História Casa 89 - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Suga
Tags Fluffy, Sobi, Yoonseok
Exibições 139
Palavras 781
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Ficção, Fluffy, Romance e Novela, Shonen-Ai, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Primeira fanfic que eu realmente sinto que vai pra frente... não que eu tenha escrito muitas outras.

Mas eu realmente espero que gostem, e, se gostarem, comentem, eu quero saber o que vocês têm a dizer <3

Capítulo 1 - -Capítulo 1 - Prólogo-


Hoseok estava mais alegre que o normal hoje,

Sua mãe o disse logo na mesa do café da manhã, que a casa desocupada em frente a sua iria ganhar um inquilino novo, e só faltou ele dançar de felicidade. Um garoto com seus dezesseis anos e meio, ansioso para a chegada de um vizinho? Sim, a falta de vizinhos da sua idade implicou numa empolgação fora do comum com a expectativa de ter algum adolescente vindo a residir na casa à sua frente, principalmente no início dessas férias de verão tediosas em que se encontrava. Seus vizinhos sempre foram casais de velhinhos, casais jovens com bebês extremamente pequenos - que vira crescer ao longo do tempo – ou homens e mulheres solteiros, todos os que vieram para esse canto mais remoto de Gwangju em busca de sossego, Hoseok conhecia e tinha uma relação boa, até. Mas sossego era totalmente o contrário do que o adolescente buscava.

Tinha amigos na escola, poucos, mas verdadeiros, eram eles que o ajudavam a recuperar as notas baixas no fim de ano, o convidavam para as festas (mesmo que não pudesse ir) e o acompanhavam todo recreio, ou davam aquele apoio quando estava mal. Mas o que Jung Hoseok realmente queria era alguém que morasse perto, para que em um de seus súbitos momentos de loucura pudesse visitar, ou convidasse para caminhar por aí sem precisar de todo aquele planejamento prévio, ou até mesmo dançar com ele quando resolvesse passar na sua casa de uma hora para outra. Sim, dançar era uma boa ideia! Se o novo vizinho – ou vizinha - não soubesse dançar, poderia ensinar-lhe o que aprendia nas suas aulas de dança, ou se simplesmente não gostasse, o faria gostar!

Seu amor inexplicável por quase todas as pessoas do planeta não estava o ajudando muito com sua ansiedade, já adorava o novo vizinho e nunca o viu! Isso já era demais, mas não podia se controlar, era capaz de gostar de qualquer um que sorrisse para si, mesmo que o ‘novo amigo’ sorrisse só em pensamento.

Mas logo para pra pensar, estava criando expectativas demais, não? E se fosse mais um casal de idosos buscando a calmaria que essa região da cidade proporcionava? Ou um homem ou mulher qualquer?

O garoto vai se frustrando mais e mais com os súbitos pensamentos pessimistas, mas não pôde evitar, pois ainda existe o fato de que o novo amigo pode não ficar por muito tempo; A casa em questão não era bem vista por qualquer um que já estivesse a algum tempo morando nas redondezas. Ninguém sabia exatamente o que acontecia lá dentro para ninguém ficar mais que três meses, e o máximo de informação que o garoto conseguiu foi que “ela fazia muitos barulhos à noite”, isso dos últimos dez inquilinos que já passaram pela casa 89 de alguma divisão qualquer da estrada Yudeongno, em Gwangju.

Hoseok é retirado de todos os seus pensamentos quando vê, pela janela do quarto, um carro se aproximando da casa à frente, e logo toda a inquietação que estava tentando segurar por todas aquelas horas volta em um flash, e desce as escadas na mesma velocidade, não tropeçando por algum bom acaso, logo abrindo a porta de casa e vendo que o carro preto e grande estacionava na garagem, e dois caminhões de mudança estacionavam logo atrás.

Primeiro saiu do carro um homem de cabelos negros e curtos e expressão cansada e amigável, depois uma mulher razoavelmente baixa, com cabelos castanhos e olhos doces...
“Quando vai sair?” Pergunta, internamente, quando não vê nenhum garoto ou garota da sua idade saindo do carro, e logo toda a empolgação dá lugar à frustração de ter que passar mais um bom tempo sem nenhum amigo nas redondezas, talvez até a vida toda... mas presta atenção nas ações que o casal toma.

O homem abre a porta malas, e enquanto a mulher retira de lá algo que não deu para Hoseok enxergar, o homem dá a volta no carro e pega um jovem no colo, que estava sentado no banco de trás.

Um jovem.

Hoseok reprimiu o grito de felicidade que sua garganta quase liberou, e esperou um pouco para que saísse correndo e cumprimentasse o possível novo amigo. Que fosse para o inferno a etiqueta!

Mas, espera...

A mulher mexe no objeto – de aparência grande e pesada – e o deixa no chão, seu corpo bloqueando a visão de Hoseok, e logo o homem coloca o garoto sentado ali. Quando os dois se afastam para pegar a bagagem Hoseok é capaz de ver. Seu novo amigo é muito bonito e fofo, mas, principalmente...

Seu novo amigo era cadeirante.

É, Hoseok teria que adaptar seus planos.


Notas Finais


Espero que tenham gostado <3
Comentem o que acharem que preciso consertar <3


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