História Casados. - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias Harry Potter
Tags Astoria, Casamento, Dramione, Filhos, Harry, Pansy, Rony
Visualizações 522
Palavras 2.257
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Hentai, Luta, Magia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Meus leitores amados e gostosos, a tia Pervs (nossa, pareço velha falando) vai explicar umas coisinhas para vocês:
1º Estou com caso de doença na família já faz quase dois meses, porém agora se agravou, e eu ainda fiquei sem internet em casa, por isso a demora do capitulo. Eu iria postar ontem o capitulo, mas estava chovendo, então fodia. Sabem como é, né?

2º Minhas notas ficaram razoavelmente boas, só uma que farei a prova para recuperar, e É HOJE, então me desejem sorte. Eu poderia estar estudando mas estou aqui. Eu deveria ser rápida mas gosto de falar com vocês. Acho saudável escritores e leitores terem uma amizade assim...

3º Eu parei de divulgar as fanfics nas notas porque andei meio esquecida, hoje não terá divulgação, mas quem sabe no próximo?

4º Todo leitor tem direito de opinar, dar ideias e suas criticas CONSTRUTIVAS, então não fiquem timidos. Comentem, deem ideias, ok? ok!

Boa leitura e até as notas finais <3

Capítulo 5 - Alguém andou virando vampira.


 

O jantar foi simples, algumas garotas que esse ano eram receptivas comigo, e pareciam querer virar minhas amigas desde o primeiro dia de aula, vieram me parabenizar por essa 'nova etapa em minha vida' — como Minerva chamou.

 Pelo menos metade delas, pareciam querer apenas algum status, mas não dei brechas, no fim do jantar, o professor Slughorn veio até Draco e a mim, e pediu que o seguissemos, e foi o que fizemos. Andamos rapidamente para fora do castelo, enquanto nossas varinhas iluminavam o caminho, e Slurghorn parou em frente a uma pequena cabana, muito bonita, com as luzes de dentro acesas, ao entrar não me surpreendi por ela ser grande por dentro. A lareira estava acesa, e um tapete bonito e chique estava perto dela, sofás que Narcisa me ajudou a escolher estavam ali, assim como estantes, havia também outros enfeites que não reconheci. Slughorn pediu licença e saiu. Deixando Draco me olhando com um sorriso pervertido no rosto.

— Será que temos uma cozinha?

Pergunto fazendo biquinho, Draco veio até mim, me virou e foi me empurrando de leve para outro comodo da casa, realmente, ali era uma cozinha, ali não tinha nada que eu tivesse escolhido, era uma cozinha bem pequena mas aconchegante, abri a geladeira, vendo que estava abastecida já, e comecei a abrir os armaios, vendo que tinha quase tudo  era necessário para se fazer, o que eu gostava de fazer.

Andei pela casa, vendo que nosso banheiro era muito bonito, e tinha uma banheira bem grande e enquanto olhava o banheiro, vi que Draco não estava comigo, mas ignorei. Liguei a banheira e coloquei alguns sais de banho, a deixei enchendo e fui até outro comodo, o nosso quarto, que também tinha uma lareira, que estava acesa e sobre a cama, deitado, estava Draco, usando apenas uma cueca box preta.

— Tire sua roupa, Granger.

Ele mandou e eu lhe mandei o dedo do meio, indo até o closet, ali, peguei peças intimas — apenas a calcinha, pois não durmo de sutiã — e uma camisola negra que eu nem sabia se servia, retirei a etiqueta dela e a cheirei, o cheiro de coisa nova estava impreganado na peça de roupa.

Peguei uma toalha, retirei minhas meias e coloquei chinelos, e fui para o banheiro sem olhar para a cama, e não me surpreendi ao encontrar Draco na banheira. Com o corpo de molho enquanto ela ainda enxia, revirei os olhos sabendo que meu gelo nele logo mudaria. Viria a ser um vulcão... e logo ele iria entrar em erupção...

Ok, isso ficou bem sentindo, mas o que estou querendo dizer é... que se eu saísse do banheiro, Draco logo daria um jeito de me levar para aquela banheira. E se eu não fugisse, e entrasse nela, eu teria que ficar encostada a Draco, e logo o gelo que eu estava dando nele, seria derretido enquanto ele provocava meu corpo que era um traídor de primeira classe. Ou eu poderia esperar ele terminar o banho, mas se ele estava na banheira, e se me olhava como estava me olhando, era porque me queria ali.

Retirei meu uniforme, percebi que a meia-calça estava com um rasgo, mas ignorei, a coloquei no cesto de roupa suja e sentindo o olhar de Malfoy sobre mim, eu entrei na banheira e não me importei de encostar minhas costas em seu peito, Draco logo abriu as pernas e fiquei no meio delas, sentindo seu pênis ereto cutucar minhas costas. Isso me deixou ligada mas eu não queria admitir.

— É a primeira vez que tomamos banho juntos.

Ele sussurrou, começando a mexer no meu cabelo que estava trançado, senti ele tirar o que prendia meu cabelo e desfazer ela lentamente.

— Já tomamos banho juntos!

— Não em uma banheira.

Draco tinha razão. Já tomamos mais de 5 banhos no chuveiro do quarto dos monitores, que Draco não tinha aceso por não ser monitor, mas como estava comigo... esse era outro caso.

— Tem razão.

No final da minha fala, eu já sentia as mãos de Draco acariciando meu corpo. Principalmente meus seios. Ele fechou as mãos em torno deles, arrastou os lábios sobre meu ombro e beijou o local, me fazendo suspirar.

— Esses peitos estão pesadinhos, amor...

— Draco... — Sussurrei enquanto ele fazia mágicas com sua língua no meu pescoço e nuca. Fechei os olhos, sentindo ele me ajeitar em seu colo e me penetrar lentamente com seu grosso pênis. Não doeu por eu já estar lubrificada (excitada) Não fechei os olhos, eu queria apreciar tudo.

Segurei uma de suas mãos enquanto Draco impulsionava seu quadril para cima e eu o meu para baixo sentindo um pouquinho de dor mas o prazer inexplicável de sempre. Gemi seu nome enquanto minhas unhas se cravavam na sua pele.

Eu queria beijar ele, sua boca carnuda, queria sentir seu sangue nos meus lábios, como já havia acontecido algumas vezes que nos beijamos com pressa ou até muito tesão...

Gemi um pouco alto quando Draco segurou meu quadril com força e aumentou a velocidade e o ritmo de como me fodia. Cada penetração parecia ser mais funda, e com cada uma, eu sentia seu pau tocando todo o meu canal vaginal, e ainda provocando sensações já conhecidas por mim. Que sempre me deixavam do mesmo jeito.

Draco levou a sua mão que eu estava segurando até meu clitóris, eu me agarrei na banheira enquanto sentia o seu dedo indicador fazer movimentos leves e calmos em minha vagina, e aumentar a velocidade ao mesmo tempo em que os meus gemidos ficavam mais altos. Rebolei com mais força, procurando chegar ao meu orgasmo logo. Draco cravou os dentes em minhas costas, mas não dificultou em nada, nem doeu, só me fez ver estrelas e sentir seu pau aumentando dentro de mim, ou minha boceta o apertando. Senti as ondas do meu orgasmo chegando e segurei firme nas bordas da banheira, enquanto meu corpo amolecia...

Gozei sentindo minha cabeça rodar e minha boceta segurar seu pau, como se fosse o sufocar. Ela sofria espasmos, enquanto eu não sabia se dormia ou respirava devagar, e ficava  acordada.

Fechei os olhos, procurando ar com eficiência, desligando tudo ao redor, a não ser as mãos de Draco em meu corpo, acariciando lentamente cada parte dele.

Draco esvaziou  a banheira, ele trocou a água e me lavou, quando voltei a ter forças, me virei para ele, o lavei também, e com um selinho, sai da banheira. Draco veio atrás, mas enquanto eu me secava e colocava a roupa. Draco foi para o quarto, penteei os cabelos e fiquei encarando meu reflexo. Meu cabelo estava bem maior esse ano, chegava quase a cintura, logo eu o cortaria, pois não estava dando conta, talvez Draco ficasse decepcionado... meu merlin! Estou pensando nele até quando se trata de minha aparência, algo que raramente acontecia com qualquer garoto. 

Bufei, coloquei apenas uma calcinha e a camisola, a casa estava aquecida por conta da lareira — das — então, eu nem sentia frio, fui para a cama, e deitei, aconchegando-me embaixo das cobertas e soltando um pequeno suspiro, Draco demorou cerca de dois minutos, quando deitou, de frente para mim, parecia um pouco incomodado.

— O que foi?

— Nunca dormi com uma garota, com a intenção de apenas dormir com a garota.

— Eu sei. — Sussurrei, me aproximando de Draco que tinha colocado uma camiseta cinza e uma calça da mesma cor.

Fiz questão de abraçar Draco, mas ele virou de costas para mim, e fiz o mesmo — virei de costas para ele quase bufando —, tendo a certeza de que, se Draco me trataria deste modo, eu trataria do mesmo modo.

Demorei a pegar no sono, e quando adormeci, o quarto estava quase totalmente escuro, já que a lareira já estava se apagando, e algum tempo depois, acordei com um braço rodeando minha cintura e um peito duro se colando as minhas costas. O sono foi tanto que voltei a dormir.

 

 

____________________________________________________

 

 

 

Na manha seguinte, acordei antes de Draco, meio sonolenta, fui para o banheiro, fiz minha  higiene matinal e tomei um banho rápido. Encontrando Draco ainda dormindo. Coloquei minhas vestes de sempre — obviamente, estavam limpas — e prendi o cabelo no alto da cabeça, fui rapidamente até Draco que dormia de boca aberta e o sacudi.

 

É claro que ele tinha sono pesado, disto, eu sabia. Mas eu sempre o acordava com sexo quando ele acabava dormindo no nosso local de encontro — após quase 5 orgasmos... sim, podemos dizer que somos quase ninfomaníacos.

— Droga, Draco! — Bufei quando ele continuou dormindo.

O destapei, subi em seu corpo e comecei a rebolar sobre seu membro que em menos de um minuto começou a forçar sobre a calça, Draco continuou dormindo, eu segurei seu pênis, sobre o tecido e apertei com delicadeza enquanto levava minha boca ao seu pescoço e mordia o local com força, sem pena. Draco pulou na cama, enquanto eu saia do seu colo com um sorrisinho na cara.

— Caralho, Hermione! Vá a Morgana que te pariu! Porra... — Ele continuou xingando enquanto acariciava o pescoço e ia para o banheiro.

— Estou indo para o castelo, encontro você lá.

Ele sussurrou um ''Okay, sua doida'', ri, peguei meus materiais e me fui, sentindo meu ombro latejar um pouco de dor mas quase sempre eu sentia uma dorzinha aqui e ali.

Ao entrar no salão comunal, fui para a mesa da Grifinória, mas me assustei quando a monitora de Grifinória se meteu em minha frente, não me deixando passar. Respirei fundo e olhei para a mesa dos professores, onde todos estavam alheios a Celeste, parada em minha frente.

— Hermione, sinto lhe informar, mas está proibida de sentar conosco nas refeições.

A garota deu um sorriso presunçoso no final. Ela era loira, magra, olhos azuis, e siliconada, uma puta de uma gostosa,  — Neville falava assim — e era uma das vadias que mandavam olhares para Draco no inicio do ano, e até a poucas semanas atrás. Ela tinha 10 centimetros a mais que eu, e usava uma bota com um salto de 10 centímetros, isso não me intimidava, embora eu via em seus olhos que ela achava que era isso que acontecia.

— Posso saber o motivo? — Ela olhou para as amigas sentadas onde se levantou, me olhou e deu de ombros, enquanto sorria.

— Agora que será uma Malfoy, você não faz parte da Grifinória.

Eu ri do que ela disse, seu sorriso se desfez aos poucos.

Eu entendia o ponto, muitas das mulheres Grifiória, que antigamente se casam com Malfoys — elas eram sangue-puro — viriam a ser da Sonserina. Mas não estavamos mais nos anos anteriores, as coisas mudaram.

— Celeste... — Comecei, buscando carregar minha voz de ironia. — sinto lhe informar, mas você não é nada mais e nada menos que uma monitora. Eu, como monitora-chefe, posso reclamar diretamente com Minerva que você levava bebidas alcóolicas para o dormitório feminino. Garanto que ela acreditaria na minha palavra, e não na sua.

— Como sabe disso? — Ela sussurrou parecendo preocupada e lhe sorri.

— Tenho meus meios. Não atrapalhe a minha vida que não atrapalharei a sua!

Passei por ela, andei poucos passos e vi que um garoto me abanava da mesa de Sonserina. Blásio... a pele de tom escuro o denunciava, embora o sorriso que ele mostrava não. Lhe sorri e fui até ele.

— Oi!

Me sentei ao seu lado, enquanto ele me oferecia uma bandeja com torradas e recusei.

— Olá Granger, futura senhorita Malfoy, como foi a noite na sua nova bela casa?

Corei e dei de ombros.

 — Boa.

Ele riu, olhei para a mesa de Grifinória e ao ver que Gina me encarava, sai do meu banco sem me despedir e fui até o banco ao lado de Gina, me meti no meio dela e peguei um dos seus biscoitos doce.

— Olá senhorita Malfoy.  — Seu tom foi brincalhão, revirei os olhos e a encarei prendendo o riso. — Meu irmão estava fazendo drama, ele e Harry sentaram-se com os alunos do primeiro ano porque lá é lotado só para você não sentar com eles.

Olhei para a ponta da mesa, vendo os dois conversando apenas entre si e dei de ombros.

— Infantis.

Sussurrei e Gina assentiu, arrumei um café para mim, e peguei uma das torradas com ovos e alguns pedaços de bacon.

— Então, vai me contar como essa sua história com o Malfoy começou?

Eu fui abrir a boca para lhe falar, mas minha cabeça foi segurada e lábios se colaram aos meus. Eu reconheci a textura da língua e o modo possessivo em que ele agarrou a minha nuca, e logo desceu uma das mãos para a minha cintura e apalpou ali...

— Eu disse para me esperar na nossa cama, nua, Hermione... que coisa feia, me desobedeceu...

Gina ouviu o que Draco disse, corei enquanto olhava em volta e meu olhar foi para o meio de suas pernas enquanto ele voltava a ficar de pé e engoli em seco.

— Eu estava com fome. E com saudades de Gina.

Inventei o que veio em minha mente e Draco concordou com a cabeça e foi para a mesa da Sonserina, me deixando desconfortável com tantos olhares sobre mim.

— Parece que alguém andou virando vampira.

— O que?

Perguntei confusa, encarando Gina que tocou meu pescoço e comecei a tocar nele,  e não achei nada de errado.

— Não o seu! O dele! Estão com marcas de dentes, e recentes!

Corei enquanto soltava risadinhas e me concentrei na comida a minha frente. Eu precisaria de energia para aguentar o dia de hoje, já que tinhamos aula de Adivinhação, e o professor Firenze tinha colocado eu e Draco como duplas no inicio do ano.


Notas Finais


O PRÓXIMO CAPITULO TERÁ LEMBRANÇAS DESSAS AULAS DE FIRENZE
HELP
HUEHEUEHEUEHEUEHEUEE TO DANDO SPOILER
Pessoal, comentem por favor.
Tia Pervs fica feliz com isso.
Também fico feliz com favoritos, e recomendações... ah, espera, não é aqui que tem recomendações!

Espero que estejam gostando da fanfic.
Qualquer dúvida ou algo do tipo, PERGUNTEM
NÃO SE ACANHEM
O MUNDO É LIVRE

BEIJOS SEUS LINDOS!


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