História Cartas Para Park - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, D.O, Kai, Kris Wu, Lu Han, Personagens Originais, Sehun, Suho, Tao
Tags Angst, Baekhyun, Cartas, Casamento Arranjado, Chanbaek, Chanyeol, Guerra, Hunhan, Jongin, Kai, Kaisoo, Kyungsoo, Lemon, Luhan, Sehun, Yaoi, Yoosh11
Exibições 234
Palavras 1.216
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção, Lemon, Musical (Songfic), Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


<: vejo vocês nas notas finais.
@boygroupain

Capítulo 2 - Me Prometa


Capítulo 2 — Me prometa

 

Um ano depois.

Depois daquele dia da chuva, ChanYeol voltou lá para ver as outras telas e se apaixonou gradativamente por BaekHyun. Prometeu dar uma vida melhor ao garoto sem tirar seu sonho, por isso, começou a promover as telas do menor.

ChanYeol queria dar uma vida de luxo, mas aprendeu que BaekHyun não queria uma vida de luxo; ele não queria andar com o carro do ano, morar num apartamento no prédio cheio de pessoas ricas, estressadas, cansadas da mesma mesmice e acostumadas com sua rotina. Pessoas cujo esqueceram de quem eram e dos simples sonhos de crianças — quando realmente o coração era puro —. BaekHyun definitivamente não queria morar num lugar comandado pelo dinheiro, BaekHyun queria morar no abraço de ChanYeol, era confortável, simples e cheio de carinho.

ChanYeol aprendeu muitas coisas com BaekHyun: apreciar cada momento, achar a perfeição na imperfeição, respirar e manter a calma. O mais incrível é que Park se livrou das alianças e comprou uma só para eles. Fizeram daquela pequena casa de madeira, um verdadeiro lar.

Era um fim de semana, ChanYeol estava de folga, marcou com o menor de ir ver o pôr-do-sol na floresta. BaekHyun nem precisou caminhar muito, apenas se arrumou e escalou uma árvore, ficou lá escondido esperando por seu namorado.

O garoto ria baixinho enquanto observava o maior bater na porta sem obter respostas. Teve uma grande ideia de desenhá-lo bravo e assim o fez: de cabelos bagunçados, saindo fumaça pelas orelhas.

— BaekHyun, anda logo! Eu não estou de brincadeira! — ChanYeol gritou.

— Channie, aqui! — riu chamando-o.

— Aqui pra qual lado? — respondeu olhando sem rumo.

— Na árvore, bobão! — BaekHyun respondeu. ChanYeol caminhou até lá e escalou a mesma, ajeitou-se naquele galho grosso e forte para sustentar os dois.

Park desferiu um selar na testa de Byun, Byun sorriu.

— O que é isso? — perguntou apontando para o papel.

— Nada... — BaekHyun respondeu escondendo atrás de si.

— Deixe-me ver! — puxou da mão do mesmo, abriu a folha vendo o desenho. — BaekHyun!

ChanYeol dobrou o papel e abraçou o menor dando-lhe mordidas na bochecha e pescoço. Beijou todo seu rosto depois do ato. Felizmente, ele não conseguia ficar bravo com o garoto.

— Seu idiota! — BaekHyun gritou. — Amanhã eu tenho que apresentar meus quadros, como vou fazer isso todo marcado desse jeito?

— A gente passa maquiagem, Baek! — respondeu sorrindo.

— Idiota! Idiota! Idiota! Idiota! — BaekHyun repetia a mesma palavra várias vezes dando leves socos no peitoral de ChanYeol.

— Eu tô ficando velho, BaekHyun — ChanYeol falou segurando nos pulsos do menor, impedindo-o.

Eles se entreolharam e deram um beijo necessitado, como se nunca tivesse feito isso, à luz do pôr-do-sol.
 

 

×××
 

 

— ChanYeol, vem ver a minha nova pintura! — BaekHyun o puxava para dentro da sua casa, implorando.

— Tá! — se deu por vencido e entrou. As paredes da casa do menor eram cheias de tinta, uma explosão de cores.

Uma vez, eles resolveram pintar a casa, mas eles quem saíram pintados e resultou naquilo: azul por cima do rosa com amarelo e branco, pingos em verde e roxo... Enfim, muitas e muitas cores.

Passaram pela sala e cozinha antes de chegar no único quarto da casa. O quarto de BaekHyun tinha desenhos espalhados, tanto no chão quanto nas paredes.

— Espere só um pouco! — BaekHyun falou adentrando o guarda-roupa.

Ao lado da cama, havia um criado mudo com uma foto dos dois segurando flores. ChanYeol não era um grande fã de flores, mas BaekHyun...

— Achei! — o garoto saiu de lá com uma tela nas mãos, entregou a ChanYeol. — Olhe e julgue!

ChanYeol observou bem aquela tela: uma mão delicada e pequena, uma mão grande e grossa, no meio uma rosa vermelha.

— Somos nós, não é? — perguntou o maior.

— Tá tão na cara assim?

— A culpa não é minha se você tem essas mãos finas e delicadas — respondeu se levantando. — Eu vou levar a tela.

— Não! — BaekHyun pegou a tela das mãos de ChanYeol.

— Por que não?

— Essa é minha, se você quiser faça a sua — mostrou a língua guardando a tela no guarda roupa.

— Fica então, seu chato! — ChanYeol riu depois de falar, que era só mais uma birra daquele pequeno.

 

Toc, toc.

 

— Você tá esperando alguém, bebê? — ChanYeol perguntou ao escutar as batidas na porta.

— Eu não! — respondeu.

 

Toc, toc.

 

— Eu vou ver quem é, certo? — o maior falou se levantando, abriu a porta e saiu do quarto. BaekHyun foi atrás dele, segurando na barra de sua camiseta.

Enquanto passava pela cozinha, pegou uma frigideira. ChanYeol abriu a porta da sala vendo dois policiais.

— Park ChanYeol e Byun BaekHyun, certo? — um dos policiais perguntou. — Posso entrar? Não vou prender ninguém, acalme-se.

BaekHyun abaixou a frigideira com certo receio, movimentou a cabeça para cima e para baixo indicando que a passagem estava concedida. ChanYeol fechou a porta depois que os policiais entraram.

— Então... O que vieram fazer aqui? — o maior deixou as palavras escaparem da boca. — Se for por causa da empresa, já tá tudo pago, a fiscalização em dia...

Foi interrompido.

— Nós passamos na sua casa, mas não havia ninguém lá — o policial explicou. — Conversei com uma vizinha e ela me falou que o senhor tinha vindo para cá.

— Maldita EunHa — ChanYeol sussurrou.

— Mas se o ChanYeol não fez nada, por que estão atrás dele? — perguntou Byun.

— Porque ele vai fazer — os namorados se entreolharam tentando entender alguma coisa.

— Como assim? — ChanYeol perguntou.

— O senhor já tem 29 anos, certo? — o maior assentiu. — Bom, vai precisar servir ao exercito...

BaekHyun sentiu seu coração acelerar, não queria ficar longe dele.

— Não tem como eu pagar uma multa ou qualquer coisa do tipo?

— Não... Principalmente agora com as ameaças da Coréia do Norte em bombardear o país. — respondeu. — senhor Byun, você tem quantos anos?

— 21! — respondeu o menor apertando mais a barra da camiseta do outro.

— Se quiser se alistar, estaremos aqui! — os policiais caminharam até a porta. — Não se esqueça de ir semana que vem a base militar, vamos estar lá para você conhecer tudo.

E se foram. BaekHyun começou a horário de nervoso, escondendo o rosto na camiseta do maior.

— Ei! Se acalme! — ChanYeol se virou, abraçando-o.

— Isso não é justo! — falou entre os soluços. — Como vou ficar um ano sem você? E se você morrer lá?

— BaekHyun... Pequeno Baek... — soltou uma risada um pouco triste. — Eu não vou morrer lá.

— Me promete?

— Prometo!
 

 

×××
 

 

— Cara, você acredita que eu vou ter que servir o exercito? — ChanYeol se jogou na sua cama falando no telefone.

— “Olha pelo lado bom, vai voltar todo fortão.” — SeHun respondeu.

— SeHun, você é podre! — riu.

— “E quanto BaekHyun, como ele ficou?

— Chorou, chorou bastante. Eu não gosto de vê-lo chorar, é injusto eu ir e deixá-lo, mas se ele ir, vai ser pior.

— “É por causa da guerra, não é? Eu não sei o que aquele cara tem na cabeça de tentar nos dominar.”

— Tenho medo de ir e não voltar.

— “Vira essa boca pra lá, seu merda. Não fale assim!”
 

 

×××
 

— Ainda temos quanto tempo? — BaekHyun perguntou se encolhendo no peito do maior.

— Duas semanas, depois disso, vou ir da divisa dos países guerrear — respondeu.

— Me promete que vai me mandar várias cartas? Me ligar e voltar sem nenhum arranhão?

— Eu prometo! Prometo!

Desferiu dois beijos nas bochechas do garoto.

Ainda tinham duas semanas para sentir cada textura antes de ChanYeol partir.


Notas Finais


esse capítulo foi curtinho, me desculpe >:
No próximo cap eu vou começar com as cartas e aí já sabem né? Vai ser sofrencia atrás de sofrenciakkkkmkkm
leiam minha outra fanfic, príncipe da China:
https://spiritfanfics.com/historia/principe-da-china-6696909
(Geralmente vou atualizar pdc antes de cpp) adeus meus amores =3


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