História Cartas de socorro - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias Demi Lovato, Fifth Harmony, Justin Bieber, Miley Cyrus, Selena Gomez
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Demi Lovato, Dinah Jane Hansen, Justin Bieber, Lauren Jauregui, Miley Cyrus, Normani Hamilton, Personagens Originais, Selena Gomez
Tags Camren, Drama, Semi
Exibições 39
Palavras 3.042
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fluffy, Hentai, Orange, Poesias, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Suspense, Violência, Yuri
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oii!! Olha eu aqui de novo! Okay, eu sei que demorei, mas eu tenho escola, né? E todo mundo sabe que escola não é algo de Deus, bom, pelo menos quando o assunto é tempo.... Mas então, o que estão achando? Me digam suas opiniões porque eu amo receber criticas, mas construtivas, okay? Não é necessário - nem legal - me foder por causa de um erro - ou vários :3. Alias, se acharem erros, me avisem, por favor!

Capítulo 3 - Em caso de problemas, chame amigos.


Puxava os fios de sua calça jeans desesperadamente, não se importando mais o quanto seus dedos doíam ao fazer isso. Já havia aberto um buraco mediano na região do joelho. Estava extremamente nervosa. E o garoto moreno à sua frente digeria de maneira lenta as palavras que foram jogadas sobre si.

Em sua cabeça, implorava aos céus para que o moreno lhe abraçasse, beijasse sua testa e afagasse seus cabelos temporários, acompanhado de seu mais sincero “eu te amo”. Cantaria uma canção de maneira desajeitada e meio desafinada, recitaria poemas da internet que levaram horas para serem decorados e a abraçaria. Então ficaria protegida de seus problemas nos braços fortes de seu amado e aquecida pelo fogo da lareira de tijolos brancos, aos poucos se rendendo ao sono.

Só que não foi bem isso que aconteceu.

- Demi, eu acho que não posso suportar isso – a voz que fora usada a assustou. Talvez pelo fato de que ela nunca fora desferida a ela em um tom tão sério.

- O que quer dizer?

Tola! É claro que ela sabia o que aquilo queria dizer. Mas provavelmente o medo de que seu plano desviasse da rota não deixou que ela percebesse o óbvio. Ela mesma estava cegando-se para o que realmente estava acontecendo.

O moreno passou uma das mãos no cabelo extremamente curto e logo depois coçou os pelos de sua barba que não terminara de crescer, coisa que fazia quando estava muito nervoso. Mesmo que o seu desconforto fosse aparente, não hesitou em responder:

- Quer dizer que acabou, Demetria. Desculpe-me por falar assim. Eu amo você, não duvide disso, mas e se você morrer? Como a gente fica? Como eu fico? – Apontou para si. – Sei que nunca é bom levantar esse tipo de hipótese, mas agora é realmente necessário.

Ela não respondeu nada.

Olhou atentamente para cada traço do rosto bem desenhado do futuro juiz da pequena cidade de Fredericksburg, tentando memorizar cada parte daquela face que provavelmente não veria mais. O mesmo nunca tocava no assunto morte, a não ser quando era absolutamente necessário, mas sempre que ocorria, tentava de alguma forma desvencilhar-se do assunto o mais rápido possível. Só que agora era diferente. Ele tanto respondia quanto fazia perguntas sobre o tema que causava-lhe desconforto. Confirmando as suspeitas de Demi que aquela discussão se tratava de um adeus.

- Não foi você que disse que não me deixaria por nada? – disse baixo, abraçando seu próprio corpo e desejando ter um casaco para bloquear o frio que adentrou na sala. – Se não era verdade, por que não ficou quieto?

A pergunta ficou pairando no ar, enquanto os dois pares de olhos castanhos negavam se cruzar. O silêncio se comparava ao de algumas discussões que tiveram no passado, mas aquele era pior, porque ela sabia que seria a última.

- Eu não quero dizer adeus, Demetria. Não mesmo. Mas eu não posso me machucar.

- E ao invés disso resolveu machucar a mim? – Demi fincou suas unhas em seu braço, tentando se controlar para não perder a cabeça. Malditas palavras que causavam-lhe tanta dor!

O silêncio se fez presente mais uma vez, só que já estava cansada disso. Cansada de silêncio, cansada de mentiras, cansada da dor e, principalmente, cansada daquele relacionamento que desde o começo foi alimentado por falsas promessas.

- Demi, tenta me entender e...

- Não Wilmer. Eu não tenho que te entender, você que tem que me ouvir. Ouvir e ver que isso que você está propondo não tem nada a ver com amor! – exclamou as palavras tão rápido que se desequilibrou ao tentar recuperar o fôlego e quase cairia no chão se não fosse pelo garoto tê-la segurado pelo braço.

- Desculpa.

O moreno abaixou a cabeça mirando o olhar para o piso de madeira pouco danificado. Demi tentava não encará-lo, olhando para algumas das muitas esculturas abstratas feitas por sua mãe que estavam espalhadas pela casa, o que não adiantava. O tic-tac repetitivo de um relógio cuco preso na parede acompanhava o som de suas respirações. O mesmo marcava 21h45. Ela não sabia, mas aquela era a hora exata do começo de mais um de seus pesadelos.

- Wilmer, por favor saia.

- Demi, eu... – Tentou se aproximar, sendo afastado pelas mãos pequenas de Demi.

- Saia.

Wilmer não disse nada, apenas se levantou, despediu-se e saiu pela porta da qual nunca deveria ter entrado. O que não sabia é que também foi embora do coração da garota que se acabava em lágrimas observando sua partida da janela de sua casa.

Aquela mesma despedida dolorosa rendeu várias noites mal-dormidas, palavras carregadas de ódio que sempre acabavam sendo postas em um papel, lágrimas que insistiam em cair, mesmo que já estivesse cansada de chorar, e, o pior de tudo, uma mudança drástica na personalidade de Demetria que estava atrapalhando uma possibilidade de sobrevivência no futuro.

Depois daquela noite, nada mais foi igual. E mesmo que tentasse se convencer que já tinha o esquecido, ela ainda lutava contra o sentimento de insuficiência que ele deixou em si.

 

….

 

Levantou-se bruscamente se encontrado em seu quarto, deitada em sua cama. Olhou para os lados a procura de uma prova de que o momento passado não fosse apenas um sonho. Mas não tinha nada. Passou a mão pela cabeça, sentindo apenas o vazio antes de correr para a sala.

A cada passo dado, sentia o medo consumir-lhe. Ele não poderia estar aqui. Assim como ele nunca mais voltaria naquela casa. Mas, mesmo que soubesse que o certo era nunca mais querer vê-lo, no fundo desejava que ele estivesse em frente à porta. Esperando-lhe com um pedido de desculpas gravado em sua mente fantasiosa.

Olhou janela à fora não encontrando o garoto moreno que, contra sua vontade, invadira seus sonhos e os transformara em pesadelos. E mais uma vez, se decepcionou ao colocar esperanças em quem já havia demonstrado que não merecia nem sequer uma lágrima.

Foi apenas um sonho, tentou tranquilizar-se. E ainda bem que foi um sonho, acrescentou

Quando virou-se para retornar ao seu quarto e esquecer aqueles pensamentos voltando a deitar-se, ouviu um resmungo vindo da área próxima de seu sofá. Ao chegar mais perto, encontrou duas cabeleiras louras estiradas no estofado, dormindo tranquilamente.

Riu da cena à sua frente e começou a acariciar os cabelos de Justin, vendo o garoto se remexer toda vez que o fazia. Miley, por outro lado, estava dormindo silenciosamente agarrada a uma almofada de veludo rosa. Era irônico que ela dormisse em silêncio, a mesma era um sinônimo da palavra agitação.

Perguntou-se se os garotos haviam chegado em sua casa pela noite do dia passado e dormido por lá ao encontrá-la adormecida depois de escrever a…

- A carta! - exclamou em voz alta, recebendo resmungos dos loiros, mas que nem abriram os olhos.

Com passos largos, foi em direção ao seu quarto, apressada, quase tropeçando no último degrau da escada. Passou por sua cama desorganizada e revirou os papéis de cima da escrivaninha em busca da folha escrita com a velha tinteiro de sua mãe. Um de seus maiores tesouros, já que tinha uma enorme paixão por caligrafia artística.

- Droga! - resmungou, não encontrando o que buscava.

Abriu as gavetas, revirou as estantes, olhou debaixo da cama e nada. Era como se nem houvesse escrito-a na noite passada. Xingou-se mentalmente por ter dormido e não se lembrar de onde colocou aquela maldita folha. Aquilo não era uma redação comum, como aquelas para trabalhos escolares que demoravam cerca de 7 minutos para serem produzidas e ainda recebiam a nota máxima. Era diferente. Falava sobre sentimentos. Aqueles que estavam presos em sua garganta a muito tempo, mas nunca ousara contar para ninguém.

Continuou vasculhando o local até bruscamente bater seu braço em uma ponta da prateleira de madeira clara que estava presa na parede. Uma dor insuportável veio a lhe atingir e um arroxeado forte surgiu na área em que sofreu dano. Cada vez que tocava a ferida, ocorria uma grande ardência temporária, causando-lhe também calafrios e uma pequena vontade de vomitar.

Correu até o banheiro de seu quarto e pegou uma caixa de sapatos debaixo da pia, onde guardava qualquer tipo de medicamento. Procurou por algo que estabilizasse aquela fraqueza que sentia. Não encontrando nada, deixou remédios de lado e se levantou, abrindo a torneira e molhando seu rosto. Só que não importava o quanto de água jogasse em sua face, sua boca continuava seca e seus lábios começavam a ter uma coloração rosado com alguns tons de branco.

Sua respiração já oscilava quando algo perfurou seu pescoço, e ainda expeliu algo dentro de si que causou-lhe efeitos estranhos.

- Só você para me fazer usar agulhas, né? - Justin brincou, segurando em mãos uma seringa que pingava um líquido amarelado da ponta de sua agulha. - Se sente melhor?

Demi passou a mão no pescoço enquanto observava o loiro sonolento na sua frente. Observou suas mãos pararem de tremer aos poucos e sentiu um pouco da sua força retornar. Esse era mais um dos preços da leucemia: imunidade baixa. Qualquer machucado tinha o triplo da dor que tinha antes, além de deixar uma enorme marca roxa que demorava dias para sair.

Respondeu seu questionamento do loiro com um sorriso sem-jeito e perguntou:

- Quando acordou?

Justin riu.

- Digamos que você não é boa em sair de fininho.

Ela revirou os olhos e soltou uma pequena risada. Acompanhou o garoto até o andar debaixo e a lembrança do que fora fazer em seu quarto invadiu sua mente.

- Justin, ontem você pegou a minha carta?

- Que carta?

- Eu estava dormindo sobre uns papéis ontem. Entre eles tinha uma carta.

O garoto pareceu pensar enquanto andavam para a cozinha. Pegou um copo de plástico no balcão que dividia o cômodo em duas partes, o encheu de água e levou-o à boca.

- Não vi nada parecido - disse. - Talvez a Miley saiba de algo.

- Não faço a mínima ideia do que acham que eu sei, mas já vou dizendo que não sei - Miley disse sonolenta ao adentrar na cozinha.

Justin e Demi reviraram os olhos para a loira de olhos azuis, mas logo começaram a rir, recebendo uma cara feia de Miley.

- Você não viu a carta da Demi ontem, loirinha? - Justin perguntou, puxando uma cadeira para se sentar em frente à bancada. As duas garotas fizeram o mesmo, ficando lado a lado enquanto o loiro estava de frente para elas. - Eu ainda acho que vocês se pegam quando eu não estou olhando.

Ignorando o último comentário de Justin, Miley respondeu a pergunta:

- Olha, linda, gostaria de ter visto essa carta, mas infelizmente não vi. - Demi sentiu a mão de Miley sobre a sua. - Mas sabe que não precisa de carta nenhuma pra dizer o que sente por mim, né? - completou, brincando.

Demi riu, mas sabia que também tinham verdades naquelas palavras. Quando estavam com apenas 13 anos, Miley se declarou para ela de uma forma realmente encantadora. Doeu muito quando teve que recusar o pedido por não sentir o mesmo e ver sua amiga acabar-se em lágrimas, além de ser a única pessoa ali para consolá-la. Era estranho, afinal ela estava acolhendo em seus braços quem havia acabado de machucar. Com o tempo, o sentimento de amor que a loira nutria por ela foi deixado de lado. Mas não foi esquecido, pois sempre que era possível uma cantada da mesma era lançada para ela.

- Se beijem logo, caramba! Vocês estão enrolando faz uns três anos - Justin brincou. Ele pegou uma maçã da fruteira à sua direita e deu-lhe uma mordida, trocando caretas obscenas com Miley, que deixaram Demi vermelha. - Está deixando sua namorada com vergonha, “olhos azuis”. - Fez aspas com os dedos ao dizer o apelido que Demi tinha dado para a loira.

- Vai se foder, garoto - Miley respondeu.

 

(...)

 

Não havia nada melhor do que uma tarde chuvosa de terça-feira em Fredericksburg. Enrolada em pesados cobertores, aquecida com o fogo da lareira e deliciando-se com o som da chuva caindo e batendo no vidro de sua janela. O cheiro gostoso de café misturou-se com o ar, deixando tudo perfeito, enquanto esperava Justin e Miley terminarem o lanche que estavam preparando. A sensação de paz e tranquilidade não era mais benvinda naquela casa há tanto tempo, que esquecera o quão bom era apenas relaxar e esquecer um pouco os problemas que rondavam em sua cabeça.

- Espero que o café esteja bom, porque eu quase perdi o braço por causa dele - Miley reclamou ao sair da cozinha com uma bandeja em suas mãos. Justin veio logo atrás, rindo.

Demi olhou-a confusa.

- Miley deixou a água do café, fervendo, cair no braço dela - Justin explicou e logo voltou a gargalhar.

A loira colocou a bandeja em cima da mesa de centro à frente do sofá e ergueu os braços, revelando um forte avermelhado em seu antebraço esquerdo.

- Meu Deus, Miley! Já colocou isso na água? - A loira negou. - Vem, vamos cuidar disso. E você - Apontou para Justin, que continuava rindo. - ...se não parar de rir, eu te queimo vivo.

O garoto parou de gargalhar imediatamente enquanto Demi guiava Miley até o banheiro do segundo andar. Ligou a torneira e logo pôs o braço de sua amiga debaixo da água. Uma expressão de alívio tomou o rosto da loira.

- Tá melhor? - Demi perguntou.

Miley assentiu.

Alguns minutos se passaram e desligou a torneira, ouvindo um grito da garota de olhos azuis como resposta.

- Demi, liga de novo! Por favor, tá ardendo! - implorou Miley.

- Desculpa, olhos azuis, mas não posso. Vem, vamos passar alguma pomada. E caso arder mais eu coloco gelo - respondeu.

Demi puxou Miley para seu quarto e solicitou que ela a esperasse sentada na cama. Ao ver que a mesma obedeceu foi até o banheiro e voltou com a caixa de remédios que usara tempos atrás, encontrando uma loira totalmente nervosa.

- Fica quieta, tá bom? Pode doer um pouco - disse. Sentou-se na cama ao lado da loira. - Ou talvez muito - completou baixo.

- O quê? - Miley perguntou, confusa.

- Nada não.

Ao passar na pele da loira a pomada de coloração branca, várias palavras de baixo calão foram gritadas, além de resmungos e algumas tentativas falhas de retirar seu braço das mãos de Demetria.

- Pronto, Miley. Meu Deus, precisava desse escândalo todo? - Demi perguntou ao largar o braço da amiga.

- Você diz isso porque não foi com você. Ardeu pra caramba!

Demi revirou os olhos.

- Quer um beijinho pra sarar, bebezona de olhos azuis?

- Quero, mas não no braço. - Um sorriso malicioso surgiu nos lábios de Miley. Demi, mais uma vez, revirou os olhos. - Ah, vai Dems, por favor. Um beijo. Só um.

- Não - respondeu rapidamente.

- Vai, Demi. Por favor!

- Miley, por Deus, eu já disse que não.

A loira revirou os olhos e, em um movimento rápido, puxou a nuca de Demi para si, selando seus lábios.

Não passava de um simples encostar de lábios para Demi, afinal nenhuma das duas parecia querer aprofundar o beijo. Mas para Miley, com certeza era algo mais. Nunca entenderia aquele sentimento que a amiga inutilmente ainda colocava esperança, sendo que apesar do quanto insistisse, a resposta continuaria sendo um doloroso não.

Se afastaram após alguns minutos, cada uma carregando uma expressão diferente no rosto. Miley parecia extremamente feliz, enquanto Demi ainda não havia compreendido o que realmente havia acontecido. Ela tinha beijado sua melhor amiga? Não que tivesse sido algo sério, mas nunca pensou que faria isso com a loira.

- Agora sim estou melhor - Miley disse com um enorme sorriso em seus lábios. Os olhos azuis da garota adotaram uma coloração mais clara e um brilho que raramente aparecia, deixando visível sua felicidade.

- Vai se foder! - Demi respondeu.

- Se você for comigo…

- Céus, não diga coisas assim! - Demi escondeu o rosto em suas mãos.

- Ok, parei. Vamos descer? - Miley perguntou.

Demi assentiu e, acompanhada de Miley, seguiu caminho até a sala, dando de cara com um Justin largado no sofá, fitando o teto. As bandejas de comida estavam intactas e o cheiro de café ainda impregnava o ar, deixando-o mais gostoso para ser apreciado.

Ignorando o fato de que o louro estava deitado ali, sentou-se no sofá, atingindo a barriga de Justin que reclamou em resposta, porém não fez nada para tirar a Lovato de cima do seu corpo.

- Não shippo! - Miley exclamou, fazendo uma falsa cara de nojo em seguida.

- Claro, você quer é que a Demi tasque um beijo nessa sua boca maravilhosa, sua safada! - Justin retrucou, brincando. Demetria mordeu o lábio inferior, segurando o riso. Se ele soubesse o que ela e Miley tinham feito, não estaria zombando da loira. - Deus tá vendo, ó! - Apontou para o teto, dando uma gargalhada alta.

- Calem a boca e vamos comer. Gente, como vocês falam, viu? - respondeu Demi, tentando parecer brava.

A dupla loira concordou, ainda rindo. Justin pediu para que Demi saísse de sua barriga e a garota obedeceu, sentando depois que o loiro levantou. Miley logo foi para o lado da Lovato, antes que o garoto fosse.

- Você é rápida, não Cyrus? - Justin implicou novamente, sentando do lado de Miley. - Quando sua ficha vai cair e você vai perceber que a Demizinha aqui é hetero?

- Eu nunca disse isso - Demi logo respondeu.

- Então esquece o que eu falei, Miley. Ela é sua.

Todos riram do comentário. E foi assim que passaram o resto daquele dia, rindo de coisas idiotas e que só eles entendiam. Naquele dia, Demi permitiu-se, sem perceber, esquecer da dor que estava lhe matando durante todos aqueles meses. Era assim toda vez que estava com a dupla de loiros que sempre acabavam discutindo pelos motivos mais fúteis possíveis. Se ela parasse de olhar para o futuro com tanta raiva e medo, talvez percebesse que não estava tão infeliz como ela mesma mostrava para sua cabeça.


Notas Finais


E esse beijo Diley, hein? Adoro!
Selenita já vem vindo pra mexer com o coraçãozinho de Demetria. Oi? Eu disse alguma coisa? Não disse nada. Vocês não ouviram esse spoiler de mim.
Bom, já vou indo. Até Unicórnios!


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