História Carrossel no Jogo da Morte - Capítulo 10


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Categorias Carrossel
Tags Carrossel, Guana, Léother, Lufer
Exibições 137
Palavras 1.000
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


OI SERUMANINHOS!!
Enfim, mil desculpas mesmo pela demora, estou no quarto bimestre e as provas estão chegando, aí fica meio difícil postar.
Hoje estou trazendo uma nova forma de escrita para vocês, espero que gostem dela!!

Ps: AVISOS IMPORTANTÍSSIMOS NAS NOTAS FINAIS!!!!!

Capítulo 10 - A Nova Jogadora


Fanfic / Fanfiction Carrossel no Jogo da Morte - Capítulo 10 - A Nova Jogadora

Aquilo era muito estranho. Kiane não estava se adequando aquela realidade perturbadora. Dois de seus colegas haviam morrido, e ela poderia ser a próxima. 

- Isso é perturbador - Disse Kiane, após Léo lhe contar tudo o que haviam passado até agora. 

- Verdade, isso é muito estranho também - Ele disse, alisando os cabelos - Até agora não vimos nenhum motivo para "A" fazer isso com a gente. 

- Nem eu. 

Enquanto isso, Thomaz estava em sua cama, sentado. Em suas mãos estava o caderno cor-de-sangue, e dentro dele tinha uma caneta, que ao invés de tinta parecia ter sangue. 

Ele abriu o caderno e pegou a caneta, era hora de testar aquele artefato tão misterioso. 

- Olá, tem alguém aí? - Ele escreveu, sem saber muito bem o que estava fazendo. 

- Finalmente me escreveu, alguma novidade? - Uma frase surgiu na folha, assustando Thomaz. 

- Não exatamente - Escreveu logo em seguida. 

- ENTÃO NÃO ME ENCOMODE! - Outra frase surgiu no caderno, assustando Thomaz novamente. 

Thomaz resolveu não continuar a escrever. Colocou o caderno e a caneta embaixo de seu travesseiro. Logo em seguida se deitou e adormeceu. 

Logo todos adormeceram, afinal o dia tinha sido cheio

No meio da noite, Fernanda começou a se contorcer em sua cama. Estava suando frio e fazia expressões de sofrimento. Lucas, que não conseguia dormir, viu o estado em que Fernanda estava, então andou até a sua cama e começou a tentar acordá-la. 

- Fer, acorda - Ele fala e começou a sacudí-la. Fernanda acordou, assustada, e a primeira coisa que fez foi abraçar Lucas, que correspondeu - O que houve? 

- Só me abraça - Ela sussurrou em seu ouvido, respirando fundo. Ele alisou seus cabelos, tentando acalmá-la.

- Já passou - Ele sussurrou, se separando devagar do abraço. Ela respirou fundo novamente, tentando se acalmar. - Quer falar sobre o que aconteceu? 

- Eu tive um pesadelo com o meu Labirinto - Ela falou, abraçando os joelhos. 

- E como era? - Ela escondeu seu rosto ao ouvir a pergunta - Vamos fazer assim, você me conta como foi o seu e eu conto como foi o meu - Ele propõe e ela, lentamente, se sentou em sua cama, limpando algumas lágrimas em seu rosto. 

- Eu estava andando por um corredor escuro, e eu o iluminava com uma tocha que tinha achado no início, até que eu vi uma luz no final do corredor, corri, tendo esperança de que era a saída, mais quando entrei estava em uma sala, e vi duas pessoas brigando com espadas, uma era você e a outra eu não consegui ver, por que estava usando um capuz. No final a pessoa enfia a espada no seu peito, e eu fui correndo até você, pra tentar te acordar - Lágrimas começaram a percorrer o seu rosto - E a pessoa tirou o capuz e mostrou quem era. - A menina travou, não conseguia mais falar. 

- Quem era? - O garoto perguntou, segurando as suas mãos. 

- Era eu - Ela disse, não podendo mais controlar as lágrimas - E me disse que eu era a culpada de tudo o que estava acontecendo, as mortes, os desafios, o sequestro, tudo. Depois ela evaporou e você também, outra luz apareceu e eu acordei, na sala do desafio - Ela concluiu, enxugando as lágrimas que percorriam o seu rosto. Lucas a abraçou, e ela voltou a chorar. 

- Você sabe que ela está mentindo, nada do que está acontecendo é culpa sua, pra falar a verdade de ninguém aqui nesse dormitório. - Ele falou, a abraçando mais forte. 

- Tem certeza? - Ela perguntou, sussurrando em seu ouvido. 

- Tenho. - Ele respondeu. Ela sai lentamente do abraço, enxugando as suas lágrimas e sorrindo - Essa é a Fernanda que eu conheço - Ele falou e ela riu.

- Agora é a sua vez - Ela falou apontando para ele, que revirou os olhos. 

- Tem certeza? - Ele perguntou, com uma pontinha de esperança. 

- Trato é trato senhor Lucas. 

- Tá bom! - Ele exclamou, respirando fundo - O meu Labirinto não foi muito diferente do seu, ele era muito escuro e tal, uma das diferenças é que havia tochas em todo lugar, iluminando - Ele começa, e ela olha para ele, prestando muita atenção - Ele era muito complexo, tinha várias e várias curvas, e em uma delas tinha uma pessoa, como no seu também estava de capa, só que não tinha espada. De repente todo mundo aqui apareceu, e ele começou a nos torturar, nos batendo com correntes, chicotes e várias outras coisas. Todo mundo tinha morrido, menos eu. De repente todos vocês sumiram, incluindo a pessoa, e eu, me arrastando, segui o Labirinto e consegui sair dele. - Ele concluiu.

- Meu Deus, que estranho! - Ela exclamou, admirada - O que será que isso significa? 

- Não sei e não quero saber - Ele falou, desviando o seu rosto para o lado. 

- O que foi Lucas? - Ela perguntou, virando o rosto dele para ela. 

- Nada - Ele respondeu, firme. Ela não tirou a mão de seu rosto. 

- Sério Lucas, me conta - Ela falou, olhando bem nos seus olhos. 

- Não é nada, Nanda - Ele retirou a mão da garota do seu rosto e a segurou, a apertando. 

- Tem certeza? - Ela perguntou, ainda olhando nos olhos do garoto. 

- Sim, Nanda, eu tenho - Ele sorriu fraco, soltando a mão da garota - É melhor eu ir dormir - Ele se levantou, sem desviar o olhar da garota, que estava sentada na cama. 

- Obrigada Lucas, boa noite - Ela continuou a olhar para ele, sorrindo. 

- De nada - Ele sussurrou e se virou, voltando para a sua cama. 

Os dois dormiram, Fernanda estava melhor em questão ao desafio anterior. Mais algo ainda perturbava Lucas, algo que não saia da cabeça do garoto, e lhe perturbava até em seus sonhos.


Notas Finais


Lufer é fofo d+!! 😍

- Avisos

* Gente, como eu disse nas notas iniciais, quarto bimestre tá chegando, e eu tenho que estudar, por isso talvez eu demore mais para postar.
*Outro aviso é que a fanfic está sendo reescrita, por isso também estou demorando a postar, isso vocês também podem ter notado nos primeiros capítulos, enfim, estou muito ocupada fazendo isso.

Estou aberta a opiniões, e próximo capítulo tem Guana e flash backs dos labirintos deles (eu prometo!!)

É isso, um beijo e um queijo!!


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