História Carrossel- dia após dias - Capítulo 79


Escrita por: ~

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Categorias Carrossel
Personagens Cirilo Rivera, Maria Joaquina Medsen
Tags Ciriquina, Outros Casais, Paulicia
Exibições 51
Palavras 1.929
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Escolar, Esporte, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Científica, Luta, Mistério, Musical (Songfic), Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Espero que gostem do capítulo

Capítulo 79 - DR de Ciriquina.


Fanfic / Fanfiction Carrossel- dia após dias - Capítulo 79 - DR de Ciriquina.

OPV- Cirilo

Depois que sair com a Larissa, de perto do pessoal, sentamos num banco sozinhos.

Eu: o que você quer, Larissa? Pergunto, sendo bem direto.

Lari: vim te pedir desculpas, pelo aquele dia na sorveteria, e por te brigado com a Maria Joaquina, naquele dia na porta do colégio. Falou, parecendo arrependida.

Eu: tudo bem! Falo carinhoso.

Lari: não queria que ficasse, um clima ruim sobre a gente, nós somos tão amigos. Ela me abraça.

Eu: só pra isso você, me chamo? Digo levantando.

Lari: não! Ela falou triste.

Eu: então, o que foi? Ficou preocupado.

Lari: lembra daquela conversa, que tivemos na sorveteria?

Eu: ah, sim! Me lembro.

Lari: parece, que as coisas estão piorando Cirilo, lá em casa, já mais não sei o que fazer. Disse de cabeça baixa.

Eu: já disse, o que você devia fazer. Falo na sinceridade.

Lari: eu fui na polícia, mas eles me disseram que não podia fazer nada, por mim.

Eu: como eles podem tratar o um caso desse, com tamanho negligência, assim?

Lari: não sei! Eles ainda disseram, se meu pai fosse preso, eu ia para num orfanato, por ser menor de idade. Ela deixa lagrimas caírem.

Eu: não fica, Larissa! Você vai conseguir, sair dessa. Lhe dou força.

Lari: tem outro problema! Ela fala, eu fico curioso.

Eu: qual? Olho, no fundo dos teus olhos.

Lari: eu estou com doença no coração, o médico disse que parecia grave.

Eu: nossa! Você pegou tudo pra você, em. Digo e ela ri. Foi mal! Me desculpo pela brincadeira.

Lari: tem nada não, só você mesmo, pra me fazer ri. Ela um pouco contente.

Eu: olha! Ela fixa nos meus olhos. Eu vou te ajudar. Digo confiante.

Lari: como Cirilo? Veio uma dúvida nela.

Eu: não sei, ainda! Mas vou, te ajudar.

Lari: obrigado! Por tudo. Ela me abraça. Não sei, o que seria de mim, sem você.

Eu: de nada! Agora, tira essa expressão triste da cara. Digo limpando suas lagrimas.

Lari: está bom, assim? Ela diz dando um sorriso, grande.

Eu: isso!

Lari: vou te pedir, pra deixa essa, só entre nós dois, porque eu tenho vergonha de falar, disso.

Eu: tudo bem! Não vou contar isso, para ninguém. Prometo a ela.

Lari: eu preciso ir. Ela diz, se levantando.

Eu: quero, te falar uma coisa. Ela para, e vira pra mim.

Lari: o que? Ela disse curiosa.

Eu: hoje, eu vou está no hospital, se você pode ir, para fazer exatamente, e ver que tem.

Lari: achei uma ideia sensacional! Ela diz, e me abraçou mais uma vez. Obrigado! Deu um beijo no meu rosto, que me fez ficar com vergonha.

Assim o sinal toca, e fomos para sala.

Na sala, Majo veio falar comigo.

Majo: Cirilo, o que aquela garota queria? Falou séria.

Eu: ela só queria pedir desculpa, pelo o que aconteceu na sorveteria.

Majo: só isso? Disse desconfia.

Eu: tem mais um probleminha, mas não posso te conta.

Majo: que problema? Ficou curiosa.

Eu: não posso fala, Majo. Ela fica uma fera.

Majo: como assim, Cirilo, que você não pode falar? Falou raivosa.

Eu: não posso. Ela saiu de perto uma fera.

Assim a aula se passou, fomos pro pátio.

Eu: Maria Joaquina! Preciso falar com você, em particular.

Majo: tá bom! Fomos para um lugar distante.

Eu: Mari! Quero que me entenda. Falo paciente.

Majo: não dar para entender! Ela falou calma.

Eu: por que não?

Majo: você sempre me contou tudo.

Eu: eu sei, mari! Mas eu prometi.

Majo: tá bom! Não precisa explicar mais. Cruzou os braços de novo.

Eu: vem ca! Puxo ela, e a beijo sem deixar ela pensar, que sobe e senta no meu colo. Eu te amo! Eu te amo!

Majo: eu também te amo. Ficamos nos beijando.

Eu: nunca irei trocar, por nada nesse mundo. Ela dá um sorriso imenso.

Nisso o sinal toca outra vez, fomos pra sala, e a diretora foi falar com a gente.

Olivia: crianças vim informa a vocês, que a minha prova vai ser, nessa quinta- feira. Todos ficam surpreso, e entram em desespero.

Jaime: como assim diretora Olivia? Falou espantado.

Olivia: sendo horas!

Paulo: mas ninguém está preparado.

Olivia: problema de vocês, isso já tinha avisado no primeiro dia de aula, só vim relembra.

Jaime: meu deus! Estou ferrado. Ele fala colocando a mão pro céu.

Carmen: calma Jaime, eu vou te ajudar.

Jaime: obrigado fofinha! Não sei o que seria de mim sem você. Eles piscam um para o outro.

Então a diretora sai de sala, e todos ainda não estavam acreditando na notícia, que receberam.

O sinal toca de novo.

OPV- Larissa

Depois que sair de sala, fui fala com a Luiza

Eu: Luiza! A primeira parte do plano, está pronta. Falo feliz.

Luiza: a segunda, vai ser a hora, que fomos no hospital, eu tiro foto de vocês dois juntos, e mandar pra Maria Joaquina.

Eu: esse seu plano é um máximo.

Luiza: claro querida! Você esta falando nada, nada menos que Luiza. Ela fica se gabando.

Eu: a Maria Joaquina! Vai morre de ciúme. Faço uma risada maliciosa.

Luiza: com certeza. Damos um aperto de mão, como já tivesse vencido tudo.

Eu: não espero a hora, do Cirilo vindo correndo atrás de mim, pra dizer que me ama.

Luiza: só não vai fala demais, e estraga com o plano. Falou seria.

Eu: claro que não! Meu futuro está nesse plano. Falo confiante. Alias, usar a minha doença, pra ganhar a amizade do Cirilo de volta, também foi uma ótima sacada.

Luiza: você tem mesmo, essa doença? Ela pergunta surpresa.

Eu: sim, tenho! Falo triste.

Então ficamos conversando sobre plano e depois fui pra casa, me arrumei pra ir, até o hospital fazer o exame, fiquei esperando a Luiza, ela chegou.

Eu: até que fim! Digo impaciente.

Luiza: calma amorzinho. Ela fala calma. Já ouviu falar, que a pressa é inimígo da perfeição?

Eu: então vamos, logo. Digo puxando ela, e saindo de casa, assim chegamos no hospital.

Luiza: nossa! Estou morta. Ela diz pegando fôlego.

Eu: vai ficar escondida Luiza, e não saia até eu dar o sinal, para sair.

Luiza: ta bom! Boa sorte.

Eu: valeu. Fui até recepcionista. Com licença! Digo educada.

Recepcionista: pois não? Falou também educada.

Eu: o Cirilo Rivera está aí?

Recepcionista: está sim, vou chama- lo. Ela liga para ele.

Eu: obrigado! Me sento, e espero o Cirilo, que passou alguns segundos ele chega.

Cirilo: oi Lari! Quando ele fala, faço um sinal positivo para Luiza.

Eu: oi Cirilo! Digo abraçando forte.

Cirilo: pode entra! Ele dá a passagem, e eu entro na sala.

Fico fazendo os exames, depois fui para minha, Luiza mandou a foto pra Maria Joaquina.

OPV- Maria Joaquina

Estava ajeitando a casa junto com empregada, eu recebo uma mensagem no meu celular, fui ver o que era.

Mensagem de número desconhecido, foto do Cirilo com a Larissa no hospital, obviamente eu fiquei uma fera, passou alguns minutos e Cirilo chegou, fui tira satisfação.

Cirilo: oi meu amor! Ele diz entrando em casa, veio me beija, mas eu desviei o rosto.

Eu: como foi o trabalho? Esperando o que ele ia me dizer.

Cirilo: foi bem! Mas a Larissa esteve lá. Fico surpresa de ele ter dito a verdade.

Eu: fazendo o que? Finjo de novo, que não sabia de nada.

Cirilo: ela foi fazer um exame, pelo o negócio, que não posso te contar. Ele tira blusa.

Eu: ah! Falo com a cara de desconfiada.

Cirilo: o que foi? Você parece estranha. Falo sentando no sofá.

Eu: não é nada, não! Desfaço.

Cirilo: nossa! A decoração está linda. Ele elogia, fico um pouco feliz, mas incomodada com aproximação dele com a Larissa.

Eu: obrigado! Vai querer jantar? Falo sentando do seu lado.

Cirilo: vou querer sim. Piscou para mim.

Eu: vou ir fazer. Ia levanta, mas ele me segura, me puxando.

Cirilo: Senta. Eu sento ao seu lado, ele coloca o braço no meu pescoço, e me puxou para um beijo quente, ficamos ali nos beijando, fazendo nos deitar no sofá. Eu te amo, Mari! Não duvide disso. Ele fala ainda em cima de mim.

Eu: também te amo, Cirilo!  Deixo lagrimas caírem.

Cirilo: o que foi, Majo? Ele diz preocupado com minhas lagrimas.

Eu: posso te pedir uma coisa? Falo alisando seu rosto.

Cirilo: claro! Pode fala. Disse sorridente, ainda em cima de mim.

Eu: por favor, fique longe da Larissa! Falo implorando.

Cirilo: acho vai ser difícil. Ele se levanta, e sento no sofá, segurando minha mão.

Eu: por que? Fico curiosa.

Cirilo: pois agora! Sou médico dela. Falou sério.

Eu: você não pode passar, para outro médico fazer isso?

Cirilo: não dá, porque o setor, que estou tem outro médico, mas já está com nível de pacientes lotado.

Eu: poxa! Reclamo carinhosa.

Cirilo: suas lagrimas são por isso? Colocou a mão no meu rosto.

Eu: tenho muito medo, de ser pouca mulher pra você. Digo triste.

Cirilo: você é muito mais, do que uma mulher, Maria Joaquina, você é a minha rainha, eu te amo. Ele me beija, eu dou um sorriso.

Eu: mas você sente algo, por ela?

Cirilo: só amizade, por que?

Eu: não é isso, que parece nessa foto. Mostro o celular a ele.

Cirilo: isso não significa, nada pra mim. Faz gesto de tanto faz.

Eu: não esta parecendo, vejo você muito feliz, em abraça- la. Fecho a cara.

Cirilo: para de paranoia, Majo, não rola nada entre eu e Larissa.

Eu: não é paranoia minha Cirilo. Me altero. É o que a foto diz.

Cirilo: mas a foto não fala, Majo.

Eu: isso não é hora de suas gracinhas, Cirilo. Falo irritada.

Cirilo: mas é sério, você está com ciúme, por causa de uma foto?

Eu: engraçado, o senhor pode ficar com ciúme, mas eu não posso? Falo cruzando os braços.

Cirilo: mas tem uma grande diferença nisso. Ele se levanta.

Eu: aé! Então qual é?

Cirilo: quando eu vi você, e aquele idiota, a senhorita estava em cima dele.

Eu: mas eu te expliquei, o que tinha acontecido, mas você saiu, que nem um maluco.

Cirilo: eu sou maluco, por gosta de você? Falou alto.

Eu: não foi, isso o que eu quis dizer Cirilo!

Cirilo: mas foi isso, que deu pra entende.

Eu: vai se banca de criança, agora?

Cirilo: eu criança! Ele ri irônico. Você que fica com ciúme, por causa de uma foto, eu sou criança, essa é boa!

Eu: quer saber de uma coisa, tive um dia muito cheio, pra fica aqui discutindo.

Cirilo: vai me falando sozinho? Falou irritado.

Eu: vou! Aliás, não só vai ficar sozinho, como vai dormi sozinho. Falo me virando.

Cirilo: o que, como assim dormi sozinho? Falou sem entender.

Eu: vou dormi em um quarto, e você em outro, assim você pensa melhor, na merda que você fez.

Cirilo: não disso. Ele nega.

Eu: não estou pedindo opinião Cirilo, e sim afirmando que vamos fazer. Falo correndo pró quarto, ele vem atrás de mim, mas eu tranco a porta.

Cirilo: Maria Joaquina, abre essa porta? Ele diz batendo nela.

Eu: não vou abri, e é melhor desistir.

Cirilo: abri essa porta? Ele falou gritando.

Eu: já disse que não! Falo também gritando, deito na cama e começo a chora, por 2horas, e depois eu durmo.

OPV- Autor

Parece que a Larissa não mudou, o plano dela, e da Luiza estão dando certo, ciriquina teve uma dre nem dormiram junto. O que será que vai acontecer com ele, no próximo capitulo? Espero vocês no próximo cap. Tcahu até lá.


Notas Finais


Espero que tenham gostado do capítulo.


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