História Casamento Obrigado - Capítulo 116


Escrita por: ~

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Categorias Austin Mahone, Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Austin Mahone, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui
Tags Ausmila, Camaustin, Joseph Morgan, Michele Mahone, Romance
Exibições 55
Palavras 1.598
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Boa leitura Honeys 😊

Capítulo 116 - 116° Capítulo


Camila P. O. V.

Austin segurava minha mão, esperava impaciente, apenas esperando pelos resultados dos exames que fiz a poucas horas. Não sei o quê pode ser, só espero não ser nada grave.

Austin- Meu amor, está machucando a minha mão! - olhei para nossas mãos e só ai percebi que apertava-a com força.

Eu- Desculpa! - sorri largando sua mão.

A porta do consultório se abriu, a doutora Martha se sentou em sua cadeira, segurava vários envelopes em suas mãos.

Doutora Martha- Já tenho os resultados, sra Mahone!

Eu- Então, o que eu tenho?

Doutora Martha- Nada demais, o médico que cuidou de seu caso, receitou muitos remédios, vi que a senhora toma uns quatro remédios por dia. Realmente são muitos, pelos exames, vejo que seu corpo não reagiu tão bem assim à eles. - largou os envelopes e folhas sob a mesa. - E com o excesso de medicamentos, seus ferimentos não estão cicatrizando como deveria.

Ela parou de falar e começou a anotar algumas coisas em seu bloco sem pauta. Estou curiosa.

Eu- Vou parar de tomar esses remédios?

Doutora Martha- Sim! Aqui está a receita dos dois remédios que terá que tomar. - me entregou a folha de seu bloco. - Já sabe, terá que tomar duas vezes ao dia, um às oito da manhã e o outro às oito da noite. Higienizar todos os dias os seus ferimentos, acho que em menos de duas semanas já estará nova em folha! - sorriu para nós.

Eu- Está bem, obrigada! - me levantei.

Austin- Até mais, doutora!

Doutora Martha- Disponha, não exite em vir se consultar caso ocorra algo ou tenha dúvida! - nos acompanhou até a porta.

Fomos para o carro assim que saímos da clínica. Austin me deu a mão, olhei para ele.

Austin- Está se sentindo bem?

Eu- Sim!

Austin- O quê quer fazer agora? Temos a tarde toda sem as crianças.

Eu- Michele vai ficar com eles? - Austin assentiu. - Hum... Se importa em me levar para um lugar que a tempos quero ir?

Austin- Não! Você que escolhe! - sorriu acariciando o meu rosto.

Eu- Ok, lembra quando fizemos quatro anos juntos?

Austin- Sim!

Eu- Eu quero ir para aquela casa!

Austin- Mas amor... - parou de falar ao ver meu bico.

Eu- Por favor!

Austin- Ta bom, vou pedir o jatinho!

Austin pegou seu celular e ligou para o motorista do jatinho particular da família, em 10 minutos de conversa, Austin já havia acertado tudo sobre o vôo que vamos fazer.

Quero relembrar momentos bons nossos, Austin me levou para uma casa em outra cidade, mais uma de suas propriedades, eu gostei muito daquele lugar. Foi onde nós realmente fizemos nossa lua de mel, passamos por coisas inusitadas.

Como por exemplo, quando ficamos sem comida e só as três da madrugada percebermos isso, discutimos por longos minutos por quê eu queria estourar uma espinha no rosto de Austin. Geralmente nossas discussões são por motivos bobos.

Fomos para o jatinho, é menos de uma hora, Austin me abraçou pelos ombros, pus a cabeça em seu ombro. A cidade é linda vista de cima, faz algum tempo que não andamos de jatinho.

Austin- No quê está pensando tanto?

Eu- Em nada especial... - olhei para ele. - Só quero passar um tempo com você! - beijei seus lábios.

Austin- Não está mais pensando na sua consulta?

Eu- Não! Sei que logo estarei bem, não se preocupe também!

Austin- Está bem, não vejo a hora de chegarmos na casa.

Eu- Sabe, até hoje só consigo lembrar coisas boas de lá e também que apenas chamamos de "casa". - rimos.

Austin- É, como "a casa". - riu.

Eu- Quero ter mais momentos bons com você! - Austin acariciou o meu rosto.

Austin- Vamos ter a vida toda! - ao ver seu sorriso, imediatamente beijei-o, Austin me deixa assim, livre.

Eu- Assim espero! - voltei a deitar minha cabeça em seu ombro, peguei o jornal de cima da mesinha à frente dos assentos. - Amor, presta atenção! Sinuhe Cabello é presa por tentativa de homicídio contra sua filha, Camila Mahone!

Austin- Olha a justiça sendo justa! - falou sorrindo.

Eu- Merda! Agora todos sabem...

Austin- Ei, está tudo bem! O importante é o inferno acabar e não todos ficarem sabendo. - acabei concordando, larguei o jornal e tentei relaxar.

Logo depois chegamos na tal casa, o especial dela são as lembranças! Pelo quê me lembro, tem um riacho nos fundos, é uma beleza natural esse lugar, a casa é chique, mas simples. Exatamente como me lembrava, Austin me abraçou por trás e beijou o meu pescoço.

Austin- É bom estar aqui!

Eu- Mais do quê isso! - peguei sua mão e o levei para o andar de cima, entramos no quarto que sempre usamos, arrumado e perfumado.

Austin deve ter avisado os empregados que cuidam dessa casa.

Austin- Está cansada? - ri com sua pergunta.

Eu- Acha mesmo que estou cansada? - deitei na cama, abri o zíper do meu vestido.

Austin- Eu não quero fazer isso! - falou me olhando.

Eu- Não? - ele permaneceu imóvel. - Estamos à meses sem transar, não me faça pensar que a Rebecca fez você ter prazer...

Austin- Não! Não é isso, é que você tem curativos.

Eu- Ih...? Você vai transar comigo e não com os curativos! - revirei os olhos.

Austin- Camila... - não tirou seus olhos de mim quando tirei o vestido de meu corpo.

Eu- Se você não quiser, posso tentar me... - ele me interrompeu.

Austin- Não vai tentar nada! - veio para cima de mim e me beijou.

Sabia que Austin não poderia resistir por muito tempo, amo seus beijos. Abri sua camisa branca, parei nosso beijo e comecei a beijar seu pescoço, tirando a camisa de seu corpo já. Senti Austin morder meu ombro e apertar minha bunda.

Voltamos a nos beijar, Austin abriu o meu sutiã pelo fecho da frente, aproveitou o fim do beijo para lamber os meus seios e chupa-los do jeito que mais gosta. Fechei meus olhos, apenas sentindo o choque que me causa sempre que Austin me toca.

Com sua mão direita, Austin a pôs sob minha calcinha e movimentava os dedos em círculos. Não queria gemer logo de cara, me controlava, ou melhor, fazia o que podia. Agradeci mentalmente quando Austin parou o que fazia.

Vi seu sorriso malicioso, mordi meu lábio inferior. Austin tirou suas peças de roupa e minha calcinha também, não esperou nada para pôr seu membro dentro de mim. Gemi alto. Faz tempo que não transamos, então tudo quê Austin faz comigo, estou nas nuvens.

Não precisava fazer nada, apenas receber prazer, Austin tinha um certo cuidado com a velocidade, com medo de me machucar, ou de algum jeito tocar nos meus ferimentos. Não estava me machucando, muito pelo contrário, Austin está me matando de prazer.

Gozei sem nem falar para ele, Austin fez o mesmo. Saiu de dentro de mim e me beijou, com cuidado ficou sob meu corpo. Acariciava seu rosto, com carinho. Entre um beijo e outro, mil selinhos dávamos, apenas pelo pleno prazer de termos a boca um do outro encostada na nossa.

Eu- Te amo mais que tudo! - ele sorriu.

Austin- Mais que tudo?

Eu- Hurrum... - dei-lhe outro selinho. - Mais do quê pode imaginar!

Austin- Me ama? - revirei os olhos, Austin sempre faz seus joguinhos.

Eu- Sim, muito! - nos beijamos. - E você, me ama?

Austin- Muitão! - sorri.

Eu- Amor, tem que falar as palavras!

Austin- Ok, eu te amo muitíssimo! - novamente sorri.

Eu- Ah, assim é melhor! - abracei seu pescoço e beijei sua bochecha. - E se nós ficassemos aqui hoje?

Austin- Vai conseguir passar a noite sem nossos filhos?

Eu- Claro, fiquei um mês longe deles. Não vai ser a mesma coisa, mas é como uma reconciliação para nós.

Austin- Sei não, hein... Meia hora depois já está implorando para ligar pra eles e voltarmos para casa.

Eu- Não vou!

Austin- Promete? - me olhou esperançoso.

Eu- Prometo! - sorri. - Claro que prometo!

Austin- Ok, vou confiar em você dessa vez! - se deitou do meu lado.

Eu- Nossa! Falando assim, parece que não sou confiável... - fiz bico.

Austin- Oh, você é! Mas não quando o assunto é ficarmos sem nossos filhos por uma noite.

Eu- Idiota! - olhei para ele.

Austin- Chata! - ele me olhou.

Eu- Bobo!

Austin- Ciumentinha!

Eu- Crianção!

Austin- Bebê!

Eu- Sério? Você me chamou de bebê? - ele assentiu sorrindo.

Austin- É o meu bebê! - neguei com a cabeça.

Eu- Não! Eu sou sua esposa!

Austin- É raro você dizer isso! - riu.

Eu- O quê? Que eu sou sua esposa, senhor Mahone? - sorrimos um para o outro.

Austin- Eu te amo mais a cada minuto! - sorri, logo lhe beijando novamente.

Eu- Hum... Isso é bom! - ele me olhou, sentei na cama. - Na verdade, bom também é estar aqui agora, com você! - mordi meu lábio inferior.

Austin- Camila! - me chamou a atenção e se sentou na cama.

Eu- Hum?

Austin- Você disse que havia te traído, acreditou mesmo que eu faria isso?

Abaixei a cabeça.

Eu- Bem... A Rebecca provoca, eu sei disso, e você é homem... Não é difícil pensar isso. - concluí.

Austin- Não acredita em mim? Ou melhor, não confia em mim?

Eu- Não é isso... É que eu tenho medo de te perder! - Austin fez eu olhar para ele, segurando o meu queixo.

Austin- Que medo bobo é esse, Camila? Nunca demos motivos para um desconfiar do outro.

Eu- Na verdade, muitas vezes! - Austin revirou os olhos. - Desculpa!

Austin- Enfim, não sei por quê pensa que um dia irei te trocar.

Eu- Por muitos motivos que você nunca vai entender, só quero que saiba que eu tenho medo de te perder por quê te amo. - abracei ele rapidamente, Austin retribuiu no mesmo instante.

Austin- Não fica assim não, meu bebê! - ouvi seu riso fraco. - Eu escolhi você e você me escolheu! - beijou minha testa. - Te amo! - se deitou e me fez deitar em seu peito, fazendo-me carinho nos cabelos.


Notas Finais


E mais um capítulo fofin... Que love 😊💖, enfim, gostaram? Tava pensando em acabar com a fanfic em 120 capítulos, o quê acham? Comentem e beijos 😊😘


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