História Casamento Obrigado - Capítulo 109


Escrita por: ~

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Categorias Austin Mahone, Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Austin Mahone, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui
Tags Ausmila, Camaustin, Joseph Morgan, Michele Mahone, Romance
Exibições 84
Palavras 1.175
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Boa leitura Honey's 😘

Capítulo 109 - 109° Capítulo


Camila P. O. V.

Sentia pontadas fortes na minha cabeça, uma grande vontade de gritar e avisar que queria sair dali, não sinto as minhas pernas.

Com muito esforço, consegui pôr minha mão em meus olhos, tirei os algodões dos meus olhos. Abri-os lentamente, faz tanto tempo que não vejo nada.

Como imaginei, novamente estou num hospital, esses sons dos aparelhos ligados em mim, me causam mais dores de cabeça ainda.

Um enfermeiro me olhava curioso, assim que percebeu que não conseguia sequer falar nada, me ajudou a tomar um pouco de água.

Eu- Obrigada... - sussurrei, ele sorriu.

Enfermeiro- Como se sente?

Eu- Hum... - tentei me sentar, sem resultados bons. - Por que não consigo me sentar?

Enfermeiro- Não consegue? - neguei com a cabeça.

Ele se aproximou novamente, pegou uma agulha, destapou as minhas pernas e me perfurou com ela. Não senti nada, espera. Como isso é possível?

Enfermeiro- Sentiu algo?

Eu- Não! Por que não senti?

Enfermeiro- Eu não sei te responder. Vou chamar o seu médico! - apertou um botão na parede e imediatamente um homem, de meia idade, entrou no quarto, acompanhado de duas enfermeiras. - As pernas da paciente não respondem!

Doutor- Quantas horas se passaram?

Enfermeira- Aproximadamente 16 horas.

Eu- Alguém pode me explicar o que está acontecendo? - uma das enfermeiras se aproximou de mim e injetou algo no soro ligado a mim. - Eu tenho que ir para casa, cuidar dos meus filhos... - senti novamente minha cabeça latejar de tanta dor. - Ai meu deus! Tenho que amamentar o Carterzinho! - tentava me levantar, mas era em vão. - O que aconteceu com Sinu? Cadê o Austin? Oh não... - minha boca foi ficando cada vez mais seca, até as palavras não saírem mais.

Doutor- Shi... É melhor descansar! Vai fazer bem a você dormir agora! - olhou para o enfermeiro. - Cuide dela!

Antes de fechar os meus olhos, o vi sair do quarto junto de uma das enfermeiras. Virei a cabeça, olhando para janela, era noite, logo fechei os meus olhos e dormi.

Austin P. O. V.

Era noite, Camila não havia acordado ainda. Estou angustiado. Mais cedo, minha mãe fez uma visita aqui no hospital, mas pedi que ficasse com os nossos filhos.

Quase dez e meia da noite, apenas eu, Dinah, Ally e Lauren no hospital, tomava um café amargo. A essa hora da noite, ainda não tivemos quase nenhuma notícia concreta de Camila. Apenas que estava se dando bem com os remédios.

Lauren- Não tem um horário de visitas, não? - todos olhamos para ela.

Ally- Tem sim, mas a Mila não pode receber visitas ainda. - voltou a deitar sua cabeça no ombro de Dinah.

Dinah- Mas que droga de hospital, não é possível uma paciente não ter visitas. - revirou os olhos.

Eu- Eu só queria dez minutos com ela... - pus as mãos no rosto.

E o doutor saiu do quarto aonde a Mila estava, com uma prancheta nas mãos e uma enfermeira do seu lado. Nos levantamos rapidamente, indo em sua direção.

Eu- Então doutor, como ela está?

Doutor- Bem... Ela acordou muito agitada, perguntando sobre seus filhos, uma pessoa chamada Sinu e de você. - me olhou.

Dinah- E quando vamos poder vê-la?

Doutor- Como estava muito agitada, demos um calmante para ela. Provavelmente amanhã ela vai se acordar querendo ver todos vocês. Por hora, o máximo que posso fazer, é deixar vocês verem ela pela janela de persiana.

Lauren- Já é um começo! Vamos? - nos olhou.

Ally- Claro! - as três foram vê-la, quando estava prestes a ir, o doutor me repreendeu.

Doutor- Preciso conversar com você primeiro!

Eu- Claro! Pode falar!

Doutor- Camila se acordou e não sentiu as pernas! - arregalei os olhos.

Eu- Isso vai ser para sempre?

Doutor- Não sei dizer, mas vou providenciar sessões de fisioterapia para ela. Só temos que ter certeza dos diagnósticos dela.

Eu- Mas doutor, ela não vai ficar assim pra sempre, não é? Eu não aceito um "não sei dizer!", eu quero uma resposta agora!

Doutor- Eu lamento, mas o caso dela é delicado, não posso simplesmente dizer que vai ficar tudo bem, estaria mentindo para o senhor.

Eu- Está bem...

Nem fiz questão de agradecê-lo, fui para a janela de persiana, estava aberta obviamente. Ela dormia tranquilamente, seus lábios rosados, seu rosto numa expressão serena, mas que chega a ser incômoda.

Como ela pode estar assim? Tudo por minha culpa. E também por ter um maravilhoso coração e ter confiado demais na Sinu.

Milka me avisou que o delegado quer falar comigo e com a Camila, mas na atual situação dela, aceitou esperar sua melhora.

Ally- Ela parece bem, né?

Dinah- Você acha? Acho que ela só vai estar bem quando acordar e dizer que está realmente bem.

Lauren- Oi? - riu. - Entendi... Austin, eu acho que podemos trazer as crianças para Mila ver eles, não acha?

Eu- Acho! - olhei para elas. - Acho sim!

Dinah- E depois podemos levar eles para tomar sorvete, não?

Ally- Pode ser! Prometemos que vamos deixar as crianças sã e salvas em casa! - rimos.

Eu- Confio em vocês!

Lauren- Não devia ter dito isso! - riu, com uma expressão assustadora em seu rosto.

Dinah e eu- Medo!

Eu- Ok... Vou ficar de olho em vocês amanhã!

Ally- Dou a minha palavra de que vou por juízo na cabeça deste ser! - riu.

Dinah- Gente! Olhem! - apontou para janela, Camila se remexia na cama. - O que será que ela têm?

Eu- Tenho que falar com ela! Ela precisa de mim!

Abri a porta e um enfermeiro me repreendeu, vi uma enfermeira cuidar de Camila.

Eu- Ela precisa de mim!

Enfermeiro- Não, ela precisa de descanso! Desculpe senhor, mas sua esposa não pode falar com você agora!

Me levou a porta.

Camila- Vida... - ouvi seu sussurro, me virei rapidamente e corri até ela.

Eu- Meu amor! Como se sente? - ela não abria os olhos por completo.

Camila- Eu não quero ficar aqui... - contorceu seus lábios.

Ela está irritada, a conheço bem para saber disso. Ela parecia sonolenta ainda, está caindo de sono.

Enfermeira- O senhor não pode ficar aqui ainda, senhor Mahone!

Eu- Eu sei! - revirei os olhos, comecei a fazer carinho em seus cabelos. - Mas é necessário, meu amor!

Camila- Eu quero os nossos filhos, Austin! - firmou sua voz, me olhando intensamente. - Eu não consigo me mexer! - seus olhos encheram de lágrimas, via seu esforço para conseguir se mexer.

E nada!

Eu- Logo você ficará boa, meu amor! Amanhã você verá nossos filhos! - beijei sua testa.

Ela olhou para as meninas e sorriu fraco.

Camila- Eu amo vocês... - fechou os olhos e suspirou.

Enfermeiro- Senhor, ela ainda está sob os efeitos do calmante. Provavelmente dormiu!

Beijei novamente sua testa, sussurrei perto de seu ouvido: "Te amo também!". Sai do quarto, as meninas continuavam a olhar pela janela, me sentei no banco.

Pela primeira vez na vida, não sei o que fazer...


Notas Finais


Comente o que achou, beijos 💙💙


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