História Castanho - Capítulo 12


Escrita por: ~

Postado
Categorias Camila Cabello, Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton
Tags Ally Brooke, Camila Cabello, Camren, Dinah Jane, Lauren Jauregui, Normany Kordei, Norminah, Rmm180, Sofia Cabello, Taylor Jauregui
Visualizações 530
Palavras 4.105
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Orange, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Intersexualidade (G!P), Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi. Demorei, mas voltei!

O mídia é só pra dar um colírio nos olhos e só pra dizer que Camila no volante me faz lembrar de A.E.O.D quem leu sabe a abre adrenalina.

O capitão está leve mas no próximo quem sabem "🔥" até mais.

Capítulo 12 - 1x12: Ariana


Fanfic / Fanfiction Castanho - Capítulo 12 - 1x12: Ariana

POV - Camila

Vancouver bonita, movimentada, fria, muito fria. Tinha certeza que quando chegamos em solo canadense viramos dois picolés humanos por mais que estivesse vestida apropriadamente para aquela época do ano.

_ Camila, nem está tão frio assim!

Lauren alega assim que saímos do saguão do aeroporto e a mesma faz sinal para um táxi. Era fevereiro e estava 5°C de frio. Miami essa época era maravilhosa perto desse frio que estava fazendo.

_ Não é você que tem um saco e sente ele congelar.

Resmungo assim que o táxi para em minha frente e pude ouvir a mesma abafar uma risadinha. Nego com a cabeça e ajudo o senhor com a bagagem que era pouca.

_ Onde vamos nos hospedar?

Ela pergunta assim que entramos no carro, pego meu celular para ver o nome do hotel que fica perto do prédio que Ariana. Na verdade ela morava alguns quarteirões do hotel Górgia onde Lauren e eu ficaríamos por alguns dias.

_ Hotel Górgia.

Disse assim que lia umas informações que peguei com o detetive particular de minha Mãe. Fazia umas semanas que eu não falava com ela, estava mais indo para casa para dormir e resto fazia no apartamento de Lauren. A gente ficou bem próximas depois do dia do beijo e até teve mais alguns mas eu estava tentando respeitar o tempo dela, eu soltava algumas piadinhas com segundas e terceiras intenções, mas sempre a respeitando.

Depois que voltamos do nosso suposto "encontro" que eu fiz questão de nomear com primeiro de muitos. Eu a deixei no seu apartamento e nos despedimos com um beijo rápido por que fomos interrompidas por uma Taylor e Sofia é para minha sorte elas não viram nada por que no dia seguinte Sofia não havia comentado nada. A semana foi ótima pra mim e pra ela, nenhuma de nós ficava sozinha, ela pediu para mim ficar na casa dela enquanto a atmosfera da mansão dos Cabello's baixava um pouco e claro que aceitei e na casa dos Jauregui's também, Lauren me contou sobre o noivado do irmão. Nesse tempo fiquei sempre no meu lugar de melhor amiga mas claro que as vezes tirava uma casquinha, Lauren também se aproveitava de minha hospedagem e me fazia de sua empregada que abuso.

A rotina da semana foi corrida pra mim que trabalhava na loja pela manhã, almoçava com Lauren, ia para faculdade e depois voltava para o apartamento e fazia a janta para nós quatro.

Eu não disse nada, mas estava e ainda estou adorando essa vida. Eu estou amando fazer isso. Ter uma rotina que envolve quatro pessoas que gostam de mim. Sofia está tão feliz com Taylor e Lauren me faz sorrir de verdade.

E para minha alegria maior Lauren tirou duas semanas de folga para ir a Vancouver comigo e isso foi a melhor notícia do mundo pra mim, eu estava tão nervosa que não queria deixar transparecer, mas era visível em meus atos. Lauren teve até paciência comigo quando acordei na manhã de sábado dizendo que não queria de jeito nenhum entrar em um avião e muito menos ir ver uma ex que tinha fugido grávida. Meus pensamentos estavam nos envelopes que o detetive de minha mãe havia me enviado, ele foi tão fundo nas investigações que descobriu que Ariana estava grávida de três meses quando me deixou o que me faz ter certeza que o bebê tinha 90% de chances de ser "CRIA MINHA." Não dormi desde sábado e hoje é domingo, quase segunda por ser quase 00:50. Se não fosse por Lauren já teria bebido uma garrafa de Jack Daniels que tinha no armário da cozinha dela.

_ Está com sono ou algo parecido?

Pergunta assim que entramos no quarto que era bem aconchegante, tinha uma cama de casal, dois criados mudos de cada lado, uma janela com vista para cidade e um sofá logo abaixo dela, uma televisão enorme grudada na parede duas portas que deveria ser banheiro e um closet.

_ Não. Só queria dormir até amanhã ou pelo menos tentar.

Deixo minha mala em qualquer lugar e me jogo na cama fechando os olhos por alguns segundo e logo posso ouvir a porta do quarto sendo fechada.

_ Não senhora. Levanta e vai tomar banho, Camila! - Neguei com a cabeça. _ Você precisa dormir com o corpo leve e eu não vou dormir com uma porquinha.

Senti um tapa em minha nádega esquerda e logo gemi de dor e olhando para Lauren que estava colocando minha mala em cima da cama e abrindo. Maldita hora que fui ser espaçosa na vida dela.

_ Isso doeu!

Resmungo passando a mão no lugar e logo ela joga uma muda de roupas pra mim e apontou para o banheiro. Quando pedi para ficar no mesmo quarto não pensei que passaria por isso.

_ Não demora, também quero tomar banho.

Ouvi sua voz do quarto enquanto tirava minhas roupas.

_ A gente deveria poupar água, você pode tomar banho comigo.

Não tive resposta então entrei no box e tomei um banho bem quente. Quando saí coloquei uma cueca branca e um top preto, calça moletom e camiseta. Assim que saí do banheiro corri para cama pulei me cobrindo até a cabeça por mais que tivesse aquecedor o quarto era frio. Depois de uns quinze minutos Lauren saiu do banheiro vestida e muito cheira, ela usava uma camiseta enorme e um pequeno short que deixava suas lindas pernas linda e branca. Meus devaneios foram cortados quando a campainha tocou e ela foi abrir e pude ouvir ela falando com alguém e depois fechou a porta e virou para mim com uma caixa de pizza.

_ O que pretende falar com ela quando a ver?

_ Não sei, eu não quero ver ela e sim o bebê.

Tínhamos acabado de nos ditar e eu estava abraçada em Lauren como uma bebê coala, ela fazia um cafuné em meus cabelos enquanto assistimos algo na TV. Eu estava tão nervosa que tinha comido um pedaço de pizza coisa de nunca.

_ Sua mãe disse que o bebê não...

_ O detetive foi claro quando disse que teve acesso a todos exames dela. Ela estava com três mês e não me disse nada, eu sabia que tinha algo errado, mas pensei que era nervosismo ou algo do tipo por causa do casamento. Eu fiz algumas contas e sou muito ruim nisso, Ela engravidou em agosto segundo uma exame e deve ter ganhado em abril. Ele ou ela deve ter uns três meses por aí. Um pedaço de gente que pode ser meu...

_ Você a ama?

Lauren faz com que eu parasse com meus devaneios e pensasse na sua pergunta. Eu não sabia se a amava, mas sentia algo que doía só de lembrar dela.

_ Acho que não.

Olhei para a mulher que me fazia um cafuné com os olhos fechados, mas logo abriu os olhos para me atingir com uma imensidão de um mar verde que deixou meu coração acelerado, um formigamento na ponta dos dedos dos pés e mãos.

_ Acha?

Ela questina um pouco sonolenta fechando os olhos por fim. Era a primeira vez que iríamos dividir uma cama sem um pingo de álcool no copo. E pra mim era estranho por que as últimas vezes que tive com mulher foi para transar. Estar com Lauren em uma cama apenas para dormir abraçada me fazia querer ter algo com ela que envolvesse mais que prazer. Eu a queria pra mim, só pra mim. Ela parece ser o que eu preciso e por mais que eu seja torta, eu sou o que ela precisa. Nós duas precisávamos uma da outra para seguir em frente.

_ Eu não a amo. - Sussurro. Voltando a deitar a cabeça em seu peito e ouvindo seus batimentos é a respiração calma. _ Por que já tem alguém que está me fazendo feliz e esquecer o que eu sentia por ela. - Desligo a televisão jogo o controle da mesma encima da cama.

...

_ Eu vou esperar você aqui! - Lauren fala assim que desliga o carro que tinha alugado pela manhã. _ Okay?

_ Okay!

Disse com a voz trêmula enquanto olhava para um grande prédio com portões de ferro e pouca movimentação por ser 17:30 da tarde e estar frio. Esse era o horário que podia ir ver Ariana por que ela trabalha em uma empresa que não fiz questão de saber e deixa o bebê com uma babá. O detetive me disse que ela não quis tirar licença a maternidade por que estava precisando de dinheiro. Só de pensar que meu filho poderia estar passando por necessidade já me sentia péssima.

Olhei para mulher sentada ao meu lado e que segurava minha mão com certa força.

_ Você pode voltar para o hotel...

_ Não. Eu espero você aqui!

_ Tudo bem.

Em um ato de puro e total rápidez beijo seus lábios a fazendo ficar surpresa mas corresponde.

_ Desculpa...

_ Está tudo bem, camz! - Lauren segurar minha nuca e se aproxima mais ficando poucos centímetros de mim. _ Quando isso acabar nós vamos conversar sobre nós. O que acha? - Sorri ao ouvir aquilo.

_ Perfeito.

Lauren sorri e sela nossos lábios em um beijo calmo e suave. Ela conseguia me acalma só com um simples toque.

Assim que entro no prédio peço para falar com Ariana Grande e digo meu nome na recepção e um homem diz que ela não se encontra em casa. Mas assim que disse que esperaria sentada em um dos sofás que tinha em frente ao balcão me dou de cara com um ruiva vestindo um vestido, salto e um casaco grosso parada na porta giratória do saguão. Seu olhos estavam arregalados e seu corpo paralisando. Percebi que ela não irá sair do lugar e fui até a mesma que me olhava como se tivesse visto um fantasma.

_ Mila!?

Era estranho ouvir a voz dela e não sentir nem uma emoção, reação ou algo do tipo. Antes eu sentia arrepios só de ouvir ela me chamar assim. Agora era só alguém me chamando.

_ Precisamos conversar sobre o bebê.

Fui direta não queria enredos, rodeios, queria saber a verdade apenas a verdade. Verdade que minha mãe disse, mas eu queria ouvir da boca de Ariana o que minha mãe havia dito.

_ Não temos o que conversar, Theo não é assunto seu. - Ela me empurra com sutileza para que tivesse espaço para sair. _ Ele é meu filho e de Justin.

Ela começou a caminhar em direção ao elevador e eu a segui fazendo com que o rapaz da recepção fizesse sinal para alguém.

_ Ariana. - Seguro seu braço. _ Eu só quero conversar com você. Minha mãe falou tantas coisas que me fizeram vir aqui e saber se é mesmo verdade.

O elevador chegou e ela entrou apertou um botão mas antes que a porta se fechasse eu coloquei a mão na porta.

_ Eu quero saber se Theo é meu filho!

Theo, o nome dele saiu tão sonoro e forte. Meu peito subia e descia em nervosismo. Eu queria tanto ver o pequeno que não me contia. Ariana negou com a cabeça e deu o lado para que eu pudesse entrar no elevador.

_ Sra.Bieber, está tudo bem?

Franzi o cenho assim que um homem a chamou de Sra Bieber. Ela falou que não e que estava tudo bem e que eu era uma amiga. O homem que estava vestindo um terno preto assentiu e as portas do elevador se fecharam.

_ Sra. Bieber?

Questiono e a mesma solta o ar com certo peso nos ombros.

_ Quer começar uma conversa agora?

Apenas murmuro um "sim." Quanto mais antes aquela conversa fosse melhor para nós duas.

_ Para começar Theo não é seu filho.

Ela me olhou nos olhos e aqui me passou tanta sinceridade e certeza, mas aqui não era o suficiente. Eu não sabia se me sentia livre ou presa em uma passado que me deixou dispensada. Engoli em seco e tentei não demostrar a decepção, na verdade eu nem sabia o por quê de estar decepcionada.

_ Não sei o que dizer sobre isso, mas isso só esclareceu que eu estava sendo traída.

Paro de falar assim que o elevador parou no no 5 andar e ela saiu do mesmo fazendo sinal para segui-la. Seus passos eram apressados e seu corpo transmitia tensão e ela tirou a chave do bolso do casaco e sacudiu em ato de nervosismo. Oito portas depois chegamos no apartamento pequeno com sala e cozinha juntos e um corredor que pude perceber tinha três portas. Ela me ofereceu algo para beber e enquanto ia trocar de roupas assenti e fiquei sozinha em um sofá olhando para umas fotos espalhadas pela casa.

Eram fotos de Ariana com uma linda barriga e com três garotas, Ariana e um homem que não era Justin, Jason o primo também está em uma agarrando uma pequena trouxinha azul nos braços. E para minha total surpresa tinha uma foto minha com ela. Peguei o retrato de cima da mesinha e percebi que aquela foto foi tirada quando fomos a um show de uma bandinha qualquer e foi quando a pedi em namoro. Foi uma fase boa, anos bons mas acabou. Soltei o retrato no lugar bem na hora que a porta da frente foi aberta por uma mulher que empurrava um carrinho. A mesma nem notou minha presença, fechou a porta, e seu olhar sempre no carrinho fazendo caretas para o mesmo, mas logo parou de quando seu olhar passou pelo sofá.

_ Cassete!

Ela disse como se estivesse vendo um fantasma e aqui era muito estranho.

_ Ahn... Oi!

Disse e a mulher loira de olhos azuis e pele branquinha, a mesma negou com a cabeça e abriu a boca para falar algo mas Ariana apareceu no corredor.

_ Oi, bebê! - Ariana pega um pequeno garotinho que estava vestido com muitas roupinhas que achei muito fofo. O pequeno fez um som com os lábios assim que viu a mãe que o beijou e cheirou seu pescoço. _ Que cheirinho gostoso, Príncipe! A tia Sasha cuidou bem de você? - Elas conversaram por alguns segundos até que Ariana pediu para Sasha levar o pequeno para o quarto.

_ Ela me conhece? - Questiono. Ariana aponta para o sofá e eu a acompanho. Ficamos sentadas frente a frente. _ Sim, ela e Jason são os que tem me ajudado bastante.

_ E o Justin?

Ela negou com a cabeça e desviou seu olhar para outro lugar.

_ Ele simplesmente foi embora. Ele só esperou o nascimento do filho e foi embora, não me pergunte pra onde por que não sei. - Sua voz transmitia raiva e arrependimento. _ Eu errei em trair você com ele, eu errei por ter me iludido, errei em muitas coisa. - Ela voltou a me encarar. _ Duas semanas antes do casamento eu tinha descoberto sobre a gravidez e fui tão burra que nem notei que não estava atrasada. Mas uma coisa eu te deixo muito clara, Camila. Eu fui para cama com ele depois que nós brigamos por ciúmes e você sabe como nós éramos. - Era verdade, nós éramos o ciúme em pessoa, uma não podia olhar para o lado e por mais que estivéssemos prestes a casar sempre tinha aquela prima ou primo.

_ Eu sei como era as coisas entre nós. Mas eu queria saber é, você irá se casar comigo assim? Sem me contar nada? Minha mãe ficou sabendo de tudo e me deixaria casar sem saber a verdade.

_ Sinu, ela me achou um mês depois, eu e Justin havíamos comprado esse apartamento e estávamos fazendo a mudança quando a campainha tocou. - Limpou os cantos dos olhos. _ Foi um chique, mas ela chegou aqui exigido exame de DNA. Então apenas fiz o que ela pediu. - Ela fala com se tivesse um certo medo de minha mãe. _ Por mais que eu dissesse que o filho não era seu ela não acreditou. Ela ameaçou tirar meu filho de mim mesmo sabendo que não era neto dela.

_ O que? - Minha mãe não seria capaz disso. Seria? _ Eu não conheço mais dona Sinuhe.

_ Camila, sua mãe me achava a nora dos sonho e por mais que você está seguindo seu coração em fotografia, ela quer que você cuidasse dos negócios da família e achava que eu a mudaria. Eu tentei juro que tentei te fazer mudar de ideia mas não consegui.

_ Não estou te entendendo...

_ Não tem o que entender. Eu te trai, me arrependo até hoje é sua mãe iriam te fazer casar com uma mulher que traiu. - Eu não sabia como estava aguentando ouvir aquilo dela sem ter um pingo de emoções. Só não estava acreditando no que ouvia. _ A única coisa que você tem que fazer é seguir em frente e me deixar viver minha escolha.

_ Que escolha? - Eu falei um pouco alto, mas logo lembrei do bebê. _ Jason me procurou e disse que você estava precisando de ajuda.

_ Jason não sabe de nada. - Levantou. _ Ele e Justin se merecem. Não escute Jason, Mila. Ele está envolvido em drogas desde que saí dos EUA. Com certeza ele falou isso pensando em te pedir dinheiro.

Ela foi até a pequena cozinha e começou a colocar café para passar.

_ Fiquei sabendo sobre você não quis licença a maternidade...

_ No meu trabalho ninguém sabe que tenho filho. Meu chefe é um escroto, filho da mãe que odeia crianças. Consegui esse trabalho por causa do meu currículo então tive que mentir em uma entrevista de emprego. O salário é pouco mas vivemos bem.

Assenti e assim que olho no relógio da parede percebo que já passava das 18:40 lembrei que Lauren estava me esperando no carro. Então eu teria que falar algo desagradável para Ariana.

_ Ari... - Ela virou para mim e me encarou para divisória da sala e cozinha. _ Eu posso ajudar vocês com...

_ Não. Com certeza não. Eu já fiz muita coisa de ruim na sua vida Mila. Eu pude ver sobre seu últimos comportamentos por que sua família é bem conhecida em Miami. - O ruim de ser filha de pessoas bem sucedidas em empresa multinacionais era que você é notícia. _ Problemas com bebidas, mulheres e a uma semana em coma por conta da bebida. - Disse com a voz em extremo pesar. Ela se aproximou da bancada e apontou para um banco, e para não se mais desagradável fui até o lugar sentei ficando face a face. Seu olhos pareciam me ler por longos segundos, apoio meus cotovelos na bancada de mármore e logo sinto suas mãos segurarem as minhas em um ato de totalmente gentileza e gratidão.

_ Eu...

Ela negou com a cabeça e eu me calo. Seu toque sutil continuava ali e pude sentir um arrepio nos braços. Fiquei olhando para nossas mãos esperando o que ela irá dizer.

_ Promete que vai entrar na linha e encontrar alguém que vai te fazer mais feliz do que eu, um dia já fiz?

Meus olhos foram imediatamente para os dela. Não sabia o que dizer, mas assenti com a cabeça e sorri levemente. De repente um choro forte tomou o corredor e ela olhou para mim e depois suspirou. Ela foi preparar a mamadeira para o filho, perguntei por que no o peito e ela disse que não consegue produzir leite materno, mas todo final de semana ela recebe doação do hospital. Apenas assenti. Eu não tinha mais o que fazer ali, mas eu só queria fazer uma última coisa. E como se meu desejo foi realizado uma Sasha apareceu com um bravinho nos braços e eu fiquei toda boba.

_ Eu posso?

Pegunto assim que Sasha chega ao meu lado e fica embalando o pequeno que tinha lindas bochechas rosas e seus cabelos eram de um loiro escuro. Olhei para Ariana que me encarava surpresa e logo assentiu para a loira que me deu o pequeno pedacinho de gente. Assim que peguei ele diminuiu o choro e seus olhos tinha uma coloração azul cinzenta e ele fazia bico de choro, sorrio e ele parece prestar atenção.

_ Ele pareceu gostar de você. Você leva jeito pra isso.

Sasha riu e o mesmo parecia procurar sua voz mas só olhava para mim. É parece que levo jeito para pegar bebês isso me faz pensar em ter um em um futuro muito distante, mas acho difícil depois da vasectomia acidentalmente que levei de Lauren.

Depois de ver o pequeno ser alimentado por Ariana e dar um belo arroto de satisfação fazendo as mulheres em sua volta rir ele foi levado para o quarto por Sasha a babá e eu decidi ir embora. Lauren com certeza estava criando raízes no banco do carro.

_ Mila, eu queria só te dizer uma coisa. - Paro a porta do elevador e encaro a mulher em minha frente. _ Me perdoa? Me perdoa por ser uma insensível e traidora? Eu sei que não mereço, mas...

_ Com uma condição!

_ Qual?

_ Daqui a um mês vai chegar um cartão de crédito em seu apartamento e nele vai ter uma conta. - Ela negou com a cabeça e tentou falar. _ Não aceito não como resposta. Esse dinheiro vai entrar todo final de mês. Ele vai ser para Theo e mesmo você não querendo aceite para comprar algo para ele. O garoto não ganhou um pai, mas sim uma madrinha que vai estar do lado dele quando ele precisa em um futuro próximo. Certo, Little Girl?

_ Sim, Big Girl!

_ Tchau!

As portas da grande caixa de metal se fecham e começaram a descer para o primeiro andar. Foram um minuto e meio até as portas se abriram e meus olhos foram para uma Lauren que estava sentada em um dos sofás que eu havia sentado a uma hora atrás. Seus olhos olhos logo chegaram em mim é sua cara de tédio era grande e pude ver que ela não estava só, um homem ato vestindo roupas de filho de papai parecia falar coisas que ela nem estava afim de ouvir.

_ Demorei, Amor?

Até eu estranho minha voz assim que cheguei perto dos dois, Lauren ergue as sobrancelhas e o homem também. Eles levantaram, Lauren ficou do meu lado e eu já me aposso de sua cintura abraçando com certa força desnecessária.

_ Um pouco...

_ Pois já estou aqui e podemos ir!

Não espero resposta e a puxei para saímos daquele lugar, não gostei do homem que percebi que nos seguiu com o olhar.

_ Você foi um pouco rude.

_ Não estou nem aí.

Disse assim que abro a porta do carona para ela que franziu o cenho mostrar a chave do carro, mas eu a pego.

_ Eu que dirijo, amor! - Em um ato rápido beijo seus lábios a deixando assustada. - Não esqueça o cinto.

Assim que entro no carro Lauren não tirou os olhos de mim, coloquei a chave na ignição dando partida no carro e assustando a mesma que segurou-se como pode e gritou.

_ VAI DEVAGAR!

Uma alegria me atingiu em cheio e eu não sabia o por que mas de uma coisa eu sabia. Eu Karla Camila Cabello Estrabao estava livre de um passado que tinha me puxado para o fundo do poço.

_ Você quer sair comigo?

Olho para a morena de olhos verde totalmente arregalados e sorrio. É talvez eu esteja e 120k/H em uma rodovia com limite de 60k/H.

_ O QUE? - Gritou. _ AÍ MEU DEUS, OLHA PARA ESTRADA, CAMILA!

Fiz o que ela pediu e percebo que tem um sinal fechado e alguns carros esperando abrir.

_ Você não respondeu minha pergunta. Então, você quer sair comigo? - Toquei a marcha aumentando a velocidade do carro e a mulher gritou agudamente. _ Você tem cinco segu...

_ ACEITO...

Sorrio vitoriosa e começo a diminuir a velocidade e gargalhei quando senti alguns tapas em meu braço.

_ Eu te odeio...

_ Odeia nada. - Paro o carro no semáforo. Viro para mulher que estava mais branca que o normal. Acho que passei dos limites. _ Peguei pesado?

Ela virou pra mim mostrou o dedo do meio e resmunga algo e se solta do apoiador de braço que tinha na porta e relaxa um pouco.

_ Desce!

_ O que?

_ Desce logo do carro, Cabello! - Ela abriu a porta saindo e os carros batendo a mesma, tive a certeza que a porta ficou soldada. Os carros de trás começaram a buzinar. A segui com os olhos e ela parou do meu abrindo minha porta. _ Vai para o banco do carona! - Não ousei desobedecer ela me olhou como se fosse arrancar meu pau com uma faca de serra.

_ Me desculpa...

_ Se você falar de novo eu juro por Deus que faço uma vasectomia em você cem os meus saltos.

Não disse mais nada apenas fiquei calada a viagem toda até o hotel, que não demorou muito. E para minha falta de azar eu fui ignorada a noite toda por minha brincadeira de mal gosto. Não sei como consegui dormir com a ameaça de Lauren, mas fui dormir depois dela.


Notas Finais


Beijo...


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