História Carved Smile - Capítulo 7


Escrita por: ~

Postado
Categorias Lendas Urbanas
Personagens Personagens Originais
Tags Creepypastas, Jeff The Killer, Slenderman
Exibições 24
Palavras 4.107
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Bishoujo, Bishounen, Colegial, Drama (Tragédia), Ecchi, Hentai, Luta, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Seinen, Slash, Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Canibalismo, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir culturas, crenças, tradições ou costumes.

Notas da Autora


Adivinha quem voltou?? ^^

*Arregalo os olhos ao contemplar os inúmeros canos de revolveres mirado em minha cara* E- Eu sinto... Muito, pela demora. O.o. EU EXPLICO, PELO AMOR, EU TENHO JUSTIFICATIVA. T~T

Me perdoem pela demora, eu pretendia postar os capítulos o mais cedo possível, e estava tão certa que iria conseguir só que eu acabei mal, por muitas vezes passar a perna em meu pai na hora de me alimentar e ter mentido muito quando chegava do trabalho e perguntava sobre minha alimentação, eu fiquei anêmica pois é, e minha recuperação estava bem lenta, eu estive em risco de desenvolver uma leucemia á partir da anemia, e me perdoem pela ortografia. Eu estou me esforçando bastante para deixar essa crise, e em breve os capítulos sairão com bastante frequência, novamente me desculpem pela demora.

Oh! Antes que eu me esqueça. Há duas semanas eu fiz uma aposta boba com uma amiga que também é autora e leitora daqui do SS (Social Spirit), e se eu perdesse teria que fazer um capítulo extremamente “Caliente” E eu perdi, então... Aviso aos que são contra para que não role o mouse para baixo, sua ingenuidade e pensamentos doces e meigos pode “PLUF”... Sumir... E você senhorita Maya-Chans2- Cumprir oh!

Galerinha, me desculpe por esse troço horrível, é a primeira vez que escrevo algo assim, está péssimo e mal detalhado, eu sei que você Mayazinha vai dizer que não estava como queria sua pervertida, mais eu tentei, tinha te avisado que não sei escrever essas coisas, então escrevi o que deu na telha. Enfim... Espero que vocês gostem hihi!

Tenham uma ótima leitura!

Capítulo 7 - Não gostei... Ou será que sim?


Eu acordo me sentindo sufocada tento me mexer mais estava meio impossível, abro os olhos lentamente e fito o Jeff ainda dormindo me envolvendo pela cintura. Suspiro retirando o cobertor de mim e tento sair de seu aperto, o mesmo murmura algo e me envolve com mais firmeza imprensando-me contra ele.

  – Jeff... – O chamo tocando em seu braço.

O mesmo esconde seu rosto na curvatura de meu pescoço.

 – Jeff, eu preciso levantar. – Digo num tom baixo.

– Puta merda, que garota chata! – O ouso reclamar impaciente, e finalmente folga seu braço de minha cintura.

Eu me sento na lateral da cama, levo algumas mechas de meus cabelos para trás da orelha, já marcava 11h47min, o Jeff está me acostumando a dormir até tarde. Sinto falta de acordar cedo para ir á escola, por mais que antes eu desejasse uma tragédia que á destruísse, agora eu sinto muito a sua falta, de aparecer lá e ter sempre algumas birras, dos gritos irritantes da Brianna, ou das brincadeiras idiotas do Dylan, de minha mãe...

Sinto uma lagrima molhar meu rosto, mais trato de enxuga-la quando sinto o Jeff se mexer, me levanto indo pegar uma roupa, pego uma calça jeans uma lingerie vermelha, e uma camisa de lã preta que tinha alguns detalhes, peguei minha toalha e fui ao banheiro, olho-me no espelho acima da pia, eu nunca tinha sido vaidosa, mais nunca me ache tão feia e descuidada. Deslizei minhas mãos pelos meus cabelos alaranjados, eles estavam sem vida, e muito maltratados. Suspiro começando a retirar minhas roupas, e entro debaixo do chuveiro e aproveito as gotas de águas, as sentindo relaxarem meus músculos, aproveito e lavo meus cabelos com os produtos que achei entre as roupas que recebi. Quando termino enxugo meu corpo e meus cabelos, me visto com a roupa que escolhi e volto ao espelho, começo a escovar as pequenas ondas de meus cabelos, os mesmo exibiam um brilho que disfarçava todo o descuidado, estavam mais bonitos depois da lavagem, como estavam úmidos, os deixei soltos, escovei meus dentes com a escova que tinha ganhado, e quando finalmente termino deixo o banheiro, vejo o Jeff já acordado sentado na lateral da cama mexendo num celular, quando percebe minha presença me fita por cima dos olhos e volta sua atenção no que seus dedos faziam na tela do celular.

Eu ainda sinto repugnância, raiva, nojo dele, meu maior desejo é vê-lo morto, e não posso negar que agora passo os meus dias temendo ao que me pode acontecer, mais não posso ser desagradável, ou custará minha cabeça.

 – Boa tarde! – Digo evitando ter contato visual.

Ele apenas se levanta com a mesma expressão amargurada de sempre e vai até seu guarda roupa, ele escolhe uma roupa e pega uma das toalhas limpas e vai até o banheiro, ele nem se incomoda em fechar a porta e em alguns segundos ouso a água se chocando com o chão, suspiro indo até a cama para arruma-la e depois me sento na lateral para espera-lo, eu não posso sair daqui sem ele. Eu ainda vou fugir daqui, algum dia eu sei que vou.

Eu calcei uns all star preto e continuei á espera por ele, até que finalmente depois de alguns minutos o vejo deixando o banheiro já vestido enquanto enxugava o cabelo com a toalha que estava sobre seus ombros, quando termina a joga em qualquer canto e o observo ir até a porta.

 – Ande logo. – Ele diz já abrindo a aporta.

Eu me levantei da cama e fui até ele, seguimos pelo corredor extenso e descemos até a sala onde já havia alguns deles reunidos, Jeff se aproxima por trás do sofá dando um belo tapa na nuca do tal Ben.

 – Jeff, filho de uma puta. – Ele diz passando a mão no local onde ele bateu na tentativa de aliviar a ardência.

 – Boa tarde Kris. – Eyeless me cumprimenta num tom de deboche.

– Boa tarde! – O cumprimento de cabeça baixa.

 – Como está uma graça hoje! – Ouso aquela voz já bem familiar e sinto algo tocar meus cabelos.

Eu me viro rapidamente e vejo L.J com aquele seu sorriso sinistro ainda com uma mecha de meus cabelos entre os dedos.

 – Deixem á em paz, eu estou com fome. – Jeff diz pegando-me pelo pulso e me arrastando até a cozinha.

Assim que chegamos lá sou recebida por um grande sorriso da Nurse.

– Oi... – Falo num tom baixo tentando ser educada.

 – Olá querida! – Ela diz mantendo um sorriso.

– Nurse, vem aqui. – Vejo a Nina adentrar a cozinha indo até ela, quando percebe minha presença a mesma sorrir gentilmente e deixa novamente a cozinha levando a Nurse.

– Faça algo para mim e para você. – Jeff diz se sentando á mesa.

– Não estou com fome. – Minto.

– Não perguntei. – Responde rude – Agora faça.

Eu cerrei os punhos segurando toda a vontade de pular naquela mesa e aprofundar uma faca naquele desgraçado, e vou até os armários pensando em algo fácil de fazer com as pouquíssimas coisas que há aqui, então abro a portinha e me deparo com vários alimentos amontoados desorganizadamente.

– Vocês compraram – Digo num tom baixo meio surpresa.

– É... – Ela dá uma breve pausa e em seguida ouso um riso – “Compramos”.

Eu amo cozinhar, acho que pelo menos isso vai me distrair de tudo.

 – O que você quer? Um almoço, ou um café da manhã reforçado? – Pergunto retirando algumas coisas de dentro dos armários.

– Um café da amanhã. – Responde.

Eu vou até a geladeira e vejo tudo bagunçado, alguns dos alimentos amassados pelo peso dos outros, então tiro tudo que irei precisar colocando sobre a bancada e começo a preparar tudo. Em alguns minutos já estava quase tudo pronto, quando ouso o Hoodie adentrar a cozinha.

– Que cheiro... Também quero. – Ele diz num tom brincalhão.

– Arranje por sua conta própria alguém para cozinhar para você. –Jeff diz – O que você quer?

– Achamos o local. – Ele fala, dessa vez serio – Precisamos de você mais tarde. São vários.

Ouso aquele riso diabólico do Jeff que fez um calafrio percorrer pelo meu corpo, e levo o que já tinha preparado para a mesa. Um pouco curiosa para saber do que eles estavam falando.

– Claro! – Ele apenas disse mantendo um sorriso perverso – Vamos pegar esses malditos desgraçados.

Ele acena e se levanta me deixando novamente á sós com o Jeff.

Eu terminei tudo e voltei á mesa, coloquei tudo sobre a mesma e enchi sua xicara com um pouco de café.

– Agora se sente. – Ele diz levando á xicara ao encontro dos lábios.

– Eu...

– Eu mandei você sentar. – Ele me interrompe.

Eu o obedeço disfarçando minha raiva o máximo que eu podia e assim tomo meu café da amanhã em silêncio evitando olhar em sua direção, quando terminamos me levanto da mesa e pego alguns pratos e me viro indo lentamente até a pia quando ouso alguém vim correndo e sinto uns braços pequenos envolver minhas coxas me fazendo parar em imediato.

 – Kris. – Ouso a doce voz da pequena Sally.

Eu me viro com um sorriso surpreso por aquela garotinha ter se apegado á mim com tanta facilidade, ponho as coisas de qualquer jeito na pia e volto até ela.

– Olá! – Falo com o primeiro sorriso sincero que já dei aqui nessa casa. Eu me agacho em sua frente e retribuir o abraço, quando desfazemos me levanto e vejo o Jeff nos fitando com a sobrancelha arqueada.

– Que bom que vai ficar aqui com agente. – Ela diz sorrindo.

Eu levo meu olhar ao Jeff que continuava nos encarando com uma expressão sarcástica.  Voltei meu olhar á ela mantendo um sorriso, ouvimos alguém na sala chamar por ela, a mesma bufa fazendo uma carinha de preguiça o que me faz rir um pouco.

– Tchau tia! – Ela diz deixando a cozinha.

Eu volto à mesa pego o restante das coisas sendo observada pelo Jeff e depois vou a pia e começo á lavar os pratos, peguei esponja já molhada e com um pouco de sabão liquido e comecei a lavar cuidadosamente um prato de louça quando sinto uma mão em um lado de meu quadril e sua respiração quente em meu pescoço, eu senti um arrepio correr pela minha nuca e a vontade louca de virar com tudo e meter aquele prato nele mesmo que ele me matasse depois, mais meus músculos estavam imóveis, eu não conseguia me mover, eu segurei a respiração apenas sentindo seus dedos apertar levemente meu quadril.

– Ela não é tão doce e ingênua quanto você, Kris. – Ouso sua voz rouca chegar a meus ouvidos em seguida percebo ele inclinar a cabeça um pouco mais e sinto um beijo ser dado em meu pescoço, e assim ele me solta me deixando só naquela cozinha.

Eu finalmente solto a respiração sentindo algumas lagrimas que eu não conseguia mais segurar caírem de meus olhos e passo as costas de minha mão com força em meu pescoço na tentativa de tirar aquele monstro de mim.

Ele parece não me suportar ver sorrindo, ele faz de tudo para eu me sentir um lixo desprezível, sempre.

– Oi! – Eu me viro rapidamente e vejo a Nurse adentrando a cozinha com a Zero.

 – O Jeff também te obrigou a lavar a louça?– Nurse pergunta sentando-se na bancada.

– Não... – Dou uma breve pausa pondo os pratos já limpo num canto – Eu só faço mesmo...

Ouso o riso da Zero mais a ignoro voltando a enxaguar as louças.

– Essa garota não vai aguentar mais uma semana aqui.

Eu não dou muita importância, e continuo o que fazia.

– Bem eu preciso ir falar com o Slender. Tchau Kris! – Sua voz saiu com certo sarcasmo, e a ouso deixar a cozinha.

– Não liga querida! Ela só está incomodada por está tão perto de uma vítima e não poder mata-la.

Nossa! Ajudou-me muito Nurse, valeu!

– Não ligo – Apenas digo terminando de enxaguar os últimos pratos.

Percebemos alguém adentrar a cozinha e dessa vez era o Toby, ele estava sem a máscara e aquilo de alguma forma era estranho.

Ele e a Nurse deram inicio a uma conversa que eu não me incomodei em saber do que se tratava e finalizei o que fazia, enxuguei e peguei todos os pratos para ir organiza-lo no armário, quando me virei para ir até ele, meu olhar acaba se cruzando com o do Toby que me fitava fixamente, eu sentir meu rosto encolher de vergonha e desviei o olhar indo até o armário, o coloquei organizadamente dentro do mesmo quando terminei partir para a parte dos alimentos que estavam amontoados desorganizadamente, arrumei tudo sendo incomodada por aquela sensação de está sendo observada, eu até olhava disfarçadamente ás vezes por cima do ombro e lá estava ele me encarando, eu apressei o que fazia, aquele constrangimento parecia aumentar cada vez mais. Ele não poderia ao menos disfarça? Tornaria tudo menos constrangedor. Mais por que me olhava tanto?

Eu finalmente terminei o que fazia, e fecho a porta do armário me virando na direção deles.

–Com licença – Digo indo apressadamente até a saída da cozinha.

– Até mais querida! – Ouso a Nurse dizer antes que eu saísse da cozinha.

Eu sigo até a sala, onde estavam alguns deles reunidos, eu olhei a minha volta conferindo que o Jeff não estava eu só quero ficar um pouco sozinha longe disso tudo, nem que seja por uns míseros segundos de toda essa insanidade e loucura.

Eu percebi o olhar psicótico e odioso da Zero sobre mim desde o momento em que compareci nessa sala, mais evitei olha em sua direção, uma confusão é a última coisa que quero aqui dentro. Atravessei a sala sem dirigir uma palavra á ninguém, e subi até o andar do quarto do Jeff rezando para que ele não esteja lá, quando cheguei ao corredor que dava ao quarto dele estava o Masky e o Eyeless conversando, eles pareciam animados.

– E onde se localiza essa cabana? – Ouso o Masky perguntar.

– Não muito longe, iremos todos, estão em bando e imagino que muito bem armados – Eyeless responde com uma passividade incrível.

– Será uma ótima visita de boas vindas ao território á esses malditos caçadores – Masky diz acompanhado de um riso maldoso.

Então é isso. Caçadores.

Eu passo por eles mantendo meu olhar reto e vou até o quarto o adentro soltando um suspiro quando percebo a ausência do Jeff e fecho a porta atrás de mim me aproximo da cama e me deito de barriga para cima e fitei o teto como se ele fosse a coisa mais importante no mundo naquele momento.

Que seja trucidado esses malditos filhos de umas putas essa noite, principalmente o meu querido assassino sorridente.

De qualquer forma eu preciso achar uma forma de sair desse lugar.

Me levanto da cama afobada e vou diretamente á varanda, me aproximo da sacada e fito por alguns segundos o horizonte procurando a direção que percorri ontem com o Jeff, em seguida apoio minhas mãos nas mesmas e me inclino para frente para ver a distancia da sacada para o chão, e na parede tinhas batentes que dividia os andares, dava para mim descer até o batente do segundo andar e pular para o chão.

Ergo-me novamente com um sorriso já me imaginando correndo para minha liberdade me afasto da sacada com passos pequenos, e quando ia dá mais um passo, sinto alguém atrás de mim. Eu me viro rapidamente com o susto e vejo o Jeff me fitando com a sobrancelha arqueada.

– O que está fazendo? – Ele pergunta num tom rouco meio intimidador.

– E- Eu estava procurando o Smile – Minto.

– E por quê? – Ele pergunta incerto se aproximando lentamente de mim.

– Eu o achei... Interessante. – Digo me lembrando daquele sorriso psicótico.

– Ele é realmente uma graça.

Eu engolir em seco sentindo sua aproximação e dou um passo para trás sendo barrada pela sacada. Ele põe suas mãos asquerosas em cada lado de minha cintura e me puxa para ele, eu estava estática, minha vontade era me jogar de lá de cima para polpa meu corpo de sentir as suas mãos monstruosas nele, ou melhor, empurra-lo, mais perto dele eu tenho a força de uma pluma.

Suas mãos desceram de minha cintura para minhas nádegas eu abafei um suspiro, o que deveria ser nojo, mais eu sentia uma coisa diferente, na verdade muitas coisas e sensações diferentes estavam acontecendo comigo naquele mesmo momento. Eu senti meu rosto ruborizar enquanto eu mantinha meus olhos presos aos seus que transmitia apenas malicia.

Sinto uma de suas mãos passarem por debaixo de minha blusa e subirem até meu seio esquerdo e o apertar, eu estava imóvel, eu não conseguia movimentar um musculo e meu corpo parecia esquentar a cada movimento dele, até que ele á desce novamente e arregalo os olhos quando a mesma desabotoa minha calça rapidamente e ele a põe por dentro de minha calça, e sinto seus dedos pressionarem meu clitóris e começa a fazer movimento circulares eu não consegui segurar alguns gemidos bem baixos, até que sentir seu dedo me penetrando.

– Pa- Pare! – Peço colocando a mão contra sua barriga para tentar empurra-lo. O que foi em vão.

Tentei fechar as pernas mais suas mãos não saia dali por nada e o movimento de vai e vem de seus dedos foi se tornando cada vez mais rápido, o suor já brotava em minha testa. Tem algo de errado comigo.

– Não é o que seu corpo pede. – Ele diz num tom rouco.

– O – O que?! – Pergunto quase num sussurro dessa vez apertando sua camisa em minhas mãos.

 – Observe. – Ele diz retirando seu dedo de mim e levanta na altura de nossos rostos.

Eles estavam molhados. Meu corpo havia traído minha mente, eu nunca tinha me visto tão repugnante.

Eu passo por baixo de seu braço e tento correr dali, mais me esqueci daquele pequenino detalhe. O Jeff é bem mais rápido que eu.

Ele segurou meus cabelos e me virou para ele me colando em seu corpo, sentir os fios de meus cabelos se arrebentarem em sua mão fez de alguma forma eu sentir minha intimidade latejar, seu sorriso maldoso ainda permanecia direcionado á mim, e assim suas mãos soltam lentamente meus cabelos, eu aproveito para empurra-lo.

– Por - Por favor! – Suplico caminhando lentamente de costa mantendo as mãos estendida em sua direção para que ele se mantivesse afastado. – Me deixa em paz.

Eu sinto minhas pernas tocarem algo, eu então viro o rosto para ver o que barrava minha fuga, e assim vejo a cama bem atrás de mim. Péssimo lugar para se está perto nesse momento.  Eu volto a encara-lo novamente ele já estava praticamente colado em mim, ele sorriu malicioso, e deu mais um passo e minhas mãos que estavam estendidas tocaram seu abdome. Ele então num ato rápido me jogou na cama e cobriu meu corpo com o seu.

– JEFF, POR FAVOR! ME SOLTA – Imploro batendo em seus ombros, já desesperada, eu não quero... Quero?

– Não se faz de difícil vadia. – Ele diz me encarando e segura meus pulsos acima de minha cabeça.

– Eu não sou nenhuma vadia, eu era virgem até você me encontrar, se eu sou realmente vadia, eu me tornei agora. POR SUA CAUSA. – Grito irritada. Mais quando repenso no que disse, mordo a parte interna de minha bochecha. Eu perdi amor à vida.

Sinto um tapa ardido ser dado em meu rosto fazendo minha boca partir e eu sinto o gosto metálico em minha língua.

– É, você é a minha vadia – Ele diz e assim me dá outro tapa, e então sinto seus lábios tocarem os meus o que me faz arregalar os olhos, sinto sua língua em meus lábios lambendo todo o sangue que escorria de minha boca.

Ele puxa minha blusa deixando amostra meu sutiã, eu tento novamente sair debaixo dele mais ele me imprensa ainda mais e assim puxa a minha calça que já estava desabotoada me deixando apenas de lingerie.

– Je- Jeff... – Meus olhos já estavam embaçados de lágrimas. – Nã- Não, por favor...

Ele puxou meu sutiã, abrir poderia ser muito difícil é isso?

Sua mão agarrou meu seio esquerdo o apertando, eu abafei um gemido de dor pela força que usava, mais não era tão ruim... Era algo, diferente. Seus dedos apertavam o bico eriçado de meu seio, sua boca chega ao meu pescoço fazendo um arrepio correr pela superfície de minha pele. Sinto sua outra mão descer pela minha barriga até chegar a minha calcinha e assim ela a rasga, sinto o tecido fino assar minha pele e o mesmo joga o que restou de minha calcinha no chão.

Meu corpo arqueja quando sinto ele colocar o dedo novamente em minha intimidade e depois coloca o outro, dessa vez as lagrimas já caiam pela lateral de meus olhos, eu tentei novamente fechar as pernas, só que dessa vez ele os retirou e os enfiou na boca.

– Pare, por favor! – Peço me sentando na cama.

– Vire- se! – Ordenou. Seu olhar frio permanecia sobre o meu. Nada era capaz de quebrar toda essa monstruosidade dele.

– O- O que?! – Pergunto assustada.

– Obedeça!

– Jeff... – Sussurro. – Por fav...

– Agora porra. – Me interrompe.

O obedeci mantendo os olhos fechados, na tentativa de me desligar daquilo. Mais era quase impossível, sentir suas mãos em minhas costas me obrigando a ficar de quatro, e quando finalmente estava na posição sinto uma palmada em minha bunda, eu mordi meu lábio inferior segurando o gemido de dor, e ouso o som de um zíper sendo aberto, o que me desperto, eu arregalei os olhos, sentindo minha respiração ficar ofegante, meu peito subia e descia rapidamente, até que sinto seu membro roçar em minha intimidade.

– Implore... – Ouso sua voz rouca em meu ouvido. Sinto seus dedos entre meus cabelos e assim ele os puxa me fazendo arquear cabeça. – Eu sei que quer.

– Não... Por favor, não! – Sussurro.

 Por mais que eu negasse aquilo estava se tornando bom. Muito bom.

– Claro que quer.  – Sinto sua língua em meu pescoço o que fez minha intimidade latejar intensamente, mais antes que eu disse ou fizesse algo, o sentir me penetrando de forma brusca, ele estava bem fundo. Eu soltei um gemido alto, e ele começou com estocadas fortes, suas mãos estavam em cada lado de meus quadris me levanto para frente e para trás, o que deveria ser nojo e ódio daquele maldito miserável, estava se tornando... Prazer?

Meus gemidos estavam se tornando mais altos e mais prazerosos, seus movimentos iam se tornando cada vez mais rápidos, eu empinei meu traseiro na tentativa de tê-lo ainda mais dentro de mim.

– Geme para mim vadia. – Sinto suas estocadas ficaram cada vez mais forte.

Eu já estava em êxtase, eu não sei realmente como e o que ele está fazendo comigo, mais eu quero que continue.

–Je... Jeff – Gemi seu nome ofegante sentindo o calor de nossos corpos se encontrando.

Suas estocadas iam se tornando cada vez mais violentas, e mesmo meu corpo está quase se quebrando de tanta dor ele o implora por mais.

Eu sinto o liquido quente do orgasmo sair de mim, sinto assim meu corpo pesar de cansaço, mais ele não parecia ter chegado a seu limite, sinto seus dedos pressionares contra meu quadril e ele me puxa fazendo-me sentar sobre ele sem desencaixar nossos sexos, seu membro estava tão fundo eu sentia uma leve ardência mais por alguma razão aquilo era bom, eu me apoio com as mãos em seu antebraço, sinto sua mãos subir de minha nuca á minha cabeça e ele puxa meus cabelos com certa força, senti alguns fios se romperem sua boca se aproxima de minha orelha e o mesmo ofega ali me deixando ainda mais descontrolada, sua velocidade foi diminuindo mais compensava na força que usava na penetração e por mais que eu já estivesse exausta, eu sentia um louco desejo pelo o assassino de minha mãe, pelo cretino que ferrou minha vida.

Eu finalmente respirei cansada, imaginando que seria ali o final daquela loucura desprezível, mais ele puxou minha perna me levantando um pouco de cima do mesmo e me virou de frente para ele fazendo-me sentar novamente sobre ele, eu gemi baixo sentindo aquela sensação que me levava a loucura. Seus olhos pareciam arder como o fogo, o suor brotava em sua testa, sentir sua mão pressionar contra minha coxa, meu cabelo cobria meu rosto ele fez total questão de retira-lo para ver a expressão de uma verdadeira “Vadia”, era o que eu estava sendo naquele exato momento. Ele prossegue num ritmo lento, minhas pernas envolve sua cintura meio que no automático, eu não quero parar agora. Ele aperta minha coxa que agora estava envolta de sua cintura seu ritmo iam acelerando cada vez mais, eu apoio minhas mãos em seus ombros para sustentar meu corpo fraco, ele sobe lentamente a mão de volta á minha cintura me ajudando no movimento de “sobe e desce” seu olhar é tão intimidador, tão psicótico, tão sarcástico e malicioso, tão... Provocante.  Eu segurei alguns gemidos alto tentando não me demonstrar frágil diante seu olhar que queimava ao se encontrar com os meus. Mais foi difícil, muito difícil, eu gemi alto.

Meus seios médios pulavam com o movimento diante seu rosto e sinto o abocanhar um deles, ele sugou de forma agressiva deixando-me ainda mais excitada, ouso seu gemido abafado contra meu seio, grito um pouco mais alto sentindo minha intimidade ficando ainda mais sensível, o mesmo aperta minhas nádegas com as mãos fazendo-me quicar ainda mais forte sobre ele e acabo sendo levada por mais um orgasmo o sentindo gozar agressivamente dentro de mim, sua boca finalmente deixa meu seio, estávamos bem ofegantes ele diminuiu o ritmo, eu já não consigo manter-me firme, ele assim para e me levanta de cima dele como seu não pesasse nada e me deita sobre a cama, o mesmo então cobre meu corpo com o seu apoiando suas mãos em cada lado da cama para não deixar seu corpo cair sobre o meu e o observo abrir um sorriso canalha.

– Boa garota! – Ele diz rouco.

Eu bufei ainda exausta, essas poucas palavras foi o suficiente para me ver como uma completa prostituta.

Ele alarga ainda mais seu sorriso e se levanta indo lentamente até a porta do quarto enquanto abotoava sua calça, depois que deixa o quarto sinto uma lagrima quente rolar pela lateral de meus olhos, agora que toda a intensidade do momento se foi, nunca me sentir tão repugnante e imunda. Que diabos eu fiz?

– Droga! Maldito, cretino! – Digo amassando os lençóis em minhas mãos tendo meu rosto molhado por minhas lagrimas.

Eu me sento com bastante dificuldade pela dor que sentia em minha intimidade, puxo o cobertor até o pescoço.

– Essa é a última vez que você toca em mim... – Digo entre os dentes –... Jeff.

Continua...


Notas Finais


Eu sei está horrível, e bem maldoso O.o Pelo menos para mim. Hihi

Gente, a primeira vez que escrevo algo assim, desculpem eu tá ^^
Maya coisinha pervertida, está aí. Satisfeita?
Perdoem-me se ofendi á moral de alguém, mais seria bom se desse outra olhada nos avisos antes de continuar acompanhando a fic.
Enfim, é isso, espero que dê para me perdoar, sabe que amos vocês :D ♥♥
Kissus my killers ^^

S2


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