História Cartas para Jeon - Capítulo 6


Escrita por: ~

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Palavras 1.521
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Lemon, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Annyeong! primeiro antes de tudo eu queria agradecer a todos vocês pelos 100 favs nos primeiros 5 caps!

vocês não imaginam como estou FELIZ!

Eu queria agradecer de outra forma mas pensei

``bom o que é melhor do que att a fic um poquinho mais rápido?´´

BOOM ESTÁ AI!

espero que gostem desse cap! Boa leitura!

Capítulo 6 - Você nunca sabe o que te espera amanhã 》SIX


No fim daquela tarde, Taehyung caminhou até a casa dos Park.

Carregava uma cesta pesada e bem abastecida, com o conhaque, o manjar branco, um queijo branco redondo e um pequeno “bolo caseiro”, seco e sem cobertura, só um pouquinho doce.

Não importava se os Park's precisavam ou não daquelas coisas, e sim o gesto em si.

Seokjin aconselhara ao irmão a ir até a casa dos Parks de carruagem, ou de charrete, já que a cesta estava um pouco pesada.

No entanto, ansiava pelo esforço da caminhada, pois tinha a esperança de que pudesse melhorar seu estado de espírito.

Andava num ritmo compassado, deixando que o ar fresco do início do verão entrasse em seus pulmões.

Esse é o aroma de junho, quis escrever para Jungkook… madressilva, feno ainda verde, lençóis molhados pendurados para secar…

Quando enfim chegou ao destino, sentia os braços doloridos por ter carregado a cesta por tanto tempo.

A casa, coberta por uma grossa camada de hera, pareceu-lhe um homem aconchegado a um casaco.

Sentiu arrepios de preocupação quando chegou à porta da frente e bateu.

A porta foi aberta por um mordomo de expressão solene, que o fez entrar, tirou a cesta pesada das mãos dele e lhe mostrou a sala de visitas logo adiante

A casa parecia quente demais, principalmente depois da longa caminhada.

Sentiu um fio de suor escorrer descendo até as botas amarradas nos tornozelos.

Jiyoung entrou na sala, muito magra e desalinhada, os cabelos se soltando do penteado.

Usava um avental todo manchado de sangue.

Quando percebeu o olhar preocupado do amigo, tentou dar um sorriso abatido.

– Como pode ver, não estou preparada para receber ninguém. Mas você é uma das poucas pessoas com quem não preciso manter as aparências. – Ela percebeu que ainda estava usando o avental, então desamarrou-o e o enrolou como uma pequena trouxa.

– Obrigada pela cesta. Disse ao mordomo para servir um copo de conhaque de ameixa e levá-lo à Sra. Jeon. Ela está na cama.

– A Sra. Phelan está doente? – perguntou quando a menor se sentou ao seu lado

A beta negou com um aceno de cabeça.

– Apenas muito abalada.

– E… o seu marido?

– Ele está morrendo – disse em uma voz inexpressiva.– Não tem mais muito tempo. O médico disse que é uma questão de dias.

Kim estendeu a mão para a amiga, desejando protegê-la como fazia com seus animais feridos.

Ji se encolheu e espalmou as mãos, na defensiva.

– Não, não faça isso. Não posso ser tocada. Eu me desfaria em pedaços. Tenho que ser forte por Jungkyung. Vamos conversar rapidamente. Tenho apenas alguns minutos.

No mesmo instante, cruzou as mãos no colo.

– Deixe-me ajudar de alguma forma – falou em voz baixa. – Permita que eu sente ao lado dele enquanto você descansa. Ao menos por uma hora.

Jeon conseguiu dar um sorriso débil.

– Obrigada, querido. Mas não posso deixar que ninguém, além de mim, fique ao lado dele.

– Então devo ir até a mãe dele?

Jiyoung esfregou os olhos.

– É muita gentileza sua, mas acho que ela não quer companhia. – Ela suspirou. – Se dependesse da Sra. Jeon, ela preferiria morrer a continuar a viver sem Jungkyung

– Mas ela ainda tem outro filho.

– A Sra. Jeon não tem afeto por Jungkook. Dedicou todo o seu amor a Jungkyung

Enquanto tentava absorver aquela informação, o relógio na sala tiquetaqueava, como se também desaprovasse aquilo, o pêndulo oscilando tal qual a uma cabeça dizendo não.

– Isso não pode ser verdade – disse por fim.

– Com certeza pode – confirmou com um sorriso triste. – Algumas pessoas têm um suprimento infinito de amor para dar. Como a sua família. Para outras, no entanto, a fonte é limitada. O amor da Sra. Jeon já se extinguiu, era o bastante apenas para o marido e para Jungkyung.

Young deu de ombros, num gesto cansado.

– Não tem importância se ela ama Jungkook ou não. Nesse momento, nada parece ter importância.

Enfiou a mão no bolso e pegou a carta que escrevera.

– Tenho isso para ele – falou. – Para o capitão Jeon De Jimin

Pegou a carta com uma expressão indecifrável.

– Obrigada. Vou enviá-la junto com uma carta avisando a Jungkook sobre
o estado de kyung-ssi Ele vai querer saber. Pobre Kook-ssu… tão distante.

Se perguntou se talvez não fosse melhor pegar a carta de volta. Aquele provavelmente era o pior momento pare se distanciar dele. Por outro lado, talvez fosse a melhor hora.

Uma pequena tristeza anunciada junto com outra muito maior.

Jiyoung observava as emoções se sucederem no rosto do outro.

– Pretende contar a ele algum dia? – perguntou com delicadeza. 
– Contar o quê?

A pergunta fez com que a outra desse um suspiro exasperado.

– Não sou tonta, Tae. Neste exato momento, Jimin está em Busan, indo a bailes, recepções e a todos esses eventos tolos e triviais da temporada. Não poderia ter escrito esta carta.

Sentiu o rosto muito vermelho e depois mortalmente pálido.

– O hyung eixou a carta comigo antes de partir.

– Por causa da devoção que sente por Jungkook? – retorceu os lábios. – Na última vez em que encontrei Jimin, ele nem sequer se lembrou de perguntar por ele. E por que é sempre você que vem entregar e pegar as cartas? Pelo que Jugnkook vem escrevendo nas cartas que manda para nós, é óbvio que está absolutamente encantado por Jimin. Por causa do que ele vem lhe escrevendo. E se eu acabar tendo aquele tolo como cunhada, Tae, a culpa será sua.

Quando percebeu o tremor no queixo de Taehyung e os olhos úmidos do amigo ômega, pegou a mão dele e apertou com carinho.

– Conhecendo-o como conheço, não tenho dúvidas de que suas intenções foram boas. Mas duvido que os resultados venham a ser. Tenho que voltar para perto de Kyung

Enquanto seguia com a menor até o hall de entrada, sentia-se angustiado por saber que a amiga logo teria que suportar a morte do marido.

– Ji – disse com a voz trêmula –, gostaria de poder suportar isso em seu lugar.

O encarou por um longo momento, o rosto corado de emoção.

– Isso, Taehyung, é o que faz de você uma verdadeiro amigo.

Dois dias mais tarde, os Kim's receberam a notícia de que Jeon Jungkyung havia falecido na noite anterior.

Cheios de compaixão, consideraram qual seria a melhor forma de ajudar as duas mulheres de luto.

Normalmente caberia a Namjoon e Jin, ir até os Park's e oferecer seus préstimos.

No entanto estavam em Seul, já que o Parlamento ainda se encontrava em sessão.

Naquele momento, acontecia um debate acalorado sobre a incompetência e a indiferença que haviam resultado no fato de as tropas enviadas à Coréia do Norte estarem tão terrivelmente sem apoio e mal equipadas.

Ficou decidido então que Nyejung marido de Hyuna, iria até a casa dos Park, representando a família.

Ninguém esperava que ele fosse ser recebido, já que as duas mulheres sem dúvida estavam muito abatidas pela dor para falar com alguém.

No entanto, ele deixaria uma carta oferecendo qualquer tipo de assistência de que pudessem precisar.

– Nye – chamou Tae antes que ele partisse –, poderia transmitir meu afeto a Jiyoung e perguntar se ela deseja ajuda com os preparativos para o funeral? Pergunte se ela quer companhia.

– É claro – respondeu com os olhos cheios de bondade. Como fora criado com os Kim's desde menino, era como um irmão para todos eles.

– Por que não escreve um bilhete para ela? Entregarei aos criados.

– Espere só um minuto.

O louro disparou em direção à escada, erguendo as calças para não cair em sua corrida até o quarto.

O jovem foi até a escrivaninha e pegou seus papéis de carta e as penas, então destampou o tinteiro.

Sua mão congelou no ar ao ver a carta amassada dentro da gaveta.

Era a carta educada e distante que havia escrito para Jungkook.

Não havia sido mandada.

Sentiu um suor frio escorrer por seu corpo e as pernas ficarem trêmulas, ameaçando não sustentá-lo

– Santo Deus – sussurrou, largando o corpo em uma cadeira próxima que quase desabou.

Entregará a carta errada a Jiyoung. A que não estava assinada e que começava com “Não posso mais escrever para você. Não sou quem acha que sou…”

O coração dele batia com força no peito, acelerado pelo pânico que o dominava.

Tentou acalmar um pouco a mente tumultuada e pensar. A carta já fora postada?

Talvez ainda houvesse tempo para pegá-la de volta. Poderia pedir a Ji… mas não, isso seria o cúmulo do egoísmo e da falta de consideração.

O marido dela acabara de falecer. A amiga não merecia ser incomodada com trivialidades num momento daqueles.
Era tarde demais.

Teria que deixar a carta ser postada e aceitar que Jeon Jung Kook fizesse o que quisesse com aquela estranha mensagem.

Volte, por favor, volte para casa e descubra quem sou…”

Gemeu e deitou a cabeça sobre a escrivaninha. O suor fez com que sua testa se colasse à madeira polida.

Percebeu que Lucky pulara sobre o tampo, e agora enfiava o nariz em seus cabelos e ronronava.
Por favor, querido Deus, pensou Taehyung desesperado, não permita que Jungkook responda. Deixe que essa história se encerre. Nunca permita que ele descubra que fui eu.


Notas Finais


Bom antes de tudo

CONTINUO?

tá,

parei agora sem enrolação eu adorei essa troca de cartas mas sera mesmo que foi inproposital senhor Taehy?

hummmmmmmmmmmmmm olha o que o destino faz hauhauhauahj

eu gostei muito do resultado desse capítulo espero que vocês também"!

um AVISINHO prévio, o próx. cap, será narrado por nem mais nem menos QUE?!

JEON JUNG KOOK!!!!!!!!!!!!

e ai? como acham que vai ser a reação dele?

Até o próximo cap!

BEJINNNNNNNNN


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