História Casamento Por Contrato - Capítulo 15


Escrita por: ~

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Categorias Sou Luna
Personagens Ámbar Benson, Gaston, Luna Valente, Matteo, Nina, Rey, Sharon, Simón
Tags Romance, Sexo, Sou Luna, Universo Alternativo
Exibições 575
Palavras 1.850
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Heterossexualidade, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oi gente... Devido ao sucesso do ultimo capítulo, decidi postar mais um okay? Bjs e boa leitura *--*

Capítulo 15 - Capítulo 14 - Fogo Cruzado.


LUNA

Quando aceitei o convite do Rey já imaginava que ele fosse um bom dançarino, mas não sabia que ele era ótimo, sabia exatamente como conduzir. Seu olhar penetrante me passava a segurança desejada para me entregar ao gostoso ritmo.

Dançava extravasando minhas tristezas, apenas por esse momento me permiti esquecer tudo, até de mim mesma, tudo que queria era me entregar a gostosa sensação que a música me trazia, mexia meu corpo focando apenas meu parceiro de dança, Rey.

Ele que já era um homem bonito, dançando dessa forma tão provocante e sensual, conseguia ficar ainda mais lindo, seu olhar era penetrante e dominava o meu, conforme a ritmo pedia. Através desse jogo de olhares ele premeditava meus passos, sabia exatamente o que fazer e executava os passos com maestria, era um dançarino nato, de todos os parceiros que já havia tido no Studio de dança ele era o melhor, o mais perfeito.

Tentava acompanhá-lo dançando da mesma forma linda e graciosa que ele dançava, com um sorriso sempre no canto dos lábios, mostrando a sensualidade que o ritmo pedia, balançava meu corpo sentindo a música me invadir, rodopiando no salão, sentido os toques da mão que me conduzia.

As pessoas nos assistiam como se admirassem nossa dança, nos dando espaço, o salão era só nosso, a adrenalina me invadiu me enviando leves impulsos, me empolgando, dançávamos entre olhares e sorriso, não havia duvidas, estávamos nos divertindo.

A música se aproximava do fim, e num movimento sincronizado, Rey me puxou para o grande final, me rodopiando por varias vezes, deixei meu corpo leve, logo ele me puxou para si, me segurando firme e próximo a seu corpo, olho no olho, nossos rostos a centímetros de distancia.

A música acabou e sorrimos largamente nos encarando, enquanto o publico que nos assistia explodia numa sonora salva de palmas. Me senti extremamente bem, um sentimento que infelizmente acabou rapidamente.

Matteo se aproximou com cara de poucos amigos, pegou meu braço e me tirou do salão, o encarei sem entender nada, o questionando, e sua resposta veio rápida.

- Vamos embora, chega de me fazer de palhaço! – Falou enquanto segurava meu braço, me levando para o estacionamento, no momento fiquei sem reação, mas logo tentei falar que não poderíamos sair assim, sem nos despedirmos, mas ele continuou calado, me fuzilando com o olhar, quando dei por mim estávamos entrando no carro.

- Quem esse idiota pensa que é para me tirar da festa dessa forma? -Pensei encarando a rua, não suportava a ideia de olhar seu rosto, imagens vividas dele com a piranha da Âmbar invadia minha mente naquele momento me inervando ainda mais.

Depois dessa noite, de presenciar ele e sua cadela transando no pequeno almoxarifado, nunca mais seria a mesma, aquela Luna tonta que vivia chorando pelos cantos, por não ter seu amor correspondido, havia morrido ali, naquele momento, nunca mais esperaria por seu amor, irei viver minha vida independente dele, pois ele já havia me provado por diversas vezes, de diversas formas, não merecer o sentimento que tenho por ele.

Na casa dos Balsano...

Claro que ele estava irritado, não podia me ver me divertindo, pois diversão era um beneficio único e exclusivo dele, a idiota da Luna restava apenas submissão, as lagrimas e a patética vida de dona de casa, cuja casa nem era sua, dentro de alguns meses seria enxotada com um cão sarnento, assim que o contrato acabasse, e ele não tivesse mais que prosseguir como a farsa desse casamento.

Assim que o carro estacionou em uma das garagens da casa desci sem olhar para trás, saímos da festa sem nos despedirmos de ninguém, uma tremenda falta de educação, tudo isso por causa desse troglodita.

Entrei em casa seguida de perto por ele, podia sentir sua respiração forte em minhas costas, assim que a porta se fechou atrás de nós, ele começou a rosnar.

- O que pensou que estava fazendo se esfregando no Rey daquela forma, na frente de todas aquelas pessoas Luna? Acaso lembrou que é uma mulher casada?- Ele berrava em alto e bom som.

- Estava dançando, ou você não percebeu?- Falei exagerando no sarcasmo, estava de saco cheio de tudo, principalmente dessas encenações fajutas.

- Aquilo não era dançar, era se esfregar, se oferecer, você é minha esposa e me deve respeito, principalmente em publico! - Berrou ainda mais alto.

- Pensei que você fosse mais inteligente, se não entende de ritmos de dança, pode procurar no Google, lá você vai ver como se dança ritmos latinos, daí você tira suas conclusões – Falei já impaciente, virei as costas e comecei a ir em direção a meu quarto, mas hesitei minha caminhada lembrando que havia mais algo a dizer e olhei para ele novamente falando.

- Ah e quanto a: “VOCÊ É MINHA ESPOSA E ME DEVE RESPEITO” deveria tomar isso para você mesmo, ou nessa droga de casamento as regras só servem para mim? Pensa que não vi você e sua cadela? Quer saber de uma coisa, chega! Estou cansada de tudo, vou dormir. – Falei subindo as escadas, não iria mais discutir, lembrar daquela cena me enojava, trazia a tona o pior de mim.

Subi as escadas pisando com força, entrei no quarto e bati a porta, precisava de um banho para tentar relaxar e me ajudar a esquecer de tudo, principalmente dele e dessa droga de casamento.

Tirei as roupas rapidamente e atirei num canto qualquer, entrei embaixo do chuveiro e passei longos minutos sentindo a água escorrer por meu corpo, como não estava ajudando mesmo, me enrolei na toalha e sai desejando me atirar sobre a cama.

Quando saio do banheiro e chego ao quarto me deparo com Matteo me encarando enraivecido.

- Mas o que você estava fazendo aqui?- Perguntei enfurecida.

 

MATTEO

Não estava acreditando no que ouvia, era isso mesmo, Luna me enfrentando e usando esse tom cheio de sarcasmo? Onde estava aquela mulher tímida e frágil? Realmente hoje ela tirou o dia para me irritar, primeiro ela vai a festa toda sensual e provocante, depois protagoniza aquela dança indecente com o calhorda do Rey na frente de todos, e agora ainda vem falar comigo desse jeito, me vira as costas e me deixa falando sozinho, isso não vai ficar assim – Pensei subindo as escadas, ela havia conseguido me deixar ainda mais puto.

Entrei em seu quarto e não a encontrei, suas roupas estavam jogadas no chão, ouvia o chuveiro, ela estava no banho, pensei em dar meia volta e conversar na manhã seguinte, mas meu sangue fervia, odiava aquele tom de deboche que ela usou, precisava mostrar para ela que as coisas não eram como ela pensa.

 Esperei por alguns minutos, até que o som de chuveiro ligado cessou, ela estava saindo enrolada numa toalha, seus cabelos molhados, e assim que me viu tomou um susto, mas logo voltou com seu tonzinho irritante, me perguntando o que estava fazendo em seu quarto.

- Você pensa que pode falar o que quer, virar as costas e me deixar pra traz como uma pessoa qualquer? Você me deve respeito Luna, não pode falar comigo daquela maneira.

- Faz me rir Matteo, me poupe desse showzinho, estou com sono! – Falou me dando as costas, era uma petulante, minha vontade era de dar-lhe uns bons tapas no traseiro.

- Não me dê às costas de novo Luna. – Falei dando um passo em sua direção, essa mulher estava me deixando mais irado a cada momento, ela se virou lentamente, revirou os olhos e falou.

- Claro, todos devem bater continência para o grande Matteo Balsano. – Seu tom era puro sarcasmo, me irritando ainda mais.- Fale logo o que você quer falar, estou com sono, estou cansada, estou sem paciência – No quesito de acabar com minha paciência e me irritar hoje ela estava em primeiro lugar, se fosse propenso a infartos com certeza de hoje não escapava, encarei seu rosto tranquilo e debochado com os olhos pequenos de ira.

- Você quer saber o que eu quero? Simples, quero que você se comporte como uma mulher casada, respeitando a mim e a nosso casamento. Quero que você pare de usar esse tom debochado e cheio de sarcasmo que detesto e volte a ser aquela pessoa amável e prestativa que conhecia... -Antes que terminasse de falar ela me interrompeu.

- Matteo, esse seu jeito mandão não funciona mais comigo, vá usá-lo com seus empregados, acaso não lembre, não sou mais. Não lembro de ter feito nada que desonrasse a meu estimado marido e nosso feliz casamento, mas se você quer falar de respeito, que tal olhar pro seu próprio umbigo, por que eu não fiz nada além de dançar, agora você passou horas sumido junto com sua piranha de estimação.

- Não sei do que você esta falando, não tente virar o jogo, não estou em questão aqui e sim você.

- Ah claro, acho que as clausulas daquele contrato só servem pra mim, o todo poderoso Matteo Balsano pode fazer o que quiser, quer saber, estou cansada, saia do meu quarto. – Ela falou impaciente, seu tom autoritário me deixava louco. Ela virou de costas caminhou até a cama e fez algo que me deixou no mínimo surpreso.

Soltou a toalha sobre o chão deixando seu corpo alvo totalmente despido, já havia tido essa visão quando estávamos em lua de mel no Havaí, ela estava bêbada e não teve vergonha de se despir na minha frente, mas agora ela estava sóbria, me deixando boquiaberto.

- Você vai dormir assim?- Perguntei engolindo o caroço que se formava em minha garganta.

- Vou, algum problema? Vai querer mandar até na forma que gosto de dormir? – Questionou e em seguida deitou-se sobre a cama, puxou os lençóis de seda e cobriu parcialmente seu corpo, deixando parte dos seios a mostra, lambi os lábios automaticamente, droga! Estava excitado.

Minhas pernas não conseguiam se mexer, minha situação agora estava ainda mais complicada, além de me irritar fortemente ela acaba de me excitar, meus olhos não conseguem desgrudar das curvas do seu corpo e dos seios que estão parcialmente descobertos.

- Matteo você ainda esta ai? -Perguntou agora com a voz mais amena.

- Estou – Respondi tentando controlar meus instintos, minha vontade de possuir aquele corpo tão convidativo.

- Você pode me fazer um favor?-Perguntou com a voz doce.

- O que? – Falei quase gaguejando, será que ela também estava excitada, será que desejava o mesmo que eu?

- Feche a porta e apague a luz. – Falou com um risinho no canto da boca.

Essa filha da mãe estava brincando comigo, sai soltando fogo pelas ventas, bati a porta com tanta força que não me surpreenderia se ela desabasse no chão.

Entrei no quarto e fui direto para o banheiro, foi uma péssima ideia tê-la seguido até seu quarto, agora estou ainda mais puto e pra piorar a situação, fiquei excitado, entrei embaixo da ducha e programei para água fria, mas nem assim minha excitação baixava, a visão dela deixando aquela bendita toalha cair perturbava minha mente, não tinha jeito, teria que me aliviar sozinho, caso contrario, não conseguiria dormir.

 


Notas Finais


Luna Lacrou de novo, kkkk. Matteo além de irritado ficou excitado... Vai tocar uma bronha seu trouxa! Que mandar ser ba-ba-ca ( como diz titio Ferdinando) kkkk.
Comentem *--*


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