História Carrossel Teen - Capítulo 4


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Categorias Carrossel
Personagens Adriano Ramos, Alícia Gusman, Bibi Smith, Carmen Carrilho, Daniel Zapata, Davi Rabinovich, Jaime Palillo, Jorge Cavalieri, Laura Gianolli, Marcelina Guerra, Margarida Garcia, Maria Joaquina Medsen, Mário Ayala, Paulo Guerra, Personagens Originais, Valéria Ferreira
Tags Carmem Carrilho, Davi Rabinovich, Gunanda, Jorgelina, Laudriano, Léoana, Lumah, Maniel, Marilicia, Nickther, Pauléria, Tholari
Exibições 71
Palavras 857
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oi galerinhaaa
Voltei com outro capitulo de Pauléria. ( Se acostumem, porque para mim eles são fofos, mas também vai ter Paulicia. Eu juro) A Valéria voltou aeee.
Boa leitura.

Capítulo 4 - Capítulo 4 - Sem ideia para o título -


Fanfic / Fanfiction Carrossel Teen - Capítulo 4 - Capítulo 4 - Sem ideia para o título -

Narrando: Paulo

Eu queria chorar, e muito. Isso não podia estar acontecendo. Não com minha Valéria. Estávamos preocupados. Não sabíamos se ela havia ido apenas para casa, já que não pensamos nisso, e ninguém foi confirmar.

- Ela pode ter ido simplesmente ido para casa – Supus tentando acreditar na minha mentira  

- Não sem avisar a gente, não sem me avisar – Maria disse aparentemente nervosa. É quase impossível – Para mim – desvendar o que ela sente.

Enquanto ficávamos sentado esperando algo acontecer, meu desespero e raiva foram aumentando. Como poderiam ficar tão tranqüilos?  Apenas um estava desesperado, só que ele eu não queria. Jorge não parava quieto, andava de um lado para o outro e aquilo me irritava

- Para! – Gritei olhando diretamente o garoto que se assustou com meu grito

- Paulo segura sua onda aí tá? Estamos todos preocupados, e não estou com vontade de agüentar você. Hoje não. – Ele disse saindo em seguida. A raiva estava tomando conta do meu corpo. Já não estava agindo por mim mesmo. Segui até Jorge e o segurei pela blusa. Seu rosto era de tédio e aquilo me deixou com mais raiva.

- Como pode ser tão folgado garoto? – Perguntei gritando, e a raiva era nítida pela minha voz

- Folgado por não ter medo de você? Folgado por não querer agüentar você dando uma de machão como sempre? Então sim Paulo, eu sou folgado – Ele me olhava com um sorriso sínico no rosto. Foi o suficiente para um soco meu acertar sua cara, logo depois minha boca começou a doer, pude assimilar que ele me deu um soco no local. Depois disso socos violentos foram distribuídos sem exceções alguma. Até sermos parado por uma figura conhecida por todos. Valéria estava ali, nos olhando incrédulas ao ver nosso resultado após a briga ridícula de antes. Sua boca estava aberta em um perfeito O. Ela nos olhava preocupada, e pela primeira vez eu olhei a galera que estava em volta, todos assustados mais felizes por ter a Valéria ali novamente. Levantei-me do chão com dificuldade já que meu corpo estava dolorido, devo admitir. Marcelina e Alícia vieram até mim preocupadas. Não pude deixar de perceber o pequeno incomodo de Valéria ao ver Alícia se aproximando de mim. Meio que dispensei as duas com um “tudo bem” e voltei a encarar Valéria.

- Não fica com ciúmes – Provoquei a garota enquanto falava ao do ouvido dela, a mesma estremeceu com o tal ato me fazendo sorrir

- Não estou com ciúmes Guerra – Valéria disse em um tom sexy o bastante para me fazer arrepiar

- Não brinque comigo Ferreira – Formei um pequeno sorriso nos canto dos lábios enquanto esperava Valéria me responder

- Você não agüentaria uma brincadeira minha Sr. Guerra – Ela disse novamente ao do meu ouvido, e novamente me arrepiei com tal ato

- Não me desafie Valéria – Disse baixo, quase em um sussurro para que apenas ela escutasse. Mordo o lóbulo de sua orelha e ela sorri

- Vamos para outro lugar? – A perguntei enquanto um sorriso totalmente malicioso habitava em meus lábios

- Se comporte Guerra. Além do mais, esqueceu que fui seqüestrada? Preciso dar queixa na polícia se não quiser que isso aconteça de novo – Ela disse se afastando de mim, mas passei meu braço envolta de sua cintura a impendido de partir – Me solta Paulo – Ela sorri enquanto tentava se soltar, Mas apenas murmurei um não enquanto selava nossos lábios. Ela ainda se rebatia, mais estávamos longe o suficiente para ninguém a ver e escutar – Droga Paulo – Ela disse enquanto me beijava, meus beijos desceram de seus lábios para seu pescoço onde dava beijos molhados. Quando dei um chupão no mesmo lugar que beijava segundos atrás, ela nos separou. Ela fuzilava-me apenas com o olhar – Paulo, não abuse de minha bondade – Não pude deixar de gargalhar com o que ela falou. Ela me distribuiu tapas por todos o meu corpo que ainda doía por contas dos socos que levei. Segurei seus braços para cima, assim fazendo que ela parasse de me bater

- Agressiva – Rir enquanto ela se debatia com seu braços para cima

- Vamos continuar logo, apenas não abuse – Ela disse ainda com seus braços sendo suspenso por mim

- Vou deixar seus braços suspensos por enquanto – Disse e ela riu, assim que encostei minha boca na sua ela mordeu meus lábios, soltei ela para colocar a mão na ferida –  Louca. – Ela ria da minha situação, ou melhor, gargalhava. Enquanto me recuperava ela saiu correndo, voltando ao campo de visão de todos.

Ela deu um sorriso malicioso e voltou a fitar a amiga que conversava animadamente com os outros.

- Ei galera. Voltei – Foi o que consegui escutar, e depois disso só podia escutar risadas. Voltei para onde Valéria e a turma estava e os observei sorrindo. Pude ver o quão vermelho havia ficado minha pequena “marca” no pescoço de Valéria, não pude deixar de sorrir com aquilo, mas parece que não fui só eu ao perceber o vermelhidão no corpo da Ferreira. Maria Joaquina não tirava os olhos da marca, e quando finalmente tirou, seus olhos foram diretamente para mim. 


Notas Finais


O fogo de Pauléria não acaba Jesus.
Estou pensando em colocar Pauléria como casal principal. Desde o começo eu estava pensando em Maniel, mas aí surgiu Pauléria. O que acham da idéia?

Até maiss


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