História Cartas pra você - Capítulo 3


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Categorias The Vampire Diaries
Personagens Alaric Saltzman, Bonnie Bennett, Caroline Forbes, Elena Gilbert, Elizabeth "Lizzie" Saltzman, Enzo, Jeremy Gilbert, Josette "Jo" Laughlin-Saltzman, Josette "Josie" Saltzman, Malachai "Kai" Parker, Matt Donovan, Stefan Salvatore, Tyler Lockwood
Tags Bonkai, Delena, Drama, Romance, Steroline, The Vampire Diaries
Exibições 29
Palavras 1.543
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Famí­lia, Festa, Ficção, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Musical (Songfic), Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oiii gente... Então, infelizmente tive um probleminha com a net e por isso o capítulo demorou a chegar, mas aqui está.
Ah, antes que me esqueça, esse capítulo eu fiz com POV da Elena.
Espero que gostem!

Capítulo 3 - O jantar


Fanfic / Fanfiction Cartas pra você - Capítulo 3 - O jantar

Elena Gilbert

 

Minha cabeça estava a mil desde meu desentendimento com Damon. Daí em diante parece que todo mundo da cidade decidiu se acidentar ou passar mal, já que o hospital não parou um instante se quer. Mesmo que ainda estivesse apenas ajudando em algumas coisas básicas, minhas pernas já demonstravam um claro sinal de cansaço.

Arrumar um momento se quer para tomar um café estava se tornando algo difícil, mas mesmo assim o fiz de alguma forma. Por reflexo me vi seguindo até minha bolsa e desbloqueando a tela do meu celular. Em meu interior eu definitivamente desejava ligações e mensagens de Damon reconhecendo o quão idiota conseguiu ser comigo em apenas alguns instantes, mas eu sabia que isso não fazia muito o seu tipo.

Provavelmente nesse momento ele deveria estar lá na mansão Salvatore, mais especificamente na sala dela, com uma garrafa de Bourbon na mão, uma cara de poucos amigos e envolto de cacos de coisas que ele quebrou. É definitivamente autocontrole não era uma virtude dele.

Para minha surpresa foi notar algumas chamadas perdidas, várias na verdade. Algumas de Caroline, outras do Stefan, mas em sua grande maioria eram de Damon. Passei o olho rapidamente pelas mensagens recebidas, mas nenhuma era de Damon. No pouco tempo que tive de intervalo respondi algumas e outras que julguei menos urgentes, deixei para mais tarde.

O relógio marcava já 15 minutos de descanso, o trabalho parecia que não acabaria nunca, pois era comum ver alguém correr de um lado pro outro agitado. Suspirei desanimada e por fim bloqueei a tela do celular e o guardei novamente em seu devido lugar. Tomei um ultimo gole do cappuccino já frio e depositei a embalagem no lixo.

Voltei imediatamente para meu posto, dando assistência onde era necessário. Não demorou muito e as coisas pareciam já mais calmas, mas o incrível é que mesmo assim as horas passaram incrivelmente rápido e quando dei por mim já havia passado da minha hora de ir pra casa.

 ******

Quando finalmente cheguei a casa, dei uma última olhada no celular para verificar as horas e suspirei ao constatar o que já sabia, havia me atrasado demais.

Com o carro já estacionado na espaçosa garagem da mansão, finalmente o desliguei e retirei o cinto, peguei minha bolsa e após alguns instantes ali, parada em silêncio, por fim sai do veiculo. Mesmo sendo desnecessário decidi acionar o alarme.

Caminhei a passos lentos rumo à porta de madeira, e como uma pessoa de péssima memória como sou, apoiei o joelho na parede ao lado da porta, com a bolsa sobre minha coxa me pus a procurar pela chave, e foi quando ouvi um leve ruído da porta pesada de madeira sendo aberta. Desajeitadamente juntei tudo e coloquei a bolsa sobre os ombros.

Por mais que eu não queira admitir, eu não queria fitar aqueles belos olhos azuis que agora estavam a me encarar. Em meu interior a mágoa e a raiva eram grandes, e aquilo tudo de mais cedo não poderia ser ignorado apenas porque eu me perderia novamente naquele olhar sedutor.

– Boa noite – Sua voz saiu sugestiva, como sempre, o que me fez mordiscar o lábio inferior tentando esconder o nervosismo – Eu consigo ouvir seu coração Elena, não precisa ficar tão nervosa. Assim só está me seduzindo, sabia?

Meu olhar se fixou naquele rosto estupidamente belo. Esse era o lado ruim de estar com um cara assim tão bonito, nas brigas pra se manter concentrada é muito mais difícil, ainda mais como ele estava agora. Os fios negros incrivelmente bagunçados, os olhos semicerrados, mas os belos orbes azuis ainda sim me encaravam intensamente. Os lábios curvados em um meio sorriso provocante, ele tem mesmo ideia do quão gostoso é? Com certeza sim, ou não estaria a minha frente trajando uma calça jeans escura, camisa cinza com generosos botões abertos, dando assim uma visão privilegiada de seu peito branco e bem definido.

– B-Boa noite – Respondi mais rápido do que planejei e ouvi um breve riso do moreno.

 E lá estava eu de novo, nervosa em frente ao vampiro mais sexy que já conheci em minha vida. Ele se aproximou e o perfume amadeirado misturado com o odor do Bourbon invadiram minhas narinas. Um cheiro completamente masculino e sensual, provocante em todos os sentidos. Aquilo era perigoso, perigoso demais, pois se tratando de Damon logo estaríamos ambos nus se pegando.

Nossos rostos próximos e eu congelei. Um movimento lento, mas certeiro e lá estava ele depositando um breve beijo em minha bochecha que agora deveria estar tão vermelha quanto um tomate.  

– Estava com saudades – Damon se afastou com um maldito sorriso nos lábios. Soltei todo o ar que me obriguei a prender em meus pulmões desde que ele se aproximara.

Fiz menção de entrar e Damon como o perfeito cavalheiro que raramente era se afastou me dando passagem. As mãos ágeis pegaram minha bolsa e meu casaco os colocando sobre a poltrona incrivelmente macia que estava localizada na sala.

As mãos grandes e frias de Damon foram de encontro a minha cintura, adentraram o fino tecido de minha blusa e ali na base de minha coluna ficou a acariciar sugestivamente, um arrepio percorreu meu corpo e mais um riso abafado.

– Tenho uma surpresa – Seu tom de voz era baixo, provocante. Sua respiração quente contra a pele de meu pescoço estava a ponto de me enlouquecer e o fato dele saber disso me fez me sentir como uma presa abatida.

– D-Damon! – Tentei falar com um tom sério, o que não deu muito certo, já que pareceu mais um convite disfarçado, droga!

– Shh – Outro beijo foi depositado, mas agora era na base de meu pescoço. Ele definitivamente queria acabar com minha sanidade – Apenas confie em mim, sim?

Assenti com a cabeça e fomos rumo à bela e bem organizada cozinha Salvatore.

 

 ******

A visão com a qual me deparei me surpreendeu de formas incontáveis. Caso fosse Stefan no lugar de Damon isto seria comum e totalmente esperado, mas de Damon? Definitivamente não.

Damon puxou a cadeira para que eu me sentasse à mesa, agora já impecavelmente posta. Dois lugares com pratos de porcelana, juntamente com talheres de prata e taças de cristal.

Mal havia me acostumado com aquela visão quando ele primeiramente me serviu com uma comida incrivelmente perfumada e aparentemente bem apetitosa.

– Damon... Você cozinhou? – Eu nem mesmo faço ideia de como minha cara deveria estar nesse momento, mas a julgar pelo sorriso do moreno era algo extremamente hilário.

– Assim me ofende... Não é só o Stefan que tem puxou o dom de cozinhar da família – Ele deu de ombros e se serviu, sentando-se a mesa logo em seguida – Carbonara com bacon, queijo parmesão e pimenta preta recém e moída.

– Uau – Eu já estava claramente boquiaberta que nem vi direito quando ele serviu minha taça com vinho – Eu pensei que só soubesse fazer panquecas vampirescas.

– Assim me ofende – Sua mão estava sobre o peito e juntamente com a expressão como se estivesse de fato ofendido, o que arrancou um sorriso – Viu? A fiz sorrir! – Permaneci em silêncio e ele prosseguiu – Essa é uma receita bastante apreciada pelos italianos, então seria quase cômico se não soubesse faze-la e sem contar que quando se tem a eternidade, há muita coisa pra se fazer.

Assenti e finalmente dei a primeira garfada da massa. O sabor do bacon, queijo, pimenta e massa incrivelmente bem preparados me fizeram me sentir maravilhada. Estava no céu por assim dizer.

E o semblante de satisfação de Damon se tornou algo incrivelmente perfeito.

Comemos em silêncio, mas não aquele silêncio incomodo, mas um silêncio gostoso, até mesmo melodioso. E devo admitir que Damon estava agindo de forma até mesmo estranha, já que a surpresa não ficou só por conta do carbonara e o cavalheirismo, já que para  finalizar o jantar incrível ainda tinha uma espetacular torta de chocolate meio amargo e conhaque, que por sinal eu já estava no segundo pedaço dessa tentação.

– Damon, pode falar vai, você comprou essa comida pronta né? – Falei de forma tranquila enquanto dava outra garfada da viciante sobremesa.

– Elena, Elena... Sabe mesmo como magoar o coração desse pobre vampiro né? – E agora ele estava fazendo um biquinho infantil que em qualquer outra pessoa acharia ridículo, ainda mais pela idade avançada dele, mas em Damon até mesmo isso se tornava sexy.

– Então já sei primeiro foi o Château Latour 1992 e agora a torta com conhaque. Quer me embebedar Sr. Salvatore? – Rebati sugestiva e o belo moreno se contentou apenas em dar uma piscadela.

Foi mais rápido do que eu pude acompanhar, em um instante ele estava sentado na cadeira ao meu lado e no segundo seguinte seu halito quente em meu pescoço me fazendo arrepiar. Um beijo foi depositado ali e foi deixando uma trilha de outros beijos mais até seus lábios ficarem próximos até demais do meu ouvido.

– É tudo parte do meu plano. Primeiro a satisfaço na cozinha e depois... – Os dedos levemente gélidos de Damon deslizaram pela pele desnuda de meus braços deixando em determinados momentos caricias que fizeram com que meu corpo se arrepiasse por completo – Depois... Vou te enlouquecer na cama de tanto prazer – Sua voz se tornou mais baixa, rouca e sensual, e meu coração parecia que iria sair pela boca.


Notas Finais


Em breve estarei de volta com outro capítulo... Beijos! ;*


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