História Casa de Bonecas - Capítulo 4


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Categorias Bruno Mars, Ed Sheeran, Melanie Martinez, Sia
Tags Assassinato, Psicopata, Romance, Terror
Exibições 14
Palavras 1.176
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Fantasia, Festa, Hentai, Magia, Mistério, Musical (Songfic), Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Desculpem ficar tanto tempo sem atualizar os capítulos. Eu estava sem computador e sem celular.

Capítulo 4 - Isso faz de mim louca? Possivelmente.


Fanfic / Fanfiction Casa de Bonecas - Capítulo 4 - Isso faz de mim louca? Possivelmente.

  Eu não entendo mesmo, não entendo. Me apaixonar? Eu? Melanie? A psicopata louca? Como isso pode ter acontecido? Envés dele cair sobre meu encanto, eu que cai no dele. 

 Eu preciso dele só pra mim.

 Agora tenho certeza que a minha maior loucura foi amar ele. O amor é estranho. Não consegui nem acabar de seduzir aquele rapaz. Ele até me chamou de louca. Antes eu mataria quem me chamara de louca, mas com ele é diferente... Parece que o amor me impede de fazer isso.

 O amor não pode me possuir.

 [ O SINAL TOCA ]

 Todos entram na sala. Bruno olha-me e em seguida vira o rosto.

 — ATENÇÃO ALUNOS, VOU FAZER UM SORTEIO PARA VOCÊS FAZEREM UM TRABALHO EM DUBLA!

 " Eu escutei o professor falar? Des de quando eu dou importancia a professor? Agora sim, podem me chamar de louca" - penso.

 — Melanie e Bruno.

 " Oi? Foi isso mesmo que escutei? OK, OK. Fica calma Melanie, fica calma." - penso, abaixando a cabeça envergonhada.

 Na hora da saída, me preparo para ir embora. Em seguida, reparo que só há eu e o Bruno na sala de aula. 

 — Melanie? É... Olha eu só vou falar com você obrigado por que não quero perder ponto no trabalho... O que vamos fazer em relação a isso?

 — Não sei, nunca fiz um trabalho de escola.

 — E como é que você passa de serie? — Costumo a ameaçar o diretor(a), dai eles me passam de serie e me mudam de colégio em seguida. 

 — Ah eu não sei o que me deu pra mim vir falar com você, você é...

 — EU SOU UMA PSICOPATA BRUNO. - Bato na mesa que há entre nós olhando fixamente em seus olhos. Eu mato 10 pessoas a cada dia porque acho divertido. Eu seduzo os cara e os mato em minha casa porque isso me faz bem. Eu não tenho medo de morrer. Eu sempre acho un jeito de me cuidar mesmo sendo adolescente. - meus olhos enchem de lágrimas. Mas você é diferente, não sei o que você fez comigo. Só sei que pela primeira vez estou amando alguém. E quer saber? Eu nunca amei ninguém, pra mim o amor sempre foi uma merda. E não me julgue você não sabe o que eu já passei pra fazer tudo o que eu faço. - interrompo-o, Uma lagrima derrama em meu rosto, em seguida saio limpando-a. 

 Volto, e ele ainda está lá parado. 

 — se quiser fazer algum trabalho passa lá em casa, não se preocupe que não vou encostar nenhum dedo em você.

 [...]

 Chegando em casa fui direto ao banheiro tomar banho. E, pela primeira vez coloquei uma roupa normal e pentiei meus cabelos. Olho- me no espelho.

 " Nada disso faz sentido." - penso. " nada na minha vida faz sentido. Nunca fez." 

 [ A CAMPAINHA TOCA] 

 " Será que ele veio?" - penso, nervosa. 

Abro a porta. É o Bruno. 

 — Você veio? - Digo, surpresa.

 — Sim, tinha que fazer o trabalho... Por mais que eu tenha pavor da sua casa. - diz, enquanto entra olhando ao redor.

 — Que bom que veio. - sussurro. — Não vai me matar não, né? - ele sorri. — Nunca. — Isso é bom. - Diz, enquanto vai em direção a sala.

 — É... Bruno, só me ensina a fazer isso... Porque eu não sei. - digo, enquando vou atrás dele.

 — Você está bem? Não está vestida de boneca e nem nada... Nem o cabelo está colorido.- diz, enquanto senta-se no sofá. — Esse é o problema, pela primeira vez eu estou bem.

 — Cadê seus pais? 

 — Não tenho. 

 — Mas naquela noite você tinha dito sobre o quarto da sua mãe e... — Mas é o quarto dela, só que ela não está mais lá. - interrompo-o 

 — O que aconteceu com eles? Você os matou? 

 — Eu já tive uma familia. Já fui normal igual todo mundo. Quando eu nasci, minha mãe não gostava de mim. Nem queria que eu tivesse nascido. Meu pai era um homem que não tinha tempo para parar em casa, ele só trabalhava e trabalhava. Eu tinha um irmão, mas ele também morreu. Com 2 anos de idade eu observava minha mãe fazendo coisas estranhas, eu nunca entendia nada. Com 5 anos, ele levou eu e meu irmão para o porão, amarrou meu irmão em uma cadeira e eu em outra. Ela fez um corte em minha mão e outro na mão dele. Quando ela cortou minha mão, saiu algo estranho. Não era sangue, era algo brilhante. E então ela disse: " é você quem eu devo matar". Apontou a faca em minha garganta e logo em seguida meu irmão soltou- se e apuxou. Ela deu uma risada maléfica, enfiando a faca nele, e fez dele picadinho em minha frente. Tinha sangue pra tudo que era lado. Meu pai tinha chegado mais cedo e viu o porão aberto. Se deparou com aquela cena e ela gritou:" não se mexa" apontando a faca. Meu pai olhou- me e correu em minha direção soltando-me. Então minha mãe fez com meu pai td aquilo que fez com meu irmão. Fiquei com tanta raiva que dei um grito muito forte. Luzes saiam de mim, as coisas caiam e tremiam, levitei, meus olhos estavam brancos e de repente aquela luz em mim atacou minha mãe, matando-a. Eu não sabia o que estava acontecendo. Cai no chão em seguida e comecei a chorar. Dai eu quis me vingar do mundo, ou esquecer meus problemas fazendo o mundo virar um caos. - abaixo a cabeça e derramo uma lágrima. Eu sei que nada disso parece ser real, mas é. Eai vamos fazer o trabalho? - sorri, falsamente. 

 — isso tudo aconteceu aqui? 

 — sim.  

— e você continua morando aqui? Morando junta com sua dor, seu sofrimento? E pra td piorar ainda mata as pessoas aqui?

— Mas... Foram eles que me tornaram assim, me fizeram uma psicopata. 

— Não, eles morreram. Quem teve essa decisão foi você. 

— Eu não sei o que fazer Bruno. - Choro. Parece que tudo esta confuso aqui dentro. - Coloco a mao no peito. 

— Fique calma.

— Eu nunca tive ninguém comigo. Sempre fui sozinha. Morando com minha dor.    

— Eu estou aqui com você. Você tem a mim, não está mais sozinha. Vem comigo, vamos sair daqui.- Ele me abraça forte. Vem morar comigo, vou cuidar de você. 

 Fui então em meu quarto pegar algumas coisas enquanto o Bruno me esperava lá fora.

 Quando cheguei perto da porta ela se fechou sozinha. As luzes começaram a piscar, a casa toda começou a tremer, as coisas caiam no chão e os quadros na parede do corredor giravam. Uma voz estranha gritava pela casa, joguei as malas no chão.

 — Melaaniee, você não vai embora. Você tem que ficar junto de sua mamãe. 

 Não era possível. O que estava acontecendo? Agora só podia escutar o Bruno do lado de fora gritando " o que está acontecendo?".



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