História Casa Cheia - Capítulo 47


Escrita por: ~

Postado
Categorias Johnny Depp
Tags Comedia Romantica, Johnny Depp
Exibições 194
Palavras 2.443
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá leitoras! Mais um capítulo pra vocês!
E gostaria de informar que HOJE TEM! kkkkk
Espero que gostem, boa leitura! ♥

Capítulo 47 - Impulso incontrolável


Fanfic / Fanfiction Casa Cheia - Capítulo 47 - Impulso incontrolável

(...)

A noite caiu e todos já estávamos arrumados. Poliana queria que fosse perfeito, e por incrível que pareça, Jane também. As duas arrumavam as coisas na mesa de jantar. É a primeira vez em meses que usamos a mesa de jantar. Ela fica no canto da sala, ao lado da janela perto da escada, mas nunca comemos ali, mas como Poliana disse: "é uma ocasião especial".

Tudo arrumado e a mesa já estava pronta. Poliana passou a tarde toda cozinhando e tudo parecia delicioso.

De repente a campainha toca.

- Johnny, se comporte. - ela se direcionou a mim. - E Jane, tente não me acertar com a pia da cozinha hoje, ok? Aja como se fosse uma pessoa legal. - Jane bufou indignada.

- Poliana! - eu a repreendi.

Poliana nada disse, apenas foi até a porta.

- Oi Tom! - ela o abraçou e o beijou.

- Oi amor! - ele disse. O casal se aproximou de nós.

- Olá, Johnny! - ele me abraçou. - Como vai, Jane? - abraçou a Jane também.

- Estamos bem, obrigado. - sorri. Não sei por que, mas eu não gosto muito dele.

- Nossa, o cheiro está maravilhoso. - Tom disse. - Você que preparou tudo? - ele se direcionou a Poliana.

- Especialmente pra você. - ela sorriu e eles se beijaram.

- Vamos comer? - eu disse indo até a mesa.

Todos se sentaram e nos servimos. Tudo estava delicioso.

- Então, Tom. Desde aquele dia, nós não nos falamos mais. Pra falar a verdade, nem te conheço muito bem. - eu disse.

- É verdade, toda aquela confusão não fez você lembrar muita coisa sobre mim. - eu e Tom rimos.

- Do que estão falando? - Jane perguntou.

- Nada, querida, nada. - disse sem olhar pra ela. - Então, Tom, me fala sobre você.

Eu queria conhecê-lo melhor, tem algo nele que eu não gosto nenhum pouco.

- Bom, sou enfermeiro em Dinas, estou estagiando em um hospital e... - o interrompi.

- Enfermeiro? Nessa idade não acha que já deveria ser médico? Acho que alguém não foi muito bem nos estudos. - eu ri.

- Johnny! - Poliana me repreendeu e Tom semicerrou os olhos.

- Eu trabalho no hospital como enfermeiro pra pagar minha faculdade de medicina. Estou no último período. - ele sorriu vitorioso.

- Ah... entendi. - fiquei sem graça. - O que mais você faz?

Tom começou a falar sobre ele, falava sem parar. Que cara egoísta, não sabe a hora de parar?

- Fui voluntário em uma ONG de animais desabrigados em 2002, foi uma grande honra pra mim e... - o interrompi.

- Você adotou algum animal de lá? - perguntei.

- Não, na verdade eu... - o interrompi novamente.

- Nossa Tom, quanto egoísmo. Isso realmente não se faz, você deveria... - nessa hora Poliana disse:

- Nossa, que barulho é esse? Deve ser a banheira de novo, temos que consertar toda hora. Johnny, vamos lá em cima um minuto, me ajuda a resolver isso antes que a casa alague. - ela me encarou.

- Eu não ouvi nada.

- Sobe comigo pra consertar agora. - ela disse lentamente com os dentes serrados.

- Tudo bem. - franzi o cenho e fui atrás dela até o segundo andar. Estávamos no corredor entre os quartos.

- Você quer parar?! - ela disse baixo e me bateu.

- Ai! O que eu fiz? - eu disse esfregando meu braço.

- Não se faz de idiota! Você fica massacrando o Tom por nada!

- Eu só digo a verdade, esse cara é suspeito e muito estranho.

- O que?! De onde você tirou isso?! - ela se irritou.

- Olha só pra ele, todo bonzinho, nunca faz nada de errado. Ah, vamos lá Poliana, vai me dizer que isso não é suspeito?

- Eu não acredito... - ela disse rindo andando de um lado para o outro.

- O que foi?

- Você está morrendo de ciúmes! - ela apontou pra mim.

- O que?! Eu?!

- O problema não é ele, o problema é nós estarmos juntos. Você está com ciúmes de mim! Ai que gracinha. - ela apertou minha bochecha.

- Ah, Poliana, se enxerga! Por que eu teria ciúmes de você? - me aproximei.

- Me diz, você. - ela disse mais baixo e se aproximou. - Ah... Eu já entendi.

- O que? Entendeu o que?

- Você gosta de mim e queria estar no lugar do Tom. - ela me provocou.

- O que?! - eu quase gritei.

- Desculpa, Johnny, mas não vai rolar, gosto de você só como amigo, tá? - ela disse sínica me provocando e rindo logo em seguida.

- Não começa... - eu comecei a me irritar.

- Ou o que? - ela se aproximou. - Vai fazer o que... amiguinho? - ela sorriu.

- Você está me irritando, para com isso.

- Parar com o que? Eu não disse nada. - ela me provocava cada vez mais.

- Vou te mostrar quem é o amiguinho aqui.

POV - NARRADORA

Em um impulso, Johnny puxou a cintura de Poliana e colou seus corpos bruscamente. Tomou os lábios dela da maneira mais feroz que pôde. Poliana não recuou, ela segurou nos cabelos dele e o beijava com fome.

Ela enlaçou suas pernas e sem nem pensar nas consequências, ele foi levando-a até o quarto de Poliana, trancou a porta sem desgrudar seus lábios e logo em seguida a jogou na cama. Foi pra cima dela juntando seus lábios novamente, estavam loucos para  repetir a dose. Eles estavam sedentos por mais um pouco daquela noite que tiveram. Johnny segurava Poliana com toda a força, passeava suas mãos por todo o corpo cheio de curvas da brasileira. Os dois estavam ofegantes antes mesmo de começarem, e Johnny com apenas uma mão a colocou sentada em seu colo. Estavam de frente um para o outro sem nem mesmo se olharem, estavam ocupados demais se beijando como se não houvesse amanhã.

Ele deslocou sua boca até o pescoço de Poliana, fazendo a mesma encurvar sua cabeça para trás. Os lábios macios de Johnny eram arrebatadores, ele sabia muito bem como usá-los. Beijava cada centímetro dela, ele sabia o efeito que isso a causava. Não se importando com o que aconteceria depois, Johnny simplesmente rasgou o vestido que Poliana usava, tamanha era sua pressa. Ele era profissional nisso.

- Era novo, sabia? - ela disse ofegante enquanto ele beijava seu pescoço.

- Não vai precisar dele agora. - ele disse da mesma maneira que ela.

Johnny voltou sua atenção aos lábios dela e de uma só vez, tirou seu sutiã sem nem mesmo ela notar. Jogou-o longe, já que a peça só atrapalhava. Ele abocanhou sem dó os seios de Poliana, a fazendo arfar. Para ela, aquela sensação era incrível, afinal, Johnny sabe muito bem usar a boca.

Ele a deitou na cama e a mesma tirava a calça dele. Sua blusa já havia sido retirada e Poliana voltou sua atenção para o roupa íntima de Johnny que estava ali apenas como um empecilho. Ela o encarou sorrindo e rasgou a cueca dele a lançando para o outro lado do quarto.

- E se eu dissesse que ela era nova? - Johnny disse.

- Não vai precisar dela agora. - Poliana repetiu as palavras dele com um sorriso sedutor.

Em uma fração de segundos, ela se pôs em cima de Johnny, e devorou seus lábios novamente. Desceu de lá até seu tórax, em seguida a barriga, até o lugar que queria, depositando beijos e chupões por todo o percurso. Poliana segurou o membro de Johnny como se não quisesse perdê-lo. Johnny curvou um pouco as costas na cama, o simples toque de Poliana o deixava louco. Ela o encarava e fazia movimentos de vai e vem com as mãos.

- Não me torture assim, por favor. - ele disse baixo de olhos fechados.

Poliana sorriu e pôs sua boca onde Johnny desejava. Ele arfou no exato momento em que ela encostou seus lábios em seu membro. Assim como Johnny, Poliana também era ágil com a boca. Sem esperar, seu ritmo se tornou acelerado e ela usava as mãos e a boca com toda a velocidade fazendo Johnny gemer. Ele mesmo tapava sua boca para que ninguém escutasse, seus gemidos pareciam súplicas por mais.

Poliana o encarava, adorava vê-lo entregue à ela. Ela se sentia no comando e tinha Johnny na palma da mão. Ele se ajeitou na cama se sentando e segurou o cabelo de Poliana a ajudando nos movimentos. Antes que atingisse o clímax, ele puxou Poliana até seus lábios, depositando um beijo sedento ali. Ela sentou em seu colo e ele agarrou seu bumbum como se fosse um prêmio. Ele a virou rapidamente fazendo suas costas baterem de súbito na cama, Poliana arfou. Os dedos dela estavam emaranhados no cabelo de Johnny, as mãos dos dois percorriam por toda parte de seus corpos. Johnny adorou toca-la, senti-la detalhe por detalhe, memorizando cada curva e a instigando cada vez mais. Seus beijos voltaram a acelerar, Johnny a provocava roçando seu membro ao dela. Poliana gemia apenas com o toque e ela suplicava com os olhos para que ele a adentrasse. Os dois rolaram na cama até que caíram no chão. Poliana estava por cima dele, jogou seu cabelo de lado e o beijou. Durante o beijo, ela se ajeitou no membro de Johnny, a penetrando de uma vez por todas. Seus lábios que estavam grudados, logo se soltaram dando lugar aos gemidos. Ela foi fundo, estava sem paciência, cada movimento que faziam era urgente, preciso, necessário. Poliana acelerava cada vez mais, não queria que nada fosse devagar, sentou no membro dele, apoiou as mãos em seu abdômen e começou a cavalgar. Movimentos rápidos e precisos, ela precisava daquilo. Eles já suavam antes do clímax e Johnny a observava, olhando cada detalhe em seu rosto, todas as linhas de expressão indicavam um desejo inimaginável. Vê-la daquele jeito o deixava mais excitado. Ele sabia o poder que tinha sobre ela, mas também sabia o poder que ela tinha sobre ele.

Ela aumentava cada vez mais a velocidade e começou a cansar, mas não queria parar de jeito nenhum. Ela deitou no peito de Johnny, ainda com os movimentos, mas Johnny entendeu o recado, a abraçou e continuou com os movimentos. Poliana empinou o bumbum para ajudá-lo, a mesma grudou seus lábios, calando seus gemidos antes que alguém ouvisse. Johnny se movimentava quase que na velocidade da luz, ele queria aquilo tanto quanto ela. A química entre eles não havia explicação, seus corpos eram atraídos como um imã. Estavam ligados por algo que nem eles sabiam explicar. Johnny a abraçou, segurando em seus cabelos e os movimentos não cessavam um segundo sequer, cada vez mais rápidos. Sua expressão estava franzida, tamanha a força do desejo que percorria por cada canto do seu corpo. Poliana encarou Johnny, suas testas estavam coladas e eles compartilhavam seu oxigênio cara a cara. Ela segurou no tapete e o apertava de desejo, mas já não era o suficiente. Poliana afundou suas unhas no braço de Johnny, mal sabia ela que ele adorava isso. As marcas de unhas, arranhões e tapas, eram as únicas marcas que Johnny adorava ver em seu corpo. As melhores e sinceras marcas que uma mulher pode deixar em um homem, para ele aquilo era um troféu. Ela começou a gemer cada vez mais alto, mas estava alto demais, pois ela não conseguia mais segurar. Johnny a calou com um beijo, o que foi um desafio já que mal conseguiam respirar. Poliana sentiu suas pernas tremerem e começou a se enfraquecer, e quando ela ia gritar, Johnny tapou sua boca e ela pôde descontar seus gritos de tesão ali. Johnny urrou ao sentir o membro de Poliana esmagar o seu. E mais uma vez, em perfeita sintonia, eles chegaram ao clímax juntos, se derramando um no outro. O orgasmo perfeito.

Poliana caiu ao lado de Johnny com as pernas fracas e extremamente ofegante. Johnny não estava nem um pouco diferente. Os dois encaravam o teto sem saber o que dizer.

- Ai meu Deus... - Poliana disse pausadamente.

- "Amém..." - Johnny disse sorrindo e ofegante.

- Nós estamos sóbrios? - Poliana disse faltando o ar.

- Acho que sim. - Johnny respondeu da mesma maneira.

- Merda.

- Nossa... - Johnny disse pensando na transa de poucos segundos atrás.

- Você tem noção do que a gente fez? - Poliana disse.

- Com certeza.

- Meu Deus, isso tudo é culpa sua. - ela se levantou rapidamente.

- Você que me provocou. - ele sentou.

- Ah, então agora a culpa é minha?!

- Eu não fiz isso sozinho. Por que não pediu pra eu parar? - Johnny se levantou.

- Isso não vem ao caso agora, o fato é que não devíamos ter feito isso. Esqueceu que Jane e Tom estão lá em baixo?!

- Ai meu Deus... - Johnny se deu conta da situação.

- Nós estamos ferrados! - Poliana se desesperou.

- Calma! - ele segurou nos ombros dela. - Veste seu vestido e vamos voltar como se nada tivesse acontecido, ok?

- Ah, claro. Vou vestir o meu vestido sim... Ah, espera aí... você o rasgou!

- Esqueci desse detalhe.

- Pois é, garanhão.

- Veste outra roupa e diz que a banheira te molhou, já que viemos aqui pra consertá-la, certo?

- É, pode ser. - ela disse indo até o armário. Johnny a encarou, principalmente o seu bumbum. Poliana percebeu e se tapou com um lençol. - Hey!

- Desculpa, não é minha culpa. - ele levantou os ombros e Poliana serrou os olhos.

- Anda logo, vai pro seu quarto e pegue uma blusa de manga.

- Por que? - ele olhou para os seus braços arranhados. - Ah... entendi.

- Desculpa. - ela disse sem graça.

- Tudo bem. - ele sorriu pensando no momento em que ganhou os arranhões. - Vou me trocar.

- Rápido.

(...)

- Nossa, aquela banheira não tem conserto mesmo. - Poliana disse descendo as escadas com Johnny.

- É verdade, acho melhor comprar outra. - Johnny respondeu e os dois riam nervosos.

Poliana foi até Tom e deu um beijo nele.

- O que houve com seu vestido? - ele perguntou a Poliana. Johnny e ela se encararam e ela disse:

- A banheira nos molhou, tivemos que nos trocar.

- Ah sim. - Tom não desconfiou de nada.

- Onde estávamos? - Johnny disse e sorriu.

Os quatro continuaram o jantar, como se nada tivesse acontecido.


Notas Finais


Até o próximo, amores! ♥


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