História Casual Affair - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Hora de Aventura
Personagens Ash, Marceline, Princesa Jujuba
Tags Bubbline, Hentai, Marceline, Orange, Princesa Jujuba, Princess Bubblegum
Visualizações 111
Palavras 1.835
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Orange, Shoujo (Romântico), Yuri
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Nudez, Pansexualidade, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 1 - Capítulo Único – Romance Casual.


Permaneça enquanto houver tempo

Para que a desordem em que nos tornamos

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Panic! At The Disco – Casual Affair


– O que você está fazendo? – a voz melodiosa ecoou pelo meu laboratório vazio. Era uma madrugada quente, como nunca havia acontecido antes. Eu estava ali a horas, trabalhando incansavelmente em criar novas vidas, para povoar o meu reino em crescimento.

– Criando mais cidadãos. – dei ombros enquanto a massa doce a minha frente começa a tomar forma – Você não devia estar aqui.

– Não quebrei suas regras. – ela colocou as mãos dentro dos bolsos e flutuou até a mesa, ficando bem o meu lado – Você disse que não queria que eu cruzasse a porta para não chamar atenção. Então eu entrei pela janela.

Soltei um riso baixo, e tirei os óculos. Marceline estava linda, como sempre.

– Eles tem medo de você. – desencostei da bancada assim que o que devia ser um bolinho, começou se deformar. Ótimo. Mais uma experiência fracassada. Já não basta ter que construir um reino inteiro, tenho que lidar com o fato de que é muito complicado criar vidas do nada – Mas é claro que no chega aos pés do medo que sentem do Ash.

– Eu não sou um monstro, sabe? – ela suspirou e levou a mão as cicatrizes de mordidas no pescoço.

– É claro que não é. Foram tempos sombrios. – apoiei minha cabeça em seu ombro – Vou dispensar essa massa e subir para o meu quarto. Quer passar a noite aqui?

– Sabe que quero, rosinha. – ela sorriu e eu me livrei do feto de bolinho que não deu certo.



– Me ajuda a colocar meu colar? – perguntei quando saí do banheiro, ainda enrolada em meu hobby. Caminhei até à penteadeira e soltei meus cabelos molhados. Marcy estava deitada na cama.

– É o que eu te dei, né? – ela se aproximou e levantei meu cabelo. Seus dedos frios se chocaram contra minha pele, causando um arrepio.

– Seus dedos estão frios. – sussurrei. Conseguia sentir sua respiração contra minha nuca. Uma sensação desconhecida percorreu todos os átomos do meu corpo. Os dedos soltaram a corrente e tocaram delicadamente meu pescoço; era uma sensação maravilhosa. Me virei para ela, minha respiração estava estranha, mas aparentemente a dela também – Marcy...

– Você está vermelha. – ela sorriu, mordendo o canto da boca.

– Acho que estou. – levei as mãos ao rosto, envergonhada.

– Não se esconda .– ela às segurou – Eu gosto.

– Eu não sei o que fazer. – respondi, ainda com minhas mãos entre às dela.

– Eu sei. – Marceline suspirou – Mas você tem que confiar em mim.

– Eu confio. – respondi sem êxito algum.

Marceline passou o polegar pelo meu queixo, percorrendo até meu pescoço. Todos os pelos de meu corpo se arrepiaram em uma sincronia desajeitada. Os lábios dela se abriram e delicadamente começaram a depositar beijos por todo meu pescoço, subindo sorrateiramente até minha boca. Nossas línguas iniciaram​ uma dança em perfeita sincronia. Minhas mãos procuraram seus ombros, e às dela agarram minha cintura, juntando com força nossos corpos. Quando o ar começou a faltar em meus pulmões me afastei de seus lábios comecei a beijar sua clavícula. Marceline me jogou contra à parede, pegando minhas pernas e colocando em torno da sua cintura e voltando à me beijar, com mais fúria agora. Podia sentir seus dedos apertando meu corpo. Minha intimidade pulsava.

Ainda me segurando em seus braços, me carregou até à cama e se deitou por cima de mim. Sem o mínimo de noção do que fazia, desci minhas mãos até seu shorts e o puxei para baixo. Marcy se afastou.

– Você já fez isso alguma outra vez? – seus dedos​ percorriam minhas coxas e eu me sentia inebriada.

– Não, você já? – fechei os olhos quando ela tornou a beijar meu pescoço.

– Não com uma mulher. – seus lábios estavam em meu pescoço, minhas mãos puxavam seus cabelos e a respiração de Marcy ficava cada vez mais ofegante.

– Você sabe o que fazer? – mordi levemente o lóbulo de sua orelha, fazendo-a gemer. Não era um gemido de dor, Marcy era a própria face do tesão.

– Sei. – uma de suas mãos estava próxima ao meu rosto, dando todo apoio ao corpo dela, e a outra começava a explorar meu corpo por dentro do hobby – Podemos parar, se você não quiser.

– Eu quero. – sussurrei entre gemidos quando seus dedos tocaram a curva dos meus seios. Por um segundo lembrei do que costumava ouvir – Dói?

– Talvez um pouco. – ela encaixou sua perna entre as minhas. Parecia com dificuldades para se equilibrar. Sua mão, que antes acariciava a curvatura, agora agarrava sem pudor algum meu seio. Os dedos estimulavam os mamilos. Nossos lábios haviam se juntado outra vez. Minha boca estava seca e meu corpo parecia anestesiado.

Levei minhas mãos à cordinha que amarrava meu hobby e me livrei dele delicadamente. Marceline se afastou um pouco e parecia assistir cada movimento meu. Me senti um pouco envergonhada​; ela não cortava o contato visual por um minuto sequer. Seus olhos vermelhos desceram por toda minha pele, como se guardassem cada detalhe. Tirou a própria camiseta, revelando a roupa íntima de um azul bem claro, que contrastava com a pele sem falhas dela. Retirei por completo a fina peça de seda que escondia meu corpo, e um sorriso se formou no canto dos lábios dela, ainda sorrindo, ela os mordeu. A expressão em seu rosto era excitante. Ainda me encarando, Marceline começou a explorar meu corpo com as duas mãos, tocava a barra da minha calcinha, subia delicadamente, me causando arrepios​, e massageava meus seios. Desabotoei sua calça, e puxei com força para baixo, deixando-a semi nua, como eu. Marcy suspirou, e enfiou os suas presas contra o meu pescoço. Senti a cor do meu corpo desaparecer.

– Marcy... – gemi quando senti a dor aguda de sua mordida, ainda sim, toda a sensação de tesão, não dava sinal de que iria se dissipar facilmente. Seus dedos desceram com um destino traçado, em poucos segundos, já afastavam minha calcinha e delicadamente, Marceline começou a me estimular. Agarrei com força seus cabelos, e arqueei meu corpo em sua direção.

– Você está tão molhada...– ela sussurrou contra meu ouvido. Sua voz rouca arrepiou meu corpo inteiro, seus dedos me estimulavam e meus suspiros logo se transformaram em gemidos altos.

Puxei seu rosto em direção ao meu, para que voltasse a me beijar. Marceline parou, e se afastou um pouco, desabotoou seu sutiã e se livrou da calcinha rendada que vestia. Voltou a me beijar, mas com pressa, como se não pudesse perder tempo. Seus lábios desciam pelo meu pescoço, ora beijava pra chupava delicadamente. Logo estava entre os meus seios, Marcy chupava e mordia os bicos dos meus mamilos, e me arrancava gritos descompassados. Eu arranhava suas costas, e ela me puxava para si. Ainda que estivesse em um êxtase parecido com o meu, Marceline parecia se controlar bem mais. Seus beijos começaram a descer no exato momento em que suas mãos arrancaram violentamente minha lingerie.

– Abre um pouco mais as pernas, Bel. – sussurrou, enquanto beijava lentamente minha virilha. Entorpecida, dei espaço para que ela se colocasse entre minhas pernas. Marcy abriu meus lábios e passou a língua. Me contorci e agarrei, com as unhas, seus ombros. Quanto mais eu me descontrolava, mais Marceline colocava pressão sob minha intimidade. Meus gemidos só não eram mais altos que a sequência de palavrões proferidos por ela – Porra!

Marceline beijou minha intimidade outra vez, e se voltou em direção a minha boca outra vez.

– Seu gosto... – ela me beijou, vorazmente. Admito que inicialmente, tive nojo. Mas os lábios vermelhos a centímetros dos meus, eram irresistíveis – É doce.

Seus dedos pressionaram outra vez meu clitóris e entraram delicadamente, me abrindo. Grudei meus dentes em seu pescoço e gritei, Marcy estremeceu.

Lentamente seus dedos começaram a entrar e sair, minhas pernas não tinham forças, e tudo que eu conseguia, era arranhar suas costas e gemer contra seu ouvido. As vezes, ainda dentro de mim, Marceline fazia movimentos de tesoura com os dedos. Doía e ao mesmo tempo era maravilhoso. Ela repetia os movimentos sem parar. Era intenso, quente, rápido. A respiração dela me enlouquecia. Um calor subiu pelas minhas pernas, queimava com uma velocidade impressionante. Meu interior se contraiu e, seguido de alguns espasmos do meu corpo, um gemido tardio e rouco deixou meus lábios.

– Parece que alguém gozou. – ela tirou os dedos do meu interior, com um enorme sorriso sacana em seus lábios. Seus dedos estavam melados, mas ela não se importou e os levou a própria boca – Tão doce...

Ela ainda estava nua em minha cama, mesmo que minhas pernas não tivessem forças para que eu me mexesse, a puxei de volta para mim. Beijava com vontade, mas lento o suficiente para recobrar meu fôlego.

A joguei com tudo contra a cama e me sentei em seu colo. Marceline agarrava minha cintura e puxava conta si. Sem pressa, e com o máximo de precisão que podia, desci os beijos por seu corpo inteiro. Intercalava com mordidas leves, e seu corpo se contraia embaixo dos meus lábios. Em seus seios, me esforçava ao máximo para reproduzir o que ela havia feito em mim.

– Caralho, Bonnie... – ela gemeu e agarrou meus cabelos. Pela primeira vez desde que começamos, parecia perder o controle do seu corpo, seus dedos puxavam meu cabelo e me empurravam contra sua intimidade – Chupa essa porra logo.

Acatei seu pedido, desci até sua coxas e lentamente distribui beijos e lentas lambidas. Suas pernas estavam abertas para que eu coubesse perfeitamente entre elas. Abri seus lábios e com movimentos circulares, comecei a retribuir todo o prazer que eu havia sentido. Marceline se contorcia e gritava palavrões aos ventos, enquanto agarrava com uma força desumana tudo o que conseguia.

– Isso! – segurava meus cabelos e puxava contra sua intimidade – Caralho!

Eu beijava, chupava, lambia. Marceline estava​ em um estado de completo êxtase. Gritava, arqueava as costas e me xingava. Em alguns momentos, eu não sabia se ela estava gostando ou com raiva. Mas ainda sim, toda sua fúria, mantinha minha excitação.

– Sua puta. – ela gritou, segurando meus cabelos – Ah! Não para.

Lentamente coloquei um dedo em seu interior, era quente, apertado, pulsava e contraia. Seus olhos vermelhos não desgrudavam dos meus, enquanto eu inseria nela outros dois, e mantinha a estimular com a língua.

– Porra, Bonnibel! – estremeceu. Suas pernas endureceram, os dedos dos pés se contrairam, em alguns momentos, quase levantava um leve vôo. Agarrou meu cabelo com força, e arqueou o corpo enrijecido uma última vez – BONNIE! – em seguida, caiu relaxada no colchão. Tirei um a um os dedos do seu interior, e então me deitei ao seu lado.

Marceline sorriu, me puxou para seu peito e acariciou meus cabelos. Eu estava exausta, meu corpo estava relaxado, mas ainda sim pesava. Meus cabelos estavam bagunçados e o banho que eu havia tomado tinha sido em vão. Eu estava envergonhada, e mal sabia se conseguiria olhar Marcy do mesmo jeito quando amanhecesse. Mas queria aproveitar aquele momento o quanto pudesse.

– Acha que se eu fizer amor com todos os cidadãos doce, eles pedem o medo de mim? – perguntou.

– Nem se atreva. – eu ri, e a abracei com força.



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