgem. O seu olhar me fazia ficar desesperada, para mim, aquilo era o fim. O meu fim.

》》《《

07:30 p.m

08/02 segunda-feira

Minha casa.

Dá-lhe outra golada Carmen, mais outras lágrimas não vão fazer mais mal do quê já fizeram no passado, presente, e provavelmente futuro. Agarrei a gola da camisa enxugando-as, não iria adiantar chorar.

E pensar que meus pais não acreditaram quando disse-lhes o que tinha acontecido. Depois daquele ocorrido, o indivíduo me deixou largada no chão, totalmente nua. Matthew deveria ter achado estranho e ir atrás de mim, logo depois meus pais vendo a cena, e a terem interpretado de uma forma totalmente diferente. Coisa que nunca pensei com o mesmo.

Resultou meus pais me proibindo permanente de manter contato com ele. E, a gravidez. Quando nasceu, meus pais decidiram não me bancar, e expulsaram-me de casa. Ficando totalmente sem rumo, com uma criança em meus braços, com apenas 16 anos. Eu não tinha saída e nem ninguém. Muitas vezes pensei em deixá-lô para trás, mas vi que isso seria desumano, e eu já estava totalmente apaixonada pelo bebê em meus braços, e desde então, prometi à mim mesma nunca abandonar minha criança.

Não conseguia emprego para mantermos, a única solução, foi prostituir-me. É, eu realmente nunca imaginei chegar à esse ponto para sobreviver. Minha vida era totalmente fodida.

Quinto gole, não me cansava. A bebida extremamente alcoólica, Shin Jonghyun eram minha única felicidade, e Shin minha motivação para viver. Olhei para nossa cama, dormia feito um anjo. Ele era um. Meu filho não possuía nenhum traço estrangeiro igual a mim, a garota do Brooklyn. Só seus cabelos negros, contrastando com sua pele branquinha, também diferente de mim, que por sinal, morena. Quase bronzeada. Seu sorriso era doce, e me fazia esquecer de todos os problemas.

Me aproximei e depositei um beijo em sua bochecha preenchida. Decidi tomar um banho, não queria que me visse alcoolizada desse estado. Não que estivesse, mas não queria que sentisse aquele cheiro.

Minha cabeça latejava, a água fria chocou com a minha pele. Retirando todo ardor de bebida, ficava feliz por não impregnar. Cantarolei Brooklyn Baby, quando meu outro eu estava vivo, sonhava em cantar para o mundo, ser famosa etcétera. Carmen, tão tola...

Desliguei depois de cinco minutos, não queria imenso total da conta de água no final do mês. Coloquei uma calça caqui esverdeada, com uma regata branca. Roupa era à coisa que menos me importava, qualquer coisa servia. Um café bem quente aquela hora da manhã faria bem, dormir ali mesmo apoiada na mesa me parecia ótima idéia.

- Mamãe? Mamãe! - Sua voz doce foi me tirando do sono, trazendo para minha horrível realidade. - Mamãe, nós iremos nos atrasar. Hoje tem aula, esqueceu?

Pisquei algumas vezes para digerir o que estava acontecendo. Shin estava mais animado do que nunca, haveria uma festa pijama em sua escola. Óbvio que foi um bom menino à semana inteira para deixá-lô ir, não hesitei. Assim até seria melhor.

- Ah, claro. Só estou cansada meu anjo.- Beijei sua testa. Olhando no relógio, agora era 09:30 p.m, faltavam exatamente 15 minutos para aula de Jonghyun começar. - PUTA QUE PARIU!

Desesperada, peguei a mão e a mochila do meu menino saindo correndo o mais rápido que podia. Olhei para trás e o menino parecia ofegante, parei um pouco e me ajoelhei em sua frente. Estávamos cansados por tanto correr em média dois quarteirões sem parar.

- Shin Jonghyun, por que não me acordou antes?! - Perguntei levando minha mão até o peito, meu coração sôfrego batia rapidamente.

- Mamãe, eu tentei te acordar um milhão de vezes. Mas você roncava assim ó! - Shin começou imitar meu suposto ronco, arrancando uma risada isuberante de mim.

- Tá, tá engraçadinho. Vamos logo, ainda falta um quarteirão até tua escola. - Peguei sua mão novamente e voltamos à correr novamente. Ora ou outra, esbarramos em alguém. Precisamente eu, ficava com vergonha, e Shin apenas soltava seus risinhos travessos.

Meu ombro chocou-se com outro, assim como duas vezes acontecido naquele dia. Meus olhos se encontraram com uns muito negros, tão negros quanto à própria escuridão. E eu poderia me perder nela. Sua pele era pálida, aparentava ser gélida também. Os lábios do garoto eram finos e convidativos. Suas expressões não diziam nada, poderia ser assim até quando feliz. Seus cabelos eram loiros, contrastando com sua pele extremamente branca. Ele era lindo.

- Desculpe... - Foi apenas isso que consegui dizer por algum motivo, minha voz havia falhado. Depois do nascimento de Shin, não havia me apaixonado mais. Ou muito menos pensar em construir uma família. Sai dali com Shin o mais rápido possível, sem nem esperar resposta.

- Mamãe, vocês vão namorar… - Jonghyun sorria inocente, olhei para ele incrédula.

- Não diga asneiras, filho. - Respondi revirando os olhos, logo em seguida chegando na porta da escola, dando um beijo em sua testa. Acenei para ele saindo depois.

- MAMÃE! - Gritou correndo até mim. Me avaixei para lhe alcançar. - Eu amo você.

- Eu também amo muito você, meu anjinho. - O abracei. Assim, foi indo com seus colegas. Fiquei observando até onde pude, logo seria um dia e noite cheio. Porém, eu precisava de mais dinheiro, faria isso por Jonghyun.

                 》》《《

Aquela Carmen, com vestido curto e justo. Não era eu, nunca seria verdadeiramente. Reprimi as lágrimas que ameaçavam cair, por estar prestes à fazer.

- Ora, ora Carmen. Vai mesmo trabalhar dia e noite? - A voz de Khan surgiu atrás de mim. Eu era uma escrava, não tinha saída, Khan me espancaria até a morte se tentasse desistir dessa vida. Sim, esse era um dos motivos por ainda não ter parado com isso.

- Sabe que sim. Por que quer resposta? - Perguntei terminando de passar aquele batom extremamente vermelho.

- Por nada. - Rendeu-se colocando as mãos para cima. - Tenho notícias de seus pais.

- O que!? - Me virei para ele, assustada. Mesmo depois de não terem acreditarem em mim, mesmo depois de terem me expulsado de casa. Eu ainda os amava, eles nunca deixarão de ser meus pais. 7 anos, eu não tinha notícias deles há 7 anos.

- Sofreram um acidente há pouco tempo. Causando amnésia em ambos... - Sua voz era irônica, como se estivesse adorando meu sofrimento visível. - Exceto sua mãe, que repete seu nome inúmeras vezes.

- Está mentindo! Eu não sei deles há anos, não tem como! É impossível... - Respondi com ódio, já com lágrimas.

- Não, não estou. Veja por você mesma, até tenho vídeo. - Pegou seu celular, dando play no vídeo. Mostrando minha mãe, repetindo meu nome várias vezes. A cada vez que dizia meu nome, era uma facada em meu coração.

- Pare! - Supliquei saindo. Eu não estava mais com condições de nada naquele momento, aquilo tinha acabado com minha vida.

Esbarrei com alguém novamente. Um homem alto, com cabelos castanhos e olhos da mesma cor. Era bonito, era estrangeiro.

       - Quanto é uma… - Perguntou, parando em seguida. Pela primeira vez não tive raiva, meus olhos estavam marejados. Eu não respondi, peguei sua mão e entrei para o quarto. Iniciando mais uma vez minha forma de viver.

"Ela diz você não quer ser igual a mim, não quer ver todas as coisas que eu vi, estou morrendo, estou morrendo ela diz, você não quer ficar aassim famosa e estúpida tão nova mentindo, estou mentindo."


Notas Finais


É isso amores. Espero que tenham gostado, favoritem e digam no que tenho de melhorar! Beijos. 💛


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