História Casamento Imperfeito - Capítulo 6


Escrita por: ~

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Categorias The Originals, The Vampire Diaries
Personagens Bonnie Bennett, Camille O'Connell, Caroline Forbes, Damon Salvatore, Davina Claire, Elena Gilbert, Elijah Mikaelson, Esther Mikaelson, Finn Mikaelson, Freya Mikaelson, Hayley Marshall, Katherine Pierce, Klaus Mikaelson, Kol Mikaelson, Mikael Mikaelson, Personagens Originais, Rebekah Mikaelson, Stefan Salvatore
Tags Casamento Imperfeito, Crazywinchester, Klarah, Klaus X Oc, Klaus X Sarah, Romance
Visualizações 24
Palavras 1.270
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Famí­lia, Festa, Ficção, Hentai, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


yey! apareci bem no fim da semana, mas apareci. eu queria criar os grupos antes de postar, e isso meio q demorou mais q eu esperava, além de que eu n tive muito contato com o note essa semana. o importante é estar aqui ♥

boa leitura <3

Capítulo 6 - Chapter 06: Por que eu também não?


Fanfic / Fanfiction Casamento Imperfeito - Capítulo 6 - Chapter 06: Por que eu também não?

Sarah

A coisa estava ruim. Ou melhor: estava péssima.

Minha relação com Klaus estava num estado em que a única hora que nos víamos era durante as refeições, e olhe lá, porque passei a preferir comer no quarto, já que não aguentava mais aquele ar tenso. E ele apenas direcionava, no máximo, um bom dia, boa tarde ou boa noite à minha pessoa.

Era desagradável. Me lembrava muito a época em que eu era pequena e como era exatamente desse modo que meu pai agia comigo. Até que cresci e parei de me importar – bem entre aspas, digamos assim.

E era isso que eu esperava; parar de me importar. Mas convenhamos, se passou dois meses desde aquele dia e eu já estou por aqui com essa merda.

O negócio é que havia demorado anos para eu parar de me importar – bem entre aspas, novamente – se Rodolphus me dava atenção ou não, então imagina Klaus, que é meu marido.

Tsc, desde quando passei a ligar para este ser?

E aí está mais uma questão a ser indagada. Não gosto de pensar muito nisso, então apenas me contento em pensar que uma relação assim, seja com quem for, não é agradável.

Mas não vou dar o braço a torcer, não, humilhação não é comigo. Ok, eu sei que é mais que minha obrigação me redimir com ele, admito, mas não quero. Não, não.

Ou talvez, eu devesse parar de ser orgulhosa.

Ou não.

Não consigo entrar em um consenso — massageei a têmpora.

Ouvi uma batida na porta.

— Entra — resmunguei, voltando a digitar o capítulo de minha fanfic yaoi no notebook.

— Sarah? — arriscou uma voz conhecida.

— Katherine… — tirei a atenção da tela, elevando minha cabeça até visualizar a silhueta magra passar pela porta.

— Seus pais estão lá embaixo. — foi direta.

Arregalei os olhos, tirando rapidamente o objeto tecnológico de minhas pernas e saindo da cama, até me aproximar da garota, segurando firmemente seus ombros.

— Isso é sério? — olhei fundo em seus olhos.

— Sim. — confirmou, parecendo entediada.

Soltei seus ombros, levando as mãos aos meus cabelos, puxando-os com força.

— E Klaus? Onde está Klaus? — perguntei, a encarando com desespero.

— Ele foi para a empresa Mikaelson — deu de ombros. — Só vim aqui te avisar, tchau — e saiu.

Droga! — praguejei mentalmente. — Agora essa.

Saí do quarto respirando forte, pisando duro até chegar perto da escada, onde me recompus, criando uma cara falsamente calma e serena. Enquanto descia os degraus, fui inventando várias histórias lindas sobre a lua-de-mel e de como minha vida estava maravilhosa e completa, caso eles perguntassem.

Ok, Sarah, seja convincente.

— Pai, mãe! — saudei com um sorriso mais falso que cabelo da Barbie ao chegar à sala, onde estavam sentados no sofá. — A que devo à ilustre presença de vocês em minha casa? — levantei as sobrancelhas.

— Não se faça de cínica para nós, Sarah — meu pai bebericou calmamente o conteúdo da xícara. Provavelmente chá. —, somos seus pais, sabemos quem você é — acrescentou, olhando-me friamente.

— Seu pai está certo — concordou minha mãe, e eu mordi os lábios para reprimir a vontade de perguntar, dessa vez grosseiramente, o que eles faziam aqui.

— Ok — cocei a cabeça, me sentando numa das poltronas ali. —, mas é sério, o que vocês estão fazendo aqui? — encarei-os seriamente dessa vez, fazendo Rodolphus erguer uma das sobrancelhas.

— Um herdeiro… — inclinou o corpo, pousando a xícara na mesinha de centro, voltando à posição anterior para continuar a falar. —, já está esperando um herdeiro?

Meu pai é inconveniente, na minha concepção, mas agora, agora, ele está de parabéns. Fiquei em silêncio por um tempo, tentando processar a pergunta.

— Espera, espera, espera — ergui o braço para frente, fechando os olhos. —, o senhor e a minha mãe vieram aqui para isso? Perguntar essa merda? Quanta vodka vocês beberam hoje? — fitei-os com descrença.

— Controle a boca, Sarah. — advertiu minha mãe, e minha vontade foi mandar ela tomar no lugar onde o sol não bate, mas me contive. — Uma mulher nunca deve usar…

— Palavras que não sejam cultas, eu sei. — revirei os olhos.

Como se eu realmente me importasse com isso, saco.

— Não revire os olhos, sabe como repudio esse tipo de ação, principalmente vinda de você. — que palavras amorosas, pai.

Inspirei e soltei o ar, procurando calma para lidar com aquilo. Era por isso que eu não gostava de ficar no mesmo ambiente que meus pais, e com razão, por que quem diabos iria querer ficar com pessoas que na maioria das vezes só te criticam?

— Certo, certo — sorri forçadamente. —, agora, por que o senhor me perguntou se estou grávida ou não? — indaguei, mesmo já tendo certa noção do que se tratava.

— Pensei que a este ponto já tivesse adivinhado. — semicerrou os olhos, me encarando como se quisesse ler minha alma.

Me remexi na poltrona, desconfortável.

— Hm, tenho o palpite que seja para continuar o negócio da família — mordi o lábio, reprimindo um palavrão.

— Correto. Temos um sobrenome a zelar e Mikael se sente ansioso para ter alguém que cuide futuramente de sua empresa, já que seus outros filhos não pretendem ter crianças. — disse Elizah, de pernas cruzadas. — Provavelmente deve estar falando sobre este mesmo assunto com seu marido no momento — sorriu de lado.

Mais de cinco filhos naquela porra e sobrou pra mim ter filho? Mas que vida fodida eu tenho.

— Hm — encarei a mesinha de centro, antes de voltar meu olhar a eles. —, não estou esperando nada, mas isso vocês já devem ter percebido.

— Uma pena — comentou papai. —, entretanto, espero que isso seja resolvido logo, certo, Sarah? — me encarava inquiridor. Engoli em seco, sentindo meus olhos arderem.

Não, não, não! Filho não!

— S-sim — respirei fundo; entrar em pânico não ajudaria em nada. —, logo, logo vai ter um bebê à vista — completei e mordi os lábios mais uma vez, antes que meus pais percebessem que estes começaram a tremer.

— Assim espero — devolveu minha mãe, levantando-se. Rodolphus fez o mesmo.

— Tenho mais coisas a resolver, já fiz muito com a sua mãe me obrigando a vir aqui conversar sobre algo que você já deveria ter cumprido — olhou-me com indiferença, e até mesmo… desprezo…?

— Hm.

— Cuide-se — finalizou Elizah, com o que eu respondi com um aceno depois de me levantar. Levei-os até a porta, fechando-a depois de terem saído.

Escorreguei por ela, até estar no chão. Me sentia em choque, mal, horrível, acabada.

— Senhora, a senhora está bem? — ouvi a voz de Elena soar pela sala, mas não respondi.

Levantei e corri, subindo escada acima, correndo mais até chegar num dos banheiros do corredor, onde abri a tampa do vaso e despejei todo o nojo daquela conversa em forma de vômito.

Fiquei um tempo ali, parada, olhando um ponto inexistente além da parede do banheiro. Foi com muito custo que levantei e dei descarga, escovando os dentes logo em seguida. Fui calmamente para o meu quarto, fechando a porta atrás de mim.

SK

— Um filho, né — falei baixo, mexendo a comida com o garfo, olhando fixamente o prato ao invés de Klaus na ponta do outro lado da mesa.

— Sim... — suspirou.

Ergui a cabeça, encarando-o olho a olho.

— Eu quero te conhecer melhor — ditei, tentando passar firmeza em minhas palavras e ignorar a queimação em minhas bochechas.

Eu soei tão patética.

— Tudo bem — era visível a surpresa em sua face, assim como era possível vê-lo sorrir como se acabasse de descobrir que a terceira guerra mundial tivesse acabado. Não que ela ao menos tenha começado, é só um exemplo. —, eu também quero te conhecer melhor.

Mordi os lábios – preciso parar com essa mania, aliás –, sorrindo de leve. Afinal, se Klaus havia se esforçado, por que eu também não?


Notas Finais


eae, agora vai né????? esperamos q sim #vaisarahcaralho
e os pais da saroty sao uns cuzoes mesmo, nem eu aguento esses personagens insuportáveis q criei aaaaaaa

mas enfiiiiim, espero que tenham gostado do capítulo ♥

E ENTREM NOS GRUPOS DA FIC EU TO ORDENANDO!!!!!! (brincadeira bbs, mas entrem por favor ♥)

ENTREM NO DO FACEBUG: https://www.facebook.com/groups/821888544656685/

ENTREM NO DO ZAPZAP: https://chat.whatsapp.com/invite/IyO6BMWvJjc8KgEWDJtsh9

até a próxima, meu povo ♥


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