História Cartas para Diana - Capítulo 38


Escrita por: ~

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Categorias Amor Doce
Personagens Alexy, Armin, Bia, Castiel, Charlotte, Iris, Kentin, Leigh, Lysandre, Nathaniel, Nina, Peggy, Professor Faraize, Professora Delanay, Rosalya, Senhora Shermansky, Viktor Chavalier, Violette
Tags Cartas, Diana, Romance
Exibições 25
Palavras 1.080
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Comédia, Escolar, Famí­lia, Festa, Ficção, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oi, amores.

Capítulo 38 - Que roupas?


-Sobremesa? –Perguntei sorrindo.

-Sorvete de bombom. –Respondeu ele.

-Minha cor preferida? –Perguntei

-Azul claro ou lilás. –Respondeu ele.

-Chegamos? –Perguntei nervosa.

-Sim, vamos? –Perguntou ele.

-Sim. –Estava bastante nervosa, entrei na casa era bastante bonita a entrada.

-Sou eu Nathaniel. Abram aqui, por favor. –Falava Nathaniel num aparelhinho, o portão logo se abriu.

-Olá, querida. Sou Adeláide Miller e você? –Perguntou uma mulher loira de vestido cor de vinho com um cachecol diferente rosa claro.

-Sou Amélie Katherine Beaumont Escobar. –Respondi educada.

-Oh, você é filha do famoso arquiteto Josh e da renomada advogada Lucy? –Perguntou Adeláide.

-Sim, não sabia que a senhora os conhecia. –Dei um sorriso amarelo.

-Eles são famosos, querida. Venha vou lhe mostrar nossa casa. –Ela pegou minha mão e me guiou até a entrada onde tinha uma escada e uma porta.

-Ambre está aqui? –Perguntei, não queria ver a loira.

-Não, eu sei que Ambre a acusou e então pedi que ela pedisse desculpas nesse jantar. Tudo bem para você? –Perguntou Adeláide, a olhei e acho melhor concordar. Mesmo não querendo, tenho que aceitar.

-Sim, tudo bem. –Eu fui até a sala de jantar, tinha um homem de cabelos e olhos na cor castanho-escuro. Voltei e fui até Adeláide.

-Quer algo, querida? –Perguntou a loira enquanto folheava sua revista de moda.

-Sim, onde está Nathaniel? –Perguntei.

-Lá em cima no quarto. –Respondeu ela e eu fui até uma porta e abri porta.

-Saia daqui! –Ambre fechou a porta em minha cara. Fui até outra porta e a abri.

-Kath, eu pensei que iria me esperar lá na sala. Bom, de qualquer jeito vou ter que descer antes que meu pai grite comigo... –Respondeu o loiro.

-NATHANIEL! –Gritava o pai de Nathaniel.

-Bem que você disse, vamos. –Peguei na mão dele e descemos as escadas.

-Ponha a mesa. –Ordenou o pai dele, eu ia com ele ajudar, mas Adeláide segurou meu braço.

-Ele não precisa de ajuda, vem. Vou te apresentar meu marido Francis. –Disse ela apontando para Francis.

-Olá, senhorita? –Ele queria saber meu nome.

-Katherine. -Dei um sorriso amarelo.

-Olá, Katherine. Sou Francis. –Ele parecia ser severo.

-Olá, senhor Miller. –Dizia eu.

Queria estar com Nathaniel, mas porque ele tem que por a mesa? Não têm empregadas aqui? Já que é uma família rica, deveria ter empregadas... O pai de Nathaniel parecia ser severo com ele, sei que ele tem que tirar sempre notas acima de oito.

-Já botei a mesa, pai. –Nathaniel estava com um olhar cansado.

-Ótimo, vá chamar Ambre. –Respondeu Francis indo até a sala de jantar.

-Venha querida. –Adeláide pegou minha mão e me puxou. Nathaniel chegou com Ambre, ele sentou do meu lado e Ambre do lado de Adeláide.

-MARY! –Francis gritou e uma garota que eu acho que tem 18 anos apareceu.

-Desculpe pelo atraso, senhor Miller. –Ela serviu o prato de todos e saiu.

Comecei a comer, não estava com muita vontade. Francis e Adeláide me olharam.

-Se não quiser comer tudo bem, senhorita. Tem legumes, mas se quiser peço para prepararem outra coisa para você. –Disse Francis.

-Não, está tudo bem. –Dei um sorriso amarelo, escutei um barulho na mesa.

-NATHANIEL, JÁ É A SEGUNDA VEZ QUE VOCÊ NÃO POE AS COLHERES PEQUENAS. –Gritava Francis, com um olhar furioso.

-D-desculpe, pai. –Nathaniel estava com um olhar de medo.

-Desculpe se intrometer, senhor Miller. Mas não é tão grave assim. –Eu estava com medo, mas não queria ficar calada.

-Senhorita, uma vez tudo bem, mas duas já é demais. –Dizia Francis.

-Todos nós erramos senhor Miller. –Respondi o enfrentando.

-Melhor comemos ou vai esfriar a nossa comida. –Dizia Adeláide disfarçando com um sorriso.

Fiquei calada, Francis me olhava. Adeláide tentava disfarçar, Ambre ficava calada também. Nathaniel com um olhar de medo e raiva. Terminei de comer e fui para a sala, ligar para um táxi, mas já eram 06:20min PM.

-Senhorita, eu posso falar com ti? –Perguntou Francis.

-Sim... –Respondi.

-Desculpe pelo jantar, pode dormir aqui. –O pai de Nathaniel saiu, fui para o quarto de Ambre.

-Pode me emprestar um pijama? –Perguntei a ela, Ambre procurou um pijama e me entregou sem dizer nada.

Quarto do Nathaniel, 09h55min PM

Acordei, olhei o celular era 09h55min PM. Nathaniel não estava no quarto, fui procurar ele. Estava saindo do quarto, quando escutei vozes.

-COMO OUSA FALAR ASSIM COMIGO?!  -Gritava Francis.

-Papai, não foi o que quis dizer... Não é o fim do mundo... –Falava Nathaniel.

-EU NUNCA IREI TOLERAR MEDIOCRIDADE NA MINHA CASA! NUNCA! –Gritava Francis, eu fiquei perplexa escutando os gritos. Logo eu escutei um tapa, fui para o banheiro quando escutei passos. Voltei e fui para o quarto de Nathaniel, bati de leve na porta.

-Quem é? –Disse Nathaniel, entrei.

-Sou eu. –Dei um sorriso.

-Kath! O que você está fazendo aqui? –Perguntou ele.

-Eu... Eu preciso falar com você. E nada de tentar fugir do assunto desta vez. –Disse me sentando na cama. Percebi que ele dorme de... BOXER!

-Precisava ser essa hora? –Perguntou ele.

-Eu precisava... –Tentava parar de olhar para baixo.

-Sim? –Perguntou ele

-E-eu quero conversar com você, liguei os pontos e tive uma conclusão. –Respondi.

-E qual seria? –Perguntou o loiro.

-Você é abusado fisicamente pelo seu pai, não adianta me negar. –Disse nervosa.

-Não se meta nesta história, Kath. Não é da sua conta. Saia daqui! –Dizia Nathaniel.

-Eu não saio daqui sem uma explicação. –Cruzei os braços e fiquei olhando ele

-Meu pai está prestes a mudar de cargo. –Disse ele.

-Isso não é bom? –Perguntei.

- Não, ele vai para um cargo abaixo do que ele tem. E o cargo que ele tem vai ser ocupado por um cara jovem que acabou de chegar na empresa. Minha prima aprontou no internato que ela estuda, e Ambre também. E ele desconta toda a raiva em mim. –Explicava ele.

-Por que não denuncia ele, Nath? Sua mãe não sabe que ele te bate? –Perguntei.

-Não teria chances contra ele, ele é rico pode se safar! Sabe, mas não se mete nisso. –Respondeu ele.

-Ambre sabe disso? –Perguntei?

-Não. –Respondeu ele.

-Olha, você vai passar alguns dias na minha casa. Irei dar a desculpa que fico só. –O olhei.

-Não, precisa. –Dizia ele.

-Precisa, deita ai e dorme. –Ordenei para ele.

-Você vai dormir aqui? –Perguntou ele.

-Sim. –Me deitei e o abracei.

-Obrigada. –Nathaniel me beijou.

-Vamos dormir, estou com sono. –Dei um sorriso.

-Minhas roupas não te incomodam? –Perguntou ele.

-Que roupas? –Perguntei rindo.

-Boba, vamos dormir. –Nathaniel riu.


Notas Finais


Tchau, povinho lindo.


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