História Cartas de suicídio - Capítulo 4


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Drama, Interativa
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Palavras 1.225
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Mistério, Policial, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Linguagem Imprópria, Suicídio, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Bem, primeiramente eu quero pedir desculpa pela demora, mas ocorreu alguns problemas e eu só pude postar agora.
esse cap teve a colaboração de Meiko21

Capítulo 4 - Logan Morgan


    “Perdi as contas de quantas vezes segurei o mundo dos outros e deixei o meu cair”

Depois de muito procurar, achei um corpo pendurado em uma árvore. Ele balançava com maestria, empurrado pelo vento. Tirei algumas fotos, e liguei para que os meus colegas de trabalho, viessem pegar o corpo.

Enquanto esperava pude notar como aquela garota era bonita. Tinha cabelos loiros compridos, preso em um coqui, enquanto sua franja caia sobre seus olhos. Estes eram grandes, mas não dava para ver a cor, pois os mesmos estavam fechados.

Depois que levaram o corpo,eu fui pra delegacia e entreguei o relatório a Sofia, e sai,pois meu turno havia terminado. Eu precisava encontrar dona Júlia, mas antes eu queria ver o pai da Tomoe .

Peguei meu carro, e segui até o endereço. Cheguei em uma casa simples mais bonita. Ela era de um tom azul meio esverdeado. Tinha um lindo jardim, com as mais variadas plantas.

Depois de tocar a campainha esperei alguns minutos até que o senhor de meia idade,de cabelos grisalhos e de feições gentis veio me atender. Ele usava uma camisa preta e uma calça jeans também preta, provavelmente estava de luto pela morte da sua filha.

- O que deseja?- me perguntou.

Depois de explicar quem eu era e o que queria com ele, o mesmo me convidou para entrar e tomar um café, para podermos conversar melhor. Aceitei.

Ele me contou que havia encontrado a filha a pouco tempo e que aquela mulher/monstro, tinha escondido a filha por 15 anos. Ele tinha prometido para Tomoe que lutaria pela sua guarda até o último dia da sua vida.

Conversamos mais algum tempo, até que olhei a hora e percebi que já era tarde, e que não dava mais tempo de eu ir ver a Júlia. Me despedi daquele velho pai angustiado e segui para casa.

Cheguei em casa com fome, então revirei um pouco a geladeira e achei um pedaço de pizza de não sei quando. Depois de comer, tomei um banho e fui mexer um pouco na minhas redes sociais.

Parei quando encontrei a foto da Sofia com o seu suposto namorado. Eles estavam se beijando. Eu não podia mais reprimir, não podia tentar negar para o meu coração, algo já existente a muito tempo. Eu amava a minha chefe, e eu não podia mais me enganar. Ver ela com seu namorado me quebrava o coração. Pensar que no lugar dele podia ser eu.

Se não fosse eu nessa situação talvez eu riria. Que clichê, se apaixonar pela chefe. Me lembrava até aqueles filmes americanos, mas o meu filme não vai ter um final feliz, porque a pessoa que eu amo nem ao mesmo me nota e além do mais ela está com outro.

Peguei no sono, meu rosto estava um caco, meu lençol molhado das lágrimas que derramei a noite toda.

Acordei indisposto e sem fome, tomei um banho e fiz minhas higienes. Peguei minha coisas e fui trabalhar.

Cheguei e fui direto para minha sala sem olhar para ninguém. Em cima da minha mesa encontrei uma pasta com o suicídio que eu devia investigar. Geralmente era Sofia que me entregava os casos, mas hoje foi diferente.

Peguei o meu carro e segui até o endereço. Cheguei em uma casa enorme, parecia um palácio.Segundo a ficha uma cantora famosa mora ali, mas depois da morte do filho ela não voltou para a casa.

De acordo a ficha o corpo estava no quarto, sétima porta a esquerda do terceiro andar.

O quarto tinha vários livros, um computador e alguns instrumentos. Um era um velho violoncelo e o outro um violão. Era de um tom azul claro que contrastava com o piso branco.

Achei o corpo em cima da cama. Ele tinha cabelos azul clarinho, aparentemente 1,68 de altura ,corpo mediano .Não achei nem uma marca de corte, facada ou arma, então o mais provável é que morreu de overdose.

Procurei na mesinha do computador o sua identidade e a carta.

Achei os dois em uma gaveta, seu nome era Logan Morgan e tinha 17 anos, era russo. Isso explicava sua pele branca.

A carta foi escrita em uma pequena folha.

     "eu quero me desculpar com você Bella por não ser o melhor irmão do mundo e Toby eu não quero que você aceite o que essa mulher diz, ela não é e nunca vai ser nossa mãe .
Sempre seja o que você quiser ,se emancipem dessa mulher louca, cuidem de toda a vida que sobra para vocês, porque do lugar onde eu estou não dá para voltar.
Eu escrevo essa carta para me despedir e dizer pela ultima vez eu te amo meus bebês."

Mas um jovem que morreu, por culpa dos pais. Pessoas assim não deveriam colocar vidas no mundo.Na verdade não deveriam nem existir.

Depois de tirar algumas fotos para o meu relatório, chamei alguns colegas de trabalho para investigar a mãe do Logan e levar o corpo.

Peguei meu carro e fui para delegacia, entrei na sala de Sofia para deixar o meu relatório como de costume, mas não encontrei a mesma. Fui na recepção perguntar sobre ela, e informaram que ela havia viajado á trabalho   

Sei o trabalho. Ela viajou  para ficar se esfregando com aquele FDP. Mas depois eu derramo minhas lágrimas patéticas, primeira eu tenho que ver se ainda encontro a doutora Júlia.

Sai da delegacia, liguei o rádio e comecei a cantar para afogar minha mágoas.

Trouble

Oh no, I see

A spider web is tangled up with me

And I lost my head

The thought of all the stupid things I've said

Oh no, what's this?

A spider web, and I'm caught in the middle

So I turned to run

The thought of all the stupid things I've done

 

I never meant to cause you trouble

And I never meant to do you wrong

And I, well if I ever caused you trouble

Oh no, I never meant to do you harm

 

Oh no, I see

A spider web and it's me in the middle

So I twist and turn

Here am I in my little bubble

 

Singing out, I never meant to cause you trouble

I never meant to do you wrong

Ahh, well if I ever caused you trouble

Oh no I never meant to do you harm

 

They spun a web for me

They spun a web for me

They spun a web for me

Problema

Oh não, eu vejo

Uma teia de aranha está enrolada em mim

E eu perdi a cabeça

E a lembrança de todas as coisas estúpidas que eu disse

Oh, não o que é isso?

Uma teia de aranha e eu estou preso nela

Então comecei a correr

E a lembrança de todas as coisas estúpidas que eu fiz


 

Eu não pretendia lhe causar problemas

Eu não pretendia magoá-la

E se eu alguma vez lhe causei problemas

Oh, não, eu não pretendia magoá-la


 

Oh não, eu vejo

Uma teia de aranha e estou no meio dela

Então, eu me viro

Aqui estou eu em minha pequena bolha


 

Cantando, Eu não queria lhe causar problemas

Eu não pretendia magoá-la

E se eu alguma vez lhe causei problemas

Apesar de nunca ter tido a intenção de magoá-la


 

Eles teceram uma teia para mim

Eles teceram uma teia para mim

Eles teceram uma teia para mim


Notas Finais


Beijo no kokoro e obrigado pela atenção.


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