História CasteloBruxo e o Martelo das Feiticeiras - Capítulo 1


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Categorias Harry Potter
Personagens Alvo Dumbledore, Gellert Grindelwald, Harry Potter
Exibições 16
Palavras 694
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Aventura, Fantasia, Magia, Mistério, Suspense

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 1 - Prólogo


16 de Novembro de 2009

Caturense, Morro do Chapéu.

Há uma fortaleza feita de mármore, escondida na Chapada Diamantina, no centro do estado da Bahia. Construída no século V pelo povo indígena Cantaruré com o intuito de aprisionar os Anamanes- animal do mundo bruxo que devora as pessoas que se aproximam, seu hábitat é grutas. Com o tempo os cantarurenses começaram a dar os índios pataxós- seus inimigos - como comida. Porém o lugar de abate foi desativado após a fuga desses animais mortais, que resultou na dizimação de mais de mil índios. 

No século XVII, a fortaleza foi restaurada pelo Congresso Mágico do Brasil e passou a ser a prisão para os bruxos que inflingissem as leis. Foi considerada uma das cadeias mais seguras do mundo, segundo o Comitê de Segurança Internacional. Nenhum bruxo tinha escapado de suas grossas paredes de mármore. Porém algo estava prestes a mudar na cela de número 9128. 

Quatro guardas, com varinhas em posse, faziam a segurança daquela cela especial, pois nela havia um dos mais sanguinário bruxos da atualidade, Renato Sales. Condenado à prisão perpetua por atear fogo em um orfanato, e matar o Ministro da Defesa. Um quinto guarda virava rapidamente a esquina do corredor mal iluminado, trazia em suas mãos uma bandeja.

-Jantar! - exclamou ao colocar a bandeja pela abertura da cela.

-Bem que poderíamos dar um fim nesse imbecil, já está ficando entediante torturá-lo.

-Ninguém iria nem notar! - disse o segundo guarda. Seus uniformes eram pretos, e tinham o símbolo de uma caveira azul. 

-O monitor iria informar ao Presidente, e nós seríamos presos pela violação das diretrizes prisionais! - falou o terceiro.

-Só no Brasil que bandido tem mais direito que nós, bruxos de bens. Fiquei sabendo que nos Estados Unidos, o Congresso aplica pena de morte em caso de assassinato. - disse o primeiro.

-Imagina esse criminoso lá! - o quarto guarda disse com ar de deboche.

Todos riram, menos o quinto guarda que apenas observava o corredor. Desde que a tortura virou diária na cela 9128, era comum que Renato tossisse até sangrar. Ouviram um grito terrível que poderia cortar a alma após um pedido de socorro. A tosse aumentava, fazendo Renato se contorcer. Enquanto do outro lado, os quatro guardas riam como se estivessem assistindo um show de comédia.

-Petrificus Totalus!

Com um único som os quatros caíram petrificados, as feições deles estampavam dúvida. A chave foi facilmente encontrada no bolso das vestes negras e colocada dentro da fechadura mágica que grunhiu e abriu a porta verde-esmeralda. No corredor um homem velho, magro e franzino corria em direção a cela aberta.

-Está na hora, minha senhora?

-Entre e faça o que combinamos, Mendonça!

Mendonça se ajoelhou ao lado do assassino e com esforço, o levantou. Passo a passo, Renato caminhou em direção a porta, sua pele estava marcada por cortes profundos, os olhos estavam inchados e roxos, o braço esquerdo apresentava uma fratura. Sua aparência não era a mesma de antes de ser preso, agora tinha o cabelo raspado e seu rosto tinha aspecto esquelético. Então a pele de Mendonça começou a borbulhar como água na chaleira, e a se modificar até ser uma copia fiel a Renato. Então a porta foi novamente trancada, agora com um falso Renato que  sorria alegremente entre a abertura.

-Minha varinha, minha varinha! - Renato disse ainda tonto por causa das tosses. Com a varinha de cor ameixa na mão teve um acesso de raiva, e apontou para os corpos imóveis no chão. -E agora? E agora quem é que se deu mal, seus porcos? Avada keda...

-Filho, não faça isso! -interrompeu o quinto guarda. -Vai estragar tudo.

-Não me chame de filho, Anastácia! - falou Renato, suas roupas eram como a de qualquer prisioneiro, cinza e a parte de cima lembrava uma camisa de força. -E esse disfarce é horrível!

Anastácia Sales havia tomado a poção polissuco, mas o efeito estava no final, sua voz já estava ficando fina e rouca. Retirou de suas vestes um frasco transparente com um líquido verde e com um gole, derramou na boca. Apontando a varinha para os homens, ainda petrificados no chão, disse:

-Obliviate!



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