História Cartas para o garoto do capuz vermelho. - Capítulo 3


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amor, Cartas, Cores, Fofo, Original
Visualizações 29
Palavras 564
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Escolar, Fluffy, Hentai, Musical (Songfic), Poesias, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Self Inserction
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 3 - Vermelho.


Fanfic / Fanfiction Cartas para o garoto do capuz vermelho. - Capítulo 3 - Vermelho.

 19 de junho. 15:48

Caro Garoto,

Já estava na hora de fazer a carta da sua cor favorita, não é? Provavelmente é uma das mais difíceis, pois azul e vermelho são cores "inimigas".

Mas nós não temos nada de inimigos. Somos amigos, mais que amigos, melhores amigos, amigos coloridos. Mas o colorido fica pra depois, agora vamos extrair uma cor do colorido. Vermelho.

Eu fiquei meio indecisa ao escrever essa carta, porque os significados de vermelho são vários, mas eu escolhi dois que combinaram muito esses dias. Paixão e raiva.

Agora eu vou te esclarecer a minha raiva, mesmo que eu já tenha feito isso. Eu estava com raiva de você porque era o último dia de aula, ficaria mais complicado nos vermos, mas você estava jogando bola.

Eu estava com raiva de mim mesma por não conseguir ir lá te chamar por causa da minha NEURA de que se eu chamar uma pessoa, estarei incomodando.

Mas essas são raivas passageiras. A verdadeira raiva que eu tenho de você, é que você me desvenda mesmo sem eu ter dado nenhuma pista. Sherlock Holmes mandou um abraço.

 Vamos falar de mais alguns significados bem importantes para nós dois, porque minha fome de metáforas está me matando. Raiva, vamos 

Eu fico possessa porque você não admite sua beleza, sua fofura, e seu ciúme também, que sim, você sente por mim mas não admite.

E vermelho é uma cor de poder. Poder que você tem sobre mim, e que eu tenho sobre você. Mas acima de tudo, poder te amar e ser correspondida.

É uma cor de perigo, o perigo que eu sentia quando você se aproxima de mim, meu cérebro gritando para que eu corra, meu coração pulsando incansavelmente, e eu continuei parada. Porque o perigo que você me dá é bom demais para fugir dele.

 Violência. Eu imagino a violência que vai acontecer quando formos mais velhos, a briga para ver quem vai esquentar a comida no microondas, os tapas que eu vou te dar quando você me fizer cócegas, as mordidas que você vai me dar num momento mais quente que vão me cobrir de vermelho.

Também é a cor da energia. Eu sinceramente desejei ser aquela pessoa que fosse CHEIA de energia, que já acordasse sorrindo, que todos os dias estivesse feliz, mas não sou. Há dias, meu Garoto, que eu irei acordar sorrindo para tudo e todos, e dias que eu irei andar com a cara fechada, mas negar até a morte estar triste ou com raiva.

E porra, vermelho é a cor da guerra, sabia? Mas a única guerra que eu quero ter com você é uma guerra de beijos, guerra de mordidas, guerra de carinho ㅡ eu digo isso, mas na hora de te dar um selinho eu morro de vergonha.

E você é diferente. Em vez de fazer os 50 tons de cinza, você resolve me pintar de todos os tons de vermelho que existem, e me deixa toda corada.

 Eu me arrependo um pouco de não conseguir ser menos tímida, e peço desculpas por isso. Você deve pensar que eu sou tipo aquelas princesas que só devem perder a virgindade depois do casamento, e nunca beijaram na vida. Em parte você está certo, em parte errado.

Porque eu não sou nenhuma princesa de sangue azul, mas você, meu amor, é o meu rei de sangue vermelho.

Assinado,

A Garota.



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