História Casa comigo? - Capítulo 4


Escrita por: ~

Postado
Categorias Naruto
Personagens Boruto Uzumaki, Chiyo, Deidara, Fugaku Uchiha, Gaara do Deserto (Sabaku no Gaara), Himawari Uzumaki, Hinata Hyuuga, Hyuuga Hiashi, Ino Yamanaka, Inojin Yamanaka, Itachi Uchiha, Izumi Uchiha, Karin, Karui, Kiba Inuzuka, Kizashi Haruno, Konan, Kushina Uzumaki, Mebuki Haruno, Mikoto Uchiha, Minato "Yondaime" Namikaze, Naruto Uzumaki, Neji Hyuuga, Sakura Haruno, Sarada Uchiha, Sasori, Sasuke Uchiha, Shikadai Nara, Shikamaru Nara, Tayuya, Temari, TenTen Mitsashi
Visualizações 92
Palavras 2.166
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Visual Novel
Avisos: Adultério, Álcool, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Depois de alguns santos anos né.
Tá ai
Até daqui a uma década

Capítulo 4 - 4° Capítulo


Fanfic / Fanfiction Casa comigo? - Capítulo 4 - 4° Capítulo

– Hinata...– Ino olhou para o prato na sua frente.– Trás um pedaço do asfalto que tá mais gostoso que essa merda. – Cutucou o troço que parecia um carvão com o garfo.

– Olha que eu vou. – Hinata encarou o prato.

– Mas também né sua acéfala. – Karin deu um tapa na sua nuca. – Quem manda deixar aquela aprendiz de Ana Maria Braga cozinhar han?

– Ta doida? Eu que não ia falar que ela cozinha mal, fala você la pra ela ter outro surto. – Hinata sussurrou irritada.

Ino ainda tinha calafrios.

O primeiro dia que teve intoxicação tinha prometido nunca mais comer a comida (Aquilo era comida?) da Sakura.

E a sua promessa gerou a primeira vez que teve que ir a uma delegacia dar depoimento e a primeira vez que viu o diabo sem chifres.

Não contem pra Sakura xiu.

Mas ela já teve um transtorno psicológico, não um qualquer.

Toda vez que ela ficava com muita raiva ou muito envergonhada a sua consciência desligava e ela virava um bicho muito louco.

Davamos seu remédio amassado no feijão.

Ela nunca vai saber.

Xiu!

– Agora é Intoxicação alimentar ou ir pra debaixo da terra. – Hinata suspirou.

– Tem soro no meu guarda roupa. – Ino suspirou.

– Terminei o molho amores. – Sakura chegou sorridente.

Ino,Hinata e Karin se encararam e sorriram enfiando o primeiro garfo.

– Tá uma delícia. – Karin com as bochechas cheias lacrimejando.

(...)

Karin botava pra fora a 3° vez naquela noite e Hinata colocava o Soro pela veia.

Ino estava derrotada na cama.

– Aquilo não era macarrão, Sakura andou fazendo o pacto? – Ino perguntou tremendo.

– É incrível como ela consegue se superar e fazer uma comida pior que a outra. – Karin falou de cabelo bagunçado com a boca meio suja.

– Eca mano vai limpar sua boca. – Hinata olhou pra ela.

– NÃO USA MINHA ESCOVA DE DENTES PORRA! – Ino juntou as forças e gritou.

– Vou escovar com o dedo mesmo. – Karin falou suspirando.

– Só tenho amiga pobre que, desgraça. – Hinata falou.

– MENINAS. – Ouvimos o berro escandaloso de Sakura.

Hinata parecia uma gaivota, ela se levantou e foi avoada correndo deixando o soro pra trás e derrapando na cozinha igual a um carro.

– QUEM MORREU? – Ela gritou pegando a primeira coisa que achou que por acaso era uma banana.

– Misericórdia. – Ino saiu destrambelhada.

– JESUS. – Karin deu um grito ao chegar na sala.

– Olha é bom você tá morrendo pelas mãos de um desconhecido porque serão pelas minhas mãos...Sakura? OH SAKURA. – Hinata gritou balançando a banana.

– Cadê a anormal? – Karin perguntou.

Um barulho estranho e alto de algo se quebrando assustou a todos.

– MINHA NOSSA SENHORA COMPADECIDA PERDOAI MEUS PECADO. – Ino caiu de joelhos.

E Karin como um gato, pegou a vassoura levantando.

– AQUI!. – Ouvimos outro grito da Sakura e fomos seguindo a voz dela até o quintal e vimos ela abaixada.

– Eu só posso ter comido os paes tudinho da santa ceia pra merecer isso. – Karin falou batendo na testa.

– Realmente tá imensa de gorda. – Ino falou murmurando enquanto olhava com estranheza pra uma Sakura agachada na terra.

– Você sua nojenta, que frescura em Sakura. – Karin cruzou os braços.

– MAS GENTE TEM UM PÉ DE HORTELÃ CRESCENDO ISSO É MAGICO. – Sakura falou com admiração olhando a hortelã.

– Me poupe. – Hinata entrou pra dentro da casa indo dormir com a dor incessante na barriga.

Karin revirou os olhos e entrou.

– Ino "cê" ficou?. – Sakura olhou pra ela.

– Tô apenas rindo internamente da sua vergonha querida não se engane. – Ino entrou pra dentro.

– Eu vou fazer chá com essa hortelã. – Murmurou Sakura pensativa.

Ino pálida ao escutar.

– Merda. – Foi andando devagar pra o quarto.

{...}

– Você vai aceitar esse emprego nem que eu quebre uma vassoura nessas tuas costas sua franga. – Hinata estava a discutir com Sakura.

– TÁ DOIDA E SE ELE ME ESTUPRAR CARAI. – gritou Sakura batendo o pé.

– Você sabe karatê Sakura vai toma no cu, você só não quer levantar a raba daí. – Hinata argumentou

De certa forma não era mentira, vamos ser sinceros, estudar pra medicina é como perder 10 anos da sua vida, já fazia demais quase tendo uma overdose de café enquanto estudava.

– Olha ele é um stalker, Você não tá com medo não caralho?! – Gesticulei com as mãos.

– Olha só o medo que eu tenho é deles cortarem a porra da luz, você vai. – Ela me empurrou pra fora de casa.

Não é como se eu não tivesse arrumada, eu tava. Porém eu esperava ela me parar.

Gente não é pra menos, eu tô cagada de medo.

– VÃO LAVAR A CASA DA CACHORRA, VAI LOGO SAKURA. – Karin gritou com raiva.

– que cachorra? – Ino perguntou lerda.

Karin bateu a mão na testa balançando em negação e entrou no banheiro.

E eu né fui obrigada a ir pra aquela merda.

Não me leve a mal, mas assim eu não costumo achar normal trabalhar com pessoas que me perseguem. Não que eu nunca tenha perseguido ninguém mas isso é história pra outra hora.

Me deram um escritório pequeno é um bom emprego, não que eu não tenha gostado mas tipo assim. Que assistente de secretário ganha uma sala quando o próprio secretário não tem?

Os meus dias naquela empresa eram uma desgraça,o trabalho é fácil mas com a faculdade sugando a minha vida e claro sem contar o Seu Uchiha vindo na minha sala "inspecionar" é chato pra caralho. Não tô falando com a Hinata de raiva, mas, o meu salário é no mínimo ótimo.

Eu tava olhando uns papéis antes de passar pra o secretário e ouço umas batidas insistentes na porta e abro dando de cara com um buquê de rosas.

– Sakura Haruno? – A entregadora tinha um puta cara de tédio como se não gostasse do trabalho dela.

Eu acho que já vi essa cara no espelho.

– Eu mesma. – Olhei pra o buquê e pra cara dela.

–Assina aqui. – Entregou uma prancheta com um documento e uma caneta.

– Tá então. – Assinei o papel e ela me entregou as rosas indo embora.

Olhei ao redor vendo pessoas curiosas do meu buquê e fechei a porta. Mas esse caralho tá passando dos limites, cacete velho e eu olhei o papelzinho que tava intucado.

“Uma flor pra outra flor.” Sério isso Inglaterra?

Seriously?

Vai ser brega assim na rua da puta que pariu.

Revirei os olhos entediada e ainda segurando o buquê fui bater na porta do Sr Uchiha Filha da Puta.

– Com licença. – Abri a porta e vi ele.

Claro, vamos ser sinceros. Em outra vida com toda certeza eu comeria o Uchiha, Ele não é feio juro! Ele é rico e Bonito e olha eu com toda certeza do mundo eu daria minha bundinha. Se eu não tivesse medo de acordar em uma banheira de gelo sem o pâncreas, mas assim tava fora do limites.

O todo gostoso poderoso Uchiha lindão, com aquela camisa social desabotoada e o cabelo bagunçadamente lindo ,oque eu não entendo. Meu cabelo simplismente parece um ninho de ratos quando eu bagunço, eu preciso pegar o número da macumbeira que ele contatou pra conseguir fazer isso parecer bonito.

O fato não é que ele tava gato demais ou não, o fato é que ele tava beijando um porta retratos.

Meu claro.

– Olha eu vou entrar denovo e desver isso tá? – Perguntei entediada e voltei e fechei a porta.

Novamente bati e abri vendo ele arrumado.

Como se fosse gente mesmo.

– Olha senhor Uchiha tudo bem eu não estou vendo mais os Mofi na esquina da minha casa, tudo bem você realmente parou mas assim, rosas no trabalho? Me economize né querido. – Taquei o buquê de flores no chão.

Não é só o Brasil em crise não minha gente.

– Que buquê de flores que eu não mandei nenhum. – Ele falou confuso e olhou o buquê e levantou sério. – Quem mandou o buquê de flores Sakura?

Sabe o momento que você vira em camera lenta pra a vida e o filtro da avenida Brasil parece tocar na trilha sonora?

– Ah não foi? Hehehe. – Cocei a nuca e peguei as flores vendo a sua cara de morte iminente. – O dia tá bonito né?

– Tá de noite Sakura. – Ficou próximo de mim.

Eita homem gostoso da mulesta.

– Poisé eu tô no rolê do horário, bom dia então. – Eu ia saindo.

Gente que vergonha socorro, alguém para a terra pra eu descer que eu não aguento mais.

Senti uma mão segurando o meu pulso e puxando com uma demasiada força me fazendo cambalear para trás.

– Quem mandou o buquê Sakura? – Falou com aquela voz grave.

Macho tu não me testa.

– Você tá vendo alguma bola de cristal na minha bolsa filho? Te enxerga, foi mal senhor Uchiha to voltando pra a minha sala. –Me soltei do aperto de sua mão e sai.

Puta vergonha do caralho, socorro.

{...}

Olha se Deus existe e toda sua soberania com anjos e pá, pelo amor de você desça aqui agora.

Não eu não estou em casa com um espírito ruim, até porque espírito ruim eu expulso com vassoura o problema é que eu tô na rua.

Gente deixa eu dar um banho de realidade aqui pra vocês, qualquer lugar no mundo, você andar sozinha numa rua abandonada é sinal pra alguém te roubar.

Pode ser na igreja irmão, o problema é que sabe aquele sinal que alguém tá atrás que é quando o seu cu pisca em alerta de perigo?

Poisé.

O problema é que nas fanfics que eu leio normalmente o carinha aparece pra salvar a mocinha do bandido, no meu caso o único macho que pode aparecer enquanto me assaltam com toda certeza vai ser o comparsa do assaltante, eu não tenho sorte na vida não.

Eu olhava para os lados como uma toupeira agarrada a minha bolsa, maldita hora que eu perdi o ônibus.

Ate eu sentir uma mão no meu ombro.

– Moça sua bols...– Gritei mesmo,berrei.

Eu não sabia que eu podia correr tanto até eu ver ele correr atrás.

Passei as ruas gritando por socorro e assim que eu vi a porta da minha casa.

Eu voei pra dentro e fechei a porta e me joguei no chão com a mão na cabeça.

E escutei batidas na porta.

– MEU PRIMO É POLICIA SAI DIABOS. – gritei.

Na hora que fechei a porta pensei talvez a possibilidade de levar pente na cara oque não é meu objetivo na vida, o fato é que algum bandido desgraçado tá na minha porta e eu estar tremendo de medo.

Corro até a cozinha e peguei a primeira coisa que vi na frente oque era um rolo de massa.

– Moça sua bolsa. – a voz meio fanha na língua oque ficou estranho.

– PODE FICAR SO NÃO LEVA A TV. – gritei segurando instintivamente o rolo de massa em posição de defesa.

Não que fosse problema ele ficar com a bolsa, a bolsa é do camelo que eu comprei no Brasil e dentro um biscoito mofado que eu tive nojo de tirar, uns dólares na carteira mas nada demais.

Mas assim, tomara que ele morra envenenado comendo o cream cracker podre e o meu Samsung caia no pé dele.

– Mas a senhora deixou cair. – Um silêncio mortal.

Não era trombadinha? Mas é isso que um trombadinha diria.

Abri a porta ainda com o rolo e olhei o menino de cabelo preto e olhos pretos também, bonitinho.

Tô até ouvindo a sirene aqui me prendendo por pedofilia.

– Olha se você for malandro eu tô muito avisando que eu tenho um pit bull muito do louco pra eu soltar aqui em você. – apontei o rolo de massa pra ele.

O meu gato filho da mãe briguento de rua passou entre as minhas pernas miando.

– Tô vendo, tá aí moça a bolsa. – Estendeu a bolsa e eu peguei rapidamente olhando para os lados. – Obrigada.

Fechei a porta na cara dele mesmo, meu coração parecia que ia sair pela boca.

Coloquei o rolo de massa na mesa e fui beber um copo d'água que estava em cima da pia ainda respirando fundo dando os goles rapidamente.

– Sakura que gritaria é essa? Tá atrapalhando, tinha umas manchas nas suas camisas então eu tô tirando com agu... SAKURA CARALHO. – deu um tapão em meu copo. – ISSO É AGUA SANITÁRIA.

Cospi oque estava em minha boca pra o chão a olhando incrédula.

– PORQUE DIABOS A ÁGUA SANITÁRIA TAVA EM UM COPO DE TOMAR ÁGUA. – Gritei me desesperando e botei a boca debaixo da torneira e liguei.

– VOCÊ NÃO TEM OLFATO FILHA?! – Hinata gritou comigo. – KARIN PEGA O CARRO A GENTE VAI AO HOSPITAL.

– Para de gritar suas franga isso é hospício por acaso? – Ino apareceu na porta com uma revista mascando chiclete.

– SAKURA BEBEU ÁGUA SANITÁRIA ESSA MULA. – Hinata falou me balançando pelos ombros.

– Jesus. – Ino bateu com a mão na testa? – Pra que serve essa coisa na sua cara chamada nariz Sakura?

Eu estava um tanto estressada com tudo, o filha da puta do professor de patologia com aquele seminário do demônio, o Uchiha mafioso,Meu ex e agora eu bebi água sanitária.

Oque me falta pra eu terminar de pagar meus pecados?

– Gente, uma amiga da minha prima que é sobrinha do Sasori disse que ele tá vindo pra Inglaterra viado. – Karin apareceu do quarto com a maior cara de cu.

To feita,que boca santa minha.

Aos poucos meus sentidos estavam indo embora e minha visão foi ficando mais escura até eu perder os sentidos completamente.

– Misericórdia. – ouvi alguém falar.


                        ~De pinky pie uma flor pra                                  outra flor que não se cheire


Notas Finais


Bye bye


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...