História Cartas para Jeon (Vkook - ABO!) - Capítulo 7


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Tags Abo, Bts, Cartas, Taekook, Vkook, Yaoi
Exibições 357
Palavras 1.467
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Lemon, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Annyeong!

Pessoas mil desculpas!

Mas foi aniversário da minha irmã sábado, e eu, fui pra casa do meu pais sexta pro aniver dela

BUT,

Estavam arrumando a Internet e eu não tive como postar em nenhuma das fic, por que também meu 3g NÃO TA PEGANDO!


MILS DESCULPAS!

BOA LEITURA!

Capítulo 7 - Mas estou sendo sincero 》SEVEN


Fanfic / Fanfiction Cartas para Jeon (Vkook - ABO!) - Capítulo 7 - Mas estou sendo sincero 》SEVEN

Cutari, Coréia do Norte


– Acho que um hospital talvez seja o pior lugar possível para um homem tentar melhorar – disse Jungkook, em tom casual, enquanto levava uma xícara de caldo aos lábios feridos de um rapaz.


O jovem soldado que ele estava alimentando – e que não devia ter mais do que 17 ou 18 anos – deixou escapar um riso débil enquanto tomava o caldo.


Jeon fora levado para as barracas que serviam de hospital, em Cutari, três dias antes.


Ele fora ferido durante um ataque a Redan, no interminável cerco a Saujdwae.


Num instante estava acompanhando um grupo de sapadores que carregavam uma escada em direção a um abrigo norte coreano, e no minuto seguinte houve uma explosão, e ele sentiu que fora atingido no lado direito do corpo, incluindo a perna direita.


As barracas convertidas em hospital estavam cheias de feridos, de ratos e de insetos.


O único lugar onde era possível conseguir água era uma fonte diante da qual os serventes faziam fila para que um filete fétido caísse sem seus baldes. 


Como a água não podia ser bebida, era usada para lavar o que fosse necessário e para molhar os curativos.


Jungkook havia subornado os serventes para que lhe trouxessem um copo de alguma bebida alcoólica bem forte. 


Então derramara a bebida sobre seus ferimentos, com a esperança de evitar que infeccionassem.


A primeira vez que fizera isso, sentira uma ardência como se o fogo queimasse a sua pele, e acabou desmaiando e caindo da cama – espetáculo que provocara gargalhadas nos outros pacientes da enfermaria.


Ele aceitara com bom humor as brincadeiras que se seguiram, pois sabia como um momento de leveza era necessário naquele lugar árido.


Os estilhaços haviam sido removidos do flanco e da perna, mas os ferimentos não estavam cicatrizando como deveriam. 


Naquela manhã, kook descobrira que a pele ao redor deles estava vermelha e rígida.


A perspectiva de ficar seriamente doente naquele lugar era assustadora.


Na véspera, apesar dos fortes protestos dos soldados deitados em uma fileira de leitos, os serventes haviam começado a costurar a manta manchada de sangue que envolvia o corpo de um homem, com intenção de levá-lo à pira funerária coletiva, do lado de fora, antes mesmo que ele estivesse de fato morto. 


Em resposta aos protestos furiosos dos outros pacientes, os serventes retrucaram que o sujeito estava desacordado, que morreria em poucos minutos e que precisavam do leito para outro paciente.


Tudo isso era verdade.


No entanto, como um dos poucos que ainda conseguiam se levantar do leito, intercedera e dissera aos serventes que poderiam deixar o homem no chão e ele se sentaria ao lado do moribundo até que este desse seu último suspiro.


Jeon passara uma hora sentado sobre a pedra dura, afastando insetos e apoiando a cabeça do homem na perna ferida.


– Acha que fez algum bem para ele? – perguntara um dos serventes, com ironia, quando o pobre homem finalmente falecera e Jeon deixara que o levassem.


– Não para ele – respondera em voz baixa. – Mas talvez para os outros.


Ele acenara com a cabeça na direção da fileira de catres, de onde os pacientes observavam.


Era importante para aqueles homens acreditar que, se a hora deles chegasse, seriam tratados com um mínimo de humanidade.


O jovem soldado no leito ao lado do dele era incapaz de fazer qualquer coisa por si mesmo, já que perdera um braço e também a outra mão.


Como não havia enfermeiras disponíveis, assumira a tarefa de alimentar o rapaz.


Ele se ajoelhara com dificuldade ao lado do leito, e agora erguia a cabeça do jovem e o ajudava a beber uma xícara de caldo.


– Capitão Jeon – chamou a voz ríspida de uma das Irmãs de Caridade.


A atitude severa da mulher e sua expressão hostil a tornavam tão intimidante que alguns soldados haviam sugerido, longe dos ouvidos da mulher, é claro, que se ela fosse despachada para lutar com os russos, a guerra seria ganha em poucas horas.


As sobrancelhas fartas se ergueram quando a freira viu Jungkook ao lado do leito do outro paciente.


– Arrumando confusão novamente? – perguntou ela. – Volte para o seu leito, capitão. E não se levante de novo… a menos que sua intenção seja ficar tão doente que seremos forçados a mantê-lo aqui por tempo indeterminado.


Ele voltou obedientemente para o próprio leito. Amulher foi até ele e pousou a mão fria sobre sua testa.


– Está com febre – a ouviu anunciar. – Não se levante desta cama, ou terei que amarrá-lo a ela, capitão.


Ela retirou a mão e colocou alguma coisa sobre o peito dele.


Ele abriu rapidamente os olhos e viu que a Irmã de Caridade lhe deixara um maço de cartas


Jimin


Havia duas cartas no envelope.

Esperou até que a Irmã saísse de seu lado para só então abrir a carta de Jimin.


A visão da letra do ômega o encheu de emoção. Ele o queria, precisava dele com uma intensidade que não conseguia conter.


De algum modo, a meio mundo de distância, se apaixonara por ele.


Não importava que mal a conhecesse.


Amava o pouco que conhecia do ômega.


Jungkook leu algumas linhas aleatoriamente.


As palavras pareciam se rearrumar como em um jogo de letras infantil. Ele ficou encarando-as até se tornarem coerentes.


“… Não sou quem acha que sou… por favor, volte para casa e descubra quem sou…”


Os lábios de Jeon formaram o nome de Jimin silenciosamente. 


Ele pousou a mão sobre o peito, segurando a carta contra o coração em disparada. O que acontecera com Jimin?


O bilhete estranho e impulsivo o perturbou.


– Não sou quem acha que sou. – se pegou repetindo baixinho. Não, é claro que não era.


Ele tampouco.


Não era aquela criatura alquebrada e febril num leito de hospital, e Jimin não era a coquete fútil por quem todos o tomavam.


A partir das cartas que trocaram, eles haviam descoberto um no outro a promessa de mais.


“… por favor, volte para casa e descubra quem sou…”


As mãos de Jungkook pareciam inchadas e rígidas enquanto ele se esforçava para abrir a outra carta, de Jiyoung.


A febre o estava deixando desajeitado. Sua cabeça começara a doer… latejava terrivelmente… leu as palavras entre golpes de dor.


Caro Jungkook,

Não há como lhe contar isso delicadamente. O estado de Kyung piorou.


Ele está encarando a perspectiva da morte com a mesma paciência e generosidade que mostrou durante toda a vida.


Quando esta carta chegar às suas mãos, com certeza Jungkyung já terá partido…


A mente dele se fechou contra o restante da carta. Mais tarde ele teria tempo para terminar de ler. Tempo para o luto.


Jungkyung não deveria ter ficado doente. Ele deveria estar a salvo em Dawgu, deveria ter filhos com Jiyoung.


Deveria estar em casa quando jungkook voltasse.


Jeon conseguiu se virar de lado, então puxou o cobertor até que ficasse alto o bastante para esconder todo o seu corpo.


Ao redor dele, os outros soldados continuavam a passar o tempo… conversando, jogando cartas quando possível.


Por sorte, eles deliberadamente não prestavam atenção em Jungkook, garantindo-lhe a privacidade de que precisava.


●●●


Não chegara mais nenhuma correspondência de Jeon Jung kook nos dez meses desde que Kim escrevera para ele pela última vez.


Jeon trocara cartas com Jiyoung, mas em seu sofrimento pela morte de Jungkyung, Young não estava conseguindo conversar com ninguém, nem mesmo com Taehyung


Segundo informação de Ji, o capitão fora ferido, mas se recuperara no hospital e voltara à batalha.


Em sua busca constante por alguma menção a ele nos jornais, encontrara inúmeros relatos de sua bravura.


Para tristeza de Taehyung, sua amizade com Jimin havia esfriado desde o dia em que dissera que não poderia mais escrever para Jungkook.


– Mas por quê? – protestou o ruico – Achei que você gostava de se corresponder com ele.


– Deixei de gostar – retrucou o mais novo numa voz sufocada.


O amigo o encarou com uma expressão de incredulidade.


– Não posso acreditar que vai abandoná-lo desse jeito. O que o capitão vai pensar quando as cartas pararem de chegar?


A pergunta fez o coração de Kim se apertar de culpa e saudade.


Mal confiava em si mesmo para falar.


– Não posso continuar a escrever para o capitão sem contar a verdade a ele. A situação está se tornando pessoal demais. Eu… há sentimentos envolvidos. Entende o que estou tentando lhe dizer?


– Tudo o que entendo é que você está sendo egoísta. Não posso escrever para ele porque Jeon perceberia a diferença entre a sua letra e a minha. O mínimo que você poderia fazer era mantê-lo preso na minha rede até ele voltar.


– O que você quer dele? – perguntou Taehyung com a testa franzida. Não gostara da frase 


“mantê-lo preso na minha rede…”


Como se Jungkook fosse um peixe morto. Um entre muitos.


– Você tem muitos pretendentes.


– Sim, mas o capitão Jeon se tornou um herói de guerra. Pode até ser convidado para jantar com a rainha depois que voltar. E agora que o irmão morreu, vai herdar a propriedade de Riverton. Tudo isso o torna um nobre e um ótimo partido.


Embora Tae antes se divertisse com a futilidade de Jimim, Jeon Jung Kook merecia muito mais do que ser avaliado por atributos tão superficiais.




Notas Finais


Jungkook descubriu que é troxa?

Não sei quem é mais...TAETAE AGARRA ESSE HOMI! hauahuUahsuusj

Bom até o próximo cap. E....

MILS DESCULPAS!


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