História Casamento Arranjado - Capítulo 9


Escrita por: ~

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Categorias Saint Seiya
Personagens Camus de Aquário, Hyoga de Cisne, Ikki de Fênix, Miro de Escorpião, Shun de Andrômeda
Tags Drama, Romance, Saint Seiya, Yaoi
Exibições 215
Palavras 3.448
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Lemon, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Pessoas lindas, esse é o último capítulo da história.
Quero agradecer muito a todos pelos lindos reviews, por favoritarem e me incentivarem muito a continuar postando aqui; Vocês são muito fofos, e eu realmente fiquei muito feliz com a receptividade.
Obrigada a todos e muitos beijinhos.
Boa leitura.

Capítulo 9 - Casamento parte II - Lua de mel


Casamento –parte II - Lua de mel

Sobre os olhares dos amigos e da família, o casal Milo e Camus disseram seus votos e assinaram os documentos que provavam que agora pertenciam um ao outro, a partir daquele momento tornar-se-iam uma família.

Ao término da cerimônia, que fora realizada apenas no civil, o casal convidou a todos para o grande salão da família Rousseau Chrissaki. Misty realmente fizera um belo trabalho, além de comandar a reforma da casa, ele deixara o salão impecável. Usara cores sóbrias nas mesas e paredes, as flores que enfeitavam o lugar eram em cores claras, a decoração da mesa principal onde ficara o bolo e os doces estava perfeita.

A comida de primeira classe, pratos típicos gregos e da culinária famosa francesa. Tudo estava perfeito. O Dj Shura tinha um repertório de muito bom gosto que agradara a todos, em especial um certo organizador de casamentos.

O casal cumprimentava os convidados com um imenso sorriso, e o melhor entre os convidados não estava a ex-sogra de Milo, já que o loiro se incumbira de deixá-la longe da festa.

 Ikki, Shun e Hyoga, brincavam felizes com Shiryu, Seiya, entre outras crianças e claro empanturravam-se de bolo e doces.

–Está feliz amor? - Milo abraçou o ruivo por trás e ele deitou em seu ombro.

–Muito. – Virou-se nos braços dele recebendo um beijo doce nos lábios.

–Eu te amo, meu menino lindo! – Milo disse carinhoso o beijando o rosto.

–Também amo você, Milo. – Camus sorria feliz retribuindo o gesto de seu marido.

–Camus, eu adiantei nossas passagens, vamos hoje à noite para Grécia.

–O que Milo, nós não iriamos amanhã? E as coisas das crianças? Ainda não arrumei tudo...

–Acalme-se meu amor eu tenho tudo sobre controle. –Selou seus lábios com um beijo. –Vamos curtir nossa festa, depois pegar aquelas... pestinhas... – Franziu o cenho. –Imundas! Olha o estado daqueles três?

–Pois é Milo, eles não podem entrar em um avião daquele jeito. –O ruivo balançou a cabeça em negação. – O Hyoga sempre foi tão bonzinho, olha a carinha dele. Ele é tão loirinho e com aqueles olhinhos azuis tão doces... Ele não parece um anjinho? Como pode dar naquilo ali?

Camus apontava desgostoso ao ver o irmão aprontando.

–Eu não sei Camus. O Ikki eu já esperava que me desse muitos problemas, a carinha sapeca dele não nega.... Mas olha o Shun. –Apontou. –Ele parece um bebezinho daqueles bem fofos, ele é mais bonito e menor que a maioria das crianças de sua idade. Já ouviu como é a voz dele?

–Sim.

–Então é uma coisinha tão doce, tão suave... – Suspirou fundo. –Por que será que ele anda se comportando como um capetinha?

–E vocês ainda querem os levar para lua de mel! – Afrodite os abraçou pelos ombros. –Não terão um minuto de sossego.

–Pega o Shun e eu pego Ikki e Hyoga. – Disse Milo ignorando o sueco.

O resto da festa correu às mil maravilhas depois que conseguiram acalmar os filhos. Despediram-se dos últimos convidados, e correram para arrumarem-se e aos garotos para a tão esperada lua de mel;

Os meninos estavam mais agitados que o normal para a viagem, mas os pais apenas consideravam que era alegria habitual de criança, toda aquela novidade, a festa, tudo os deixara muito felizes.

***

A viagem fora tranquila e ao chegar à Grécia tomaram um táxi ao hotel desejado. O país de Milo era famoso por ter uma das civilizações mais antigas da história, o lugar era belo, com praias divinas, e paisagens maravilhosas.

Por sorte a diferença de fuso horário não era grande, porém viajaram a noite, e depois de um dia agitado, as crianças estavam cansadas, e vieram dormindo no carro.

O grego não via a hora de estar a sós com seu agora, esposo Camus Rousseau Chrissaki. Estava muito feliz e excitado com a ideia de tê-lo em seus braços, e por finalmente aquele ruivinho orgulhoso ser todo seu.

Chegaram ao hotel e Milo resolveu tudo rapidamente na recepção, já que as reservas foram feitas há semanas, a única alteração era que ao invés de um quarto de casal, a cobertura fora arrumada com um quarto extra para os meninos.

As malas foram levadas pelos funcionários do hotel, já que os braços de Camus e Milo estavam ocupados com os garotos que dormiam profundamente. O loiro ficara encarregado de carregar Hyoga e Shun, enquanto Camus levara Ikki.

Logo que chegaram a seu quarto trataram de pôr os meninos na cama, dar uma boa gorjeta aos funcionários e livrarem-se deles.

–Calma, Milo. – O ruivo reclamava com a forma que fora atacado por seu marido ao se virem as sós.

–Meu ruivo gostoso! – Continuava beijando aquele pescoço branco e apetitoso.

Logo estavam trocando beijos apaixonados e cheios de desejos. Milo percorria o corpo bonito e doce de seu esposo, com maestria ouvindo seus gemidos deleitosos, o que o excitava ainda mais.

–Milo! – O francês gemeu sentindo os dedos do maior entrando por suas calças, alcançando seu membro. –Isso é bom.

–Você gosta assim, amor? – Abriu o zíper colocando a mão toda naquele membro rijo e gotejante.

–Ahh, hum! – O ruivo jogou a cabeça pra trás gemendo muito.

Milo foi o levando para cama o deitando delicadamente distribuindo beijos por sua face e lábios, abrindo a camisa do menor, se fartando na pele exposta.

Camus gemia excitado puxando Milo para si, mas de repente um choro fez com que o casal parasse com tudo que estavam fazendo.

–Shun! – Levantou Milo desanimado. –Eu vou fazê-lo dormir, é rapidinho não saia daí.

O loiro mal chegara à porta e um novo choro uniu-se a de seu filho mais novo.

–Hyoga! –Camus cerrou o cenho levantando-se junto ao esposo.

Rapidamente entraram no quarto e Milo ascendera um abajur vendo os dois menores sentados em suas camas, aos prantos. Shun estendeu os bracinhos para o pai que logo o pegou.

–Papai, papai eu to com medo. – Abraçou o pescoço do pai com força.

–O que foi Hyoga? – Perguntou Camus ao irmão.

–Eu quero o meu papai. – Choramingou o loiro estendendo os bracinhos para Milo, que o pegou também, fazendo o ruivo revirar os olhos, era só o que faltava Hyoga começar a fazer birra também, e já estava o trocando por Milo.

–Meninos. Está na hora de dormir, já é tarde. – O loiro tentava consolá-los. –Amanhã iremos todos à praia, mas se não dormirem não estarão descansados o suficiente para brincar. Querem ficar presos no hotel?

–Eu quelo dormi com você. – A voz infantil de Shun era irresistível.

–Eu também. – Hyoga faz coro.

–Crianças! –Ikki que já estava em sua cama emburrado, resmungou.

–Crianças deitem-se, nós ficaremos até vocês dormirem. –Camus diz impaciente.

–Por favor, Camiyu. – Pediu o irmão mais novo. “Desde quando esse menino me chama assim? ” –Pensou o ruivo.

–Deixa Camiyu. –Agora era o pequeno menino de olhos verdes quem pedia.

Milo e Camus se entreolharam, era difícil resistir àquelas carinhas fofas, entretanto eles queriam passar aquela noite nos braços um do outro, extravasar aquela paixão que os devorava. Porém eram pais e se sentiam responsáveis pelas crianças e era a primeira noite em um lugar estranho, eles tinham razão em ficar assustados.

–Tudo bem. –Respondeu o francês.

–Traga o Ikki. –Milo deu um sorriso sem graça.

O grego pegou os menores no colo e os levou para o quarto.

–Venha Ikki. – Chamou Camus pelo pequeno moreno.

–Eu não quero. –Respondeu o garoto enfezado. – Eu não sou nenhum bebezinho igual àqueles dois.

–Tudo bem rapazinho. – Camus abaixou-se deitando Ikki na cama e o cobrindo, deu-lhe um beijo na testa. –Durma bem, querido.

O ruivo ia saindo do quarto quando ouviu a voz de Ikki bem baixinha em um murmúrio:

–Eu não quero dormir sozinho. – Se estivesse mais claro Camus teria visto seu rostinho avermelhado.

O ruivo voltou e sorriu singelamente, deu a mão para o menino que a pegou e juntos voltaram para o quarto do casal, onde Milo já se encontrava deitado com os dois menores, um ao lado do outro. A cena era linda, e ficou ainda mais bela com a chegada de Ikki e Camus, no entanto não era a cena ideal a um casal em lua de mel, entretanto como pais eles entendiam que o bem-estar dos filhos vinha sempre em primeiro lugar.

Após todos devidamente acomodados na king size, Milo pôs-se a contar-lhe historinhas, o que ajudou os meninos a dormirem. O grego e seu esposo olharam-se e acabaram por sorrir, tinham a consciência que tinham um longo caminho a percorrerem, mas estavam felizes por estarem juntos, e teriam a vida inteira para se amarem.

***

O dia amanheceu belo, o sol raiando em todo o seu esplendor, entrando pelo quarto onde Camus e Milo dormiam com seus filhos. Hyoga acolhido nos braços de Milo, Shun grudado em Ikki, e Camus acordou quase caindo da cama. Fora quase expulso de sua cama em sua noite de núpcias.

Olhou no relógio sobre a cabeceira ao lado da cama e viu que ainda eram seis e meia da manhã. Resolvera tomar um banho.

O banheiro era luxuoso, mas o que enchera os olhos do ruivo, fora à linda e imensa jacuzzi, estava precisando realmente de um banho em uma daquelas para relaxar, as últimas semanas tinham sido conturbadas, entre o casamento, as crianças, Milo, e tudo que lhe acontecera, percebeu que há meses não tinha um momento de descanso, um momento só seu.

Retirou suas roupas, enquanto enchia a banheira com água quente, jogou sais de banho dentro da jacuzzi e mergulhou totalmente naquelas águas sentindo o corpo relaxar imediatamente. Aquilo era maravilhoso, não tinha dúvidas, era tudo que ele precisava naquele momento.

Fechou os olhos e deixou o corpo descansar ao ponto de começar a cochilar, porém acordou um tanto assustado ao sentir mãos em seus cabelos.

–Milo! – Elevou seus olhos.

–Oi amor. – Recebeu um selinho em seus lábios. –Veio se divertir sem mim?

Viu o loiro se afastar tirando as próprias roupas com um sorriso safado nos lábios.

–E as crianças? – O ruivo perguntou, odiaria ser interrompido na melhor parte novamente.

–Dormindo como anjinhos. – Entrou se pondo atrás do amado, distribuindo beijos em sua pele exposta.

–Hum. – Gemeu o ruivo ao ter o corpo explorado pelas mãos másculas e experientes do marido.

–Meu anjo ruivo gostoso! – Milo mordeu o lóbulo da orelha tirando mais dos gemidos adoráveis do seu esposo.

–Milo! – Os dedos brincavam com os mamilos róseos, os beliscando, massageando, sentindo o ruivo contorcendo-se e gemendo de prazer para total deleite do grego.

As mãos grandes continuaram a percorrer aquele corpo magro e perfeito, alcançando o pênis ereto o massageando com vigor. Camus gritara naquele momento, o loiro massageava sem tréguas ter seu marido assim tão entregue o deixava muito feliz.

–Mi-Milo pa- pa-re eu vou gozar. – Ofegava e atropelava as palavras.

Ouvindo aquilo o loiro apenas riu e continuou com sua tarefa de dar prazer a seu amado ruivo que se esfregava sofregamente em seu corpo, parecendo um gatinho manhoso. “Ele era mesmo uma graça! ” – Constatara o loiro apaixonado.

Os dedos de Milo brincavam com a ponta do pênis do menor que vazavam e voltava a percorrer todo o falo com destreza, ouvindo os gemidos cada vez mais presentes e altos.

–Mi...ahhhhh. Milo! – E foi chamando pelo seu esposo que Camus gozou em sua mão.

Milo levara a mão em sua boca provando do gosto de Camus, que ainda ofegava, mas prestava a atenção nos atos do marido.

–Isso é estranho. – Disse em meio à respiração pesada.

–Eu adoro provar você, meu amado. –Puxou o menor para um beijo profundo e apaixonado pressionando sua ereção na barriga do ruivo.

–Você está duro. –Camus ficou vermelho após o que disse.

–Sim. E é você que me deixa assim, garoto. – Lhe mordeu a bochecha. –Vou gozar muito dentro de você.

Milo disse em seu ouvido de uma forma tão sensual, que Camus não se conteve, gemeu e tocou a ereção de seu marido ainda que timidamente, sentou-se na borda da banheira e sem pensar muito abocanhou o pênis magnifico de ponta vermelha, em seus lábios, ouvindo os gemidos do loiro. Os gemidos eram roucos e sedutores, Camus se excitara novamente só por ouvi-los.

Ter o pênis de Milo em sua boca, sentir o gosto dele era maravilhoso, assim como sentir o falo de seu amado endurecer ainda mais em seus lábios, o pré- gozo em sua língua, aquilo era muito bom.

–Camus! – A voz saiu entre os dentes, e o menor sentiu seus cabelos ruivos serem puxados. –Pare eu vou gozar em sua boca.

O ruivo o olhou meio atordoado e voltaria para o pênis de Milo, mas ele o puxou de volta tomando seus lábios em um beijo molhado, gostoso e apaixonado, que o deixou sem folego.

–Milo!

–Eu quero gozar aqui. –Brincou com a entrada do menor tirando dele um gemido languido.

Milo virou o ruivo para a borda da jacuzzi e o levantou pelos quadris, abriu seu bumbum branco durinho e cheio, levando sua língua quente para o meio dela, no pontinho rosa piscante.

–Ahh! Mi... Oh Deus! – O ruivo se contorcia e gemia, tinha o ânus atacado pelos lábios, língua e dentes do marido.

Camus rebolava querendo mais do loiro, e Milo o abria para maior contato de sua carne com o interior do ruivo.

–Milo, por favor, eu preciso... ahh. – O loiro inserira um de seus dedos dentro dele o alargando, e o ruivo gemera ainda mais.

Logo outros dois dedos brincavam com sua entrada e a invadiam com precisão, acertando a próstata de Camus, que se encontrava ensandecido de tanto prazer. As falanges de Milo entravam com força no interior do menor, que se contorcia e gemia envolto em puro deleite.

Milo podia gozar só de ver as reações do seu amado, mas sua ereção doía, queria gozar naquele corpo lindo que o seduzia. Retirou os dedos, ouvindo os resmungos de Camus, sorriu e massageou seu falo, o levando a entrada apertada do ruivo. O adentrou devagar, ouvindo o gemido longo de seu amor.

Até que ficara todo dentro do francês, esperando-o acostumar-se com ele. Camus era apertado demais e o loiro tinha um pênis avantajado, não queria machucar seu amado.

–Posso mover-me Camus? – Acariciava as costas e nuca dele brincando com os rubros cabelos.

–Anda Milo. – O ruivo já estava meio desesperado.

E foi com um sorriso que Milo iniciou os movimentos cadenciados de vai e vem naquele corpo e viu Camus se contorcer de prazer e gemer ainda mais.

–Mais Milo...ahhh humm... – o ruivo pedia e era prontamente atendido.

–Assim? – Ia mais forte acertando a próstata do menor.

–Isso, assim... Aí. – Choramingava o menor. –Está tão bom Milo.

O loiro não iria suportar muito tempo, as reações de Camus o deixavam fora de si. Segurou o falo do menor e o massageou com força, Camus gritou de prazer, o marido entrava com força e o masturbava com a mesma potência, era prazer demais.

–Ahh, eu vou ahhh! – Gemia Camus em total entrega e prazer.

–Vamos juntos meu amor. – Respondeu Milo.

Aumentando a potência das estocadas e da massagem no pênis do ruivo, os dois gozaram juntos chamando um pelo outro, tremendo após o orgasmo avassalador. Milo caiu sobre o corpo menor, o beijando as costas, o acariciando ofegante, assim como seu amado Camus estava.

Saiu enfim do corpo menor e o puxou para seus braços de frente em seu colo, beijando os lábios rubros com calma e muito carinho.

–Eu te amo garoto. – A sinceridade de Milo emocionara Camus, que deitou no ombro do marido para que ele não visse isso em seu olhar.

–Também te amo. – Disse baixinho no ouvido do loiro.

Milo sorriu, acariciando as costas de seu amado.

&&&

Ao abrirem a porta do banheiro, ouviram gritinhos e já se depararam com Hyoga e Shun pulando na cama, desarrumando tudo e Ikki que desligava o telefone.

–Pedi o café da manhã, estamos com fome. – Disse o moreno com meio sorriso.

–E o que foi que você pediu? –Perguntou Milo, pegando Hyoga e Shun no colo antes que um dos dois se machucasse.

–Chocolate, sorvete, refrigerante, batata frita. - Dizia Ikki feliz.

–Pizza e bolo de chocolate. – Completava Hyoga.

–Pilurito e bala. – Disse o pequeno Shun contando nos dedinhos.

–Oh, Zeus! Isso não é café da manhã é uma bomba. – Camus falava tentado arrumar aquela bagunça enquanto Milo ria.

–Meninos vocês pediram isso mesmo? – O loiro perguntou divertido colocando os menores no chão.

–Sim. – Gritaram, pulando os três meninos.

–Não podemos deixar vocês sozinhos nem por um segundo. –Camus balançou a cabeça em negação, mas logo riu, estava de muito bom humor aquela manhã.

Milo acabou ligando para o serviço de quarto do hotel e confirmou o pedido, mas deixou bem claro que só seria aquela vez e que eles teriam um almoço saudável com legumes e verduras e que nem adiantava eles torcerem o nariz. Claro que também pediu algo para ele e Camus e que as guloseimas fossem em pequenas porções, ou os meninos passariam mal.

E como o casal havia imaginado, os meninos sujaram-se todos de bolo, sorvete e chocolate, tinha mais em seus corpinhos do que dentro de suas bocas.

Pulavam como macaquinhos felizes, gritando e comendo, estavam tão alegres que os pais não tiveram coragem de repreendê-los.

–Hyoga tem bolo até no seu cabelo e nos seus olhos. Será que alguma coisa veio parar aqui na barriguinha? – Camus fez cocegas no local vendo o menor se contorcer e rir. –Vem vou te dá um banho; Milo olha o estado desses meninos! – Apontou para Ikki e Shun.

O loiro ria de Shun que passava chocolate nos cabelos negros do irmão e ele mesmo tinha sorvete pelo corpinho.

–Ikki e Shun parem com isso meninos. – O pai os pegou levando para o banheiro onde Camus enchia a jacuzzi com água quente para limpá-la, logo soltou a água e voltou a encher a banheira, enquanto Milo tirava o excesso de sujeira dos meninos com uma toalha.

Não demorou a banheira estar cheia novamente e os meninos serem postos lá dentro e começarem com uma nova bagunça, molhando os pais com a água que jogavam para fora da jacuzzi.

Com muito custo e gargalhadas Milo e Camus conseguiram limpar os filhos, o problema foi que na hora de secá-los, os meninos resolveram correr nus pelo apartamento.

–Ah, Milo! Eles não sossegam. –Reclamava Camus olhando para si mesmo e vendo suas roupas toda molhada. –Eu estou cansado...

–Amor! –Milo o abraçou, também estava molhado, mas achava tudo muito engraçado. –Eles estão felizes. Eu estou feliz em tê-lo. – Beijou os lábios do ruivo. –Em ter aquele anjinho loiro que você trouxe pra nós.

Olhou para Hyoga que corria de Ikki e Shun as gargalhadas.

–Meus filhos sempre foram assim felizes e levados, mas ao conhecer Hyoga eles ganharam novo folego. É como se eles sempre tivessem sido irmãos.

–E seus filhos devolveram a alegria a meu irmão. Eu sou grato por isso. Eu amo você e a eles por isso, Milo. – Camus devolveu o beijo e um sorriso.

–Amo os quatro, meus quatro anjos. – O loiro beijou a testa do marido. –Meninos chega de ficar correndo pelado pela casa. Vamos à praia.

Foi mais um motivo para os rebentos gritarem e pularem felizes.

Meia hora mais tarde o casal estava na praia abraçado andando juntos vendo as três belas crianças correrem pela areia.

–Milo o que aconteceu com a sua ex-sogra, hein? Ela disse que ia fazer e acontecer, mas sumiu antes do casamento! – Perguntou o ruivo curioso.

–Bem, ela fez uma longa viagem! – Disse misterioso.

–Viagem? – O francês cerrou o cenho.

–Bem meus advogados descobriram que minha falecida esposa já fora casada antes de me conhecer e que seu marido, que era um homem muito rico, morrera em circunstâncias misteriosas.

–Nossa!

–E com uma investigação mais profunda, descobriram que minha querida ex-sogrinha vivia de dar golpes, não foi muito difícil ligá-la a mais esse crime. A bruxa fez uma longa viagem à cadeia.

–Presa!? –Camus arregalou os olhos surpreso.

–Sim. Só não disse nada para não atrapalhar o clima dos preparativos para o nosso casamento.

–E o que dirá aos meninos? – Olhou novamente as crianças que agora brincavam a beira mar de jogar água uns nos outros.

–Vou dizer exatamente isso, que a avó deles fez uma longa viagem. –Abraçou Camus e deu-lhe um beijo doce. –Sabia que eu te amo muito?

Camus sorriu e acariciou sua face. – E eu amo você demais, meu marido.

Milo distribuiu beijos na face clara de Camus e o puxou para juntarem-se aos pequenos filhos. Eram enfim uma família feliz, já não importava mais o dinheiro, ou status, só o amor que os unia.

 

Fim.


Notas Finais


Enfim, era isso. Como sempre disse essa foi uma das minhas primeiras fics, ela é muito singela, tem alguns erros, porém eu gosto bastante dela, e fico feliz que tenham gostado também.
Eu fiz uma continuação dessa história, e to pretendendo postar aqui, porém ela não é assim tão inocente, e também está em andamento e eu não estarei postando todos os dias. Mas, se quiserem me acompanhar nessa nova fic, eu adoraria.
Beijos, muito obrigada e até as próximas.


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