História Casados. - Capítulo 9


Escrita por: ~

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Categorias Harry Potter
Tags Astoria, Casamento, Dramione, Filhos, Harry, Pansy, Rony
Visualizações 434
Palavras 2.273
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Hentai, Luta, Magia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Pessoal, principalmente dos blogs que estou, me desculpa por incomodar vocês divulgando minha fic. E obrigada por não me banirem dos blogs e dos grupos hueeheueheuehu

Gente, eu me surpreendi com os comentários no capitulo passado, Dudinha, também conhecida como ilusora de corações me surpreendeu, me jogou uma maré de comentários, e eu fiquei muito feliz com isso Duda.

Eu sou de falar bastante, como vocês perceberam, mas para ficar menos entediante ler as notas, falarei menos.

Muito obrigada por todos vocês. Eu amo vocês. São os melhores leitores do mundo, embora metade não comente, vocês são meu suporte, pessoal! Muito obrigada.

OBRIGADA PELOS 138 LEITORES QUE FAVORITARAM A FIC!
Espero até o capitulo 20 chegar aos 250 leitores...

Boa leitura meus amores!

Capítulo 9 - Harry?


Draco Malfoy's P.O.V

 

— Você precisa vir comigo!

Eu ri enquanto meu amigo, Theo me arrastava da pista de dança até um pequeno alvoroço, onde estava uma ruiva que reconheci ser Ginevra, mais duas primas da minha família, um dos meus primos que faltava meses para ser de maior e quando cheguei mais perto pude ver Cameron Baker, porém alguém estava sobre seu colo, apressei o passo, tropeçando em Theo, ele se desequilibrou, acabou me soltando e corri até onde Cameron estava, com Hermione nos braços... 

Um sentimento ruim atingiu meu peito e eu rapidamente a peguei dos braços dele que me olhava  com desprezo.

— Cuide melhor da sua noiva.

Na mesma hora em que ele disse isso, eu quis socar ele, mas Hermione era mais importante. Fui até as escadas com Theo e a amiga de Hermione me acompanhando, respirei fundo sabendo que aparatar no meu quarto no estado em que eu estava era impossível. E eu estava bêbado, mas coloquei o pé direito no primeiro degrau da escada e comecei a subir com ela.

— Deixa que eu subo com ela! Eu quase não bebi... — Começou Theo.

— Cale a boca! Eu consigo subir...

— Draco Malfoy! — A ruiva gritou, uma pequena dor tomou minha cabeça mas logo passou quando dei mais dois passos. — Se algo acontecer a Hermione eu juro que você ficará impossibilitado de ter filhos seu abutre!

Meu orgulho não queria recuar, eu tinha que levar ela para nosso quarto, porém outra parte minha alertava que eu não estava sóbrio e que eu deveria deixar alguém sóbrio a levar para meu quarto. Mas não deixei, subi todas as escadas e no final dela me virei para Theo que estava a um metro de mim, a barreira do feitiço que minha mãe pôs estava ali.

— Mandem todos irem embora, se não funcionar, diga aos elfos fazerem isso.

Me virei  e fui para meu quarto, ao chegar lá, deitei Hermione na cama, retirei meu terno, ficando apenas com minha cueca e fiquei por cima dela, a enchendo de beijos e distribuindo chupões por seu pescoço. Retirei seus sapatos e o vestido pesado do seu corpo a deixando apenas com um vestido estranho mas leve, a ajeitei embaixo dos cobertos e me enfiei também, a abraçando e metendo a cabeça no seu ombro.

 

 


Hermione Granger's P.O.V

Respirei fundo, sentindo meu corpo incrivelmente mole. Um sorriso escapou dos meus lábios enquanto eu sentia meu corpo super confortável, até ouvir sussurros.

— Confessa que você foi incrivelmente burro. Ela desmaiou e você achou o que? Que ela estava bem?

Parei de tentar me mexer, porém tentei abrir os olhos e isso não funcionou, eles estavam pesados.

As lembranças foram voltando aos pouquinhos, e não foi só algumas, foram todas, tenho certeza. A dança quando desci as escadas e encontrei Draco, lindo... Se eu conseguisse me mexer teria revirado os olhos agora... enfim, a dança, toda a festa, até os adultos irem embora e ficarem os mais jovens, as musicas que pareciam trouxas, Draco me agarrando, me enchendo de beijos enquanto comemorava e bebia bastante, eu bebendo, a cena na cozinha, aquele homem loiro... e eu... falando aquelas coisas que apenas uma retardada apaixonada diria.

— Hermione?!

Meus olhos se abrem quando a sinto um toque no meu braço. Os fecho rapidamente quando a luz literalmente me cegou, tentei me acostumar com a luz até conseguir ver quem estava na minha frente.

— Oi...

Sussurrei para Draco que passou as caricias de minhas mãos para minha bochecha.

— Como está se sentindo?

Fechei os olhos novamente e lambi meus lábios, sentindo-os secos.

— Meus olhos doem por causa da luz, estou com sede e com fome.

— Eu pego para ela.

Virei a cabeça para onde a voz vinha sabendo que era Gina, a porta do quarto fez barulho e abri meus olhos, vendo ela sair do cômodo.  Olhei em volta, encontrando um homem desconhecido perto da escrivaninha do quarto, ele mexia com frascos de poções mas tinha algo muito parecido com sangue em um dos frascos.  E no outro lado do quarto, deitado em uma poltrona, dormindo estava Theodore Nott.

— O que ele faz aqui? O que eu faço aqui? Por que eu estou na cama? Quem é...

— Calma amor.

Draco segurou meu rosto e me deu um selinho, eu o empurrei e fiz força para levantar, ao tirar as cobertas de cima de mim soltei um palavrão. A roupa que eu usava, era apenas uma camiseta de manga comprida do Draco, uma das mangas estava arregaçada para cima. A camiseta ficava um vestido para mim, — curto, mas um vestido — Draco entregou-me um roupão e eu o peguei de suas mãos, o colocando no meu corpo e atando um nó.

— Fique calma senhorita Granger.

O homem desconhecido no quarto falou e me virei para Draco.

— Draco, o que Theodore está fazendo, no nosso quarto parecendo estar morto? — Cruzei os braços sobre o peito e esperei sua resposta pacientemente.

— Eu tive que sair para conseguir seus documentos. Fui com Ginevra, seus documentos estavam na toca dos Weasley's. Pedi para Theo ficar de olho em você, e o médico chegou.

Assenti e me virei para o homem que mexia em alguns papéis. Gina entrou com uma bandeja com pãezinhos, suco e água em mãos.

— Hermione! Que bom que já está de pé! — Ela sorria amplamente enquanto se aproximava de nós e depositava a bandeja sobre a cama, eu peguei um dos pãezinhos e atraquei. — Você acredita que esses elfos acham que eu sou impotente de carregar uma bandeja subindo aquelas escadas bobas?

Draco revirou os olhos e eu sorri para ela.

— Você mais do que eu sabe que eles são assim. Que horas são?

— Quase 10 da manhã.

Assenti, estranhando eu não estar com sono.

— Preciso da atenção de vocês. Devem prestar atenção no que irei falar.

Me virei para o médico, enfiei todo o pãozinho na boca e fiquei o encarando enquanto mastigava. Draco sentou-se na cama e me puxou para seu colo. Não estranhei. Gina estava ali, o médico também, e Theo... embora este estivesse dormindo.

— Fale doutor. — Draco parecia ansioso, ele acariciava os dedos de minha mão, coisa que eu só vi acontecer uma vez...

— A saúde dela é de ferro, mas o estresse a toda essa nova fase da vida dela a fez reagir. Eu consegui o prontuário médico dela com Another Abreu¹. Vi tudo que precisou ser tratado nela, nenhum osso quebrado, cortes não profundos, o ombro deslocado, mas nenhum psicólogo. O que nos prova que a sua noiva é uma mulher muito forte por seguir a vida assim, desta forma... — Draco o interrompeu.

— Deve ser por isso que a escolhi.

Belisquei a coxa de Draco que apertou minha coxa e respirei fundo.

— Continue por favor.

— A ansiedade, nervosismo e estresse no corpo de Hermione a fez ter uma recaída. Com o álcool piorou, sugiro que por enquanto ela não beba. Pelo menos por um mês. E que vá a um psicólogo. Se precisar de algum remédio para algum desses sintomas é só me falar.

— Não preciso.

Respondi levantando e indo para o banheiro. Retirei o roupão e minha roupa, percebendo que meu cabelo estava lavado, e a maquiagem não estava mais no meu rosto, então graças a deus não seria um banho muito demorado.

Quando entrei de baixo do chuveiro pensei em tudo que já sofri, todas as lembranças ruins que tenho, minha paixão não real por Rony e as noites que chorei achando que ele estava morto enquanto eu e Harry tínhamos a sorte de estar vivos e termos esperança de que Voldemort morreria — nas mãos de Harry. 

Demorei mais que o esperado porque as lágrimas brotaram dos meus olhos e começaram a cair junto com a água do chuveiro. Não pude conter elas nem os soluços. Meu peito chegava a doer, estava apertado e a vontade de desistir de viver surgiu, como milhões de vezes. Mas eu era forte, porque minha mãe me criou assim, para ser uma bruxa nascida trouxa forte, que não abaixava a cabeça para quem se achasse superior...

Draco me chamou, e eu resolvi ignorar mas sair logo do banho, sequei-me de leve e ao sair percebi que Theodore não estava ali, apenas Draco que me olhava de forma curiosa. Fui até nosso closet, vesti-me com um vestido preto e branco de listras, calcei um chinelo enquanto penteava meus cabelos e percebi que Draco me encarava enquanto eu andava pelo quarto.

— Fala logo o que você quer falar, eu te conheço. — Praticamente gritei de raiva.

— Por que não quer ir a um psicólogo?

— Eu não preciso!

Falei já saindo do quarto.

Nosso dia foi tranquilo, Draco não voltou a falar daquilo. Theodore ficou conosco até o almoço, assim como Gina, os dois pareceram se dar bem, ele contava piadas e ela apenas ria ou dava corda, contava outras também. E eu sabia com quem ela tinha as aprendido, Fred e Jorge. Durante a tarde, Narcisa me ensinou a costurar, porque comentei que não sabia, ela se ofereceu e fiquei interessada, então logo fomos para a biblioteca enorme da mansão Malfoy.

— Você tem futuro, Hermione! Aprendeu muito rápido.

Ela sorriu para mim e eu lhe devolvi o sorriso.

— Não querendo me gabar mas sempre fui assim, aprendia as coisas rápido, quando ficava curiosa ia pesquisar...

— E não cala a boca nunca.

Olhei para Draco que entrava na biblioteca com um sorrisinho prepotente que eu quis tirar do seu rosto com um soco lindo e merecido.

— E adivinha só, Narcisa, eu casarei com o garoto que me humilhou a vida toda!

Bufei, desviando o olhar para a agulha que eu segurava em mãos, voltei a treinar o que Narcisa me ensinou.

— E adivinha só... esse garoto que te humilhou a vida toda é o que mais te faz gozar. Gozar como uma doida, gozar como uma...

Larguei tudo no sofá e corri até ele que saiu correndo, demorei para alcançar ele, mas quando o alcancei foi pulando nas suas costas, perto do nosso quarto. Puxei seus cabelos até ele gritar.

— Merda Hermione! Larga! Sai! Para!

Não respondi, comecei a estapear seu rosto com toda a força que tinha. Me assustei quando em um ato bruto Draco virou todo seu corpo, o balançando e eu cai no chão. Gemi de dor. Sentei acariciando meu braço e vi o olhar dele diretamente para o meio das minhas pernas. Rapidamente fechei elas lembrando que estava de vestido. Draco me pegou no colo e eu bufei. Entramos no seu quarto e ele já foi me agarrando, beijando, retirando minhas roupas e jogando-as pelo caminho, como um animal faria, mas ele era apenas um homem sedento por sexo.

Draco desceu os beijos pelo meu corpo, se demorando na minha barriga, mordendo ali. Agarrei sua cabeça e o puxei para mim, o beijando com força. Meu sangue parecia fogo nas minhas veias. Eu só queria saber de foder com ele. De senti-lo entrar e sair com força da minha intimidade. Sentir como era ser dele até alcançarmos nosso orgasmo e recomeçar tudo novamente.  Retirei sua camiseta durante o beijo, o afastei quando lembrei das minhas condições atuais.

— Eu estou... no período fértil!

Draco que parecia desesperado para estar dentro de mim, pareceu murchar e levantou de cima da cama, enquanto a única coisa que eu fazia era não olhar para ele.

 


Draco Malfoy's P.O.V

O dia de voltarmos para Hogwarts chegou, iríamos pela lareira, Minerva autorizou para ser mais rápido. Ela estava meio tocada por não ter ido ao nosso noivado mas jurou que iria ao nosso casamento. Grande coisa, eu não queria ela lá mesmo, naquela farsa de felicidade e amor que eu e Granger nos encontrávamos...

Hermione pegava os livros que minha mãe me deu e tentava enfiar os 5 dentro da sua mala, o problema era que não iria caber de jeito nenhum.

— Coloca eles na minha mala logo, doida.

Granger me olhou fuzilante, sorri para ela que me mostrou o dedo do meio.

— Não vou fazer isso porque logo você vai estar se gabando que fez isso e aquilo para mim, seu merda!

Bufei, revirando os olhos, passei por ela e dei um tapa naquela bunda que a fez dar um grito alto.

— Espero que fique com a bunda  dolorida.

Sorri, lhe olhando, ela acariciava a própria bunda me olhando raivosa. Sai do quarto e fui para a sala, minha mãe parecia ansiosa e nervosa.

— Hey dona Narcisa... Você não vai chorar, né?

Sorri, tocando em seu pulso e rindo divertido. Foi só dizer isso que ela começou a chorar e se agarrou a mim.

— Eu vou sentir sua falta meu filho!

A abracei de volta e acariciei seus cabelos, deixando ela ficar assim por mais alguns minutos. Eu estava feliz por estar voltando a Hogwarts, e saber que agora ela não precisava esconder o que sentia como quando estava com meu pai. 10 minutos depois Hermione desceu as escadas com suas malas levitando. Ela se despediu de minha mãe com um forte abraço e beijo no rosto. Sorri para minha mãe e entrei na lareira enorme de minha casa junto com Hermione e as malas. Logo estávamos em Hogwarts, levantando do chão, e sacudindo a poeira de nossas roupas.

— Harry? — A voz surpresa de Hermione me fez levantar a cabeça para encarar não apenas Minerva, mas Harry Potter, e Ronald Weasley com ela.

O  Potter ficou com as bochechas vermelhas, me olhou e voltou a olhar para ela.

— Oi... Hermione...

E eu fiquei com raiva. Justamente porque Weasley correu até ela, a abraçando com força e não parava de pedir desculpas por ter feito centenas de porras que a magoaram e sei lá mais o que.

 


Notas Finais


ANOTHER ABREU: O NOME DA ANTIGA MÉDICA DA HERMIONE, A QUE CUIDOU DELA QUANDO A GUERRA TERMINOU.

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Leitores, amores de minha vida...
Ficaram decepcionados por não ser uma gravidez?
Acho bem cedo para isso. Por isso, vocês já viram...

O Cameron Baker é aquele loiro que deu em cima de Hermione no capitulo passado sim.

Qualquer dúvida que tiverem, por favor, perguntem nos comentários.

Espero que tenham gostado do capitulo, é o primeiro P.O.V do Draco que faço aqui, e espero que não tenha decepcionado vocÊs.
ME DIGAM UMA COISA:
Querem que a fanfic continue sendo narrada apenas pela Hermione ou assim como foi esse capitulo hoje?

Espero suas respostas nos comentários amores.
Beijocas <3


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