História Carrossel- dia após dias - Capítulo 99


Escrita por: ~

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Categorias Carrossel
Personagens Cirilo Rivera, Maria Joaquina Medsen
Tags Ciriquina, Outros Casais, Paulicia
Exibições 76
Palavras 3.133
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Escolar, Esporte, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Científica, Luta, Mistério, Musical (Songfic), Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Espero que gostem do capitulo.

Capítulo 99 - Flashback... Meu passado veio a tona!


Capitulo anterior.

Cirilo: pessoal! Queria falar mais uma coisa. Ele diz levantando da mesa, todos ficam curiosos.

Majo: o que foi, Cirilo? Ela pergunta bem curiosa.

Cirilo: vem cá! Ele a chama feliz.

Majo: o que? Diz mais curiosa ainda.

Cirilo: acho que sei, quem é o nome da minha namorada. Ele diz olhando para Majo.

Majo: sabe, qual é? Diz feliz e afoitar.

Cirilo: Larissa. Quando ele diz, a expressão da Majo mudou completamente, da felicidade para raiva e ódio.

Capitulo de hoje.

Majo: O QUE VOCE, DISSE? Falou com raiva e chorando, todos só olhavam sem conseguir dizer nada.

Cirilo: esse não é seu nome? Volto a ficar com dúvida e expressão de felicidade também mudou.

Majo: você sempre vai ser um idiota. Ela bate na cara dele forte. Não se preocupe em lembra que sou Cirilo, pois você fez questão de acabar com todo amor que sinto por você.

Cirilo: foi mal! Eu pensei que esse era o seu nome. Ele diz triste.

Majo: estou cansada desse, “foi mal” seu. Você sempre faz isso, eu não vou discutir com você, pois não vale a pena. É melhor, eu ir embora. Ela diz saindo.

Cirilo: não espera! Ela não dar atenção a ele. Me ferrei de novo.

Ally: porra, Cirilo! Que dom é esse de fazer merda? Disse brigando com menino.

Cirilo: eu não queria fazer isso! É que eu pensei que, esse era o nome dela. Disse lamentando.

Ally: era melhor você ter ficado de boca fechada. Falou séria.

Jaime: pega leve, Alicia! O moleque acabou de acorda de um coma e você ainda vai encher o saco dele. Disse defendendo o amigo.

Ally: é que estou indignada, como ele foi capas de lembra da puta da Larissa. Diz não acreditando.

Jaime: eu sei que para Maria Joaquina escutar isso é muito ruim! Mas também temos que entende a situação dele.

Cirilo: não precisa me defender, Jaime! A Alicia tem razão, eu de novo fui um idiota. Diz chorando. Primeiro foi não lembra dela, agora! Eu ter trocado o nome, dessa vez acho que ela não vai me perdoa. Disse sincero.

Clara: calma, Cirilo! Eu conheço a minha filha, ela te ama muito, ainda! Só está magoada com eu você acabou de dizer. Vou lá tentar falar com ela, boa sorte. Ela diz indo embora.

Cirilo: eu também não tenho mais nada para fazer, então vou ir para o meu quarto. Como posso ir para lá, se eu nem sei, onde ele fica. Disse chateado.

José: eu te levo lá. Ele diz com pena do filho.

Cirilo: tchau, Pessoal! Diz cumprimentando todos.

Ally: antes de ir, quero te entregar isso! Ela deu um dvd para ele que, ficou sem entender. Não perde.

Cirilo: tá bom! Agora vou indo.

Todos: tchau! Ele sobe para o seu quarto.

A turma foram embora, mas as meninas foram para casa da Majo.

OPV- Maria Joaquina

Estava no meu quarto chorando depois de tudo que, rolou entre eu e Cirilo na casa dele, não acredito que ele foi lembrar daquela vadia e não de mim. Isso porque ele não me ama, nunca irá me amar. Droga! Nisso a escuto alguém batendo na porta.

Eu: podem entra a porta está aberta. Grito de dentro do quarto chorando e era minha mãe, limpo os olhos rapidamente.

Minha mãe: filha como você estar? Disse sem saber o que dizer.

Eu: ótima! Não estar vendo? Falo com grosseria.

Minha mãe: perdão! Essa pergunta que fiz, foi muito tonta. Ela diz arrependida.

Eu: não estou falando só, por causa da sua pergunta, não! Eu falei, porque estou bem mesmo. Minto porque por dentro, eu estava em pedaços.

Minha mãe: mentira, filha! Eu sei que está sofrendo. Disse chegando perto de mim e me abraçando.

Eu: mãe! Você que vou sofre por causa daquele idiota? Digo irônica.

Minha mãe: sim! Se não, o chamaria de idiota. Falou séria.

Eu: mas ele é um idiota e eu odeio ele. Digo também séria.

Minha mãe: tudo bem, filha! Não vou brigar e nem discuti com você. Sabe muito bem que, ainda ama ele, mas se quer fazer de difícil, também é direito seu. Ela me abraça, mas a campainha toca. Vou ir atender.

Eu: não ficar aqui comigo. Faz voz uma menina de oito anos mimada. Deixa que a Joana atende.

Minha mãe: tudo bem! Ficamos abraçada, até que a Joana chaga no quarto com as meninas.

Meninas: oi, Majo! Elas dizem meio sem graça.

Eu: oi! Digo séria.

Meninas: oi dona Clara! Cumprimentam minha mãe.

Minha mãe: oi meninas! Ela diz levantando da cama.

Eu:  o que fazem, aqui? Pergunto já sabendo da resposta.

Val: ver como você, estar. Disse com cara de pena.

Ally: ela está deita, Valeria! Ela brinca fazendo todas, menos a Val rirem.

Val: kkkkkkk! Isso é muito engraçado Alicia! Disse irônica.

Carmen: tá bom! Mas agora é sério. Ela diz se sentando na cama.

Eu: não comecem! Digo revirando os olhos.

Manda: só queria sabe o que está sentido? Diz preocupada.

Eu: bem! Digo bem séria.

Marga: deixa de mentira, Majo! Nós sabemos que quando o Cirilo te chamo de Larissa, te machucou. Falou sincera.

Eu: então vocês sabem nada sobre mim. Digo cruzando os braços.

Laura: mais vai dizer a ele que, vão ter um filho, né? Disse curiosa.

Eu: não! Ele já vai te um com namorada dele e não precisa da minha filha. Falo decidida.

Ally: não vai começar com isso de novo? Ela me repreende.

Eu: eu não vou, já comecei! Falo de novo decida.

Carmen: e no chá de bebe, o que vai dizer para ele?

Eu: que esse filho é de um outro, filho da puta qualquer.

Manda: você não vai ter coragem de fazer isso. Ela diz nervosa.

Eu; você não me conhece, Amanda. Falo com raiva.

Ally: meu Deus, Maria Joaquina! Ele só te disse aquilo na casa dele, pois perdeu a memória e você vai fazer isso? Falou me convencer do contrário que, eu ia fazer.

Eu: já disse, o que vou fazer e ninguém vai mudar isso. Digo convicta.

Val: não faça isso, Majo! Você pode se arrepender depois.

Eu: EU JÁ FALEI QUE, NÃO VOU MUDAR DE IDEIA. Grito com elas.

Luiza: pessoa! Deixem ela, a Majo sabe o que faz, se isso ela quer, não temos o porquê descorda. Falou séria.

Ally: Luiza tem razão. Agora preciso ir, pois já estou muito tempo fora de casa. Disse se levantando.

Meninas: também precisamos ir! Elas também levantam.

Então fomos caminhando até a porta e Valeria para e fala.

Val: espero que, pense muito bem no que vai fazer. Falou fazendo o sinal negativamente.

Eu: não preciso pensar, estou decidida. Falo séria de novo. Tchau!

Todas: tchau! Elas vão embora.

OPV- Autor

Assim o dia passou e logo chegou sexta de manhã.

OPV- Cirilo

Hoje eu acordei cedo, falei para o meu pai que, iria ir para escola e ele liberou. Então me levanto vou fazer minha higiene e depois vou tomar o meu café.

Eu: oi, pessoa! Digo chegando na cozinha com uma cara de enterro.

Minha mãe: oi filho! Ela diz colocando um prato de comida na mesa.

Meu pai: Cirilo, tem certeza que quer volta para escola nesse estado? Diz preocupado.

Eu: quero, isso é melhor do que ficar aqui em casa, sem fazer nada. Digo certo no que disse.

Meu pai: tudo bem! Se você quer mesmo ir, quando terminamos de tomar café podemos ir.

Eu: já terminei! Digo me levantando.

Minha mãe: nada disso! Você precisa tomar café direito.

Eu: estou sem fome, mãe! Digo com uma criança de 8 anos.

Minha mãe: não importa! Se alimentar bem, traz muitos benefícios a saúde. Ela me tratou como eu ainda fosse criança.

Eu: não sou mais criança! Alerto ela.

Minha mãe: tem certeza! Do jeito você falou comigo, agora pouco não tive muita certeza não, sabe. Ela falou rindo.

Eu: melhor nós irmos, pai! Digo me levantando da mesa e mudando de assunto.

Meu pai: tudo bem, vamos! Ele levanta da cadeira e fomos em direção a escola.

Chego na escola e vem, uma menina louca para me abraça.

Xx: Cirilo! Ela me abraça.

Eu: te conheço? Digo em dúvida.

Xx: não está lembrada de mim, Cirilo? Sou eu a Larissa! Quando ela diz, eu fico surpreso.

Eu: então você é a Larissa? Crio mas duvidas na minha cabeça.

Lari: pelo visto, você não se lembra de mim mesmo, né? Fez uma voz triste.

Eu: é que eu perdi a memória, quando eu sofri esse tal acidente. Fui sincero.

Lari: ata entendi! Mas o legal que, você está bem. Disse rindo.

Eu: é! Isso foi graças, uma menina que ficou o tempo todo no hospital. Digo e vejo que ela fechou a cara.

Lari: aquela, mocreia! Disse num tom de raiva.

Eu; você conhece a menina que, estava no hospital comigo? Digo curioso.

Lari: sim! Pois você não se lembra dela? Dessa foi num tom feliz.

Eu: não! Você poderia dizer o nome dela? Pergunto educado.

Lari: não posso, isso você vai ter que conseguir, com seu próprio esforço, se não, vai se lembra de nada. Falou negando e um pouco nervosa.

Eu: por que todo mundo diz isso? Fico chateado.

Lari: para te ajudar, Cirilo! Disse rindo.

Eu: tudo bem! Agora já vou indo. Digo me despedindo.

Lari: já? Ela pergunta numa expressão triste.

Eu: já, tenho que falar com meus amigos. Digo me virando.

Lari: tchau! Ela foi educada.

Eu: tchau! Então fui andando pelo corredor e do nada esbarro em alguém que, deixa suas coisas caírem no chão. Foi mal! Eu não te vi. Digo me desculpando na hora.

Xx: tudo bem! Ela diz sem olhar para mim, depois que ela olha fica surpresa. CIRILO! Ela diz sem acreditar, era menina do hospital.

Eu: oi! Eu te machuquei? Falei preocupado e me abaixei para ajudá-la pegar suas coisas.

Assim, do nada nossas mãos se tocam, eu olho para ela e ela para. Ficamos nos encarando por um tempo, mas ela quebra o silencio.

Majo: o que está fazendo, aqui? Perguntou curiosa.

Eu: vim estudar! Fiquei de saco cheio de ficar olhando para paredes, sem ter nada para fazer e conversa. Digo levantando junto com ela e entregando as suas coisas.

Majo: ata! Obrigada, por pegar minhas coisas. Ela diz educada. Agora, tchau! Ela ia sair, mas eu a seguro.

Eu: espera! Quero te pedir desculpa, não foi minha intenção te machucar. Fui sincero. Eu pensei que, Larissa fosse o seu nome, desculpa, acho que nunca vi um rosto lindo como seu. Falo um pouco feliz.

Majo: não dar! Cansei de sofre, de chora e lutar por algo que sabemos, não vai dar certo, Cirilo! Ela diz chorando. Mesmo me quebrando em pedaços dizendo isso, não quero mais me machucar, eu sei que teve o problema da memória e tudo mais. Isso vem em consequência de outras coisas, eu cansei de tudo, o que eu mais quero, é que você sumisse da minha vida. Também disse sincera, ia sair mais uma vez, mas a seguro de novo.

Eu: eu te amo! Não deixo ela dizer nada e a beijo quente.

Do nada, nos beijos começaram a passa imagens na minha cabeça, eram momentos nosso. Também era um pouco safado, pois foi momento da nossa primeira vez, no porão do escola, a segunda na casa abandona, e outra como do baile do meu primo, ect... quando acaba de vim os flash back, ela se separou do meu beijo.

Majo: ESTÁ MALUCO? JÁ TE DISSE QUE NÃO QUERO MAIS E VOCÊ VEM ESSAS PALHAÇADAS. Ela dar um outro tapa na minha cara e sai sem eu conseguir dizer nada, mesmo assim fiquei feliz em lembra que, o nome dela era Maria Joaquina.

Então fui até onde estavam o pessoal, a Maria Joaquina estava, mas nem olhou para minha cara.

Jaime: eae, Cirilo! O que faz aqui, irmãozinho? Disse abraçada na Carmen.

Eu: é que eu não tinha nada para fazer em casa, decidi vim para escola.

Paulo: você é maluco, Cirilo! Tendo a oportunidade de ficar em casa e dormi até tarde você vem para escola? Balançou a cabeça negativamente.

Eu: ficar em casa sem fazer nada, também cansa Paulo! Quando eu digo todos ficam surpreso.

Ally: como você sabe, o nome dele? Perguntou curiosa.

Eu: consegui lembra de algumas coisas, mas não é muito algumas me deixa em muitas dúvidas. Digo olhando para Majo que, olhava o celular dela sem me dar atenção.

Carmen: que bom, Cirilo! Ver que você está se recuperando. Ela vem e me abraça.

Eu: obrigada, Carmen! Digo abraçado nela.

Ally: alguém poderia fazer o mesmo! Ainda completar com um beijinho. Diz olhando pra Majo que, a olhou fuzilando.

Majo: por que você não abraça ele que, se importa tanto. Disse rude.

Ally: nossa que grossa! Elas se dão línguas.

Eu: deixe ela, Alicia! Se não quer mais fala comigo, pois assim seja, não vou mais incomoda-la. Digo e ela me olha com cara de ódio.

Majo: pelo menos tem um bom senso. Falou com raiva.

Eu: Maria Joaquina! Não vou brigar com você. Me disse para eu te esquecer, não foi? Digo sério. Vou fazer o que deseja. Digo o sinal toca.

Assim que fomos para sala, chegando lá. Eu olho para minha cadeira e vem mais flashback na memória. O dia que conheci a Majo, como ela me tratava quando criança e muito mais outras coisas. Mas sai do flashback, quando a professora Helena chamou minha atenção.

Helena: Cirilo! Cirilo! Cirilo! Ela me chamou, sacudindo meu braço.

Eu: oi! Digo voltando a si.

Helena: é que vim te dizer que, é muito bom vê-lo de volta e que, se recuperou bem. Ela diz feliz e rindo.

Eu: obrigado, professora Helena! Também ficou muito feliz de revela. Digo sorrindo.

Então nisso as horas passam e todos foram para sua casa. A Alicia me ligou, eu atendi.

Ligação on:

Ally: Cirilo, preciso falar com você? Falou num jeito mandam.

Eu: sobre o que? Falo curioso.

Ally: abre a porta da sua casa, que você vai saber, o que eu quero. Quando ela fala, eu olho pela a janela e ela acena para mim.

Eu: tudo bem! Estou indo aí. Desço as escadas e abro a porta, ela entrou. O que foi, Ally? Falo me sentando no sofá.

Ally: quero saber dessa história que, você vai deixa a Majo ser livre? Falou séria.

Eu: ela me pediu isso, se é para ver ela feliz, farei isso! Também não quero mais viver, em meios de brigas e beijo. Quero recomeçar, quero viver uma vida feliz. Digo decidido.

Ally: mas vocês se amam, Cirilo!

Eu: por isso mesmo, eu prefiro ir! Não quero sofre e nem quero vê-la sofre. Abaixo a cabeça.

Ally: como assim, você prefere ir? Disse sem entender.

Eu: me lembrei que, antes de sofre um acidente. A secretaria de estado, me falou que, no Estado Unido me chamaram para trabalhar como um neurocirurgião, acho que vou aceitar. Olho nos fundos dos teus olhos.

Ally: O QUE VOCÊ DISSE? VOCÊ ESTÁ LOUCO, CIRILO? VOCÊ NÃO PODE IR, CARA. Ela fala nervosa.

Eu: eu vou, Ally! Ninguém vai mudar minha decisão. Falo bem sério. Mas não quero que, comente para ninguém isso. Você é a única pessoa que sabe, então se a Maria Joaquina saber, foi você que contou.

Ally: vocês dois são dois teimosos. Balançou a cabeça negativamente.

Eu: sei muito bem, disso! Dou um sorriso.

Ally: mas se você for, vai ir que dia? Ela pergunta curiosa.

Eu: segunda-feira.

Ally: já! Assim tão cedo, logo depois do chá de bebe da Majo? Quando ela fala, eu fico surpreso.

Eu: chá de bebe? A Maria Joaquina está gravida? Arregalho os olhos.

Ally: nãooo... eu quis dizer da...! Ela ia mentir, mas viu que não ia colar. Tá bom, ela está gravida.

Eu: é meu o filho? Pergunto, ainda não acreditando.

Ally: não! Ela disse parecendo sincera.

Eu: tá vendo, mais um motivo para eu parti. Falo sem graça.

Ally: não vai, Cirilo! Seus amigos estão todos, aqui, para que parti. Ela insiste em me fazer ficar.

Eu: não! Vou ir. Falo decidido. Não quero que fale para ninguém, Ally.

Ally: eu não vou contar. Ela diz grossa. Já que não vou tirar essa loucura da sua cabeça, eu vou embora. Ela diz levantando.

Eu: tudo bem! Tchau! Abraço ela.

Ally: ver se muda de ideia! Alias veja o vídeo do dvd que, eu te dei ontem. Ela fala saindo do abraço. Tchau! Ela diz e vai embora.

Vou para o meu quarto, ver o tal vídeo que, a Alicia me deu ontem. Coloquei o dvd, do nada começou vídeo de eu e a Larissa. Não consegui entender nada, mas logo veio mais flashback. Onde me lembrei que trai a Maria Joaquina e que a Larissa falou que estava gravida. Mas quando fui vendo, vi que foi tudo uma mentira eu fiquei muito puto. Larissa me paga, mesmo assim a Maria Joaquina não vai querer olhar na minha cara, além do mais ela tem um filho de outro cara. Eu disse que a deixaria em paz, mas antes de ir embora, vou colocar a Larissa no lugar dela. Pego meu celular e ligo para ela.

Ligação on:

Eu: Larissa, preciso falar com você urgente. Digo bem sério pelo telefone.

Lari: tudo bem! Quando e aonde? Falo num jeito feliz.

Eu: agora, pode ser na sorveteria. Falo grosso.

Lari: tudo bem, Cirilo! Eu vou colocar uma roupa e te encontro. Daqui à 5min.

Eu: tudo bem! Digo desligando o celular.

Ligação off:

Agora que eu vou fala tudo, o que não sinto por ela. Então sai de casa e chego na sorveteria. Depois ela chegou.

Lari: oi, Cirilo! Disse sorridente.

Eu: senta ai! Falo com grosseria.

Lari: nossa, que grosso! O que eu te fiz? Se fez de vítima.

Eu: tudo o que não podia fazer. Falo alterado.

Lari: do que está falando?

Eu: estou falando da suposta traição que, você me fez acreditar. Em que eu trai a Maria Joaquina. Falo me levantando todos irritado.

Lari: O QUE? Disse surpresa.

OPV- Autor

Assim foi o capitulo. Entre ciriquina as coisas não andam nada bem, Cirilo recuperou memória, Majo falou que não vai contar a verdade para o Cirilo e ninguém muda sua opinião. O Cirilo falou que vai ir embora para o Estado Unido que, também ninguém vai mudar a sua decisão. Larissa se deu mal, pois Cirilo viu o vídeo e foi que nem uma fera, tirar satisfações com a garota. Então o que será, que vai rolar no próximo capitulo, em relação ao Cirilo e Larissa? O que será que vai acontecer com nosso casal teimoso e orgulhosos? Isso saberão no próximo capitulo. Então até lá. Tchau!


Notas Finais


Espero que tenham gostado do capitulo.


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