História Castiel e Maana - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Amor Doce
Tags Amor Doce, Castiel
Exibições 262
Palavras 4.401
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai
Avisos: Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


~LEIAM AS NOTAS FINAIS~

Capítulo 1 - Castiel e Maana


   

- Você veio! - diz Rosa vindo na minha direção com aquele sorriso provocativo esboçado no canto dos lábios. 

- Eu vim! - logo depois de me analisar de cima à baixo, seu sorriso se fecha e uma careta toma conta de seu rosto. Por favor, não dê piti aqui no meio de todo mundo. 

- Você poderia ter se vestido um pouquinho melhor, afinal, é uma festa! - reviro os olhos e começo a escanear o enorme quintal da casa da Rosa, era imenso e haviam muitos jovens bebendo, rindo e alguns dançando. O lugar estava decorado com alguns balões, algumas fitas coloridas e muitas luzes neon. Uma fogueira queimava perto das caixas de som e eu tenho certeza que não é seguro deixar essas duas coisas perto uma da outra, mas ao olhar para Rosa, vejo que a última preocupação dela no momento eram as caixas de som. Ela estava ocupada demais explorando a boca do namorado. Estou segurando vela para ela, novamente. Escaneio mais um pouco o lugar e avisto as barraquinhas de comida e bebida. É pra lá que eu vou. 

- Estou surpreso de encontrá-la por aqui. - eu reconhecia aquela voz suave e delicada, então ao me virar, abro um largo sorriso para o garoto vitorioso à minha frente. Mesmo em uma festa ele continua sendo... Lysandre. 

- Se eu não viesse Rosalya iria pirar. - reviro os olhos e nós dois concordamos com isto. 

- Você gostaria de uma bebida? - pergunta

- Na verdade, eu estava indo lá pegar agora mesmo. Vamos comigo! - aponto para a barraquinha que tinha letras gritantes neon grudadas no topo: DRINKS 

- Eu lhe acompanho. - entrelaço meu braço no dele e começo a abrir caminho entre os tantos jovens que estavam ali no meio, conversando. Ao chegar na barraca, não me surpreendo ao ver Castiel  debruçado sob o balcão, com um copo na mão. Claro que ele estaria aqui. Sento-me ao lado dele mas evito o contato visual, mas eu podia sentir que seu olhar estava sob mim. 

- O que posso fazer por vocês? - pergunta o barman se referindo à mim e Lysandre.

- Vou querer uma água, por favor. A senhorita.... - Lysandre me olha

- Vou tres doses da sua melhor vodka. - o barman ergue as sobrancelhas mas se apressa em providenciar as bebidas para mim e Lysandre. 

- Você bebe como um camelo. - conto até 10 para não perder a paciência com o ruivo e continuo evitando contato visual. Tomo a primeira dose e sinto aquele líquido quente descer pela minha garganta, fazendo o frio desaparecer. Ele não está errado. Dou uma risadinha discreta antes de pegar o outro copinho de shot e fechar os olhos antes de beber tudo em um gole só. Essa dose chegou a queimar. A terceira dose eu nunca sinto, é como se eu estivesse bebendo água. Pouso o último copo na mesa com um estalo e cruzo meus braços e analiso as pessoas à nossa volta, todos bebiam cerveja, acho que eu era a única a tomar vodka. 

- Perdoe-me o comentário mas, a senhorita não acha que deveria pegar leve? - a voz de Lysandre parecia meio preocupada, como sempre. 

- Lys, não me chame de senhorita e... Não. - dou de ombros e faço um sinal para o barman me trazer outra dose. 

- Garota, você vai ficar caindo pelos cantos. 

- Castiel, você sempre fica caindo pelos cantos. 

- Mas você é uma garota. - aquela frase me irritava profundamente e ele sabia disto. Castiel não era machista nem nada, apenas fazia aquilo para me irritar e sempre conseguia. Eu não suporto o fato de as mulheres serem diminuídas sempre pelos homens. Me endireito e fico de frente para o ruivo, que tinha um sorriso de vitória no rosto. 

 - Só porque sou uma guria não quer dizer que não posso fazer as mesmas coisas que você. Ou você acha que fica menos feio você ficar caindo de bêbado pelos cantos pelo simples fato de ter bolas no meio das pernas? - ele ergue uma sobrancelha e bebe um gole da sua bebida antes de cair na gargalhada, me deixando mais irritada do que eu já estava. Eu não tenho que aturar isto. Bebo meu último shot e levanto, decidida a ir procurar Rosa, Kim ou qualquer guria. 

- Quer que eu a acompanhe? 

- Não Lys. Fique aí com seu amigo, vou me encontrar com as meninas. - forço um sorriso e logo saio caminhando, me sentindo frustrada com o que acabei de ouvir. Antes que eu pudesse me afastar o suficiente para não ve-los mais, sinto alguém agarrar o meu braço com força. Espero que seja uma das garotas. Me viro e vejo a mão cheia de veias, braço musculoso e... cabelos ruivos. Reviro os olhos. 

- O que você quer, Castiel? 

- Se eu não tivesse vindo pedir desculpas, Lysandre ia arrancar minha cabeça. - tento não rir desta frase mas eu não consigo esconder um sorriso. 

- Entendi. 

Ficamos nos olhando por um tempo, sem saber o que dizer, seus olhos cinzentos hoje estavam brilhantes e me penetravam de forma que fazia eu me sentir incomodada. Ele ainda segurava meu braço, mas com certa suavidade. Acho que ele nem percebeu que ainda estava fazendo contato físico comigo. Por uma fração de segundo, tenho a impressão de que ele olhava para minha boca, mas este pensamento se esvaiu no momento que o ruivo recuou bruscamente, me dando um susto. 

- Eu não sou mais um peixinho para cair na sua rede, Maana. Não adianta me olhar deste jeito. - ergo minhas sobrancelhas e cruzo os braços.

- Que jeito? 

- Ficar me olhando como se tentasse me seduzir e depois morder o lábio... Não funciona comigo. Talvez funcionasse se você tivesse peitos. - ele passa a mão pelos cabelos e desvia o olhar. Cansei de aguentar ele me chamando de despeitada, que saco isto. Abro minha jaqueta e revelo a regata branca que eu estava usando sem sutiã. Seus olhos analisam meus peitos por um segundo e ele fica um pouco transtornado, mas logo volta à sua "forma" normal e mostra um sorriso pervertido. Fecho a jaqueta no mesmo instante. 

- Se eu disser novamente você me mostra novamente? - não hesito antes de dar um soco no ombro do garoto, que pareceu nem sentir, ele estava concentrado demais em sorrir para me irritar. Começo a caminhar para longe daquele sujeito irritante, eu não consigo passar mais nenhum segundo perto dele, minha cota de Castiel já tinha chegado ao seu limite por hoje.

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Passei o resto da festa com Kim e Viollet que tentaram me ensinar sobre arte, mas estavam muito bêbadas para explicarem direito. Nunca tinha visto a Viollet beber tanto assim. No final da festa, me despeço de todos e começo a ir para casa, afinal, a casa de Rosa ficava apenas a algumas quadras longe da minha. Na frente da casa, Castiel estava deitado sob a grama, não tenho certeza se ele estava dormindo ou olhando para o céu, talvez ele esteja bêbado e caído novamente. 

Chego perto e o cutuco com o pé, seus olhos se abrem e fixam em mim instantâneamente. 

- Você está bem? - pergunto e demoro para obter resposta dele, o que me fez concluir que ele estava bebado.

- Não estou. - ele levanta com certa dificuldade e começa a andar todo errado pela rua. Não acredito que ele está deste jeito. Penso 10 vezes se devo ajudá-lo e decido, hesitantemente em levá-lo para casa. 

- Castiel, venha, vou levar você para a sua casa. - me aproximo dele e o pego pela barra da manga de sua jaqueta de couro. Ele resmunga e leva um tempo para processar que eu estava puxando ele pela rua. 

- Eu moro para o outro lado, não preciso da sua ajuda. - sua língua embolou mas ele soube disfarçar bem, o que fez eu dar um sorriso. Ainda bem que eu estava caminhando na frente dele, assim ele não poderia ver a expressão em meu rosto. 

- Você mora para este lado, Castiel. Você está bêbado. - ele pensa por um segundo e logo desiste de discutir comigo e apenas me segue, sem falar nada, graças a Deus. 

Chegamos na frente do seu prédio e eu fico esperando ele procurar as chaves nos bolsos, mas ele não encontrava de jeito nenhum. Pelo amor de Deus, Castiel. Reviro os olhos e começo a apalpar os bolsos de sua jaqueta, mas não estava em nenhum. Castiel estava bêbado demais para me empurrar para longe, então eu eu não me importei em procurar pelos bolsos de suas calças. Quando coloquei minhas mãos em sua bunda, ele deu um gemido esquisito e tentou afastar minhas mãos. Penso se seria uma boa idéia procurar nos bolsos da frente de sua calça mas eu não tinha muitas opções.

- Achei. - digo ao puxar o molho de chave para fora de seu bolso. Castiel as olha como se fossem feitas de ouro e começa a rir. Idiota. Abro o portão e depois o seu apartamento no quarto andar. Castiel entra aos tropeços e é recebido por um cachorro gigante que fez eu tremer um pouco. Castiel estava chegando no sofá, quando cai de cara no chão.

- Babaca. - entro no apartamento e fico petrificada quando o cachorro vem me cheirar. 

- Seja bonzinho, eu só quero ajudar o seu dono. - como se o cachorro me entendesse, ele senta e vira a cabeça para o lado. Fofo. 

Ajudo Castiel a se sentar encostado no sofá, ele parecia pálido demais e estava suando um pouco. Que estranho. 

- Você está bem? - mas eu não obtenho resposta, ele apenas resmunga e fecha os olhos que não aguentavam ficar abertos. Coloco minha mão em sua testa e percebo que ele estava fervendo de febre. 

- VOCÊ ESTÁ ARDENDO EM FEBRE, CASTIEL! - levanto rapidamente e passo meus olhos por todo o seu apartamento, era simples e organizado (surpreendentemente). Mas eu não fazia a mínima idéia de onde ele guardava remédios. 

- CASTIEL POVS ON-

Eu não sei se é o álcool enganando minha cabeça mas Maana estava muito linda hoje. Ela me trouxe até meu apartamento pois eu estava bêbado, eu não conseguia dizer não no momento pois eu me sentia muito enjoado e tinha medo de vomitar na sua frente. Eu estava sentado no chão e não conseguia manter meus olhos abertos, eu queria dormir e nunca mais acordar. Ouvi os passos apressados dela e logo em seguida ela começa a falar no telefone mas eu infelizmente não consegui entender a conversa. 

Abro meus olhos e analiso a cena em que eu me encontrava. Eu estava de cueca na banheira cheia e Maana estava sentada ao meu lado jogando água morna nas minhas costas. Ela está me lembrando minha mãe que eu não vejo a um bom tempo... Fecho os olhos novamente.

Quando desperto novamente, a luz da manhã entrava pela janela e faziam meus olhos doerem. Minha cabeça parecia que ia explodir. Como vim parar em casa? Levanto da cama para fechar as cortinas e tomo um susto quando percebo a presença de Maana ali. Ela estava sentada na cadeira da minha escrivaninha e parecia estar dormindo, ela parecia desconfortável e eu não entendi o porquê de ela estar na minha casa, no meu quarto. Ela estava vestida, o que indicava que não tínhamos feito nada. Analisando o quarto melhor, percebo uma caixa de remédios na minha cômoda junto com um copo de água pela metade. No chão, perto de Maana, havia um pequeno balde cheio de água com um pano mergulhado nele. O que aconteceu ontem? Cutuco a garota que desperta com um salto e, quando ela me olha, coloca uma mão na minha cabeça com uma expressão preocupada.

- Ei! Qual o seu problema? - digo e afasto sua mão. 

- Você passou a noite toda com 39 de febre e não estava abaixando. Vejo que está melhor. - ela passou a noite me cuidando? Ergo uma sobrancelha e cruzo meus braços. 

- Então nós não transamos? - logo depois que pergunto, Maana faz uma careta engraçada que me fez rir. Claro que não tínhamos transado. Ela nunca transaria comigo. Pela primeira vez, pude notar que sua expressão facial ficava muito... fofa quando ela ficava braba. O que estou pensando? Que bobagem! 

- Você é nojento. Estou indo para casa. - ela começa a pegar algumas de suas coisas que estavam em cima da escrivaninha e me empurra para o lado quando passa por mim, com raiva. Era engraçado ver uma baixinha como ela ficar tão braba assim, eu achava engraçado todas as vezes que eu a irritava. Vou atrás dela e antes que ela pudesse abrir a porta, eu me meto na frente, impedindo que ela pudesse sair. A garota me olha e cruza os braços e, pela primeira vez avisto Dragon, meu cachorro. Como ela conseguiu entrar no apartamento sem que ele atacasse? 

- Saia da minha frente, Castiel. - ela tenta me empurrar com uma mão, mas eu não me movo. 

- Como você conseguiu entrar sem que Dragon a comesse viva? - aponto para o cachorro enorme que estava vindo na nossa direção com o rabo abanando. A garota se abaixa, ficando cara-a-cara com Dragon e começa a fazer carinho em sua cabeça, logo o cachorro estava deitado de barriga para cima recebendo carinho. Acho que devo ter ficado de boca aberta pois quando Maana me olha por cima do ombro, ela da uma risadinha debochada. 

- Acho que ele gosta de mim. - diz

- Não. Dragon não gosta de visitantes. Dragon ataca todos que entram no apartamento sem permissão. - cruzo os braços e me recuso a olhar para aquela cena humilhante. 

- Ah - ela dá uma gargalhada - ele parece muito perigoso, de fato. - suas risadinhas sarcásticas me irritaram, então eu a pego pelos braços, a fazendo ficar em pé e a encaro nos olhos. Ela tinha ficado assustada com minha reação. Solto um pouco seus braços e involuntariamente empurro uma mecha de seus cabelos ruivos que estavam em seus olhos, para atrás da orelha. O que foi isso, Castiel? Seus olhos verdes pareciam confusos e vagavam pelo meu rosto, procurando respostas sobre o que estava acontecendo mas nem eu sabia, ao certo. 

Pude pela primeira vez, reparar que ela era muito bonita. Seus cabelos ruivos destacavam seus olhos verdes e suas poucas sardinhas sob o nariz. Sua boca carnuda me deixou um pouco transtornado e com muita vontade de beijá-la. 

- Hum... Cast.... Acho que eu já vou indo para casa. - quando ela fala, eu pareço ter despertado de um feitiço. Essa era a palavra. Ela me enfeitiçava e no fundo, eu sempre soube mas tentava ignorar e resistir. Solto ela completamente e vejo ela se afastar um pouco, ela era muito baixinha e a fazia parecer uma criança assustada. 

- Sim. - é a única coisa que consigo dizer. Ela dá um passo na minha direção e espera eu me mover para dar passagem à ela, mas eu não mexo um músculo sequer. Eu não posso esconder isto para sempre.... Preciso... Ela morde o lábio inferior, provavelmente por estar nervosa mas, aquilo me tira a razão e eu avanço contra ela. A encosto na parede e finalmente encosto meus lábios nos dela.

- MAANA POVS ON-

Ele estava me beijando e me pressionando contra a parede. Ai.Meu.Deus. Tento empurrar ele para longe, mas claro que ele parecia uma pedra e nem sentia meus empurrões. Sua mão esquerda segurava minha nuca delicadamente e sua mão direita estava em volta da minha cintura, me puxando contra o corpo dele, quase me levantando do chão. Eu me sentia vulnerável e era como se eu fosse uma boneca em suas mãos. 

A língua dele pede passagem e eu resisto por alguns segundos, mas logo dou passagem e uma briga entre nossas línguas começa. Que beijo incrível. Entrelaço meus braços em volta de seu pescoço e puxo sua cabeça mais ainda contra a minha, pressionando nossos lábios. Ele me beijava com fervor e cada vez me segurava com mais força. 

Nos separamos depois de muito tempo, estávamos meio ofegantes e não sabíamos que porra tinha acabado de acontecer. Ele estava com os cabelos rebeldes bagunçados e me olhava cheio de desejo, junto com uma pontada de confusão. 

- E-eu... - gagueijo. - Eu tenho que ir. Se cuide. Hum... Tome mais um comprimido que está em cima da sua cômoda e tente descansar... - pego apressadamente minhas coisas que eu tinha praticamente atirado no chão e quando me ponho em pé novamente, eu estava perto demais do ruivo. Perto demais. 

- Maana, você é muito linda. - aquele elogio me pegou desprevenida. Abro a boca para responder mas nenhum som saiu. Seus olhos comiam minha boca e eu estava me deixando ficar intimidada. 

- Quando você.... morde seu lábio deste jeito... - ele joga minhas coisas no chão novamente e segura meu rosto com as duas mãos. Paro de morder o lábio. Então é isso que o provoca mais? Dou um sorriso perverso e decido entrar no jogo. Olho diretamente nos seus olhos e mordo o lábio novamente. 

Castiel perde o controle e começa a me beijar novamente, desta vez ele estava mais aflito e mais... agressivo. Mordia meu lábio delicadamente e sua língua explorava o interior da minha boca. Eu estava gostando, este fato era o que me preocupava mais mas, sinceramente, foda-se. Pego sua mão e a levo até minha bunda, quando ele percebe a minha maldade, sorri entre o nosso beijo e aperta minha bunda com vontade e pega minha coxa com a outra mão, fazendo eu entrelaçar minhas pernas em volta de sua cintura. 

- Você - ele nos leva para algum lugar que eu nem vi qual era, não iria abrir os olhos agora para descobrir.

- É muito - ele me deita no que parecia ser a cama e não para de me beijar a um segundo.

- Gostosa. - termina de falar e aperta minha bunda, ao subir em cima de mim e dar um puxão leve em meus cabelos, o que me excitou muito. Pressiono minhas pernas ao redor de seu corpo e sinto a ereção dele encostar em mim. Ele para de me beijar e fica me olhando por um tempo, acho que não estava acreditando no que estava acontecendo. Nem eu acredito, Castiel. Enquanto ele me olhava, aproveitei para passar minhas mãos por suas costas por de baixo da camiseta. Seus músculos estavam tensos. Seu olhar cinzento me penetrava e fazia eu o desejar. Levo minhas mãos até sua barriga e começo a descer, sentindo os gominhos de sua barriga reagirem ao meu toque. Quando chego na sua calça do pijama, ele enlouquece e segura minhas mãos a cima da minha cabeça. 

Enquanto ele segurava meus braços com uma mão, a outra estava na minha barriga, subindo cada vez mais, trazendo minha camiseta consigo. Quando ele deixa meus seios à mostra (já que eu não estava usando sutiã), ele aperta um deles com força, me forçando a comprimir um gemido de prazer. Ele sorri.

- Você realmente não é uma tábua. - antes que eu pudesse ter qualquer reação, ele coloca a boca no outro seio, sua língua massageava delicadamente o bico do meu seio, me levando à loucura. 

Depois de alguns minutos de tortura, eu finalmente consigo soltar minhas mãos e nos viro na cama, montando em cima dele. Ele tinha me deixado maluca. Tiro minha blusa e a jogo em um lugar qualquer do quarto. Ele segurava minha cintura com força. 

Mordo meu lábio para o provocar e começo a rebolar em cima de seu membro enquanto eu tirava sua camiseta às pressas. Ele era muito gostoso, meu Deus. Passo minhas unhas por sua barriga e começo a beijá-lo lentamente. Suas mãos pressionavam meu corpo contra o dele e eu não perdia tempo, rebolava cada vez mais em seu membro. Começo a descer os beijos cada vez mais, passando minha língua no meio dos seus gominhos até chegar à barra de sua calça. Olho para ele antes de abaixar sua calça junto com a cueca de uma vez só. Seu membro grande e duro praticamente pulou para fora. 

O pego com a mão firme e passo minha língua por todo o comprimento de seu pênis. Ele estava gemendo baixinho e suas mãos seguravam meus cabelos com força. Finalmente coloco dentro da boca tudo de uma vez só, ele perde o controle e me puxa para cima novamente, sua boca procurava a minha com ferocidade. O que você está fazendo Maana? Uma vozinha na minha cabeça insistia em apitar dizendo que aquilo estava errado e, de fato, aquilo parecia muito errado e era essa sensação de ser proibido que deixava tudo mais gostoso. 

Castiel me beijava e levava sua mão até minha intimidade. Ele começou a massagear meu clitóris por cima da calcinha e eu não conseguia esconder alguns gemidos durante o beijo intenso.  

Eu estava maluca. Ele estava fazendo eu chegar quase lá. 

- C-cast - disse meio ofegante, tentando empurrar ele pra longe. Ele não parou, muito pelo contrário. Ele afastou minha calcinha para o lado e penetrou um dedo em mim, e foi como se ele apertasse algum botão. Aquele sentimento de explosões gostosas pelo meu corpo inteiro me invadiram e me fizeram morder o lábio do ruivo com força enquanto eu tinha aquele orgasmo maravilhoso. 

- CASTIEL POVS ON-

Ela estava muito molhada e acho que estava tendo um orgasmo, meu lábio inferior doía muito à medida que ela mordia cada vez mais forte mas eu não ligo, eu até gosto da dor. Tiro meu dedo de sua intimidade quando ela finalmente abre os olhos e relaxa o corpo, demonstrando que o orgasmo já tinha passado.

- Agora é a sua vez. - diz antes de tirar o resto de suas roupas com agilidade.

- Fique quietinho. - sua voz era rouca e sedutora, seus cabelos caiam sob seus ombros nus, seus seios perfeitos estavam rosados e durinhos, ela era perfeita para mim. Maana desce novamente e coloca meu pênis em sua boca e, sem rodeios começa a fazer movimentos rápidos de vai e vem e eu estava sem ar. Ela era magnífica. Sua boca era quente e sua língua massageava a cabeça do meu membro à medida que ela o colocava para dentro. Se ela continuar assim... Seguro a cabeça dela e começo a mover o corpo, eu fodo a boca dela e ela não reclama ou pede para parar como todas as outras pediam. Ela nem sequer engasgava. Ela era demais. Que boca perfeita e macia. 

Sinto a sensação pré-gozo me atingir e penetro tudo em sua boca quando sinto o líquido jorrar, fazendo eu me aliviar dentro de sua boca. Fico me sentindo mole. Olho para ela e percebo seu sorriso malicioso, ela tinha engolido. 

- Maana, isto foi... maravilhoso. - ela dá de ombros e deita na cama completamente nua. Suas curvas era perfeitas, ela era linda. 

Sem demora, me apresso para subir em cima dela e a pegar firme pela cintura. A garota entende o que estou pretendendo e envolve suas pernas na minha cintura, pronta para me receber.

- Você... Você não é virgem, não é? - pergunto me sentindo um pouco idiota. É claro que ela não é virgem, idiota. Ela cora um pouco e faz que não com a cabeça, o que me faz sorrir e a beijar novamente. Meu pênis estava na sua entrada e eu colocava lentamente para não machucá-la. Ela parecia muito delicada e eu precisava tomar cuidado mas, ela era tão apertada e molhada que estava me deixando maluco. Ela solta um gemido que me excita muito quando eu começo a estocar com mais velocidade e força. 

- Cast... Você é muito.... Gostoso. - ela dizia entre gemidos ofegantes. Suas unhas arranhavam minhas costas, o que me causava dor e me deixava mais rápido ainda nas estocadas. Eu estava muito excitado e parecia estar no céu. Acho que eu gosto dela. De verdade. Maana morde meu pescoço e me empurra com as pernas, fazendo eu me afastar dela. O que ela está fazendo? Estava tão bom. Então eu vejo que ela queria mesmo me levar à loucura total. 

A ruiva tinha se posicionado de quatro dando uma vista maravilhosa de seu traseiro enorme e sua delicada intimidade. 

- Meu Deus. - as palavras saltam da minha boca e, antes que eu pudesse me controlar ou pensar racionalmente, penetro nela e puxo seu cabelo. Ela gemia bastantagora e sua buceta estava apertando cada vez mais e ficando cada vez mais molhada, acho que ela vai gozar logo, logo. E eu não estava errado. Não demorou muito e eu sinto sua intimidade pressionar meu membro, fazendo eu delirar e ir até o ceu por um momento maravilhoso, então ela cai na cama de exaustão e eu sinto ela ficar toda encharcada, comprovando o fato de ter gozado. Ver ela de traseiro empinado para mim faz eu me aliviar pela segunda vez. Foi mágico. A feiticeira acabou me enfeitiçando. 

Caio ao lado dela, cansado e faço uma coisa que eu nunca fiz com nenhuma outra garota, algo que até eu me surpreendi. 

Puxo-a para perto de mim e deixo-a me envolver entre seus braços. Ela posiciona sua cabeça em cima do meu peito e eu fico acariciando seus cabelos macios e sedosos que se pareciam com os meus. A garota estava abraçada em mim e depois de um tempo, me olha com uma expressão cansada e feliz.

 - Continuo sendo tábua? - pergunta, travessa. 

Sorrio 

- Você sempre vai ser tábua, para mim. - ela bufa e me belisca de leve. Eu me sentia feliz de estar ali com ela. 

- Você me enfeitiçou, tábua. - a garota me olha novamente e sorri suavemente. 

- Enfeiticei? 

- Sim

- Posso gravar você dizendo isto para eu usar amanhã conta você mesmo? - nós dois caímos na risada, mesmo não tendo graça. Beijo o topo de sua cabeça e observo ela cair, aos poucos, no sono em meus braços. 

- Gosto muito de você. - digo antes de cair no sono também. 


Notas Finais


* USEM CAMISINHA!
* TENHAM RESPONSABILIDADE!
* MENINAS, TOMEM A PÍLULA!
* MENINOS, ENCAPEM ESTE BONECO AÍ, HEIN?!

--- SEJAM FELIZES COM RESPONSABILIDADE ---


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