História Casamento Arranjado - Capítulo 8


Escrita por: ~

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Categorias Saint Seiya
Personagens Camus de Aquário, Hyoga de Cisne, Ikki de Fênix, Miro de Escorpião, Shun de Andrômeda
Tags Drama, Romance, Saint Seiya, Yaoi
Exibições 201
Palavras 3.185
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Lemon, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Bem, esse é o penúltimo capítulo. Espero que gostem do capítulo.
Beijos a todos.

Capítulo 8 - Casamento- parte I


           Casamento- parte I

 

Era véspera do casamento do jovem Camus com o seu amado grego e devido à ansiedade que sentira, o ruivo pouco dormira durante a noite, o que o fez passar boa parte da manhã na cama.

Já se passava do meio dia quando o francês se espreguiçara na imensa cama, logo abrindo seus olhos azuis e deparando-se com um par de verdes azulados em si.

–Bom dia meu amor. –Milo o cumprimentou tocando-lhe a face com carinho.

Camus sorriu ao vê-lo tão próximo e ver todo amor nos olhos daquele homem, um amor que era seu, o mesmo que ele também sentia.

–Bom dia amor. – Respondeu e logo teve seus lábios tomados com paixão e foi amado com devoção pelo belo amante.

Momentos mais tarde já recuperado do furacão grego, Camus lembrou-se dos anjinhos, do casamento e de todas as suas obrigações pendentes, levantando-se de supetão assuntando o noivo que estava sonolento a seu lado.

–Camus, amor... O que foi? – Perguntou o grego já preocupado com a atitude do mais novo.

–Hyoga, Shun, Ikki... O casamento... Milo por que me deixou dormir tanto? E ainda me segurou mais aqui. –Correu para o banheiro se metendo no chuveiro para um banho rápido.

Milo sorriu indo atrás dele entrando no boxe e beijando-lhe a nuca tocando o corpo de Camus, o deixando mole em seus braços.

–Amor se acalma. Escuta os meninos estão ótimos. Já tomaram o café da manhã e agora estão brincando nos jardins. Deixei Amalie tomando conta deles. – O virou de frente para si tomando-lhe os lábios docemente. –Você já escolheu seu traje, eu também, os meninos ficaram lindos nos pequenos fraques.

Explorava o pescoço do menor marcando-o e ouvindo os gemidos dele.

–A casa está linda, as reformas ficaram perfeitas, a organização está primorosa. A comida que escolhemos está divina, as bebidas são de boa safra, até o bolo é magnifico. E o melhor de tudo meu noivo é perfeito. – Concluiu sorrindo e o beijando ardentemente.

Camus suspirou preocupado, Milo passou os nós dos dedos em seu rosto.

–O que está acontecendo meu anjo? – O loiro percebeu que o amado não estava muito feliz naquele momento. – Me conta meu amor.

–Milo, eu não sei muito se irá gostar da roupa que escolhemos, quero dizer que aqueles loucos escolheram. – Suspirou novamente.

–Camus eu vou adorar qualquer coisa que estiver em seu corpo. Porque é você, meu lindo! Se entrasse pelado ainda assim eu te acharia maravilhoso.

–Para com isso Milo, é sério. – O ruivo deu um tapa no ombro do futuro esposo.

–Tudo bem eu não quero mesmo que vejam esse seu corpinho que é todo meu. – Sorriu safado o beijando com mais voracidade.

Milo abrira o chuveiro deixando a água cair por seus corpos nus e desejosos. Ergueu Camus do chão o encostando a parede, mantendo suas pernas em volta de seu quadril, o adentrando em seguida.

O ruivo abraçava-lhe o pescoço enquanto Milo o estocava, o membro dele ia de encontro à próstata do amado e ele ia cada vez mais forte, tirando gemidos prazerosos de Camus.

Continuaram naquele ritmo até chegarem ao clímax e escorregarem até o chão do box, respirando com dificuldade.

&&&

Amalie estava sentada em uma cadeira observando os três meninos brincando nos jardins. Era incrível como nenhum deles nunca parava quieto nenhum segundo, sempre muito curiosos procurando desvendar o vasto mundo que tinham a sua frente. Para eles tudo era muito interessante e enorme;

Para a cozinheira o bom mesmo era vê-los sorrir, especialmente o pequeno Hyoga, que tinha visto nascer. Eram mesmo três crianças encantadoras, mesmo levadas elas não brigavam e dividiam bem os seus brinquedos. Até o Ikki, que era um garoto enfezado, era doce com os dois menores e fazia questão de protegê-los.

–Amanhã é o casamento. –O loirinho dizia aos dois meninos com um ar preocupado. –O Camus me disse que ele e Milo vão para a lua de mel depois.

–Também quelo ir pra lua de mel. – Shun diz com um lindo sorriso.

–Não vai dar Shun, vamos ter que ficar aqui. – O moreno contou ao irmão tocando seus cabelos.

–Mas eu quelo ir à lua de mel, pra comer mel. – O pequeno menino arrumara um beicinho em sua face infantil.

–Acho melhor você comer mel aqui mesmo, Shun. – Hyoga balançava a cabecinha loira positivamente.

–Mas eu quelo ir com o papai e o Camus. – A essa altura ele já estava lacrimejando.

–Ah não chora, Shun. – Ikki o consolava. – O papai disse que lua de mel e só pra casados.

–Então eu quelo me casar, Ikki. – O menino iniciara um choro.

–Mas você é pequeno Shun. –Concluiu Hyoga. – O Camus disse que eu não posso casar com o Ikki, porque somos pequenos e você é menor que a gente.

Ikki pegou Shun no colo, o consolando, enquanto Hyoga passava as mãozinhas nos cabelos castanhos do menor.

–Não fica triste Shun, o papai disse que ficarão só sete dias fora.

–Sete dias demoa muito? – Perguntou o menor, dengoso.

–Eu não sei, mas não deve demorar muito não. – Respondeu o irmão maior.

–Ikki, mas se a bruxa voltar? – O loiro lembrou-se da avó dos meninos.

–Eu jogo ela lá na rua. – O pequeno menino de cabelos negros falava com coragem e propriedade.

Os menores sorriem voltando a brincar despreocupados.

&&&

Era meio de tarde e Camus se via mais nervoso, Milo estava com seus advogados em seu escritório, provavelmente tomando algumas providências contra a ex-sogra do mal. Os meninos corriam pela casa fazendo uma bagunça terrível que já o estava enlouquecendo.

–Meninos vocês não podem brincar sem gritar tanto ou pelo menos sem jogar a casa em nossas cabeças? – Os três param nessa hora o olhando. O ruivo estava mesmo irritado. – Por que não vão para o quarto de vocês?

–Ah, mas eu não quelo fica de catigo. – Disse o menor com um belo beicinho e começou a lacrimejar.

Camus revirou os olhos, Shun era lindo, doce, uma gracinha... Mas, por que tinha que chorar tanto?

–Ah, Shun eu não estou te pondo de castigo. É que vocês gritam muito. – Camus o pegou no colo o consolando.

Nesse instante Milo que acabara de se despedir de seus advogados, entrava na sala se aproximando dos dois.

–Por que é que meu garotinho lindo está chorando, hein? – Beijou o filho mais novo.

–Ai Milo, esses três são tão agitados! – O ruivo já demostrava todo seu cansaço.

–Calma amor, amanhã mesmo vamos para nossa lua de mel. – Milo piscou para o noivo, como quem diz: logo nos livraremos das pestinhas por uma semana.

–Eu quelo ir papai. –Shun se jogou nos braços do pai.

–Quer ir onde Shun? – Cerrara o cenho, porém não pode deixar de rir da gracinha do filho.

–Pra lua de mel. – Shun respondeu todo doce fazendo gestos infantis que o deixavam ainda mais fofo.

–Mas, nem pensar mocinho, você e seus irmãos ficarão aqui com a Amalie cuidando da casa. – Milo beijou seu pequeno rapazinho.

–Mas eu quelo comer mel papai. –Seus olhos encheram-se de lágrimas novamente.

–Shun, tem mel aqui em casa...

–Mas eu quelo o mel da lua. – Apontou o dedinho para cima.

–Shun, seu pai e eu vamos trazer mel da Gré... Da lua, ok? – Camus tentava acalmar a criança, antes que novamente o pequeno iniciasse um belo choro.

–Mas eu quelo ficar com vocês...

–Shun, você já está com a gente. Agora vem que eu vou te fazer dormir que essa sua pirraça tem nome: Sono. –Milo subiu as escadas com Shun nos braços choramingando, não seria fácil deixá-lo, nunca se afastara de seus filhos e na verdade não era um bom momento.

Camus ficara na sala junto aos outros dois meninos, em todas as viagens que fizera na vida, foram ao lado de sua família. Tudo bem que chegando aos lugares saía sozinho e deixava o irmão com os pais, mas agora era diferente, Hyoga não iria junto e ficaria sozinho. Isso doeu seu coração, não achava que o loirinho estava pronto para ficar sozinho. Olhou para Ikki e viu que ele também estava triste.

–Milo. –Camus o chamou e viu que ele já tinha desaparecido nas escadas, resolveu então ir atrás dele. Aquilo não era certo deixar os meninos...

–Eu to com medo Ikki. – O loiro sentiu a mão do maior apertar a sua.

–Não fique Hyoga, eu to aqui pra proteger você. Eu vou ser o seu marido não é mesmo? – Hyoga balançou a cabeça concordando.

Ikki se aproximou e selou os lábios dele com um beijo inocente, ele mesmo estava assustado, não queria que o pai se fosse, porém tinha medo de dizer isso a Milo e parecer um menino bobo e fraco.

Abraçou Hyoga tentando o acalmar e a si mesmo. Fez um carinho na cabecinha loira dele. O menor sorriu. Ikki sempre o fazia se sentir melhor.

&&&

–Milo. – Camus entrou no quarto dos meninos vendo o amado ninar o filho menor, que quase dormia.

–Shiiii. – Colocou o dedo indicador na frente dos lábios em sinal de silêncio.

Camus aguardou e viu o pequeno dormir e ser colocado na cama e coberto por seu pai. Milo ligou a babá eletrônica e saiu do quarto de mãos dadas com o ruivo.

–Milo não podemos deixá-los sozinhos, eles são pequenininhos... Eu nunca deixei o Hyoga, não tem muito tempo que perdemos nossos pais... Milo.

–Eu sei. Meus filhos também estão sofrendo... Depois da invasão daquela bruxa eles ficaram bem assustados. Eu não posso confiar nela. Já estou tomando medidas a esse respeito, mas ela é a avó. Tenho medo que ela entre na justiça, no mínimo ela terá direito a passar alguns dias com eles, eu não quero que meus filhos passem meia hora perto dela. – O loiro estava muito preocupado.

–O melhor a ser feito é cancelar a viagem. –Concluiu Camus, suspirando profundamente.

–Sinto ter que concordar meu amor. – Milo o envolveu entre seus braços e o beijou a testa.

–Só por cima de meu corpo belo e quente que vocês farão uma loucura dessas!

–Afrodite! – O casal disse em uníssono.

–De onde você saiu? – Perguntou o mais jovem dos três, irritadiço.

–Essa é uma decisão nossa Afrodite...

–Não, não é loiro gostoso. Eu estou aqui para fazer dessa cerimônia algo fabuloso e o clímax de tudo será os pombinhos em sua viagem de sonhos a Grécia. – fez um beicinho ao falar a última palavra.

–Mas nós não podemos deixar as crianças apenas com a cozinheira e elas não aceitam babás...

–Oras e o que é que eu estou fazendo aqui? – Perguntou como se a resposta fosse óbvia. –Eu fico com os seus anjos. Esqueceram-se de que eu tenho dois em casa? Eles se divertirão tanto que nem verão o tempo passar.

–Não sei não. O Shun quando começa a chorar...

–Relaxa deus grego! Qualquer coisa os beijadorezinhos lá em baixo dão um jeito. O Ikki então adora mimar o irmão. – O sorriso de Afrodite era hilário, o casal riria se não fosse à nova informação, nem tão nova assim, diga-se de passagem.

–Ikki e Hyoga, eles estavam se beijando? –O grego perguntou meio apreensivo.

–Estavam. E não são umas gracinhas? – Afrodite não via problema algum, sabia que eles eram apenas crianças inocentes e curiosas.

–Milo, o seu filho está pervertendo o meu irmão. – Camus acabou por ficar emburrado.

–Como assim o meu filho? Camus eu pensei que seriam seus filhos também, assim como considero Hyoga meu filho...

–Milo não disfarça. O Ikki é um tarado como você e o Hyoga é uma criança pura e inocente...

–Como você. – Milo completou a frase do noivo. –Até parece Camus Rousseau que você é inocente! Você tem um fogo no meio dessas pernas... – o ruivo levou sua mão a boca do loiro, sua pele estava rubra de tanta vergonha.

–Vocês dois, eles são crianças, estão apenas curiosas. O Shiryu e o Seiya também já se beijaram. Eles fazem isso, é normal. Não vamos estimular, mas também não precisamos fazer um alarde. Isso é só uma fase. – O loiro sueco falava com muita sabedoria, deixando Camus e Milo impressionados.

–Será mesmo? – Milo tinha esperança que fosse mesmo só uma fase e que não causasse nenhum problema. –O fato é que minha ex-sogra viu e a bruxa arrumou uma confusão por conta disso.

–Essa mulher quer dinheiro. Então, dê a ela. E prove que é apenas isso que ela quer. Ficar rica as suas custas e não o bem-estar dos netos. – Concluiu Afrodite.

–Pelo visto você não serve apenas para escolher roupas horrorosas. – Comentou o francês displicentemente.

–A roupa é linda, Camus. Você que tem medo de parecer sexy e adorável! – Retrucou Afrodite.

O ruivo revirou os olhos resmungando de sua sorte.

–Está decidido, as crianças ficam comigo e vocês vão para a lua de mel tranquilos. Agora relaxem e fiquem lindos para o casamento. – Ordenou o loiro sueco, saindo em seguida sem esperar resposta.

–A roupa é tão ruim assim Camus? –Milo perguntou pela primeira vez preocupado, não queria ver o homem que amava triste em um dia tão importante como aquele.

&&&

No dia seguinte o casal levantou-se cedo, arrumou os meninos e rumaram todos para casa de Camus. Chegando ao local se depararam com gente para todos os lados, correndo feitos loucos para que tudo estivesse pronto para o casamento.

A confusão se armou na hora dos meninos se vestirem, pois não queriam que ninguém além dos pais fizesse isso. Ikki corria sem suas roupas pela casa, Shun chorava sem parar e Hyoga corria atrás de Ikki. Milo corria atrás de ambos enquanto Camus tentava fazer Shun parar de fazer pirraça. No fundo ambos sabiam que o problema era um só: A lua de mel.

–Meninos eu juro que vou deixá-los de castigo até uma semana após a morte de vocês. – Gritava Milo tentando os fazer obedecer.

–Ah isso não vai dar certo, esses meninos estão fora de controle. – Camus estava atordoado. – Shun, pare agora mesmo de chorar ou você ficará de castigo.

O ruivo foi firme, o garoto choramingou mais um pouquinho, mas logo se acalmou. Camus deu-lhe um beijo e o entregou a Amalie, que o levou para se vestir.

O francês foi então atrás do irmão o pegando nos braços com firmeza.

–Alexei, o que está fazendo é muito feio. –Olhou bem nos olhos azuis do menino. – Eu estou muito triste com você.

–Não, por favor, Camus. Eu te amo. – Abraçou o irmão com força.

–Eu também te amo Hyoga, mas se continuar assim vou deixá-lo de castigo e não assistirá a cerimônia. –Fora firme com o irmão caçula.

–Eu vou obedecer. –Balançou a cabecinha.

–Ótimo. Então vá se vestir. – O colocou no chão o vendo ir para o quarto onde deveria estar se arrumando há meia hora. –O cabelo desse menino está enorme. –Suspirou cansado.

–Viu Ikki, os menores estão se arrumando e você pelado para todo mundo ver o seu Piu-Piu. – O pai estava com o filho mais velho no colo.

–Eu não ligo. –Ikki fez beicinho.

–Ah, e agora vai ser malcriado, Ikki Amamiya Chrissaki? Quer que eu o mande de volta para casa e não o deixe participar do casamento? – Milo o perguntou já se aborrecendo com a birra do filho mais velho.

–Quero. – Respondeu Ikki emburrado, porém sincero. – E quero que você, o Shun e o Hyoga voltem comigo.

–Mas, e o Camus?

–Ele também, mas sem casamento.

–Você não quer que eu me case Ikki? – Milo estava confuso aquele momento. – Mas você não vê que o papai está feliz? Não quer que eu esteja feliz, filho?

–Quero papai, mas eu não quero que você vá embora. – Agarrou-se ao pescoço do pai, com medo que ele se desfizesse como se fosse uma nuvem.

– Meu pequeno, são só sete dias...

–Me leva com você papai. – Milo sentiu as lágrimas do filho molhar o ombro, justo o Ikki que sempre tentava se fazer de forte, a coisa era séria.

–Tudo bem meu amor. Vamos todos em uma linda viagem. Eu tenho trabalhado muito e dado pouca atenção a vocês não é mesmo? – Milo beijou o rosto do menino o levando a frente ao quarto. –Agora se vista meu anjo para o casamento. Tudo bem?

–Tudo bem papai.

–Ikki.

–Hum?

–Eu te amo muito, meu filho.

–Também te amo papai. – O loiro observou o filho entrar e fechar a porta atrás de si.

–Conseguimos. – Camus vinha logo atrás.

–É mas, eu prometi ao Ikki que viajaríamos todos juntos. – O grego ficou apreensivo com o que o amante iria dizer.

– Milo, o que não tem remédio... Mas temos que aprender a lidar com mais firmeza com essas crianças. – Concluiu.

–Sim, mas não podemos nos esquecer de que o amor e a compreensão devem vir em primeiro lugar.

–Ok, senhor Milo. Mas agora temos que nos casar e estamos assim, descabelados, e ainda não nos trocamos.

–Ah, eu não vejo a hora de ser o seu marido. –Milo o segurou entre os braços o beijando apaixonadamente não se importando com os olhares que atraiam sobre eles.

–Para isso existe quarto. – Misty cantou para os dois de forma afetada.

&&&

Milo acabara de se vestir em um belíssimo fraque negro da nova coleção Giorgio Armani. Era um terno moderno e feito sob medida, deixando o corpo do grego ainda mais belo.

Os cabelos loiros foram lavados e estavam bem penteados num rabo de cavalo baixo. Os sapatos pretos combinavam com a produção. Estava realmente lindo. Os três meninos agora ao seu lado esperando que fossem chamados para o início da cerimônia. Ikki era o que mais se parecia a um rapazinho, estava uma graça em seu fraque. Hyoga também tinha ficado belíssimo, com seu cabelo loiro comprido era difícil identificar se era um menino ou uma menina, a não ser mesmo pela roupa. Shun era o mais fofo de todos, com seus grandes olhos verdes, tinha mais aparência de uma pequena garota, exceto pelo fraque masculino. Crianças são andróginas mesmo, e até certa idade, fica difícil definir seu sexo, talvez por suas roupas e penteados.

Não demorou muito e Milo foi chamado ao altar que ficara perfeito perto do lago. As cadeiras todas brancas enfeitadas com lírios. O Arco onde estava o juiz de paz, onde também ficariam os noivos, estavam adornados pôr panos de seda na cor branca e tinham rosas amarelas. Tudo muito bonito e sóbrio.

Milo se pôs ao altar para esperar seu doce príncipe. E não demorou muito e pode ver os meninos, Shun à frente e Ikki e Hyoga, ao lado um do outro mais atrás. Logo vinha seu anjo ruivo, lindo, majestoso, com os cabelos rubros soltos, num terno preto em risca de giz rosa, assim com sua grava e a blusa que ficava por baixo, essa num tom bem clarinho. O terno do francês, como do noivo também era um Armani, e Camus estava encantador com o traje, mesmo porque a sua roupa era mais moderna e despojada que a do futuro marido, pois era mais jovem que ele.

O grego sorriu encantado, se apaixonara de novo por aquele menino lindo, estava radiante por saber que logo ele o pertenceria para sempre.

Continua...


Notas Finais


Beijos a todos que tem lido a fic, em especial aos que tem deixado reviews.
Até o próximo.


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