História Casa Cheia - Capítulo 57


Escrita por: ~

Postado
Categorias Johnny Depp
Tags Comedia Romantica, Johnny Depp
Exibições 77
Palavras 1.161
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá leitoras! Espero que gostem desse capítulo ♥ Desculpem pela demora, final de ano é só correria.
Boa leitura!

Capítulo 57 - Lembranças


Fanfic / Fanfiction Casa Cheia - Capítulo 57 - Lembranças

POV - JOHNNY

Preparei a mesa do café e nada de Poliana voltar. O que será que ela está fazendo por aí? 

De repente, Jane entra na cozinha, ela tinha acabado de chegar.

- Bom dia, meu amor! - ela me beijou.

- Bom dia. Onde você estava a essa hora da manhã?

- Estava caminhando por aí. Onde está sua amiga?

- Poliana está andando por aí também, até agora não voltou. - dei um gole na minha xícara de café.

- Preciso que se arrume daqui a pouco. - Jane disse sentando na mesa. - Na verdade, preciso que se arrume agora. - ela levantou me puxando até as escadas.

- Mas eu ainda nem tomei café.

- Não se preocupe, quero apenas conversar com você. - ela me empurrou até o topo das escadas. - Anda, vai lá se trocar.

Vencido, fui até o meu quarto e me troquei. Desci as escadas e fui até ela.

- Poliana já chegou? - perguntei.

- Pare de pensar nela! - ela me olhou sério e disse irritada. - Vem, vamos andar um pouco. - ela me puxou até sairmos da casa.

Começamos a andar pelo bosque no lado direito da casa. Jane começou a falar sobre um monte de coisas ao mesmo tempo que, sinceramente, eu não estava dando a mínima, meus pensamentos estavam em outra pessoa.

- Johnny? Está me ouvindo? - seu tom não era nada agradável.

- Desculpa, é que ainda estou com sono.- ela bufou.

- Vem aqui. - ela me guiou até um tronco seco caído e nos sentamos ali. - Quero te mostrar uma coisa. - ela puxou da bolsa algumas fotografias.

- O que é isso? - perguntei.

- São fotos nossas no nosso primeiro ano de casados. - ela sorriu.

Peguei as fotografias e comecei a observá-las. Um sorriso leve surgiu em meu rosto, aquelas eram boas lembranças.

- Lembra desse dia? Nossos amigos da faculdade foram passar o dia de Ação de Graças com a gente. Acendemos aquela fogueira na neve e ficamos bêbados demais aquela noite. A foto está meio borrada, mas até que Luke tirou uma foto bonita. - ela sorriu. Luke era nosso amigo na faculdade, ele foi nos visitar junto com a esposa.

- Sempre gostei dessa foto. - sorri.

- Lembra dessa aqui? Nosso primeiro natal como marido e mulher. Lembra desses suéteres? - eu e ela estávamos usando suéteres iguais. - Ainda tenho o meu. - ela sorriu.

- Também tenho o meu. - a olhei. - Esse dia foi incrível.

- Essa é a minha foto favorita. - ela pegou uma foto nossa tirada por ela. - Você está lindo nessa foto. - era uma foto minha deitada em seu colo dormindo.

- Me lembro perfeitamente desse dia. - sorri. Eram boas lembranças. - Como recuperou isso tudo?

- Eu nunca me livrei delas, sempre as guardei.

- Mas, por que? Achei que não queria mais nada que lembrasse o nosso casamento.

- Não fale desse jeito, Johnny. Eu disse isso no momento de frustração, estava de cabeça quente, você sabe.

- Eu não entendo... - nossas lembranças foram se refrescando em minha mente. Como era bom estar com Jane naquela época. - Por que isso agora?

- Quero te mostrar que nunca deixei de pensar em você. Meu relacionamento com Victor foi um erro, eu não deveria ter feito aquilo. Eu me sinto horrível até hoje por tudo que aconteceu, mas eu quero que saiba de uma coisa, Johnny... - ela segurou em meu rosto. - eu nunca deixei de te amar, nem mesmo por um segundo. Pensava em você todos os dias e noites e a saudade ficava maior a cada dia. Eu morria um pouco toda noite, por saber que ia acordar e não ia ter você ao meu lado, de não poder comer a sua comida que eu gosto tanto, não ouvir você reclamando sobre seus livros, não sentir mais você ao lado da cama. Tudo isso me machucava demais e eu me perguntava todos os dias do por quê eu ter feito aquilo.

- Jane, não precisa falar...

- Eu devo isso à você, me deixa falar, por favor. - ela me interrompeu me olhando nos olhos. - Depois de um mês da nossa separação, eu entrei em um estado grave de depressão.

- O que? - por essa eu não esperava.

- Eu não sabia como seria a minha vida sem você daqui pra frente. Eu entrei em depressão, eu não comia, eu não saía, eu não falava mais com Victor direito. Eu só ficava no meu quarto, chorando e contando os dias pra voltar para os seus braços, mas eu sabia que isso não ia mais acontecer, então eu chorava mais ainda. Tudo que eu queria era ter você de volta, eu não sabia se ia aguentar viver sem o único homem que eu amei. Eu tentei suicídio duas vezes...

- Jane... - a interrompi. - Pelo amor de Deus, do que está falando? - segurei em seu rosto. Fiquei assustado com isso.

- Eu não conseguia viver sem você, Johnny, você sempre foi o único homem que eu amei. Victor foi um erro, um lapso momentâneo, eu nunca amei outra pessoa como amei você. Victor me impediu as duas vezes que tentei, se não fosse por ele, eu não estaria mais aqui. Tive medo de falar com você, não suportaria se me rejeitasse.

- Ah, Jane... - segurei em suas mãos e ela sorriu.

- Eu te amo, Johnny. Quero que saiba que nunca deixei de te amar, e não quero perder você de novo. Deixar você ir foi o pior erro da minha vida, e se você sair dela de novo, eu não sei o que vai ser de mim.

Eu apenas a olhava, tentando digerir tudo que eu tinha acabado de ouvir. Fiquei assustado com todas essas revelações, ela me pegou de surpresa. Meus pensamentos haviam voltado para o lugar, eles estavam em Jane e como tudo isso aconteceu com ela.

Em um impulso, eu a beijei. Segurei suavemente em seu rosto e a beijei. Não queria que ela se sentisse sozinha, não queria que ela ficasse mal novamente. Eu amei Jane durante muitos anos, ela foi a minha primeira esposa. Nossos momentos foram únicos e sinto que ela precisa de mim, mas eu também sinto que há outro sentimento tomando conta de mim e não é só pela Jane. Poliana ronda pelos meus pensamentos ultimamente e depois de ontem, sinceramente, eu não sei que rumo seguir.

Deixei os lábios de Jane suavemente, sorrindo leve pra ela.

- Conta comigo, estou aqui para o que der e vier. - senti que era meu dever protegê-la e cuidar dela.

- Eu te amo, Johnny. - eu nada disse, apenas beijei sua testa.

"Ele está comendo na minha mão, tudo está indo dentro dos conformes. Parece que alguém está prestes a sair do meu caminho."

(...)


Notas Finais


Até logo, amores! ♥


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