História Casados. - Capítulo 4


Escrita por: ~

Postado
Categorias Harry Potter
Tags Astoria, Casamento, Dramione, Filhos, Harry, Pansy, Rony
Visualizações 623
Palavras 2.219
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Hentai, Luta, Magia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


A lembrança que mostra nesse capitulo é meio importante. Foquem um pouquinho na Gina.

Obrigada aos 50 leitores que favoritaram a fanfic e a todos que comentaram! Não sei nem quais que mais me empurram para continuar com a fanfic.

Eu estava com minha prima ontem, fazendo algumas coisas para o aniversário da nossa afilhada, então o capitulo que não estava totalmente terminado, está sendo postado hoje.

Por favor, amadinhos da Pervs, comentem <3

Capítulo 4 - Sim, Draco. Eu aceito.


Soltei-me dos braços de Rony com força, ele deu um passo para frente, provavelmente para me segurar e rapidamente Draco se colocou em minha frente.

— Saia da minha frente, Malfoy. Saia daqui! Minha conversa é com a Hermione, não com você!

Eu não conseguia enxergar o Rony. A altura de Draco me empedia isso, sem contar que ele tinha as costas largas. Não só largas como bonitas também. E estavam marcadas das minhas unhas,  porque Draco me proporcionava tanto prazer que.... bom, não é hora para pensar nisso!

— No instante em que você colocou suas patas nojentas na minha futura noiva, essa conversa passa a ser comigo sim.  — Ao terminar de falar, Draco deu um passo para frente, e eu me agarrei a capa da Sonserina que ele usava.

— Como é que é? — Harry quase gritou, e tomando coragem, que é uma das grandes caracteristicas de uma grifinória, eu fui para o lado de Draco.

— Eu e Draco namoramos a quase 5 meses. Antes disso, nos comunicavamos por cartas, lá na sua casa, Rony. Após voltar para Hogwarts eu me vi atraida por ele, começamos a nos encontrar, e acabou rolando, e rolou. Há duas semanas ele falou em casamento, noivado, e eu aceitei, devem estar achando que sou uma doida por casar com ele, por me envolver e até por fazer isso tão rápido. Mas acreditem. Eu conheci Draco melhor em 3 meses do que em 6 anos.

Eu estava suando, e totalmente nervosa, se falei algo errado, ou que não faz sentido, a culpa é do nervosismo de ser chamada de algo que nunca fui ou de ser rejeitada...

Menti sobre grande parte de tudo, mas sobre conhecer Draco, acreditem, eu conheci. Sei coisas sobre ele que tenho 60% de certeza que nem seu melhor amigo, Theodore Nott sabe. Como, por exemplo, a vontade que ele sempre teve de ter um animal de estimação, e quando achou um cachorro ao redor da mansão dos Malfoys, levou até seus pais e Lucio, de seu modo ignorante, matou — com Avada Kedavra — o animal na frente do pobre Draco de 7 anos, que chorou toda a tarde por causa do pobre cachorrinho.  Estavamos falando sobre lembranças ruims, essa foi uma das piores na opinião dele, que ele me contou...

— Pelas barbas de Merlin, Hermione!  Está ouvindo o que você está falando? — Rony perguntou na mesma distância e olhei para Harry que já rangia os dentes.

— Muito bem, Hermione! Ótimo! Fique com esse filhote de comensal que só está te usando, mas saiba que não deve mais contar comigo. Traiu a mim, Rony, Gina, Luna, Neville e todos os seus amigos ao se deitar com esse desgraçado. — Harry tinha o rosto vermelho, enquanto o meu começava a esquentar e eu já queria lançar azarações nele.

— Não fale assim dele e nem de mim! — Defendi, me aproximando apenas um passo, e logo senti uma mão tocando meu braço.

— Não temos tempo para nos estressar com isso, Hermione. Vamos.

Draco falou calmo — o que eu achei que era impossível de se estar — e me puxou para longe, em direção a entrada do salão omunal, que péla altura das conversas não tinha ouvido a discussão do lado de fora. E suas cabeças viraram surpresas enquanto enxergavam  a mim e a Draco entrarem de mãos dadas no salão principal.

Eu sentia cada olhar raivoso sobre mim, eu queria poder sorrir para as garotas que sempre ficavam agarradas ao pescoço dele em publico — Ele não transava com elas. Eu pedi para ele o fazer, e ele pediu para eu não transar com mais ninguém também, pois não queriamos usar a camisinha, que nos protegia de doenças sexualmente transmissíveis.

Assim como eu sentia os olhares de desprezo de alguns, e de outros, orgulho e até felicidade, embora eu só visse isto no olhar de Minerva que estava de pé, no fim do salão, na grande mesa dos professores. 

Draco sussurrou com um garoto do ultimo ano, para pedir permissão para eu sentar-me ali com ele, o garoto — não desconhecido, pois já tive aulas com ele, e lembro de ele não implicar comigo — consentiu e logo Draco estava me guiando até Theodore Nott e Blásio Zabini. E ele se sentou no meio dos garotos, me sentei ao seu lado e o sorriso que os dois me lançaram foi bem vindo, sinal de que os dois sabiam do nosso envolvimento.

— Desde quando eles sabem? — Perguntei no ouvido de Draco que puxou uma taça de vinho para perto e tomou um gole.

— Theo sabe desde que eu sugeri pararmos de usar camisinha. Blásio desde hoje de manhã.

— E acreditem, eu fiquei muito triste com essa traição.

Blásio falou divertido e consegui rir, esperando algum insulto de algum sonserino em minha volta, mas surpreendente, nenhum veio.

Pansy Parkinson chegou em alguns minutos com um sorriso nos lábios, eu já estava jantando quando ela entregou uma caixinha verde para Draco.

— Então, cá está a minha frente, a futura senhorita Malfoy.

Corei e olhei para Draco que ainda estava com uma das mãos em minha cintura, e as vezes, a outra, com a qual ele estava se alimentando ia para minha coxa, agora mesmo, nesse exato instante, ele estava pressionando minha coxa e eu estava quase abrindo as pernas para ver o que ele faria...

— A própria.

Sorri afiada para Parkinson, confesso que eu não gosto dela, e ela não parece tão feliz em me ter ali.

— Então era por isso que você não queria ir a Hogsmead comigo? — Seu olhar mudou para Draco que deu de ombros.

— Eu tinha coisas melhores para fazer aquele dia.

Eu lembro exatamente como foi aquele dia.

 


— E então, Hermione, o Harry simplesmente falou algo do tipo... '' Eu quero fazer sexo anal!'' como se eu fosse dizer algo do tipo '' Ah meu amor, você acha realmente que seu pau de 23 centímetros e grosso como um detergente vai entrar no meu virgem orifício anal?'' Mas aí, na verdade eu disse...  

 

— Gina! — A interrompi antes que ela dissesse qualquer outra coisa. — Acredite, eu não quero saber sobre a sua vida sexual com Harry, que é como se fosse meu irmão.

 

A ruiva bufou e olhou para fora da janela da carruagem, vendo nevar lá fora. Estávamos a caminho de Hogsmead, quase chegando e eu estava ansiosa para encontrar Draco no porão da Dedos de Mel. Ele falou com o dono da loja e disse que precisaria do porão para algo especial, e com o seu dinheiro, ele subornou o dono, que aceitou de bom grado.

 

— Hermione, você transou com meu irmão? — Arregalei os olhos para a pergunta dela e acabei rindo.

 

— Não! Você sabe que logo que a guerra acabou eu vi que o que eu sentia por Rony não era nada além de carinho de irmão.

 

— E como você soube que era carinho de irmão? — A pergunta dela me fez ficar encucada, mas tentei falar tudo o que eu sentia.

 

— Aos 14 anos, eu gostava do Rony, mas ao conhecer Victor Krum, eu senti o que era gostar realmente de alguém. Ele me tratava bem, era engraçado, inteligente na maioria das coisas, e sabia me deixar alegre. Enquanto com Rony, quase sempre eu estava sofrendo, seja por culpa dele ou de alguma garota que ele esteja saindo. E junto do Victor, eu esquecia de tudo, e quando ele foi embora, eu sentia saudade, saudade demais.  Eu queria estar com ele, falando com ele e etc, mas eu sei que era apenas uma criança comparada a ele. E perdemos o contato. Foi assim que o amor passou, e com Rony, não era amor. Quando eu o beijei, foi algo totalmente estranho. Foi bom, mas não foi bom ao mesmo tempo.

 

Suspirei ao final da fala. Era tão ruim não poder falar com ninguém sobre Draco, justo sobre ele, o loiro que mais me proporcionava prazer e mesmo sendo meio frio e fechado, me fazia sorrir com suas falas grosseiras e as vezes brincalhonas.  

 

— Quando Krum passava por perto, você sentia seu coração acelerar? Mesmo que fosse só por alguns segundos?

 

Corei antes de responder Gina.

 

— Sim, eu sentia.

 

Ela assentiu e começou a olhar pela janela, passou mais um minuto e logo a carruagem parou e se abriu, fui a primeira a descer, disse para ela que iria até a casa dos gritos e ela disse que iria até o Três vassouras, caminhei um pouco antes de ir para a Doces de Mel, e entrei pelos fundos, com a chave que Draco tinha me dado. Fui surpreendida quando não achei ninguém ali, apenas o deposito, com algumas caixas, esperei por 7 minutos, e já estressada, me levantei para sair dali e fui atacada por uma boca que já se colou a minha, e antes que Draco me fizesse derreter em seus braços, consegui cortar o beijo e dar um tapa digno de cinema na sua cara.

 

— Seu desgraçado! Estou esperando aqui há quase 10 minutos! Onde esteve?

 

Ele riu enquanto acariciava o rosto.

 

— Sua mão continua pesada...

 

— Mas você adora ela! — O interrompi, sorrindo maliciosa.

 

— Eu estava aqui o tempo todo, observando você, e tirei a conclusão de que amo o seu cabelo, antes ele era uma merda, mas agora que você cuida dele, ele me dá muito tesão.

 

— Hahaha... — Revirei os olhos. Sorrindo irônica.

 

Draco voltou a se aproximar, passou com delicadeza seus braços ao redor do meu corpo e eu correspondi ao beijo com fervor, começando a abrir seu casaco pesado e me aquecendo com o calor de seu corpo.

 

— Você é muito gostosa.

 

Ele sussurrou enquanto já abria minha calça jeans, eu o empurrei, retirei minhas botas e ele me ajudou a tirar minhas calças, me sentou sobre um dos degraus da escada,  na hora eu nem fiquei com frio, enquanto a boca dele fazia desenhos imagináveis com na língua e logo ele me cheirava sobre a calcinha...

 

 

Respirei fundo, voltando ao presente, Draco discutia com Pansy, parece que ela me ofendeu enquanto eu viajava no mundo da lua.

— Parkinson, — interrompi o discurso dele sobre ''como Hermione é uma ótima namorada'' e sorri cinicamente para a garota morena a minha frente — fique quieta, ou saia daqui se não quiser dar um humilhante beijo na minha mão!

Ela entendeu, rapidamente levantou, bufando e saiu de lá. Voltei a comer tranquilamente, desta vez sem nenhuma das mãos de Draco sobre mim. Ele e os outros dois garotos conversavam sobre algo que eu não entendia, na verdade eu nem estava prestando atenção.

Eu encarava Rony, Gina e Harry. Harry e Rony estavam de costas para a mesa da Sonserina, enquanto Gina de frente, e as vezes eu trocava olhares com ela que não parecia reprovar o meu ato. Ao terminarmos o jantar, surgiu sobremesa. Draco pegou um pouco de pudim e me alcançou, me surpreendi com isso mas lhe sorri.

— Peço a atenção de todos por favor! — Minerva pediu e eu rapidamente a olhei, ela sorria de leve, e não tinha como não ter nenhuma lembrança de Dumbledore ali. — Espero que o jantar de todos tenha sido deveras agradável. Hoje, dois alunos nossos, sobreviventes, estão se unindo perante a escola em um laço duradouro.  Draco Malfoy e Hermione Granger, decidiram oficializar o compromisso, peço que os dois venham até aqui.

Eu podia estar mais envergonhada do que agora? Acho que não. Draco levantou-se e me olhou, eu levantei, com um minimo sorriso e peguei em sua mão. Fomos até perto de Minerva que nos olhou de modo cumplice, e o primeiro a falar, foi Draco.

— Bom, a única coisa que tenho para falar diante da escola, é que eu me apaixonei por Hermione ao beijar sua mão no terceiro ano. — Sorri diante daquilo e abaixei a cabeça, sentindo medo dos olhares de Harry e Rony. — Eu quis odiar ela, mas segurei. Durante anos fui um covarde, e esse ano, me aproximei dela, sendo o lixo que sou hoje, e surpreendentemente, essa garota virou minha amiga, e logo depois ela se viu apaixonada por mim, já que sou perfeito, com pequenas exceções.

Eu ri disso, poucas pessoas riram também, levantei a cabeça e me virei para Draco, ficando de lado para os alunos.

— Chega logo ao ponto!

— Bom, estávamos namorando meio escondido.... — O interrompi.

— Para os bruxos sangues-puros que não sabem o que é namoro, é algo trouxa que significa que você está em um relacionamento sério com a pessoa mas menos que o casamento.

Draco revirou os olhos, se virou para mim e se aproximou, agora ele segurava a caixinha verde e por um momento, fingir me pareceu horrível, mas minha consiência gritou que o show tinha que continuar...

— Continuando... senhorita sabe-tudo, eu e ela estávamos namorando escondido, porque ela é timida, e não queria que nosso relacionamento fosse o centro das atenções. Mas quando ela se apaixonou por mim, e eu por ela... vimos que realmente queríamos estar juntos, e o que eu quero dizer... — Ele se ajoelhou, e eu me ajoelhei também. Como se faz na tradição bruxa, e com uma das mãos, toquei em seu coração. — É que quero casar com você, Hermione Granger. Você aceitaria? 

Sorri, enquanto ouvia alguns ''Awww, que fofinho'' de algumas alunas mais novas.

— Sim, Draco. Eu aceito.

E ele abriu a caixinha verde, mostrando um lindo anel prateada, com uma pequena pedra verde. Um simples anel, mas lindo.

 


Notas Finais


Gostaram do capitulo?
Eu espero que sim!
Por favor, não deixem de comentar minhas couvezinhas.
BEIJOOOOOOOOS!

Não se esqueçam, vocês podem tirar dúvidas, dar sugestões para a fanfic, ou dicas tanto nos comentários quanto na minha ask: https://ask.fm/Perictuon

Beijos de verdade da tia Pervs, sabor Tom Felton hueheueheueheu


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