História Cartas de uma ninguém - Capítulo 28


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Categorias Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug)
Personagens Adrien Agreste (Cat Noir), Alya, Chloé Bourgeois, Gabriel Agreste, Marinette Dupain-Cheng (Ladybug), Nino, Personagens Originais
Tags Adrinette, Amor Não Correspondido, Love Com Nathaniel, Psicopata
Visualizações 158
Palavras 960
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Mais um capitulo gente!!! Estou fazendo máximo que posso pra não deixar vcs sem capítulos 😘

Capítulo 28 - Sem nem fazer o plano ele deu certo


Fanfic / Fanfiction Cartas de uma ninguém - Capítulo 28 - Sem nem fazer o plano ele deu certo

Marinette on.

 

 

 

Depois de me "perder" "sem querer" do Nathaniel, passei a dedicar os minutos tediosos do meu dia andando pelos corredores da escola, se me perguntasse se eu tinha algo melhor pra fazer eu teria que dizer que não, a escola estava um tédio total , na verdade mais tedioso do que o comum.

 

E sim é comum a escola ser um tédio, quem não concorda pode ser chamado de CDF, mais não do jeito ruim. ( Se é que tem jeito ruim)

 

Queria escrever mais não me sinto muito inspirada para isso, sem contar que ando tão distante do loiro que nem sei se posso dizer que eu realmente o sigo, nem o vi hoje.

 

Andando por um corredor qualquer pude notar um som bem baixo, era.. musica! Não muito boa ao ponto de falar que a pessoa era talentosa mais era bonitinho, mais um pouco meloso, parecia uma musica de amor, credo!

 

Andando mais na direção da musica pude finalmente notar que instrumento era, não tenho nem uma experiência com musica, mal escuto, mais eu podia afirmar que era flauta.

 

A musica vinha da sala de música (Sherlock Holmes), com certeza era o clube de música ( Sherlock Holmes 2), esse não era um dos melhores clubes pois tinha poucos "talentosos" e digamos que um integrante não era lá aquelas coisas, mais realmente eu não tinha nada a mais para fazer.

 

Podia até dizer que meu andar estava intendiado, as pessoas que encontrava no caminho, faziam tudo o que eu mais desejava, me ignoravam e nunca me senti tão bem em saber que era mais uma vez quase invisível.

 

A melodia acaba quando eu me aproximo da porta da sala, estava tão entediada que poderia até "conversar" com a pessoa que tocava.

 

Mais digamos que não era muito o que eu imaginava.

 

Na sala estava Lila e Nathaniel aos beijos, não sei se mato a piranha por que tecnicamente ele é meu namorado, ou se abraço e agradeço ela, estava tão feliz que minha alma sorriu, e eu queria rir por dentro.

 

Mais por fora teria que fazer o que qualquer garota faz quando é praticamente traída.

 

Porém essa é minha deixa para voltar a ser eu, e espero que essa pilantra aproveite os futuros momentos, pois mal sabe que tirou uma pedra do meu sapato, e eu nem precisei fazer nada!

 

Assim que o ato "romântico" acaba, eu já estava a chorar em silêncio, e assim que se separaram o ruivo tomate me vê, ele parecia em choque, mais assim como todos tentou se "explicar".

 

Não tenho experiência em ser chifrada, mais é um ato comum, tanto da parte masculina quanto da feminina, primeiro tenta se explicar provavelmente falando que foi "sem quer", as vezes pode até ser mais não é sempre, depois quem escolhe terminar ou perdoar é a pessoa chifrada, mais está na cara que eu não farei isso, graças a Lila eu nem vou precisar inventar alguma coisa pra me separar desse ruivo trairá.

 

Não me leve a mal, eu não gostava dele, mais ele era meu amigo, e ele me chifrou! Tenho razões pra pelo menos o odiar um pouco.

 

 

- M-ma-marinette? N-não é o-o que pensa!

 

 

- N-não?.- ser tímida significa que a pessoa pode ser a melhor do mundo em gaguejar.- Pois eu sei o que penso e sei o que vi!

 

 

Sai da sala, mais antes olhei para Lila, ela tinha um sorriso vitorioso irritante nos olhos, e sem Nathaniel perceber eu deixo escapar um pequeno sorriso, e sei que ela viu, pois a melhor parte foi ver seu sorrisinho murchar, mesmo que tenha sido poucos milênios, mais mesmo assim foi a melhor parte.

 

Eu andava rápido e o ruivo me chamava a tentava me alcançar, porém eu andava mais rápido e na mesma hora que entrei no pátio o sinal toca, os primeiros clubes saem das salas e se misturaram no pátio, o segundo horário séria os segundos clubes, e foi perfeito para despista-lo.

 

As lágrima em meus olhos podiam ser chamadas de lágrimas falsas, pois é só isso que elas podiam ser, e era só isso que significava para mim.

 

Andando sem rumo algum acabo ficando totalmente sega pelas lágrimas acabo trombando com alguém mais não ia dar nem uma importância, por que realmente não importava.

 

 

- Ma....rinette? O que aconteceu?.- a voz.... aquela voz perfeita, ela destacaria até em uma multidão de mil pessoas, assim como o dono.

 

 

- N-nada.- perto dele eu não consigo fingir, perto dele eu não consigo nem falar, se já falei com ele com confiança pode se ter certeza que ela sumiu!

 

 

- Marinette você não choraria por nada!.- não sei ao certo o porque, mais eu comecei a chorar de verdade, sem nem um motivo, e se tinha eu não sabia o qual era.

 

 

- M-marinette... não chora por favor! M-me conta o que aconteceu, ta..t-talvez eu possa ajudar!.- q-que fofo! Nossa... acho que eu não me reconheço mais, minutos atrás eu me sentia fria e chorava sem motivo, ou melhor tinha um motivo, fingir mais agora ao lado dele n-não s-se! Não sei de nada... m-mais me sinto mais....eu!

 

 

- V-voce não pode m-me ajudar A-a-adrien.- e realmente não podia, não sei o porque choro.

 

 

- Por que?.- não respondo, não consigo, acho errado mentir pra ele... mentiria pra qualquer outro sem me importar, m-mais ele? N-não consigo!

 

 

Adrien on.

 

 

 

 

 

 

A ver assim me parte o coração, exatamente como da última vez em que a vi chorar, e assim como a última vez eu a consolei, mesmo sabendo que ela tinha um namorado, mesmo sabendo que minhas chances são zero, e mesmo que sua aproximação me machuca eu a abracei, pois que a verdade seja dita! Eu a amo!


Notas Finais


Até logo 😘


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