História Casamento por conveniência - Capítulo 8


Escrita por: ~

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Categorias Once Upon a Time
Personagens Capitão Killian "Gancho" Jones, Cora (Mills), Emma Swan, Henry Mills, Mary Margaret Blanchard (Branca de Neve), Regina Mills (Rainha Malvada), Robin Hood, Tinker Bell, Xerife Graham Humbert (Caçador), Zelena (Bruxa Má do Oeste)
Tags Once Upon A Time, Outlawqueen, Regina, Robin
Exibições 23
Palavras 1.791
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Tive que dividir este capítulo em duas partes, por que estou escrevendo pelo celular, aí já viu tenho limites para as palavras...

Capítulo 8 - Capítulo 7 parte 1


Hoje acordei me sentindo péssima, acho que peguei alguma gripe por aí. Faço de tudo pra levantar e ir trabalhar mais meu corpo só pede cama, vendo que não tenho outra opção, opto por permanecer em casa. Após vários minutos discutindo comigo mesma se ligo ou não para o papai, resolvo ligar, mesmo sabendo que depois da ligação, uma ruiva e uma morena vão invadir meu apartamento.
-Oi papai, bom dia!
-Bom dia minha menina! Você está bem?
Meu pai e sua incrível mania de me conhecer tão bem, talvez seja um dom ou todo mundo que vira pai ou mãe acaba adquirindo esse super-poder.
-Não papai, acho que peguei uma gripe ou resfriado, mais antes que o senhor diga algo estou bem, por favor não fala nada com a mamãe. Você já sabe como ela é.
-Se você prefere assim,  tudo bem, mais me prometa que se você não melhorar, vai nos ligar?
-Prometo, beijo papi
-Beijo minha menina.
Após encerrar a ligação não demorou muito para que eu caísse no sono novamente.
Quando acordei mais tarde naquele mesmo dia, percebi que já tinha escurecido, ou seja dormir por horas e ainda me sentia da mesma forma ou pior. Decido levantar, e ir até a farmácia comprar algum remédio, eu não havia percebido que estava tão frio até sair na rua. Vinte minutos depois retorno para casa, com alguns remédios e pior do que estava. Estou tão quente, e não preciso de médico pra mim dizer que é febre, para piorar a situação não comi nada durante todo o dia, estou me sentindo super fraca.
Chego no meu prédio e quando estou prestes a pegar o elevador, vejo o Robin se aproximando, mais estou me sentindo tão mal, que não tenho forças para brigar com o mesmo. Então subimos juntos, na metade do caminho ele puxa assunto.
-Você está bem? 
-Sim.
Que grande mentira, a verdade é que estava pior, não sei como estava conseguindo ficar em pé, e pior minha visão começou a ficar embaçada.
-Pois eu acho que não, você não brigou comigo, ficou esse tempo todo calada.
-Acontece.
Ouço o elevador apitar e a porta se abrir, ótimo cheguei.
Quando estou prestes a sair tudo fica escuro e eu não vejo mais nada.
************************
 A Regina não apareceu hoje na empresa o que me deixou preocupado. Mais após saber que a mesma não estava se sentindo bem, entendi o motivo da sua falta, fiz tudo com muita pressa durante aquele dia, estava pensando em ir vê-la, saber como estava, se bem que duvidava muito que ela fosse abrir a porta para mim.
Quando chego no prédio e estou a espera do elevador a vejo chegar e sua aparência não nega, ela estava super mal. Tento puxar assunto, mais nada. Ela realmente não estava bem.
Quando chegamos ao nosso andar, e ela faz menção de sair, vejo a mesma começar a desmaiar, rapidamente corro e a seguro impedido que ela caia no chão.
Me desespero enquanto a seguro em meus braços.
-Puta, merda, Regina??
Percebo como ela está quente, ela não acorda, o que só aumenta meu desespero.Rapidamente procuro por sua chave, levanto com ela em meu colo e sigo para o seu apartamento, tento segurar-la, e abrir a porta, tudo isso enquanto equilibro as sacolas que a mesma levava. Após alguns minutos adentro ao seu apartamento, que lugar lindo, mais não me detenho a detalhes, corro com ela para seu quarto, deito-a na cama feito vou até o banheiro pego uma toalha e molho com água, volto para o quarto e molho sua testa. Enquanto a chamo. 
-Regina, Regina, vamos lá acorde, por favor acorda pequena. 
Nada, meu desespero aumenta, mais após alguns minutos a vejo abrir os olhos e me encarar. 
-Graças a Deus, você acordou.
-O... o que... aconteceu?
-Shiu não se esforce, você consegue ficar sentada?
Ela balança a cabeça afirmativamente e então se senta na cama.
-Regina preciso que você coopere tudo bem?
-Aham
-Ótimo eu vou até a cozinha, preparar uma sopa, vou deixar no fogo e volto tá bem? 
Espero ela confirmar e então continuo.
-Eu preciso que você fique na cama e não se cubra, eu vou voltar com um termômetro para medir sua febre e com um remédio ok?
-Ok 
Saio do quarto, sigo para a cozinha separo algumas coisas para a sopa, e em tempo recorde coloco a mesma no fogo, então procuro nas sacolas que a Regina estava na mão, algum remédio para febre e acabo achando alguns para  gripe, sabendo agora o que ela tinha, volto para o quarto.
-Regina, você tem termômetro aqui?
-Sim ali na gaveta.
-Tudo bem.
Pego o termômetro, me aproximo dela e espero sua permissão, assim que ela balança a cabeça, coloco o termômetro em sua axila e aguardo, quando o mesmo apita, vejo que ela estava com 38°.
-Regina, você precisa tomar um banho gelado, tudo bem? 
-Tá.
A ajudo a se levantar e sigo com ela para o banheiro. E espero o tempo todo virado de costas para o boxe, até que ela termina o banho. 
-Regina vou olhar a sopa, quando você estiver pronta, vá para a cozinha, vista uma roupa leve.
E assim a deixo no quarto.
************************
Depois de um banho consigo voltar a raciocinar novamente, desmaiei, e o Robin me socorreu e agora está cuidando de mim, depois de toda minha ignorância não imaginei que ele fosse capaz de se preocupar comigo, no mínimo ele deveria querer me ver longe, mais aparentemente ele não o quer.
Visto um babydoo e vou para a cozinha.
Assim que adentro a mesma, vejo o Robin concentrado em algo no fogão, antes que eu me aproxime ele diz.
-Senta aí, vou te dar um remédio já já.
-Como você sabia que eu estava aqui.
-Você tem um cheiro que eu reconheceria a quilômetros de distância.
-Cheiro?
Pergunto confusa com o que ele acaba de dizer. 
-Sim um cheiro de maçã, depois que o senti naquela conferência, o reconheceria em qualquer lugar. 
Ele se vira pra mim, e então me entrega um copo com suco de laranja e alguns comprimidos. Mais a verdade é que só consigo pensar no que ele acabou de dizer. Como assim ele o reconheceria a quilômetros de distância.
-Vamos lá pequena, não fique pensando no que eu disse...- Como assim? Ele agora lê mentes também?- Você não comeu nada hoje?
-Não, não acordei me sentindo bem e dormir boa parte do dia quando acordei já era noite, então sair para comprar uns remédios, não tinha percebido que estava com febre.
-Tudo bem, agora vamos comer que tal? 
Balanço a cabeça enquanto ele coloca um prato com um cheiro delicioso na minha frente, rapidamente começo a comer e só então percebi o quanto estava faminta. A todo instante Robin me observa.
Quando termino, ele me ajuda a ir até a cama novamente.
-Robin.... é... obrigado.
-Não tem de que, aposto que você faria o mesmo por mim.
-Eu não contaria com isso
-Ora percebo que a Sra.Teimosia já está de volta.
Sorrio para ele, não acredito que esse insolente me fez sorrir.
-Robin, obrigada mesmo mais acho que já estou melhor e não quero prender você aqui. 
-Vamos fazer assim, eu vou limpar sua cozinha e você fica aqui, quando eu acabar eu vou embora.
-Tudo bem.
Robin então se aproxima de mim e coloca a mão na minha testa,  quando percebe que a febre baixou, ele beija minha buchecha e me dar boa noite.
Quando ele sai deito na cama, e não consigo parar de pensar no que teria acontecido se ele não estivesse comigo. A verdade é que: insolente ou não ele salvou minha vida. Acabo adormecendo.
Quando acordo percebo que o dia já amanheceu, e que meu corpo parece esta voltando ao normal, então me levanto e tomo um susto, quando vejo o Robin deitado na poltrona no meu quarto adormecido. Levanto devagar, tomo um banho rápido, visto um shortinho e uma camiseta, prendo o cabelo em um rabo de cavalo. E resolvo deixá-lo dormir mais um pouco.
Vou para a cozinha e preparo um café da manhã, era o mínimo eu podia fazer por ele.
Cerca de uma hora depois o vejo adentrando a cozinha.
-Bom dia, desculpa ter dormido aqui... é que fiquei com medo de te deixar sozinha.
-Bom dia, tudo bem, eu agradeço a preocupação. 
-Hum que cheiro bom...
-Fiz um café da manhã para você, era o mínimo que podia fazer depois de ontem.
-Já disse fiz o que tinha que fazer.
-Ok vamos comer.
Nos sentamos nos banquetes um de frente para o outro ali mesmo na ilha da cozinha e começamos a comer. Robin fica o tempo todo me encarando e após vários minutos não controlo minha língua e pergunto.
-Por que você está me encarando?
-É que lembrei de ontem.
-O que tem ontem? 
-É que você parece uma anjo dormindo. 
Não consigo lhe responder, por que o interfone  começa a tocar.
-Deixa eu atender.
Após alguns minutos minha campainha toca.
Assim que atendo o Paco entra no meu apartamento.
-Oi gostosa.
Paco era um amigo gay, nos conhecemos a muitos anos, e me lembro o quanto ele sofreu até se assumir, o ajudei durante todo esse período, assim como ele fez o mesmo por mim na época do Daniel.
Paco além de ser uma cara gentil, era muito gato, um moreno alto, de olhos verdes, e um corpo de dar inveja em qualquer um.
-Oi gostoso.
O abraço apertado, e quando me viro para ir até a cozinha, passa por mim um Robin furioso.
-Espero que você melhore! Tchau.
É tudo que ele diz e sai do meu apartamento feito um furação, mais o que foi que aconteceu com ele? Que cara mais louco.
-Quem é esse?-Pergunta o Paco.
-Longa história meu amigo, longa história.
******************
Uma semana havia se passado e durante esse período não vi o Robin, nem na empresa nem no prédio.
Fiquei o tempo todo me perguntando o que poderia ter acontecido. No final das contas aceitei que ele era um louco. 
Se ele não queria conversa comigo eu não ia procurar-lo, ele que se dane. 
Sair no sábado com as meninas fomos em um bar novo. E fiz tudo que gosto dancei e bebi muito, no domingo iria almoçar na casa dos meus pais. Era quase que tradição irmos almoçar lá nos domingos.
Chego a casa dos meus pais e após contar o que aconteceu comigo a mamãe quase infartou e me deu várias broncas, não só ela como a Zel e o papai também. Dei graças a Deus que meu cunhado não entrou nessa também.
Após vários minutos de bronca, e vários pedidos de desculpas meus fomos almoçar.

 


Notas Finais


Me digam o que estão achando!!!


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