História Carrossel- dia após dias - Capítulo 14


Escrita por: ~

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Categorias Carrossel
Personagens Cirilo Rivera, Maria Joaquina Medsen
Tags Ciriquina, Outros Casais, Paulicia
Exibições 114
Palavras 2.188
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Escolar, Esporte, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Científica, Luta, Mistério, Musical (Songfic), Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


desculpe por ter sumido, mas é que minha internet estava ruim.
espero que gostem desse capitulo

Capítulo 14 - Matando aula, hot ciriquina


OPV- Jorge

Hoje é sexta- feira, graças as Deus, levantei pra ir pro banheiro, fazer minha higiene. Lembro das coisas que aconteceu ontem. E me perco nos meus pensamentos,

Pensamento on:

 Não acredito que ia estrupa Majo, isso não se Jorge, não se faz, mesmo que tenha te traído, o melhor é esquece- lá, Cirilo tinha razão, em querer me acusa sobre estrupo. Eu continuo pensando, até veio de repente na minha mente a Margarida, e me pergunto por que ela me defendeu tanto, daquela maneira, vou pergunta- la no colégio.

Pensamento off:

Fui tomar meu café, só estava minha mãe.

Eu: oi mãe.

Minha mãe: oi filho.

Eu: cadê o meu pai.

Minha mãe: foi pro trabalho.

Eu: tão cedo.

Minha mãe: é filho também estranhei, mas.

Eu: será que é uma coisa grave.

Minha mãe: acho que não.

Eu tomo o meu café.

Eu: estou indo mãe.

Minha mãe: tchau filho.

Eu: tchau mãe.

Fui em direção a escola.

OPV- Maria Joaquina

Estava em casa, já tinha me arrumado e tomado café, só esperando o Cirilo, tínhamos de combinado de irmos juntos pro colégio.

Minha mãe: filha você não vai pro colégio?

Eu: vou sim mãe.

Meu pai: o que esta esperando?

Eu: o lerdo do Cirilo.

Meu pai: Maria Joaquina.

Eu: ai pai, não é pra tanto, gostamos de nos tratar assim, é uma coisa só nossa.

Meu pai: ta bom, mas pro outro lado vejo que vocês estão cada vez, mas perto.

Eu: pai eu e Cirilo, somos só amigo.

Minha mãe: sei, sei. Fala verdade filha, você gosta dele.

Eu: ééé... Sem saber o que falar, a campainha toca.

Pensamento on:

Salva pela campainha.

Pensamento of:

Eu: vou atender a capainha.

Meu pai: tudo bem.

Eu fui atender, e era o Cirilo.

Eu: até que fim. Digo com tom de impaciência.

Cirilo: bom dia pra você também.

Eu: bom dia, depois dizem, que eu que demoro.

Cirilo: mas é.

Eu: não sou eu, que estou atrasada.

Cirilo: é que eu estava ajudando meu pai.

Eu: tudo bem.

Cirilo: vamos?

Eu: deixa só pegar minha mochila.

Cirilo: ta bom, me da um beijo?

Eu: rápido.

Eu dou um beijo nele rápido, e vou pega minha mochila.

Meu pai: quem é filha?

Eu: Cirilo.

Minha mãe: por que você não o mandou entra?

Eu é que estamos atrasados, só vim pegar minha mochila.

Minha mãe: tudo bem.

Vou ao meu quarto, correndo pego minha mochila. E volto.

Eu: tchau mãe, tchau pai.

Meus pais: tchau filha.

Dou uns beijos neles. E saiu com Cirilo.

Eu: vamos?

Cirilo: vamos.

Então saímos de casa.

Cirilo: você esta linda.

Eu: eu sou linda.

Cirilo: e convencida também.

Eu: ai me magoou. Faço biquinho.

Cirilo: aé...!

Ele para na minha frente, e segura minha cintura e me beija, era um beijo calma, desejado, mesmo com as falta de ar, que vinham 20 em 20seg. Nós continuamos nos pegando no meio da rua, até que parece uma mulher.

Mulher: mas que pouca vergonha é essa.

Eu: desculpa. Fazendo uma envergonhada, e baixando a cabeça.

Mulher: e você menino vai dizer nada?

Cirilo: dizer o que?

Mulher: ainda é sem educação.

Eu: senhora desculpa, mas precisamos ir.

Eu puxo o Cirilo, pela orelha.

Cirilo: AI, AI, AI... Maria Joaquina ta doendo. Ele diz tentando se solta.

Eu: serio Cirilo, incrível eu não estou sentido nada.

Cirilo: da pra soltar. Ele diz grosso.

Eu solto ele, e vou andando na frente dele.

Cirilo: espera.

Eu: não estou com vontade. Digo grossa e com raiva.

Cirilo: o que foi? Diz ele correndo pra minha frente, e parando.

Eu: nada. Digo cruzando os braços.

Cirilo: eu te conheço, e sei quando esta estressada.

Eu: nada, nada, não foi nada.

Cirilo: senta aqui.

Eu: pra que?

Cirilo: pra conversa.

Eu: mas vamos perde a aula.

Cirilo: não estava a fim de ir mesmo.

Eu: fala sobre o que?

Cirilo: por que esta irritada?

Eu: nada.

Cirilo: Majo.

Eu: ai! Ta bom, é por que você foi muito grosso.

Cirilo: foi mal, mas você também puxou minha orelha.

Eu: mas você não podia ser, mas educado com moça?

Cirilo: foi mal, mas fique com um pouco de raiva.

Eu: por quê?

Cirilo: por que ela atrapalhou nosso momento.

Eu: que momento?

Cirilo: esse momento.

Ele chega perto de mim, e me beija, num beijo, mas quente. Estava adorando até, que vem uma falta de ar.

Eu: Cirilo, a gente esta no meio da rua. Digo me afastando.

Cirilo: o que, que tem? Ele se aproxima de mim, e beija de novo.

Nós estamos nos pegando até que.

Mulher: que pouca vergonha é essa. Aquela mesma.

Cirilo: a senhora de novo, me desculpa, mas você só pode esta nos seguindo?

Mulher: O QUE VOCÊ DISSE?

Eu: nada, senhora ele está brincando.

Mulher: vocês não deviam esta na escola?

Cirilo: é vamos Majo?

Eu: vamos.

Nós saímos dali, e fomos andando.

Eu: pra onde vamos?

Cirilo: pra onde podemos ficar sozinho.

Eu: aonde?  Vai fala.

Cirilo: você vai ver.

Então fomos andando até lugar, que Cirilo quis me levar, e quando vi era casa abandonada.

Eu: o que estamos fazendo aqui?

Cirilo: pra ficarmos sozinho.

Eu: ui! Ele ta safadinho. Chegando perto dele, jogando meus cabelos, e provocando ele.

Cirilo: eu só sou assim com por você.

Eu: aé! Me sento encimada mesa que tinha.

Cirilo: é. Ele me diz chegando perto de mim.

Eu abro as pernas, e ele fica entre elas, me beijando, eu saio do beijo, eu olho de um lado para o outro, e falo.

Eu: Cirilo, não tinha um lugar mais limpo que esse não. Dou selinho nele.

Cirilo: tem mais não podemos ir agora. Beijando meu roto.

Eu: por quê?

Cirilo: por que não estamos na escola.

Eu: não lá estava limpinho.

Cirilo: claro, eu tinha limpado pra você, não ficar com frescura.

Eu: então por que não limpou aqui?

Cirilo: não que veríamos pra ca.

Eu: e se alguém chega aqui.

Cirilo: só que for àquela moça chata ou o fanstaminha camarada.

Eu: e se ele aparecer?

Cirilo: nós convidaríamos pra nossa festa. Ele beija meu pescoço, e faço carinho nos seu braços.

Eu: como assim? Mordendo meu lábios, lhe provocando.

Cirilo: assim.

Ele me pega no colo, e me beija, rápido eu tiro sua blusa e fico rondando 10seg, o beijo de novo, me coloca e cima da mesa continuando me beijando, eu rasgo sua blusa como se fosse uma fera, ele tira minha blusa, e começa beija minha barriga começo a soltar uns gemidos de leve, ele continua beijando minha barriga, mas tirando meu sutiã, ele fica acariciando e apertando de leve meus peitos, eu seguro em suas perna, fazendo ele me pegar no colo de novo, e fico quicando em seu colo ainda com nossas as calças. Ele me joga no sofá, fico o chamandoele com os dedos. Enquanto ele tira calça, mas ainda de cueca, ele vem até a mim, fico cariciando, dando beijinho, apertando de leve, dou um sorriso malicioso pra ele. Em seu colo mais uma vez, mas agora ele tirando minha calça, deixando eu só de calcinha, onde passava as mãos, ele me beijou, enquanto eu gemia, ele me colocou de joelho, eu tirei sua cueca, e chupando seu pau, ele estava explodindo de tesão. Eu levantei fui até a mesa, pra que ele tirasse minha calcinha, ele tirou colocou dois dedos dentro de mim, fazendo gemer ainda, mas alto, começou a chupa, minha vagina. Depois ele pega a camisinha.

Eu: pra que isso?

Cirilo: pra que ninguém nos chame de papai e mamãe.

Eu: nem ligo pra isso mesmo. Eu no pacote fazendo cai no chão.

Cirilo: mas é preciso Majo. Ele diz indo pega, o pacote da camisinha, mas eu o seguro.

Eu: sem isso, é mais gostoso.

Cirilo: mas, mas... Eu não o deixo de termina de falar, agarro novamente na perna dele, ficando em seu colo, fico quicando, vejo que ele se esqueceu do preservativo, faço a brincadeira fica mais emocionante. Eu desço do seu colo.

Cirilo: vem ca.

Eu: vem me pegar. Sento no sofá.

Cirilo: eu vou te devora.

Eu: então vem meu Djavan.

Ele me penetrou novamente, e me senti como uma louca de tanto tesão. Senti que o Cirilo estava muito eufórico, e indo com um pouco de pressa, eu sinto uma dor, sinto uma lagrima.

Cirilo: quer que eu pare?

Eu: nada disso, quero que você me deixe completamente louca.

Cirilo: aé?

Eu: é. Sem deixa de termina ele me penetra de novo, mas com muita força, eu dou grito igual de cabrita, sinto uma dor, com muito tesão. Ele me beijava, e a dor aumentava.

Eu: Cirilo, Cirilo. Tentava chama- lo, sem sucesso.

Tente empurra- lo, também sem nenhum sucesso, ele tava tão louco, com a nossa transa, que nem vontade de trocar de posição ele queria, ele continuou, mas dessa vez, me beijando. Da mesma forma, que queria me afasta por conta dor, que estava sentindo, eu queria por conta do tesão. Até que ele fala.

Cirilo: vai safada, abre as pernas vai.

Confesso que gelei um pouco, com medo, pensando que não fosse o Cirilo, que estava transando ali comigo. Mas depois ele falou.

Cirilo: vai Majo, te amo meu amor.

Eu senti que ele voltou a si, e o tesão explodiu de novo, e não sentir, mas dor.

Eu: também te amo Ciro, te adoro.

Nós ficamos uns 20min. Ali transando até que Cirilo chegou sua loucura final, gozando dentro de mim.

Eu: ASSIM CIRILO, ASSIM CIRILO, ASSIM QUE GOSTO, MEUAMOR ASSIM. Digo entrando na ultima loucura com ele.

Cirilo fica me beijando sem para, sem quere levanta dali, eu também não queria sai daqui, então ele deita no sofá, eu deito cima dele, de conchinha, e brincando teus seios.

Cirilo: foi muito bom. Dando-me um selinho.

Eu: você estava muito quente, quente até demais. Dou um beijo na barriga dele, continuando brincando com teus seios.

Cirilo: é que certa patricinha, provocadora faz isso.

Eu: eu?

Cirilo: quem mais seria?

Eu: a Margarida.

Cirilo: a Margarida não é patricinha, e sim caipira. E mesmo que fosse nunca me senti tão louco, como senti com a rainha das patricinhas.

Eu: não sei se fico feliz, e te dou vários beijinhos, ou te quebro cara, por me chama de rainha das patricinhas.

Cirilo: vários beijinhos.

Eu: aé! Fico dando vários beijinhos na barriga dele, até que mordo uma parte da barriga.

Cirilo: ai, ai. Vou dou um beijo na boca.

Eu: segundo rali?

Cirilo: acho melhor não.

Eu: por quê?

Cirilo: por que já esta na hora de voltar.

Eu: na primeira vez foi eu, que estraguei o segundo rali, agora você?

Cirilo: por que esta na hora de voltamos pra casa.

Eu: verdade

Então nós levantamos, e colocamos nossas roupas, eu arrumo o meu cabelo, passo um leve batom.

Cirilo: realmente foi quase tudo lindo.

Eu: por quê? Digo meio assustada.

Cirilo: quase estraguei tudo, com a minha loucura.

Eu: ufa! Colocando a mão no peito.

Cirilo: o que foi?

Eu: pensei que tinha estragado alguma coisa.

Cirilo: e estragou.

Eu: O QUE? Digo de novo assustada.

Cirilo: o meu juízo.

Eu: ai que idiota! vou te matar. Eu corro atrás dele.

Cirilo pega sua mochila, e sai correndo da casa abandonada. Eu vou atrás dele, mas canso no meio do caminho.

Eu: espera, espera. Fazendo sinal de cansada.

Cirilo: o que foi? Diz assustado.

Eu: caiu direitinho. Eu o agarro, rindo.

Cirilo: aé? Tentando se soltar.

Eu: você esta nas minhas garras, de tigresa garotinho. Faço a mão tipo de uma gata feroz. Sua sentença é me levar no colo até em minha casa.

Cirilo: é pra já juíza. Ele me pega no colo, e vai correndo até minha.

Chegamos eu desço do colo Cirilo, mas colocando meus braços entre seu pescoço, o beijando.

Xx: que pouca vergonha é essa?

Eu e Cirilo olhamos para o lado e vimos à mesma mulher.

Eu: não pode ser inacreditável.

Cirilo: se a senhora achou isso uma pouca vergonha, por que não viu isso.

Mulher: o que?

Cirilo para na minha frente, coloca a mão na minha cintura, a outra no meu queixo, e me deu um beijão daqueles, eu olho pro e depois pra mulher.

Mulher: realmente seus não te deram educação.

Cirilo: mas me deram um grande coração.

Eu começo a rir, sem me controlar, eu não consigo para de rir.

Mulher: aff! É melhor eu ir embora.

Cirilo: muito bom te conhecer.

A mulher sai, eu continuo rindo sem parar, e o Cirilo olha pra mim.

Cirilo: o que foi?

Eu: você não podia ser mais ridículo?

Cirilo: essa mulher já esta me estressando.

Eu: adorei a resposta.

Cirilo: ta bom acho melhor eu ir, por que estou morrendo fome.

Eu: também, tchau amor. Dando um selinho nele.

Cirilo: tchau minha patricinha. Da um beijo no meu rosto.

Eu: fui meu idiotinha.

Ele vai embora pra sua casa, eu entro na minha, viajando nas nuvens, fui comer, depois fui deita um pouquinho, pra 3h sair com as meninas.

Pessoal até 3h. 


Notas Finais


espero que tenho gostado


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