História Casados. - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Harry Potter
Tags Astoria, Casamento, Dramione, Filhos, Harry, Pansy, Rony
Visualizações 675
Palavras 1.702
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Hentai, Luta, Magia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


São 31 favoritos. Fico muito feliz por isso meus bebezitos!
Obrigada a todos os leitores que estão comentando e favoritando, mas quem sabe vocês não se unam e todo mundo comenta?
Ficou estranho isso kkkkkkk
Eu postaria no sabado, mas o casamento de minha dinda foi no sabado então não deu <3
Bom, boa leitura meus amores.
Uma capa linda já está a caminho, feita pela Lennax <3
OBS: Não sabemos muito sofre o passado dos personagens de HP então, estarei inventando alguns.

Capítulo 3 - Solte o Malfoy agora!


 

Molly me apressou até meu dormitório. Ela obrigou-me a trocar de vestimenta em menos de 10 minutos. — Eu não tinha companheiras de quarto por ser monitora chefe. Uma péssima monitora por burlar as regras da escola.

Me olhei no espelho, uma calça jeans, botas de neve e um casaco pesado por cima de uma básica e um cachecol que ainda não estava enrolado no pescoço. Apenas descansava sobre meus ombros e sob meus cabelos.

Andamos apressadamente para fora do castelo, encontramos o professor Slughorn e ele claramente sabia do ocorrido, — principalmente por ser diretor da Sonserina — já que não me olhou nos olhos. Molly preferiu caminhar em vez de ir em uma carruagem e eu não fui contra. O frio não estava tão intenso como era de costume estar nesta época do ano. Nosso caminho foi em silêncio. Estava escuro, mas não precisávamos de varinha.

— Você sabe que serei infeliz casando com Draco Malfoy, não sabe?

A resposta demorou, mas veio.

— Eu poderia falar algo indecente, Hermione. Minerva viu o que você e o menino Malfoy estavam fazendo! Ela me mostrou a cena em suas memórias. Mas sobre seu futuro, Hermione, ele você irá construir. Sou cinco anos mais nova que Arthur. Não escolhi casar com ele, a família dele me escolheu entre tantas outras meninas, mais ficas e de famílias superiores, mas meus traços parecidos com os dele me fizerem ser a escolhida. Nos primeiros 3 anos eu não era feliz, mas cada dia, semana e mês que passavam eu via o homem maravilhoso com o qual me casei, e logo eu estava apaixonada, assim como ele por mim, escolha os caminhos certos, seja uma boa senhorita Malfoy que logo Draco estará encantado por você.

Draco encantado por mim? Eu não queria isso. Eu queria virar uma auror independente, ou medi-bruxa, ou professora de DCAT, ou Poções, ou Transfigurações. Eram tantas opções cabíveis a mim e nenhuma delas eu poderia assumir se me casasse cedo. Respirei fundo, certa de que com um pouco de persuasão isso mudaria  rapidamente. 

Eu já enxergava Hogsmeade não muito longe, Molly apressou os passos e a acompanhei até os três vassouras, onde a nova dona do local estava quase dormindo. Acordou-se quando a porta bateu.

— Traga-me uma cerveja amanteigada e dois misto quentes para mim. — Molly falou quase gritando para a garota.

Fui até perto do bar enquanto a garota anotava o pedido.

— Quero um café preto grande e um misto quente.

Ela logo se foi, e fui até Molly, que já mexia em sua bolsa procurando dinheiro bruxo, eu rapidamente segurei sua mão.

— Eu trouxe dinheiro. Eu pago para a senhora!

Ela resistiu, mas de qualquer forma, eu a convenci a me deixar pagar.

 

 

____________________________________________________

Já passava de meio dia.

Molly já tinha me arrastado para muitas lojas de móveis que tinha em Hogsmead, assim como de coisas para uma casa, tudo seria pago com o dinheiro de Narcisa, ela veio nos encontrar e ajudar com a escolha. Tudo que era vermelho, ela pedia para o dono da loja tingir para preto, cinza ou branco. Segundo ela, Draco quebraria assim que visse.

Eu achei ridículo, mas ao lembrar das minhas calcinhas vermelhas rasgadas brutalmente por ele, não duvidei.  

A ultima loja seria a de quadros e enfeites do tipo, escolhi alguns neutros, e um que dizia ''Graças a Potter estamos vivos!'', resolvi comprar, a senhora Malfoy ao ver ele riu, enquanto Molly só balançava a cabeça.

— Sra. malfoy... eu estou com fome!

Insisti depois de quase 20 minutos na mesma loja e ela continuava procurando quadros.

— Já disse para me chamar de Narcisa.

— Okay, Narcisa. Eu e Draco vamos nos mudar para uma mini casa, não uma mansão como a de vocês.

— Um pouco dessas coisas irá para a futura casa de vocês.

Revirei os olhos após sua resposta. As compras foram ficando chatas, eu estava tensa ao lado de Narcisa, que era uma desconhecida para mim. Uma desconhecida que viraria minha sogra. Algo totalmente estranho e inesperado.

Só sei que se Draco não se comportar e não souber manter o pau dentro das calças, logo saberá o que é ter uma esposa abrindo as pernas para  outros homens — ou, como não sou uma vadia, uma esposa que não faz nada o que uma esposa faria em casa.

Saímos da loja sem sacolas, todas as compras seriam entregues na casa em que eu e Draco ficaríamos — eu não sabia nem onde era. 

Almoçamos e rapidamente eu estava de volta a Hogwarts, ignorando olhares dos jovens que me olhavam enquanto entrava na escola, indo rapidamente até o salão principal, vendo que estava praticamente vazio e Minerva me esperava lá, caminhando entre as quatro enormes mesas.

— O que devo fazer agora que já fiz compras?

Perguntei me encaminhando até ela que parecia confusa.

— Está liberada das aulas de hoje, encontre o menino Malfoy, para se prepararem para esta noite.

— Esta noite? — Indaguei. Minerva se virou para sair e rapidamente fui para sua frente, entrando em seu caminho.

— Sim, senhorita Granger, esta noite! O senhor Malfoy irá pedir você em casamento na frente de todos os alunos.

Assenti, segurando minha língua e sai de lá. Procurei Malfoy por todos os cantos de Hogwarts e não me surpreendi nenhum pouco quando o vi sentado, lendo um livro biblioteca. Entrei e fui rapidamente até ele, que se levantou em um salto e me puxou para perto de seu corpo. Como resposta, ele ganhou um forte tapa no peito, mas não se afastou.

— Sai Malfoy!

— Agora é Malfoy? Achei que fosse Draco!

Insistiu, tentando me beijar e tentei me soltar com força, ele me pressionou em uma estante de livros e seus lábios voaram para os meus, atacando-os com força e suas mãos já foram abrindo e tirando meu casaco.

Metade do meu cérebro gritava o quanto aquilo era doideira e a outra metade me incentivava a continuar. E eu empurrei Draco com força.

— Esteja preparado para hoje a noite.

Falei e sai de lá toda arrepiada e excitada, corri para meu quarto, quase trombando com Harry, Rony e Gina, mas ao reconhecer as costas deles, mudei o caminho, indo por um mais longo até o salão comunal da Grifinória. Entrei dando um sorriso mínimo para Dino Thomas e fui para meu quarto. Retirei toda a minha roupa e deitei na cama, sentindo o frio não aliviar a temperatura do meu corpo. Ela surpreendentemente continuava lá em cima mas me segurei e não fiz o que sempre faço quando Draco me deixa sem gozar — quando ele quer me castigar por algo idiota.

Tomei um banho longo e demorado, tendo a noção de que seria meu último banho neste quarto. — Metade das minhas roupas já não estavam mais lá, ou seja, já haviam sido levadas para a nova ''casa''.

Coloquei o uniforme, sabendo que era desnecessário mas eu gostava de usa-lo, fiz uma trança simples no cabelo e logo estava pegando minha mochila e descendo as escadas.

— Hermione, por que não compareceu as aulas?

Neville que estava sentado em uma poltrona perto das escadas perguntou em alto e bom som, duas garotas que estavam com ele me olharam, uma delas com certa falsidade — talvez por eu  ter seu adorado Terry Bott como parceiro de Poções.

Me aproximei e sentei ao lado de Neville, sabendo que poderia sentar de frente a ele, no outro sofá, como as garotas mas já fui retirando tinteiro, pena e pergaminho.

— Precisei faltar. Pode me emprestar seus pergaminhos para ver a matéria?

Neville sorriu e começou a mostrar, eu escrevi o necessário, mas graças  Merlin os professores deram mais aulas práticas do que teóricas — Graças, porque pelo o que Neville me falou, todos os feitiços  e poções que os professores ensinaram, eu já produzi pelo menos uma vez na vida.

 Ao terminar, beijei-lhe na bochecha, agradecendo e saindo do salão comunal.

Harry e Rony estavam em um dos cantos de Hogwarts, encostados nas janelas, olhando para fora e ao avistá-los me apressei até lá.

— Como foram sem mim? — Cheguei, me espremendo entre eles, Rony se afastou, me encarando e eu lhe sorri.

— Onde diabos você estava Hermione? — Ele não parecia nada feliz.

— Resolvendo algumas coisas. — Eu não iria contar para eles, não conseguiria, a vergonha era enorme, Harry apenas me abraçou.

— Gina está fazendo um trabalho com Neville.

Harry fez cara de gato que caiu da mudança e levemente estranhei, já que há poucos minutos eu estava com Neville, e Gina não estava lá.

— Sentindo saudades da gatinha, é? Miauuu...

Brinquei, Harry me olhou torto e comecei a rir, enquanto ele e Rony respondiam ao mesmo tempo.

— Não enche!

Ri mais, vendo o cíumes exagerado de Rony pela irmã e acabei me distraindo ao ver uma coruja branca como a neve, que lembrava muito Edwiges passar por perto. Olhei de soslaio para Harry que a encarava e acariciei suas costas.


____________________________________________________

 

O sinal para irmos até o salão principal tocou. Rony e Harry estavam — por milagre — me ajudando a encontrar um livro que fale sobre as famílias tradicionais e antigas, ao mesmo tempo em que tocou o sinal, achamos o livro e rapidamente os puxei para o salão.

— ... você não acha, Hermione?

Harry me interrompeu na leitura, o olhei com tédio enquanto ao longe já avistávamos a grande porta dos salões comunais.

— Eu não sei Harry. Refaça a pergunta.    

Fechei o livro, marcando-o com marcador de pagina e Harry sorriu entusiasmado, antes que ele tivesse a chance de refazer a pergunta, senti mãos já conhecidas por mim rodearem minha cintura de modo intimo demais e a boca quente de Draco encostar em meu pescoço, deixando um rastro de beijos por onde passava.

— Como foi seu dia com minha mãe, amor?

Eu encarei Harry e Rony, eles nos olhavam com a testa franzida e eu não afastei Draco, me virei em seus braços e beijei seus lábios com carinho, sentindo uma de suas mãos descerem mais que o permitido e cortei o beijo.

 — Bom...

— O que vocês estão fazendo? O que é isso? Hermione... solte o Malfoy agora!

Rony foi o primeiro, quase gritando no corredor ele me puxou dos braços de Draco que o encarou com raiva. Percebi que eu deveria ter conversado com Harry e Rony.


Notas Finais


O autor recomendado hoje é o Mateus4DLIAM. Eu não acompanho tanto ele, mas sou uma leitorinha fantasma (não me perguntem o porque) mas ele é um dos melhores autores que existe. As fanfics dele são com o Liam Payne, e são maravilhosas!
LINK DO PERFIL DELE: https://spiritfanfics.com/perfil/mateus4dliam



ENFIM MEUS AMORES
Espero que tenham gostado do capitulo.
Qualquer coisa que não tenham entendido, perguntem.
Opiniões e incentivos são importantes. Beijos!


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