História Case 18 - Capítulo 18


Escrita por: ~

Postado
Categorias Slender (Slender Man)
Personagens Personagens Originais
Visualizações 39
Palavras 905
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Lemon, Mistério, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 18 - Armadilha


Fanfic / Fanfiction Case 18 - Capítulo 18 - Armadilha

Era tarde da noite. Zoey estava sozinha em casa, Nolan iria passar a noite no hospital. Por tanto, a jovem iria ficar sozinha naquela noite.

Estava com os fones de ouvido, procurando algumas coisas em diversos livros. Por um breve momento, viu a sombra de algo do lado de fora. Pensou que não fosse nada, então decidiu deixar pra lá.

Uma risada, estava de fones, mas conseguiu ouvir claramente. Tirou os fones e se levantou, olhando em volta. Foi até a janela, onde viu alguém do lado de fora a observando. Estava escuro, apenas a luz da lua iluminava a rua. Mas a atenção de Zoey foi tomada, quando a pessoa que estava ali, ergueu uma folha de papel. Ela arregalou os olhos, era uma das paginas.

Estava apenas com uma regata e uma calça jeans, procurou por suas botas, as calçando. Foi até seu quarto e procurou pela espingarda e uma lanterna. Seja quem fosse aquele, estava com uma das páginas e ela precisava dela.

Abriu a porta do apartamento, olhando em volta pra ver se não havia ninguém ali. Seguiu pelas escadas, saindo sorrateiramente do prédio pela porta dos fundos. Assim que botou os pés para fora, sentiu o vento frio da noite em seus braços desnudos.

Começou a caminhar para dentro da floresta que havia atrás do prédio. Aquela pessoa havia sumido de onde Zoey havia visto, por tanto, deveria ter ido para a floresta.

Segurava a arma em uma mão, enquanto iluminava o caminho com a lanterna.

Após algum tempo caminhando, ela parou entre algumas árvores, um som terrível de estática, invadiu sua cabeça. A cicatriz em sua mão começou a arder, como se queimasse. Ela largou a lanterna e se ajoelhou no chão, colocando a mão na cabeça. Por um breve momento, teve certeza de que a criatura estava a sua frente. Mas no momento seguinte, ela sumiu, Zoey respirou fundo, aquele som havia parado.

Ela ouviu passos, assim que ergueu o olhar, viu aquela mesma pessoa, com a folha em mãos, a mostrando para ela.

Procurando alguma coisa? – Era um rapaz

Zoey se levantou, juntando suas coisas e o encarando.

Quem é você? – Zoey

De repente, outros dois rapazes, apareceram de trás das árvores, parando ao lado do outro.

Somos os proxys, logo, você também vai ser uma de nós, Zoey – Disse novamente

Nunca vou me juntar a vocês – Zoey

Vamos fazer assim, se conseguir derrubar pelo menos um de nós, você fica com a página, o que acha? – O rapaz se pronunciou

Pode vir – Zoey o encarou

Vamos nos divertir – Ele riu

O rapaz retirou um machado da parte de trás de sua calça, em seguida, começou a correr em direção a ela. Assim que estava vindo, Zoey pode ver melhor ele e o outro que se aproximava, o que segurava o machado, estava com óculos laranjas e algo que parecia com uma focinheira no rosto. O outro, carregava uma faca, e usava uma máscara branca com olhos e lábios pretos.

O outro havia ficado parado atrás, Zoey apenas não entendia por que. Voltou sua atenção aos outros dois que chegavam perto, um por cada lado. Atirou contra um, mas ele desviou. De novo, e de novo. Não acertou nenhuma bala.

Merda! – Zoey reclamou

Tentou desviar para o lado, mas teve um corte no braço pelo outro que conseguiu chegar até ela. O sangue escorreu, mas ela tinha que suportar a dor.

O rapaz com machado, pulou contra ela. Em um movimento de puro desespero, ela segurou o cano da arma, e a virou, batendo com a arma nas pernas dele, o derrubando no chão. Zoey segurou a arma, apontando para a cabeça dele. Mas antes que conseguisse atirar, levou um tiro no braço.

Caiu para trás, então, viu que o outro rapaz, que usava uma mascara com uma carinha triste, estava com uma arma na mão. Ele atirou novamente contra ela, mas errou, o de mascara branca, foi até ela, tentando lhe acertar com a faca, mas ela se defendeu, porem, ele ainda conseguiu a machucar nos braços e no rosto. Zoey conseguiu uma brecha e deu um chute nele, o jogando para longe.

Deu uma coronhada no rapaz com machado que se levantava, o desmaiando. Os outros dois vinham pra cima dela novamente, mas ela apontou a arma, alternando entre os dois.

Eu derrubei um de vocês, a página é minha – Ela disse firme

Ela engatou a arma e apontou para o que estava caído no chão.

A página, agora – Zoey

O de máscara branca se abaixou, pegando a página no bolso do rapaz caído e estendeu para Zoey. Ela a pegou e colocou no bolso da sua calça.

Se levantou, caminhando de costas, com a arma ainda apontada para eles. Assim que se virou, alguém colocou um pano em sua boca. Ela arregalou os olhos, vendo quem estava ali. Tentou se soltar, mas sentiu suas pernas e braços fraquejando, fechou os olhos. A arma e a lanterna caíram no chão. A pessoa a segurou nos braços enquanto guardava o pano novamente em seu bolso.

Está atrasado, ela quase matou o Toby – O rapaz de máscara branca o repreendeu

Eu tive que resolver algumas coisas antes – Respondeu

Pelo menos conseguiram atrair ela pra cá, agora as coisas vão ficar bem mais fáceis – Ele passou a mão no rosto de Zoey

Não parece tão forte agora, não é, Zoey? – Ele ajeitou o cabelo dela atrás da orelha



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