História Catastrophic - Capítulo 4


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Catastrofe, Japao, Terremoto, Tragedia, Tsunami
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Palavras 679
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção Científica

Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Espero que gostem

Capítulo 4 - Decisão


 21 de dezembro de 2072, 09:18h

 Fiquei completamente surpresa com a decisão de Keitaro, pois eu tinha certeza de que ele iria comigo para a Antártica.

 -Porquê você não vem comigo!?-perguntei.

 -Satoko eu já disse, eu não vou abandonar a minha família pra ir a Antártica!-disse meu namorado.

 -E eu não vou te abandonar aqui no Japão!

 -Não. Você tem que ir. Ficará segura com a sua família.

   -Mas e você?

   -Irei cuidar da minha.

   -Então eu não vou! Ficarei ao seu lado a qualquer custo!

   -Aqui pode não ser seguro pra você. Os lugares no abrigo da minha família estão contados, não há espaço para mais ninguém.

    -Não importa! Eu estou contigo a qualquer custo! Não irei ficar bem sabendo que você vai estar aqui exposto a morte!

  -Mas eu ficarei bem sabendo que você estará segura. Você vai, nem que eu tenha que te amarrar no navio!

  Kanae e Takashi se levantam, e Kanae diz:

  -Muito obrigada por tudo Satoko, mas agora temos que ir. Temos que estar no trabalho em uma hora.

 Satoko e Takashi trabalhavam para a JAXA, a Agência Japonesa de Exploração Aeroespacial.

 -Muito obrigada pela visita!-disse eu, sorrindo.

 Os acompanhei até a porta.

 -Desculpe pelo que você presenciou ontem a noite Satoko...-disse Kanae.

  -Tudo bem. Eu não irei pensar diferente de você.

 -Obrigada.

 Kanae e Takashi vão em direção a estação de trem.

 Eu fecho a porta e volto meu olhar para Keitaro com cara de brava. Sem dizer nada, eu subi as escadas e fui para a sacada do meu quarto.

 Fiquei observando a paisagem. O porto podia ser visto dali. Consegui ver o cargueiro do meu avô que estava no estaleiro recebendo is ajustes finais para a viagem do dia seguinte. Começo a chorar. Keitaro aparece do meu lado, e diz:

 -Não chore Satoko...-disse ele, passando a mão e meus cabelos.

 -Eu não quero que nossos caminhos sejam diferentes! Eu imploro! Venha comigo!

 -Como você é teimosa garotinha... Tudo dará certo.

 -Eu não vivo sem você! Eu preciso de você!

 -E meus parentes precisam de mim.

 -Então, já que eu não posso ficar e você não pode ir por conta da sua família, então os traga para o navio também!

 -Eu não sei não... Talvez o seu avô não goste muito da idéia...

 -Se ele deixar você e sua família vem conosco!?

 -Quem sabe...

 -Então eu vou pedir pra ele.

 Keitaro me abraça e diz:

 -Você cuida mesmo de mim...

 -Sim, por que eu te amo!

 Keitaro me beija.

 James Potter, o governador do mundo, chegou de carro na sede da ONU para uma reunião com todos os presidentes e líderes de nações.

 Ele observa pela janela de seu carro, um grupo de manifestantes gritando:

 -Desgraçado! Pare já com esse absurdo!!!

 -Seu assassino, você se aproveita dos pobres!!!

 -Você está destruindo esse planeta!!!

 James sai de seu carro, já dentro do perimetro da ONU, e é cercado por repórteres. Uma deles pergunta para ele:

 -Senhor governador! O que o senhor espera para a Reforma deste ano?

 -Nossa época para o ano novo é eliminar pelo menos 75% da população atual.-diz James.

 -Senhor! O que o senhor acha das inúmeras manifestações pelo mundo?-pergunta outro repórter.

 -Bem, todos que se opõem a Reforma, de fato não sabem os benefícios financeiros que as nações tiveram.

 -Mas o governo mundial não teve que pagar pela reconstrução de várias cidades?

 -Sim, mas garanto que temos mais do que o suficiente para isto. Sem mais perguntas.

 O governador entra em uma grande sala, onde se encontram os líderes mundiais.

 -Bem senhores...-diz James.-Nos últimos anos tivemis um grande problema com os refugiados. Vários naviis partem para a Antártica, em busca de proteção, e isso não pode acontecer este ano. Alguma idéia de reverter a situação?

 Um dos presidentes se levanta:

 -Bom dia senhor governador, sou Alexander Prince, presidente do Brasil. É certo que precisamos dar um jeito nesses refugiados fujões, e eu ofereço a minha idéia. Lançaremos enormes tsunamis para impedir que esses navios saiam dos portos, assim deixando eles sem transportes.

 -Perfeito! Ninguém este ano irá escapar!



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