História Casamento Grego - Capítulo 9


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Categorias Monsta X
Personagens Hyung Won, I'M, Joo Heon, Ki Hyun, Min Hyuk, Show Nu, Won Ho
Tags 2won, Alternative Universe, Changkyun, Hyungwon, Jooheon, Jookyun, Kihyun, Minhyuk, Monsta X, Percy Jackson, Showhyuk, Shownu, Wonho
Visualizações 268
Palavras 1.794
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Fantasia, Fluffy, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi galeraaaaa! -q
"Dara isso são horas?"
Bom, é agora ou nunca queridossssssss!
Desculpa aê, fiquei tão ocupada esses dias tentando fazer várias coisas ao mesmo tempo que acabei esquecendo as minhas fics mais longas.
Além disso ainda tem o fato de que eu PERDI o roteiro de "Casamento Grego" e tava tudo tão amarradinho que nossa... fiquei pistola demais da conta, enfim, tá ai novo capítulo e eu espero que gostem!

ps: eu to postando esse capítulo às 01:53, então relevem qualquer erro pela misericórdia :)

Capítulo 9 - Esse mico é no débito ou no crédito?


Fanfic / Fanfiction Casamento Grego - Capítulo 9 - Esse mico é no débito ou no crédito?

– M-mãe? – Changkyun encarou a deusa. Nunca havia conhecido a mãe antes, não daquela forma. Sempre viu Atena por imagens, esculturas e até pelos olhos de outros filhos que já haviam a visto e contavam para o menor. Atena não parecia em nada com o que Changkyun imaginava. Nada. Era negra*, com os cabelos cacheados e longos e a aura de superioridade era tão grande quanto à do próprio Zeus. – Mãe? – Repetiu.

– Olá meu menino. – A deusa sorriu. – Vim ver como estava e, claro, conhecer seus amigos. – O olhar de Atena percorreu os meninos jogados na grama, completamento exaustos depois de quase morrerem afogados, e parou em Jooheon.

– Er... bom. – Changkyun os apresentou e por fim olhou para os pés, constrangido. – Só veio pra isso?

– Na verdade, porque não damos uma volta? Serei breve. – Ela o convidou e Changkyun a seguiu. – Ah! Já ia me esquecendo... Sabe, não sou muito chegada a relacionamentos, os acho saudável é claro, apesar de serem totalmente destrutivos e nos distrair dos nossos objetivos, entretanto tenho certo apreço por poesias, afinal não é todo mundo que consegue escrevê-las, então costumo gostar dos filhos do meu irmão Apolo. – Ela sorriu docemente para Jooheon. – Magoe meu menino e minha maldição será pior que um cabelo rosa. – Completou e Jooheon só faltou cagar na calça. Changkyun podia cavar um buraco ali mesmo e se atirar pro Tártaro. Minhyuk riu entretido, totalmente desperto, e Atena deu um leve tapinha de consolo nas costas de Jooheon.

– Vamos mãe! – Changkyun a chamou rezando para aquele constrangimento acabar logo.

Caminharam juntos alguns metros, o suficiente para não serem ouvidos pelos outros. Atena vinha acompanhando Changkyun desde que o menor nasceu, ciente de que ele poderia ser um grande herói e uma boa pessoa. Como mãe e deusa onisciente, a mulher também sabia que o menor se encontrava numa grande confusão mental e resolveu que era hora de finalmente aparecer e conversar com o filho.

– Sinto muito se demorei tanto tempo, mas você precisava aprender e evoluir sem a minha ajuda. – Ela se desculpou quando pararam de frente para o rio. – Mas sei que precisa de mim agora e eu posso ouvir suas preces Kyun, um “mãe, me ajuda” corta o coração de qualquer uma.

– Desculpe por isso, mas eu realmente precisava de alguma ajuda e não sei se posso confiar nas mensagens de Iris. – Changkyun chutou a grama. – Estamos sendo observados, não estamos?

– Kyun, primeiramente quero que saiba que estou proibida de tentar ajudá-los. Meu pai acha que vocês estão tentando pregar uma peça nele e não importa o que eu diga, ele sempre vai agir como bem quer. – Atena bufou. – Então eu não posso lhe dar todas as respostas, até porque gosto de ver o seu cérebro funcionando.

– Então estamos sendo observados. – Changkyun concluiu e Atena assentiu. – E suspeito que não estamos falando apenas de Zeus, correto?

– Vejo que tem um raciocínio maravilhoso. – Atena sorriu. – Não, vocês não estão sendo observados apenas por Zeus.

– Alguém está tentando sabotar nossa missão. – O moreno suspirou e olhou para os amigos. – Eu imaginei assim que deixamos o acampamento. Zeus e Poseidon podem estar bravos, mas duvido que permitiriam que as Eríneas nos caçassem. Das últimas vezes que elas deixaram o Tártaro foram enviadas por alguém e com algum propósito, não é mesmo? Mas quem ganharia com a nossa falha?

– Isso você terá que descobrir sozinho meu pequeno. – A deusa acariciou o rosto do menino. – E sei que também tem a resposta para o enigma da profecia, não duvide tanto do seu julgamento.

O molde...

– Sim, o molde. – Atena riu. – Bem simples não?

– Eu achei que seria mais complicado. – Changkyun riu envergonhado.

– As coisas ficam complicadas porque é o mau do homem querido, complicar tudo. – Ela deu de ombros. – Mas... eu estou aqui de qualquer forma e mesmo proibida, Kyun, quero que me escute com atenção.

– Tudo bem.

– Primeiro, nunca duvide da sua capacidade de percepção e inteligência, as vezes acertamos até mesmo quando não queremos. Segundo, mantenha os olhos um pouco mais abertos e você perceberá coisas que não está vendo. – Ela olhou para os amigos que já estavam sentados na grama e Minhyuk parecia querer matar Kihyun. – Tem coisas acontecendo e você não percebe porque está preocupado demais tentando ser um grande líder e um bom, como eu poderia dizer, namorado?! Acho que vocês dois ainda não chegaram nessa fase. De qualquer forma, preste mais atenção.

– Está sugerindo que alg...

– Estou te alertando. – Ela fez mais um carinho no rosto do filho. – E por último, minha criança, eu sou considerada a deusa soberba e independente porque me guio apenas por mim mesma, sem me deixar levar pela opinião e pensamento alheio, afinal eu sou inteligente o bastante para lidar com meus próprios problemas e os alheios, mas, Kyun, as vezes precisamos seguir nossos instintos e não nossa razão, entende? As vezes o nosso instinto nos ajuda muito mais e você não deve ignorá-los. Não importa o que digam. Me entendeu?

– Mãe, o que quer dizer com isso?

– Quero dizer e vou ser bem clara com isso Kyun. – Ela suspirou. – Chegará o momento em que você precisará agir rápido e nesse momento não escute a razão, siga seus instintos.

– Agora a senhora me deixou preocupado.

– Não se preocupe, você estará sob a minha benção quando o momento chegar. – Ela o puxou para um abraço. – E ninguém toca em um filho meu.

Changkyun se permitiu ser abraçado e aquele foi, provavelmente, o melhor abraço que já recebeu em toda sua vida.

– Eu te amo mãe. – Ele disse entre lágrimas.

– Eu também te amo minha criança. – Atena segurou o rosto do menino em suas mãos. – Acho que vocês vão precisar de ajuda não é mesmo?

– Anfitrite destruí nossa carruagem! – Changkyun bateu o pé e fez bico igual uma criança que vai contar pra mãe que brigaram com ele. Atena riu alto.

– Aquela deusa boba! – Riu mais alto ainda quando um jato de água a acertou em cheio na bunda. – Ficou nervosinha? – Outro jato de água. – Já entendi. – Atena revirou os olhos e Changkyun riu.

– Pode nos ajudar a chegar na Grécia?

– Claro! Venha! – Puxou o garoto para encontro com os meninos. Kihyun estava de pé em posição de defesa enquanto Hoseok segurava um Minhyuk puto da vida e Hyungwon ria. Jooheon e Hyunwoo assistiam a cena um pouco assustados. Changkyun tentou ouvir melhor enquanto se aproximavam.

– Eu não acredito que você tocou esses lábios de mel antes de mim, sério, eu te odeio. Que seu cabelo fique pra sempre rosa! – Minhyuk tentava segurar o pescoço de Kihyun. Nem parecia que estava morrendo há poucas horas atrás.

– Minie, foi pra salvar a vida dele. Você preferia que eu tivesse feito respiração boca a boca em você?

– Cruzes! Deuses me livrem!

– Então você queria o Hyunwoo morto? Porque eu não tinha muito escolha! – Kihyun gritou fazendo um pequeno buraco perto de onde Hoseok e Minhyuk estavam. Hyungwon parou de rir e puxou os dois pra longe.

– Eu queria que você tivesse feito no Hoseok e deixava que o Changkyun fizesse no Hyunwoo, você é meu melhor amigo, tinha que respeitar o templo sagrado que é a boca do meu mozão, seu maldito!

– Você está sendo irracional! – Kihyun rebateu.

– E você vai tomar bem no meio do seu c...

– Eita, cof cof. – Atena interrompeu antes de Minhyuk completar. – Que dialogo mais construtivo.

– Ai graças a Zeus! – Jooheon jogou as mãos para o alto e abraçou Changkyun. Segundos depois se afastou ruborizado. – Desculpa, eu não aguentava mais.

– T-tudo bem. – Changkyun sorriu constrangido e olhou para a mãe que fingia não ver nada. – Bem, minha mãe vai nos mandar para a Grécia!

– Jura? – Hyunwoo perguntou ansioso.

– Ai graças a deusa, eu não to aguentando mais essa viagem. – Minhyuk se jogou nos braços de Hyunwoo.

– Você passou metade da viagem desacordado, se toca viado. – Hyungwon o cutucou.

– De novo não, parou! – Jooheon os cortou.

– Mãe, só manda a gente logo ou eu cometo um assassinato. – Atena riu com o filho e pediu que eles se juntassem.

– Antes disso... – Kihyun se aproximou da deusa, cauteloso. – Você pode pintar meu cabelo de preto? Por favorzinho!

– Oh! Criança... – Ela passou os dedos pelos fios rosa. – Obra de Afrodite, não é mesmo? – Kihyun assentiu. – Ela não tem jeito. Eu gostaria de poder ajudar, mas maldições só podem ser quebradas por aqueles que as lançam. Sinto muito.

– Vai ficar com esse cabelo pra sempre e ainda vou falar com a minha mãe pra dar uma desbotada, uma raiz aparecendo, só pra você ficar com mais raiva. – Minhyuk bufou.

– Eu não vou nem dizer o que você tem que pintar de rosa! – Kihyun disse bravo.

– É? O quê? – Minhyuk provocou.

– Chega, vamos logo! – Changkyun bateu palma e encerrou o assunto. – Mãe, tenha misericórdia.

Atena, que se divertia com a situação, sorriu mais uma vez para o filho e com um estalar de dedos os enviou para Lemnos. Era como se Changkyun estivesse lendo Harry Potter e de repente tivesse aparatado. Sentiu o corpo ser puxado com força e de repente estava em outro lugar. Ouviu marteladas, alguns metais caindo, abriu os olhos e estava numa serralheria. Um homem alto e mais musculoso que o Dwayne Johnson martelava em uma grande mesa de concreto.

– Puta merda! Aquele é... – Hoseok apontou.

– Não use esse linguajar na minha oficina, menino. – O Deus então os encarou. – Dionísio não te ensinou que apontar é feio?

– Você é o... – Hoseok ainda perguntava, visivelmente confuso. Nas histórias Hefesto era descrito como um homem feio e corpulento demais, mas a verdade era que, até coberto de fuligem, aquele deus era, provavelmente, o homem mais bonito que os sete meninos tinham visto.

– Ele parece o Thor! – Hyungwon sentiu as bochechas queimarem.

– Isso deve demorar, não é mesmo? – O deus caminhou até eles. – A que devo a honra?

– Oi, onde eu me candidato para pretendente de Hefesto? – Minhyuk levantou a mão. O deus riu. – Valha-me santa mãe divina! Esses braços são de verdade?

– Minhyuk, controla o fogo no rabo! – Hyunwoo o puxou para perto.

– Ih, não sai me puxando não, vai puxar o Kihyun.

– Me empresta o martelo? – Kihyun pediu. – Eu vou dar uma martelada nele e não me segura não!

– Quero provas! – Minhyuk mostrou a língua pro filho de Hades e eles engataram mais uma lutinha corporal vergonhosa.

– E esse mico, a gente tá passando no débito ou no crédito? – Changkyun suspirou. – Eu só passo vergonha com esses dois.

– A gente separa ou...? – Hefesto perguntou mesmo se divertindo com os dois menores.

– Deixa, uma hora eles cansam. – Hyungwon deu de ombros. – Então, você que é o deus da forja, né? Pode nos ajudar?

– E ajudar exatamente com o quê? – Hefesto desviou o olhar de Minhyuk e Kihyun e fitou Hyungwon.

– Um autômato. – Changkyun respondeu decidido. – Precisamos de um autômato idêntico ao Hyungwon.


Notas Finais


* Ah, mas Atena é negra? E o Changkyun é asiático, como?! Deuses assumem a imagem que quiserem e eu gosto de imaginar uma DEUSONA DO CACETE como Atena sendo personificada numa mulher negra. Muito que bem <3

E por hoje é só!
AÊ QUE AGORA A COISA ANDA!
Enfim, desculpa mesmo a demora e o horário que eu to postando isso, passei a noite toda tentando fazer um style pro spirit.
Espero que tenham gostado e que a espera tenha valido a pena!
Beijos no coração!

1) Fanfic JunHao: https://spiritfanfics.com/historia/the-minghao-show-9691173
2) Fanfic JooKyun: https://spiritfanfics.com/historia/hard-to-breathe-9664960


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