História Castelo de Cartas - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Adolescente, Bangtan Boys, Bts, Depressiva, Drama, Fanfic, J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Juvenil, Musica, Rap Monster, Suga
Visualizações 40
Palavras 1.280
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Hentai, Mistério, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência, Yuri
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


^.^ G-xuis! kkkk estava mais que ansiosa pra terminar esse aqui.
Música recomendada pra você que gostar de ouvir enquanto lê: No Air - Jordin Sparks ft. Chris Brown

Capítulo 3 - O Plano


Fanfic / Fanfiction Castelo de Cartas - Capítulo 3 - O Plano

Dormi por cerca de duas horas aquela noite até o despertador tocar às 6h42. Mas, pessoalmente, não reparei que o despertador tinha parado até sentir mãos em meus ombros e a voz distante de Alycia dizendo:

- Você dormindo é tão fofo. – ela fez uma carinha engraçada.

- Tá certo. – respondi com um riso abafado, tentando me levantar da cama sem desmaiar de tanto sono.

Eu me sentia significativamente mais exausta do que em toda minha vida.

**flashback

Ontem. Estava na aula de história, mas eu mal podia me concentrar na porcaria da prova! Gente, era o Yoongi naquele maldito pôster! O nosso velho amigo – num pôster! Que coisa! Como ele teve a audácia de nunca ter nos contado isso?! ELE ERA NOSSO AMIGO, CACETE!

Se você tá se perguntando: “Como VOCÊS não sabiam disso?” – primeiro, eu só tinha OUVIDO falar do BTS, e outra, eu quase não tinha tempo pra ficar na internet ou lendo revistas de fofoca! Estar no ultimo ano era corrido, ter um tempinho só pra mim era coisa rara nesse maldito colégio.

Lembro que enquanto Alycia segurava aquilo nas mãos, ela parecia perdida, mais do que eu na verdade.

- Encontrei esse pôster no lixo da minha vizinha mais cedo. – ela dizia, apertando as bordas do papel com força, como se tivesse uma leve vontade de rasgá-lo. – Que idiota... – murmurou baixinho, mas eu pude ouvir.

- Idiota mesmo! Somos amigas dele! Porque ele nunca nos contou?! – concordei.

- Talvez ele achasse que...

- Besteira! – interrompi. – Tá fazendo sucesso por aí e se esqueceu de nós: as ÚNICAS amigas de verdade que ele tinha?! –

Depois dessa nova leve discussão, Aly foi pra casa e eu voltei para a sala – atrasada, como sempre. –

Peguei meu celular e mandei uma mensagem para ela:

**

Kate: O que mais você descobriu?

Digitando...

Alycia: Bom, tudo que eu sei é que o BTS vai fazer um show na Coreia, para a abertura de alguma premiação no dia 5 do mês que vem. Estou reunindo informações ainda, Kate.

Digitando...

Kate: Tudo bem. Vou passar na sua casa depois da aula, ok? Vou tentar reunir informações também.

Alycia: Ótimo. Te espero em casa <3 Até!

**flashback off

Naquela noite, fui diretamente para a casa da Alycia depois das 21h – meu horário de dormir – e embora soubesse eu que provavelmente ficaríamos a noite toda acordadas, não tinha como evitar. Quer dizer, eu faltava muito na escola, mas decidi que não o faria mais – apesar disso não ser algo especialmente impressionante nem mesmo admirável até – Além do mais, queria ir para a escola só para ver se conseguia mais informações.

Levantei da cama, com ela me puxando pela mão.

Quando desci as escadas, os pais de Alycia estavam comendo o café da manhã junto do irmão mais novo dela, Willy – um menino de 11 anos, chato pra cacete quando se trata da irmã – fiquei um pouco com eles antes de ir para a escola com ela.

Fomos no carro dos meus pais e durante o trajeto, não pude deixar de notar as mãos da Alycia. As unhas pintadas de preto e os dedos pequenos e levemente gorduchinhos, era estranho para mim – os pulsos levemente cobertos por um tipo de pano branco fino – quase que escondidos pelas mangas da blusa xadrez que ela usava. Porque todo esse mistério com suas mãos? Estive pensando se por acaso...

- Chegamos. – disse minha mãe, interrompendo minha batalha mental.

Quando minha mãe parou o carro perto da escola, um grupo de meninas – as biscates do colégio – ficou nos observando. Saímos do carro e me despedi de minha mãe, antes de irmos para a sala de aula.

Fiquei extremamente cansada durante a aula de matemática, no primeiro tempo, que tive que sentar no fundo da sala, para não ser notada dormindo durante as explicações do professor. Alycia não parecia nem um pouco cansada, muito pelo contrário, era a mais animada do grupo. Um pouco irônico, sabe? Durante o café na casa dos pais dela, Alycia parecia mais cansada do que eu até.

“Deve ter fumado um baseado” – pensei e soltei uma risada murcha.

Esfreguei os olhos um pouco e pude ouvir o sinal tocar, o que me fez despertar. A diretora veio nos ver:

- Olá, queridos alunos. – disse.

- “Cínica” – disse um dos meus amigos, imitando a cara murcha da diretora, nos fazendo rir.

- Prestem atenção. – ela aumentou o volume da voz e eu bufei.

A diretora começou a nos avisar sobre o Baile de Formatura. Com extrema “delicadeza”, puxei uma das carteiras a minha frente, fazendo o máximo de barulho possível enquanto ela fala dessa baboseira.

-Silêncio, Kate. – ela me chamou pelo nome.

- “E desde quando tínhamos alguma intimidade?” – pensei.

Depois dos seus avisos (dez)necessários, a diretora saiu da sala e eu logo falei:

- Que idiotice pensar em baile de formatura. Que coisa brega. – resmunguei alto.

- Você só fala isso porque não arranjou um par. – disse Mandy, a biscate da sala.

- Eu te perguntei alguma coisa, lôra? – digo e a sala toda cantarolou um “wow”.

Eu adorava cortar a fita daquela biscate, era algo... doce de se fazer.

Alguns tempos vagos de aula se passaram e eu refletia muito sobre o Baile. Não é porque eu não gosto, também não gostava de gente que gostava de bailes de formatura. Todos na minha sala só sabiam falar dessa porcaria, como se a vida deles dependesse disso! Era ridículo pensar que meus pais também gostavam dessa maldita ideia! Cara, se eu pudesse, eu fugia de casa e voltava dois dias depois do baile, só pra não correr o risco de morrer por causa da minha mãe.

E justamente naquela hora, meu celular começa a vibrar.

**

Mamãe: Kate estou no centro da cidade. Me diga que tipo de vestido você quer.

Kate: Que vestido, mãe?

Mamãe: O seu vestido de formatura, menina!

Kate: ... (Tá de brincadeira?) Mãe, eu já não lhe disse que o Baile é uma baboseira?! Eu não vou!

Mamãe: Diga logo! Quero ver você linda!

Kate: Mãe eu...

Mamãe: Sem “mas”. Você vai ao Baile e ponto final.

**

Ela desliga. Minha mãe sempre foi um pouco controladora quando sou eu. Não a culpo, pra ser sincera. Mas sinceramente, ela não deveria me OBRIGAR a ir nessa merda de Baile. Cara, eu juro! Se eu pudesse...

- Espera um pouco... – olhei para a madeira da carteira, meus olhos e boca se arregalando aos poucos. Acabei de ter uma ideia genial! Meu Deus, como não pensei nisso antes?!

Peguei uma folha de papel e escrevi nele:

~ Alycia, tem um tempinho depois da aula?

Joguei pra ela. E o papel voltou pra mim logo depois.

~ Tenho sim, porque? 

Escrevi nele novamente. E o mandei de volta.

~ Quero falar contigo, ok? Tive uma excelente ideia!

Ela não mandou de volta, apenas olhou para trás - os cabelos negros quase cobrindo seus olhos, sorrindo e olhando pra mim. Provavelmente concordando em vir me ver após a ela. 

O sinal da saída tocou e todos saíram. Corri pelos corredores da escola, batendo em todo mundo que cruzava meu caminho e não hesitando bater quando passava na frente de alguma biscate.

Sou malvada, haha.

Alycia estava no estacionamento, remexendo algo na mochila – corri até ela e ao chegar perto, soltei um grito de animação, o que a assustou e fez sua mochila cair no chão e todos os seus pertences caírem também.

- O QUE FOI, CRIATURA?! – ela berrou, com a mão no peito, assustada. – Você me assustou cacete.

- Tive uma ótima ideia! – disse com um pouco de orgulho na voz.

- Diga então. – disse ela, se abaixando e pegando seus livros.

Continua...


Notas Finais


E aí? O que acharam?!
Dê sua notinha e favorite, comente pru favorzinho. Vc não sabe como fico feliz e isso me dá animo para escrever outro rapidinho pra vc!


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