História Casamento Arranjado - Capítulo 15


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Amor Não Correspondido, Bts, Casamento, Drama, Jimin, Jungkook
Visualizações 1.779
Palavras 2.883
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Adultério, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá quem apareceu? Eu sei eu demorei, mas eu também uma vida fora do mundo das histórias e isso ás vezes me impede de postar frequentemente, fazer o quê é a vida certo?

Alguém está vivo depois daquelas fotos maravilhosas? Gente das duas vezes que eu levei os tiros eu tinha acabado de acordar.

Esperem que gostem!

Boa leitura!

Capítulo 15 - As ironias dos momentos


Fanfic / Fanfiction Casamento Arranjado - Capítulo 15 - As ironias dos momentos

 

Abro a porta do quarto e olho para o cômodo escuro a minha frente. Abeiro-me da cama e suspiro longamente; retiro o cachecol do meu pescoço e o jogo no meio do colchão junto com a bolsa. Eu não conseguia esquecer as palavras de Yoongi, ele tinha razão em tudo que me falara, talvez seja por isso que elas ainda estão martelando em minha cabeça, praticamente grudadas em minha mente como chiclete.

Eu precisava voltar ao meu ponto inicial e refazer meu caminho, dessa vez, da maneira certa para que eu não vá me arrepender futuramente, outra vez.

Acendo a luz do closet e adentro no mesmo. Aproximo da parte alta dele e com as pontas dos pés retiro uma enorme caixa branca com um laço vermelho – de um presente que eu ganhei uns anos atrás – Sento-me no chão com a caixa em meu colo e retiro a tampa. Olhando para tudo que estava ali, percebo o porquê de eu ter guardado a caixa no lugar mais alto, ali estava todas as minhas lembranças, as fotografias, bilhetes da época que eu namorava o Park.

Um singelo sorriso escapa, era um tempo tão bom, tão alegre. Infelizmente, tudo que é bom dura por pouco tempo.

Minha atenção se concentra numa pequenina caixinha preta empoeirada no canto, pego-a em minhas mãos e a abro, rapidamente relembro do objeto: o colar que Park deu-me em meu aniversário, o único presente que ganhei de aniversário aquele dia.

 

Abraçava meu travesseiro ao máximo contra meu corpo, como se ele pudesse aliviar a imensa dor no em meu peito, era inevitável impedir que as lágrimas escorressem em meu rosto, que irônico chorar igual a uma doida bem no dia do meu aniversário, um dia que deveria ser alegre e ter apenas sorrisos de felicidade, se tornou um dia triste com apenas lágrimas de solidão.

Como eu sinto falta de mamãe nessa hora, ela nunca se esqueceu de mim, sempre tinha um bolo por mais pequeno que fosse e a linda melodia dos “parabéns para você” em sua voz, como eu sentia falta disso.

Agora que papai casou de novo, tudo mudou, ele nem sequer lembrou-se do meu aniversário, acho que ele está ocupado demais comprando o país inteiro para Elizabeth para poder se lembrar que tem uma filha.

O meu celular que estava no criado muda acende de repente e logo em seguida começa a tocar, pego-o desesperadamente, atendendo a chamada, com a esperança que fosse meu pai que, tivesse enfim, se lembrado de mim.

—Alô. —minha voz sai exageradamente eufórica.

—Oi.... Angel? É o Jimin.  —o sorriso que eu tinha no meu rosto se desmancha lentamente, não era meu pai.

—Ah... Oi Jimin. —o tom da minha voz contém decepção.

—Vou ignorar essa decepção ao saber que sou eu. —responde no outro lado da linha. —Poderia abrir a porta da sua sacada, está frio aqui fora e minha mãe vai me matar se eu pegar um resfriado. —enrugo minha testa em sinal de confusão.

O que ele está fazendo na minha sacada? Meu quarto está praticamente no segundo andar.

 Levanto-me da cama, descalço mesmo e aproximo da porta da minha sacada. Abro a cortina e dou de cara com Jimin na porta, com o celular no ouvido, com um lindo sorriso ao me ver. Desligo o celular e destranco a porta, abrindo-a para que ele pudesse entrar.

Jimin se aproximou de mim com um sorriso e bem alegremente disse a primeira frase que eu queria ouvir o dia inteiro.

—Feliz aniversário, princesa. —sorrir sentindo uma pequena chama de alegria ao ouvir sua voz, pelo menos alguém não tinha se esquecido de mim.

 Ainda com um sorriso no rosto, ele abriu os braços, esperando um abraço, e assim eu fiz, corri para ele deixando que ele me apertasse como se eu fosse uma criança, sua roupa estava gélida, pelo frio lá fora. Afundo minha cabeça em seu peito e ficamos assim por minutos, naquele quarto escuro apenas com o abajur ligado, abraçados, com o único som de nossas respirações.

—Obrigada. —murmurei ainda em seu peito. —Por lembrar-se do meu aniversário.

—Eu ia merecer pena de morte se esquecesse. —ele beijou minha bochecha e se afastou de mim. —Eu tenho um presente para você.

—Não precisava.  —respondi, enquanto ele fechava a porta.

—Precisava sim. —ele retrucou. Do bolso de trás da sua calça tirou uma caixinha preta pequena. —Abre você vai gostar. —mesmo sabendo que não precisava, eu peguei a caixinha, para não fazer desfeita.

Abri o presente e me deparei com a coisa mais linda que já tinha visto: um lindo colar de pequenas pérolas brancas em toda sua extensão com pequeno pingente em formato de um microfone, dourado, o puxei pela sua corrente, vendo o quão lindo era.

—No momento que eu o vi, sabia que tinha que pertencer a você, tinha que ser seu. —tirei atenção para a joia e o olhei. —Esse microfone Angel significa que você sempre vai brilhar, você nasceu para isso, a música faz parte da sua vida. —voltei a admirar o lindo colar, vendo o quanto ele brilhava, parecia me chamar para que eu o usasse.

—Eu desistir de entrar National University of Arts, meu pai não quer, falou que eu tinha mais futuro fazendo administração. —suspirei, colocando o colar de volta a caixa.

—Quem liga para opinião do seu pai. —Jimin argumentou. —O sonho é seu Angel, não dele. —ele agarrou minha cabeça com as duas mãos, me olhando com aqueles lindos olhos castanhos. —Não deixe seu pai te controlar e estragar sua vida. Temos apenas uma vida, não a desperdice com coisas insignificantes. —ele tirou a caixinha da minha mão e retirou o colar de dentro dele. —Vire-se, eu vou colocar em você. —peguei meus cabelos, os colocando para cima, dando espaço para ele colocar o colar em mim.

Me arrepiei quando seus dedos gélidos tocaram em minha pele, colocando cuidadosamente o colar em meu pescoço. Soltei meus cabelos, deixando que eles caíssem sobre mim e toquei no mini microfone dourado, não podendo evitar de sorrir imensamente.

O espelho na parede refletia meu reflexo nele, com aquele lindo presente de aniversário, o único e último que ganhei naquele ano.

Foi a partir daquele dia que aquele pequeno presente se tornou uma grande parte de mim.

 

Balanço o colar, encarando o pequeno microfone indo de um lado para o outro, quando foi que parei de usá-lo e o guardei no fundo da caixa? Lembro-me de nunca deixar de usá-lo. Aonde eu ia tinha que estar com ele, como se fosse um amolento da sorte, como se fosse uma parte de Jimin ali, me confortando, ele era minha energia nos dias de fraqueza, meu sol nos dias de tristeza, esse foi o único presente que nunca deixei de esquecer, o que mais amei e nunca perdi o carinho com ele.

Suspiro novamente, ele era meu passado, um bom começo para eu voltar para meu ponto de início.

O coloco outra vez dentro da caixa, o deixando meu lado, enquanto eu vasculhava outra vez aqueles objetos dentro da caixa, até encontrar minha velha e grande amiga, praticamente minha irmã: meu pequeno caderno que eu usava para escrever minhas músicas.

 Ele era branco com detalhes pretos de uma árvore e uma fita azul que a fechava na lateral. Abro minha pequena e maior lembrança vendo minha caligrafia espalhada nas folhas, que agora, estavam meio amareladas pelo tempo, sinto cada emoção tomar conta do meu coração, como se todas elas pudessem voltar à tona apenas olhando esse caderno, passo dos dedos sobre minha letra, sentindo cada emoção que senti quando escrevia cada palavra, cada frase, cada texto.

—Acho que está na hora de nos unirmos novamente não é? Deixei-te presa tempo demais. —sussurrei.

—Senhora Angel! Senhora Angel!! —ouvi a voz de Maria gritar pelo lado de fora. Peguei meu caderno o deixando separado com o colar e juntei todos os outros objetos de volta para caixa, deixando-a no lugar de onde eu tinha a retirado.  —A senhora está aqui? —a ouvi dar dois toques na porta. Apanhei o caderno e o colar do chão, jogando-os na cama e caminhei até a porta, abrindo-a dando de cara com a doce empregada.

—Sim, Maria. —sorri gentilmente. —Está me procurando?

—Sim, a senhora estava ocupada? —perguntei receosa.

—Não, e por favor, pare de me chamar de senhora.  —ela sorriu se sentindo envergonhada.

—É que queria a opinião da senh... —arqueei as sobrancelhas fazendo com que ela relembrasse do que eu tinha acabado de falar. —Quer dizer sua opinião para o que fazer no jantar de hoje, eu estava pensando....

Conforme Maria ia falando comecei a sentir tonteira, meu corpo a enfraquecer não tendo resistência para se manter em pé, tudo ao meu redor começou a girar. Pisquei com força para poder prestar atenção no que a mulher a minha frente dizia, porém sua voz estava abafada, como se eu não pudesse ouvi-la. Apoiei minha cabeça na porta como apoio, contudo, a tontura se tornou mais forte, minha visão foi ficando turva e depois tudo que ouvi foi um grito antes de apagar.

 

 

    Point of View Jeon Jungkook

 

No apartamento de Ji Eun, eu relaxava meu corpo em sua confortável cama, já que ir para casa era um completo desagrado e infelicidade, pois tinha uma criatura lá dentro que contaminava todo ar do ambiente. Como eu não tinha permissão de expulsa-la da minha própria casa, meu único refúgio era o apartamento da minha morena.

Ji Eun estava deitada em meu peito, nua, apenas coberta do lençol branco e fino, para meu extremo agrado e satisfação. Já tínhamos passado do segundo round e acho que nenhum de nós dois estávamos cansando, acho que ainda dava para mais uma.

—Fica aqui para sempre. —murmurou a garota, desenhando coisas imaginarias em meu peito com os dedos.

—Bem que eu queria. —murmurei acariciando sua cintura por cima do lençol. —Mas, não quero correr o risco de minha mãe aparecer lá em casa e topar Angel sozinha. —ouvir a estrondosa gargalhada de Ji Eun.

—Qual é seu problema? —ela me olhou ainda rindo. —Sua mãe praticamente nunca vai à sua casa, por que essa preocupação? —isso era verdade, mas eu não podia dar bobeira, já que no dia que fiquei doente ela apareceu de supetão em casa, sem ao menos uma ligação para avisar que iria me fazer uma visita.

—Melhor não arriscar. —deu os ombros.

—Você está estranho. —ela franziu a testa. —Avoado, distraído, com pouca disposição, aconteceu alguma coisa?

—Não, estou normal.

—Não, você não está. —ela subiu em cima da minha barriga, expondo seus seios. —Você está dessa maneira desde que votou daquela maldita fazenda. —argumentou impaciente.

— Eun deixa de paranoi.... —minha fala foi interrompida pelo meu celular que começou a tocar ao lado da cama, o peguei vendo que era uma chamada de Maria.

—Jungkook estou falando com você, não aten....

—Alô. —atendi o telefone, ignorando a ordem de Ji Eun, que me fuzilou com o olhar.

—Senhor Jeon aconteceu algo grave. Aii meu Deus! Aconteceu algo muito grave...

—O que aconteceu Maria? —perguntei, empurrando a mulher de em cima de mim, sentando-me nada cama.

—Uma coisa extremamente grave, eu não sei o que fazer....

—Porra Maria! Me fale o que aconteceu nessa merda. —respondi com impaciência.

—Senhor Jeon, a senh... a senhorita Angel ela desmaiou, ela tá caída faz alguns minutos e não acordou...

—Como assim ela desmaiou? Por quê? —perguntei puxando alguns fios de cabelo.

—Eu não sei, eu estava conversando com ela quando puf! Ela caiu no chão.

—Eu já estou voltando para casa. —desliguei o celular e sair da cama recolhendo minhas peças de roupa, espalhadas pelo chão.

—Aonde você vai? —perguntou Eun.

—Para casa. —respondi enquanto colocava minha calça.

—Por quê?

—Angel desmaiou. —respondi abotoando minha camisa, sem dirigir o olhar para ela.

—Só por isso? Porque ela desmaiou? Desde quando se importa?

—Desde quando eu preciso dela viva. —aproximei dela, depositando um selinho em seus lábios. —Eu volto mais tarde. —peguei minha maleta na poltrona, saindo do seu apartamento.

 

 

                                                     Point of View Jeon Angel

 

Abri meus olhos lentamente. Fiquei alguns minutos encarando o teto branco tentando relembrar o que tinha acontecido para eu desmaiar, parece que eu estava conversando com Maria se não me engano, ergui meu corpo sentando-me no colchão.

Porque isso aconteceu tão de repente?  Eu ainda sentia fraqueza apoderada sobre meu corpo. Apoiei minha coluna na cabeceira da cama e fiquei alguns minutos quieta para não desmaiar novamente quando eu levantasse.

—Angel! —assustei quando ouvir alguém gritar meu nome, esse alguém praticamente arrombou a porta do meu quarto.

 Arregalei os olhos quando percebi que era Jungkook no meu quarto ofegante com Maria atrás dele.

—Ainda bem que a senhora acordou, estava preocupada. —ela passou na frente dele, para aproximar-se de mim. —Está se sentindo fraca? —assenti com a cabeça, percebendo que Jungkook prestava a atenção em nossa conversa. —Eu vou fazer um suco de laranja puro para você. —ela disse saindo do meu quarto, praticamente correndo, deixando eu e ele a sós.

—O que você quer? —perguntei arqueando as sobrancelhas. Minha voz saiu fraca.

—Eu queria saber se você estava bem, Maria disse que você desmaiou.

—Eu só desmaiei, não morri para sua infelicidade. —sorri falsa. —Sinto muito em lhe decepcionar, senhor Jeon.

—Para que tanto cordialidade me chamando de Jeon?

—Por que você não é nada para mim como eu não sou nada para você, e não quero me sentir enjoada toda vez que pronunciar o seu nome.

 

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—E então? —perguntei eufórica, enquanto Yoongi avaliava minha tentativa de voltar a compor.

 Estávamos em uma cafeteria ótima ali perto de onde ele trabalhava, decidimos sentarmos à mesa ao ar livre pelo lindo tempo que estava fazendo.

—Está péssimo. —ele jogou a folha para mim. —Nunca li nada tão sem graça na minha vida. —completou após tomar um gole de seu café amargo.

—Insensível. —retruquei. —Eu ainda estou um pouco enferrujada, porém eu pensei que estava realmente bom. —tentei justificar olhando a primeira parte que eu tinha escrito. Levantei o olhar para Yoongi, percebendo, que ele também me olhava, seriamente.

—O que foi? — ele soltou uma risada fraca, negando com a cabeça.

—Nada, mas então tente refazer ou pelo menos melhorar essa coisinha chata que você escreveu.... —bufei e olhei para aquele café com leite em minha mesa. Rapidamente, senti meu estômago embrulhar, quando dei por mim, estava na lixeira mais próxima, até me surpreendi com minha rapidez, vomitando tudo que eu tinha comido antes de sair de casa. —Você está bem? —ele ficou ao meu lado, entregando-me uma garrafinha de água. Abri a garrafinha dando um grande gole, bochechando e jogando fora logo em seguida.

—Faz alguns dias que estou me sentindo dessa forma, tonta, fraca, enjoada, jogando tudo que como para fora.

—Já pensou na hipótese de estar grávida? —engasguei com a água em minha boca, começando uma série de tosse. —Para que esse espanto todo? Eu tenho certeza que você não é mais virgem.

—Eu tenho absoluta certeza que não estou grávida.

—Ah é? Prova-me então. —entregou minha bolsa. —Faça o exame.

 

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—Você está grávida.

—Como? —perguntei indignada, tomando o papel da mão da médica, olhando aquele resultado, mesmo não tendo ideia do que está escrito ali.

—Parabéns, futura mamãe. — sentir meu coração parar de bater por um momento, minha respiração ficou alterada pela notícia. Eu iria ser mãe, fiquei tão pasma que nem percebi quando meus olhos se encheram de lágrimas. Não me preocupei com as lágrimas que fizeram questão de cair em meu rosto, pelo menos agora estaria chorando por alguma coisa que valia a pena. — Você está gravida de dois meses. —franzi minha testa a olhando confusa.

—Dois meses? —ela assentiu. —Então por que meus enjoos começaram apenas agora?

—Isso depende dos hormônios da garota, é normal também que você ainda não tenha criado uma saliência em sua barriga, já que você é magrinha. —assenti e por instinto toquei em minha barriga. —Se quiser podemos começar a preparar o pré-natal, o que acha? —concordei secando as lágrimas em meu rosto.

Era um pouco inacreditável saber que tinha uma pessoinha crescendo aos pouquinhos dentro de mim. Não tinha uma emoção definida para o que eu estava sentindo, era uma mistura de sentimentos bons e ruins, uma mistura batida no liquidificador. O bebê já era algo esperado, eu sabia que uma hora ou outra eu engravidaria, só não estava preparada para que fosse agora, no momento que estou tentando retomar o rumo da minha vida.

Era doloroso saber que era criança dentro de mim era fruto de algo que não tinha amor, apenas ódio.

Quando cheguei em casa Jungkook, para minha surpresa, estava no sofá mexendo no computador olhando alguns papeis. 

—Onde você estava? —perguntou olhando-me por míseros segundos e voltando sua atenção logo em seguida para o notebook.

 Caminhei em sua direção pegando os exames da minha bolsa jogando em sua cara.

—O que é isso? — questionou, pegando-os.

—Leia. —fiquei olhando-o enquanto lia os exames e sua expressão mudou rapidamente da água para o vinho, ao lê-los.

—Você está grávida. —sussurrou ainda olhando os papeis.

Sabe o que é melhor ainda Jungkook? —o mesmo ergueu a cabeça, olhando-me e negando com a cabeça. – Agora terá mais uma pessoa nesse mundo que terá nojo e desgosto de você.

 


Notas Finais


Espero que tenham gostado ursinhas (vou chamar vocês assim agora) se tiver algum erro relevem e me desculpe, eu acabei de chegar em casa e to cansada demais para revisar o capitulo.

Trailer da história :

https://www.youtube.com/watch?v=qn4txiqLLVY&feature=youtu.be

Acho que é isso....até a próximo capitulo.

Boa noite <3


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