História Cartas para Jeon (Vkook - ABO!) - Capítulo 9


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Tags Abo, Bts, Cartas, Taekook, Vkook, Yaoi
Exibições 341
Palavras 1.123
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Lemon, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Annyeong! o tão cap. esperado!

BOA LEITURA!

*fui*

Capítulo 9 - Não me pergunte nada 》NINE


Depois de uma hora brincando ao longo da sebe e no pomar, Taehyung levou Rye de volta para casa, para as aulas da tarde.

– Não gosto de ter aulas – disse Rye, suspirando, enquanto se aproximavam das portas francesas na lateral da casa. – Prefiro brincar.

– Sim, mas você precisa aprender matemática.

– Na verdade, não preciso, não. Já sei contar até cem. E tenho certeza de que nunca vou precisar de mais do que cem de coisa nenhuma.

O maior sorriu.

– Treine a leitura, então. Assim poderá ler vários livros de aventuras.

– Mas se eu ficar lendo sobre aventuras – argumentou –, vou acabar não tendo tempo para vivê-las de verdade.

Balançou a cabeça e riu.

– Eu deveria ter pensado melhor antes de discutir com você, Rye. Você é mais esperto que uma raposa.

O menino subiu a escada e se virou

– Não vai entrar, tio?

Ainda não – respondeu distraído, o olhar perdido no bosque além do casarão

– Acho que vou dar uma caminhada.

– Quer que eu vá junto?

– Obrigada, Rye, mas nesse momento estou precisando caminhar sozinho.

– Vai procurar o cão – disse o menino, esperto.

Tae sorriu.

Talvez.

Rye o encarou com uma expressão curiosa.

– Tio?

– Sim?

Você vai se casar algum dia?

– Espero que sim, Rye. Mas primeiro preciso encontrar o cavalheiro certo

– Se ninguém quiser se casar com você, eu me casarei quando crescer. Mas só se eu for mais alto, porque não quero ficar olhando de baixo para você.

– Obrigado – respondeu com seriedade, disfarçando um sorriso

Então se virou e caminhou na direção da floresta.

Era uma caminhada que já fizera centenas de vezes.

O cenário era familiar, as sombras cortadas por raios de sol que se fragmentavam através dos galhos.

As cascas das árvores, cobertas por um musgo verde-pálido, estavam congeladas, a não ser nos pontos escuros, erodidos, em que a madeira se transformara em pó.

O solo da floresta estava macio por causa da lama coberta por camadas de folhas secas e amentos caídos dos castanheiros. 
Os sons eram familiares – o canto dos pássaros, o farfalhar das folhas e os sussurros de um milhão de pequenas criaturas.

No entanto, apesar de toda a sua intimidade com aquele bosque, se deu conta de uma sensação diferente.

Que lhe dizia para ser cuidadoso. 
O ar estava carregado com a promessa de… alguma coisa.

Conforme seguia adiante, a sensação se intensificou.

O coração dele estava se comportando de um modo estranho, a pulsação disparando nos pulsos, no pescoço e até nos joelhos

Percebeu um movimento mais à frente, uma forma deslizando baixo entre as árvores, fazendo os arbustos ondularem.

Não era uma forma humana.

Pegou um galho caído e partiu-o com destreza para que ficasse do tamanho de um cajado.

A criatura ficou imóvel e o silêncio caiu sobre a floresta.

Venha cá – chamou

Um cão veio caminhando na direção dele, amassando gravetos e folhas.

Tinha o latido típico de um terrier.

Ele parou a poucos metros de distância rosnou e mostrou os longos dentes brancos.

O jovem se manteve imóvel e o examinou calmamente.

Era um animal esguio, o pelo curto e duro, a não ser pelos tufos engraçados no focinho, nas orelhas e perto dos olhos.

E eram olhos tão cintilantes e expressivos… redondos como duas moedas.

Antes.

Não havia como não reconhecer aquele animal singular. Taehyung já o vira

Chiu? – chamou, encantado

O cão ergueu as orelhas ao ouvir o nome

Então se agachou e deixou escapar um rosnado que soou ao mesmo tempo zangado e confuso.

– Ele trouxe você… – disse deixando cair o galho que segurava.

Os olhos dele ardiam com lágrimas contidas, apesar da pequena gargalhada que deixou escapar.

– Estou muito feliz por você ter conseguido passar pela guerra ileso. Venha, Chiu, vamos ser amigos.

Permaneceu imóvel e deixou o cão se aproximar com cautela.

Logo Kim sentiu o focinho frio encostando na lateral de sua mão.

Não se adiantou para acariciar o animal, apenas deixou que ele se acostumasse com seu cheiro.

Quando viu a mudança na expressão do cão, os músculos do maxilar relaxados e a boca aberta, falou com firmeza

– Sentado, Chiu

O cão logo aninhou o traseiro no chão e deixou escapar um ganido sussurrado.

O ômega estendeu a mão, acariciou sua cabeça e coçou atrás de suas orelhas.

O animal ofegou satisfeito, os olhos semicerrados de prazer.

– Então você fugiu dele, não é? – perguntou alisando os pelos eriçados

– Menino levado. Imagino que tenha passado bons momentos perseguindo coelhos e esquilos. E há um boato nada agradável correndo sobre uma galinha desaparecida. Deve ficar longe dos galinheiros, ou não vai se dar muito bem em Daegu. Não é melhor eu levá-lo de volta para casa, rapaz? Ele provavelmente está procurando por você. Ele…

E se deteve ao ouvir o som de algo… de alguém… se aproximando pela mata.

O cão virou a cabeça e soltou um latido feliz, ao mesmo tempo que saltava na direção da figura que se aproximava.

O ômega levantou a cabeça devagar.

Se esforçou para controlar a respiração e tentou acalmar as batidas frenéticas do próprio coração.

Sabia que o cão estava saltando alegremente atrás dele, a língua para fora.

Chiu olhou para ele e em seguida para o dono, como se dissesse: Olhe o que encontrei!

Soltou o ar devagar e levantou os olhos para o homem que parara a cerca de três metros de distância.

Jungkook

Era como se o mundo tivesse parado

Tentou comparar o homem diante de si com o libertino indiferente que fora um dia.

Mas parecia impossível que os dois fossem a mesma pessoa

Jeon não era mais um deus que descera do Olimpo… agora era um guerreiro endurecido por uma experiência amarga.

Sua aparência mostrava os tons profundos de uma mistura de ouro e cobre, como se houvesse se impregnado lentamente de sol.

Os fios castanhos-escuros tinham dado lugar a um corte rente, prático

O rosto estava impassível, mas havia uma inquietude contida na imobilidade do corpo.

E como parecia triste.

Solitário.

Tae teve vontade de correr para ele.

Queria tocá-lo

O esforço de permanecer parado onde estava fez com que seus músculos começassem a tremer em protesto.

Se ouviu falar em uma voz estremecida.

– Seja bem-vindo de volta, capitão Jeon

O mesmo permaneceu em silêncio, encarando-o sem parecer reconhecê-lo.

Santo Deus, aqueles olhos… gelo e fogo, o olhar dele parecia atravessar a consciência de Kim, queimando.

– Sou Kim Tae Hyung – conseguiu dizer. – Minha família…

Eu me lembro de você.

A voz rouca e aveludada foi como uma carícia deliciosa nos ouvidos do outro.

Fascinado, enfeitiçado, encarou o rosto de expressão esquiva do homem à sua frente.

Para Jeon Jung Kook, ele era um estranho.

Mas as lembranças das cartas dele estavam entre os dois, mesmo que o Alfa não tivesse consciência disso.


Notas Finais


gostaram do encontro? eu até considerei a ideia de uma pessoinha ai HAUHAUHJuj mas eu preferi seguir o livro ^^

Ah eu achu que esqueci de falar... *se escondendo e susurrando*

LEIAM PAIXÃO AO ENTARDECER! (eu acho que é esse :3) eu somente fiz uma adaptação da história me desculpem mas eu acho que nunca falei que era eu que a autora da estória falei?

Se falei mil desculpas novamente

hihi^^ Bejinnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnn


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