História Cartas Do Passado - Capítulo 5


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Categorias The 100
Personagens Anya, Bellamy Blake, Clarke Griffin, Dra. Abigail "Abby" Griffin, Jasper Jordan, John Murphy, Lexa, Lincoln, Marcus Kane, Octavia Blake, Personagens Originais, Raven Reyes, Roan
Tags 1833, 1925, Assombração, Cartas, Clexa, Espíritos, Linctavia, Magia, Memori, Mortos, Polis
Exibições 26
Palavras 853
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Mistério, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Heeeeeeeey!
Povinho, quero pedir desculpas ai pela demora mas tive uns problemas na família e comecei a passar por uma crise de stress fudido. Buut, aqui estou eu e outra coisa que eu quero perdão é por esse capítulo ser tão curto. Sim, eu sei que falei que os capítulos passaram, ou chegariam, a 1.500 porém esse daqui nossa personagem vê apenas uma ''cena'' que estará no próximo capítulo. Caso eu quisesse juntar outro capítulo com esse ficaria um absurdo de grande, pois ai ela veria mais de quatro ''cenas'' e vocês ficaram bugados.
E agora vamos para a noticia ruim mas nem tão ruim. Como sabem eu tenho uma outra fanfic que é uma adaptação da série How To Get Away With Murder, mas quero avisar que ela entrará em hiatus. Os motivos são os seguintes: Primeiro, com duas fanfics fica meio difícil atualizar com frequência, e como essa história será curta pretendo terminar ela e depois continuar a outra. Nesse meio tempo, quando eu tiver o famoso bloqueio mental para essa fic, vou escrever mais capítulos da Como Livrar-se de um assassinato. Ai vamos para o segundo motivo, eu deixei claro que não quero algo totalmente igual a série e com o decorrer do negócio teremos muitas mudanças, justamente por isso eu vou deixar em hiatus. Preciso organizar os pensamentos e colocar certinho e em ordem, preciso também acrescentar personagens novos e acontecimentos novos por isso vou precisar de um tempo. Espero que entendam :)

Capítulo 5 - São espetaculares, não concorda?


1925

Naquela manhã, Anne acordou e encontrou todos os quartos da casa arrumados. Na cozinha não havia sinal algum de movimentação de empregados, muito pelo contrário, dava até para acreditar que ninguém estava ali.

Ela caminhou até a varanda e deparou-se com Henry e Roan, sentados lado a lado, cochichando e rindo baixo. O livro surrado do Sr. Griffin estava em seu colo e suas mãos repousavam no mesmo.

A enfermeira parou na frente dos dois homens e pigarreou.

- Perdoem-me por ter acabado com tal assunto, mas, acordei e não encontrei o senhor. Estava começando a ficar preocupada.

- Oh! Eu que lhe peço perdão, minha querida Anne – Henry sorriu – Creio que esqueci de avisá-la, mas Roan me ajudou a com as roupas e o café da manhã.

Roan levantou-se de sua cadeira e gesticulou para que Anne sentasse em seu lugar. Ela corou com a atitude generosa e não recusou.

- Na verdade, vovô, eu sou o único que deveria desculpar-se – Roan fixou seu olhar na enfermeira – Me levantei mais cedo para que possamos dar um passeio, afinal faz um tempo que vovô não sai de sua varanda.

- Um passeio? – ela perguntou alternando seu olhar entre os dois 

- Sim sim, Henry faz questão de mostra-la cada canto dessa cidade.

...

Foi dito e feito, pois assim que Anne terminou seu café da manhã, eles a arrastaram para fora de casa.

Henry fazia questão de visitar cada canto de cidade e contar um pouco da história. Quando chegaram à torre do relógio, o Sr. Griffin contou acontecimentos interessantes sobre a construção. Havia relatos de mortes ali durante sua obra, e alguns até falavam em coisas malignas que rodeavam a torre.

A história acabou se batendo com a de alguns empregados que juravam por tudo que magia negra cercava a cidade. Henry chegou a ser mais especifico e contou que há quase um século atrás, uma cidadã chamada Luna vivia escondida, era raro vê-la e sempre quando aparecia na cidade, algo dava errado. A população começou a acreditar que Luna era a bruxa, e alguns corajosos chegaram a ir a sua casa para pedir um favor.

Aparentemente, ela pedia algo em troca muito maior e poucos conseguiram realizar seus desejos. Até hoje, nunca se sabe o que aconteceu com essas pessoas.

Henry pediu uma pausa e entrou na loja de fitas e fivelas para conversar com o dono que era seu amigo de muitos anos, Roan ficou ao lado de fora fumando deu charuto e Anne brincava com uma fita branca em outra parte da loja.

Não era um cômodo muito grande, havia apenas um balcão de madeira no centro e várias fitas espalhadas pela superfície. A fita branca deslizava entre seus dedos e provocava cosquinhas.

‘’São espetaculares, não concordas?’’

Anne virou para o lado para responder a pessoa, mas, se deu conta que estava sozinha ali. No final, havia uma porta aberta que dava para rua e Roan tragava seu charuto tranquilamente, encostado na janela ao lado.

- Roan?

‘’Particularmente, eu gosto muito da fita branca, mas, se me permite, creio que ficarás adorável com a fita azul.’’

Passos era escutados e Anne teve a impressão que a voz, em um tom feminino, estivesse ao seu lado. Uma gargalhada soou ao lado oposto da moça, e ela surpreendeu-se quando reparou na segunda voz. Tinha um tom feminino igual, porém era mais alegre e mais doce.

‘’Deves ser uma moça que possua confiança para dizer tais coisas para outra dama em lugar público. ’’

‘’Não vejo o motivo de ter vergonha ao elogiar as damas, Clarke Griffin, para mim, você é linda e deve ter tal beleza reconhecida sejam eles cavalheiros ou moças. ’'

Em um reflexo rápido, a enfermeira virou-se para trás e deu de cara com um espelho pendurado. Porém, não era o reflexo da mesma que aparecia. Era a imagem de uma jovem loira com olhos azul, um pouco mais nova que Anne e muito bonita.

A mulher do espelho não esboçava nenhum sentimento, sua face estava coberta de cortes e arranhões e seu cabelo estava bem bagunçado. Anne estava em estado de choque e tudo que conseguia era encarar o reflexo a sua frente.

Parecia ser tudo real, as vozes, a imagem que a fitava através do espelho...

As duas não desgrudavam os olhos da outra, dificilmente Anne conseguia respirar direito.

A jovem loira então se virou e a moça soltou um grito. Na parte de trás de sua cabeça, poucos fios restavam e dava pra ver sua pele extremamente vermelha, mas o que mais chamava atenção era o buraco grande no meio de sua cabeça que jorrava sangue.

Um tiro. A moça loira do espelho havia recebido um tiro na parte de trás de sua cabeça.

Anne fechou os olhos e apenas retornou a abri-los quando sentiu os braços de Roan ao redor de sua cintura.

- Anne? Anne, o que houve? Você está me escutando?

O reflexo da mulher não encontrava-se ali. E tudo que Anne lembra antes de desmaiar, era seu reflexo assustado e o barulho de tiro seguido de um grito.

Clarke, corra!


Notas Finais


Aaaah, antes de mais nada, quando eu terminei mais um dois capítulos dessa fanfic e acabei tendo bloqueio mental para a outra, uma nova ideia surgiu na cabeça. Na verdade, surgiu várias e eu decidi juntar tudo (falei para não me segurarem). Eu iniciei uma nova fic, que por enquanto está nos rascunhos, que envolveria guerra de facção, dupla identidade, poker, luxuria BAAAAH tudo pecado em um texto só. Vou pensar se posto ou não, e caso isso ocorra, será quando eu terminar essa daqui porque imagina ter 3 fanfics para atualizar. Isso ia dar merda.
E ontem foi meu aniversário YEY!
That's all folks
(Qualquer erro eu arrumo depois)


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