História Casa Cheia - Capítulo 46


Escrita por: ~

Postado
Categorias Johnny Depp
Tags Comedia Romantica, Johnny Depp
Exibições 149
Palavras 1.331
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá leitoras! Mais um capítulo pra vocês, espero que gostem!
Não ia postar hoje, mas por um pedido especial, estou postando kkk
Boa leitura! ♥

Capítulo 46 - Uma inusitada surpresa


Fanfic / Fanfiction Casa Cheia - Capítulo 46 - Uma inusitada surpresa

(...)

- Uau... - Poliana disse ao nos ver de mãos dadas. - Quando ia me contar sobre seu novo relacionamento, Johnny? - ela parecia muito tranquila, tranquila até demais.

- Logo, só não achei que seria assim.

- Não é maravilhoso? - Jane me abraçou sorrindo.

- É sim. - Poliana disse. - Meus parabéns ao casal. - ela sorriu.

- E o que faz aqui no cinema sozinha? - perguntei.

- Ah não, não estou sozinha.

Logo em seguida vejo um homem se aproximar de nós. Era o mesmo homem que apareceu em nossa casa nos explicando tudo depois daquele fatídico dia.

- Olá, Johnny! Que bom te ver de novo. - ele me abraçou, só não conseguia me lembrar do nome dele.

- Johnny, lembra do Tom? - Poliana disse.

- Ah sim, mas é claro! Como vai? - fui educado.

- Estou ótimo, pra falar a verdade. - ele disse segurando a cintura de Poliana.

- Tom, essa é a Jane. - a apresentei.

- Muito prazer. - ele disse e Jane sorriu.

- Vocês... estão juntos? - perguntei.

- Parece que sim. - ele disse rindo pra Poliana. Ela revirou os olhos sorrindo.

- Sim, estamos.

- Nossa, que... boa notícia.

- Obrigado, cara. - ele disse. - Bom, acho melhor acharmos nossos lugares. Bom filme! - eles foram até seus lugares.

- Obrigado. - meu sorriso se desfez.

Nunca imaginei que isso aconteceria, foi uma grande surpresa pra mim. Eu apenas encarava os dois indo até seus acentos.

- Vamos, o filme já vai começar. - Jane disse.

- Ah sim, claro. - saí de meus devaneios e fomos até nossos lugares.

Poliana e Tom estavam sentados à duas fileiras abaixo de nós. Agiam como um verdadeiro casal. De mãos dadas, se beijando, rindo um para o outro.

O filme começou e eu não conseguia prestar atenção nele. Minha atenção estava voltada para o casal a minha frente. Por que ela não me contou? Quando ia contar? Como que ela encontrou Tom?

De repente os dois começam a se beijar, se beijavam de dois em dois minutos. Eles vieram pra cá pra se beijar ou pra ver o filme?!

- Parece que não está gostando muito do filme. - Jane disse.

- Na verdade não muito, vamos embora? - só queria sair dali.

- Por que? O filme acabou de começar. Vamos curtir um pouco isso juntos. - Jane insistiu.

- Tudo bem.

Jane se recostou em meu ombro e automaticamente minha atenção voltou para Poliana e Tom. Os dois riam, se abraçavam, beijavam mais do que outra coisa. Eu estava desconfortável, cinema não é lugar pra isso, é falta de respeito!

(...)

Depois de duas horas, o filme já havia terminado e eu não fazia ideia do que se tratava. Jane levantou da cadeira falando sobre o filme e eu apenas concordava, mas não entendia uma palavra do que ela dizia.

Quando chegamos na saída, encontramos Poliana e Tom.

- O que acharam do filme? - Poliana disse.

- Muito bom. - Jane disse. - Não é, Johnny?

- Claro, claro. - eu disse baixo.

- Eu adorei o filme. - Tom disse encarando Poliana e a beijando.

- Como adorou se mal viu ele direito?! - eu deixei escapar.

- Como? - Poliana disse.

- Quer dizer... Esse filme não é apenas para ser visto, e sim sentido. Deve-se analisar todo o contexto com cuidado e prestar atenção nos mínimos detalhes. Poucas pessoas fazem isso. - tentei consertar, mas só fiz papel de idiota.

- Ah sim... - Tom disse não entendendo nada.

- Bom, nos vemos em casa mais tarde. - Poliana disse.

- Não vai pra casa agora? - perguntei.

- Ah não, eu e Tom vamos sair um pouco.

- Ah, claro. Nos vemos em casa então. - saí apressado da sala de cinema.

(...)

Já eram 1:40h da manhã. Jane estava dormindo e eu estava no sofá sem conseguir dormir. Estava preocupado com Poliana, afinal é perigoso uma mulher voltar pra casa a essa hora sozinha. Ela foi com o carro, então com certeza voltou sozinha. Fico preocupado com essas coisas.

Depois de alguns minutos, Poliana aparece na porta.

- Isso são horas? - eu me levantei.

- Como é?

- É perigoso andar por aí a essa hora.

- Ih, Johnny! O que deu em você? Eu estava com o Tom, ninguém me esquartejou ainda, relaxa.

- Quando ia me contar sobre ele?

- Ele quem?

- O Tom! - elevei um pouco a voz.

- Quer parar de gritar?! - ela disse baixo. - Eu ia contar assim que tivesse certeza de que estávamos juntos.

- E agora estão juntos?

- Sim, Johnny, estamos. O que deu em você, hein? - ela disse tirando o casaco e indo até a cozinha.

- É que fiquei chateado por não ter me contado antes.

- Ah é? E você e a Jane, hein? Quando ia me contar? - fiquei sem jeito depois dessa.

- Logo.

- Pois você pareceu bem surpreso quando se deparou comigo. Não queria que eu soubesse, não é mesmo? - ela arqueou as sobrancelhas bebendo um  gole de água.

- Não agora. Você ia me dar um sermão de 20 minutos sobre como eu sou idiota, imaturo, inconsequente...

- Essas palavras estão saindo da sua boca.

- Mas com certeza você pensou isso.

- Johnny, eu não ligo. Não quero saber da sua vida amorosa, você é um homem adulto. Pelo menos sabe o que está fazendo? - ela me perguntou. Pensei e disse:

- Sei, claro.

- Então tá. Não vou me meter nisso, tenho mais o que fazer. Só não diz que eu não avisei. - ela subiu para o seu quarto.

(...)

No dia seguinte, acordei com Poliana falando ao telefone. Ela ria e se divertia falando com sei lá quem. Provavelmente com Tom.

- Dá pra falar mais baixo?! Eu quero dormir! - eu disse irritado.

- Cala a boca, Johnny, eu estou no telefone! - ela gritou e continuou a falar. Bufei e me cobri com o cobertor.

Consegui adormecer novamente e acordei com o cheiro do café na cozinha.

- Bom dia. - Jane disse ao me ver chegando na cozinha.

- Nossa, quanta coisa gostosa. - sentei na mesa cheia de variedades.

- Apenas um presentinho pelo passeio incrível de ontem. - me beijou. Eu apenas sorri.

- Bom dia. - Poliana surge na cozinha.

- Bom dia. - eu disse mal humorado.

- Nossa, parece que alguém está nervoso. - ela me provocou.

- Por que não foi você que acordou contra a sua vontade com risadinhas no seu ouvido.

- Hum... Parece que alguém está com ciúmes aqui... - ela disse cantarolando e saindo da cozinha.

- Ciúmes?! - Jane disse me encarando.

- Ciúmes?! - eu repeti. - Não é nada disso, Jane. Ela só está me provocando. - fui até a sala, Poliana estava sentada no sofá.

- Dá pra parar de falar isso na frente da Jane? De onde tirou que estou com ciúmes? - eu disse levemente irritado. Odeio quando as pessoas colocam palavras na minha boca.

- É só ler a placa fluorescente com lâmpadas led na sua testa. - ela disse sem olhar pra mim.

- Não sei em que mundo você vive, mas eu estou com Jane. Ciúmes de você é uma coisa que não está no meu vocabulário. - eu disse mais calmo. Ela só fazia isso pra me irritar. É o passatempo preferido dela.

- Ótimo, por que ele vem jantar com a gente essa noite. - ela disse tomando um gole do seu café.

- Hoje a noite? - perguntei.

- Que parte do "essa noite" você não entendeu?

- Que ótimo, jantar de casais! - Jane brotou ao nosso lado nos dando um susto. Poliana sorriu sínica e irônica pra ela, o que não é nenhuma novidade.

- É... ótimo. - eu disse nada animado.


Notas Finais


Até mais, amores! ♥


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