História Catástrofe Angelical - Capítulo 5


Escrita por: ~, ~SahLuc e ~MaduCure

Postado
Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Anjos, Apocalipse, Drama, Hentai, Incesto, Mentiras, Romance, Traição
Exibições 14
Palavras 3.399
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Orange, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Super Power, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Oooi! Aqui é a Madu com um capítulo novo e editado pra vocês.

Espero que gostem 😉

Capítulo 5 - Pequeno Nicholas- Parte I



9 de Agosto de 1998.


Nicholas tinha cinco anos. Não lembrava-se de quando exatamente tudo havia começado, mas esse dia, em uma tarde fria em Ohio, ficou gravado em sua memória para sempre. Estava em sua casa, que ficava no morro perto da cidade, onde o cheiro de grama molhada pairava no ar como um perfume natural e onde os pássaros gostavam de cantar.


Ele se lembrava da sala de estar aconchegante, a lareira crepitava quando seu pai colocava mais madeira para alimentar o fogo faminto. Lembrava-se da televisão pequena que ocupava uma minúscula parte do cômodo, ligada e passando uma série de reportagens de suicídio. Naquela época ele já sabia o que era suicídio e pensava que era loucura, pelo menos naquela idade. Tudo era maior, não só pelo fato de ser uma criança pequena, mas porque estava no chão, sangrando e chorando. Sua mãe gritava com ele. 


-Você vai ser um bom menino?- ela gritou, preenchendo o local de gritos femininos fortes. 


Seu pai nem se mexeu. Nem mesmo para mudar a página do jornal que fingia ler.


Nicholas olhou para a marca roxa na coxa de sua mãe, que a mulher exibia como se fosse uma grave ferida aberta. Havia causado aquilo em sua mãe após ela sair de sua cama. Havia a machucado com o martelo de seu pai, que havia roubado da caixa de ferramentas. Pois ela o estava assustando. Sua mãe estava sendo malvada com ele e ele estava com medo dela, e sua avó sempre ensinou que Nicholas devia matar os monstros que o fizessem sentir medo; fizera o certo. 


A mãe segurava agora o mesmo martelo que Nicholas havia usado para machuca-la, e a cada soluço que o garotinho produzia a mulher o martelava nos dedos, o fazendo chorar e chorar. Podia sentir o latejar dos dedos quebrados, mas a dor física não era pior que a dor que o corroía por dentro. 


-Você foi um menino mau- urrou a mãe, agarrando Nicholas pelos cabelos.


Nicholas tentava não soluçar. Uma mão segurava seus dedinhos quebrados e a outra, involuntariamente, tentava alcançar e soltar os dedos da mãe de seus cabelos. Ele esperneou, sendo erguido violentamente pela mulher que lhe dera a vida. Os olhos azuis da mãe lhe tomaram a visão, preenchendo tudo com seu brilho azulado repleto de fúria como uma deusa celestial, como uma dos doze olimpianos. Nicholas sentiu-se um semideus que não havia cumprido sua missão. 


Sentiu como se fosse um herói semideus prestes a ser morto pela Medusa.


-Você vai ser um bom menino? Vai?!


O pequeno chorou ainda mais. Sentiu seus braços cansarem e os deixou cair ao lado do corpo, derrotado. Sabia que para ser um bom menino ele teria que sentir dor. Teria que sentir tudo se esvaindo de seu corpo, como sua inocência.


-Vou, mamãe- ele choramingou.


Os olhos da mulher brilharam e ela lhe soltou, o fazendo cair no carpete com um baque. A criança olhou para cima, assistindo sua mãe erguer-se sobre si de modo superior. Os olhos dela o assustavam, o deixavam apavorado. 


Nicholas não tinha monstros imaginários, os da vida real já bastavam. Já o deixavam com medo o suficiente para uma vida inteira, ou quem sabe, vidas inteiras.


-Seja um bom menino-disse a mãe a ele. 


Nicholas sentiu as lágrimas escorrendo. Não queria ser um bom menino, não queria. 


-Fique de pé, Nicholas- ordenou a mãe, quase rosnando. 


Ele obedeceu. Ignorou todas as dores e se pôs de pé, já tirando suas calças e vendo o tecido azul-marinho descansar no chão. Seus olhos seguiram o tecido e ali pousaram, não querendo olhar para outro lugar. Imaginando que, como os filmes que assistia na pequena tela de televisão, suas roupas ganhariam vida e derrotariam seus monstros com ele. Ele sentiu a mãe lhe tirando a cueca e arfando ao ver seu pequeno pênis para fora da calça. Lembrou-se de todas as Sextas que passava por isso, era sempre às Sextas que a mãe fazia isso, arfava ao começo de tudo, como se fosse bom.


Devia ser, Nicholas pensou, mas não é pra mim.


-Isso, querido- a mulher aprovou, o fazendo desviar os olhos para ela- Quero que preste atenção no que vou fazer, certo? 


Nicholas assentiu, vendo pelo canto do olho o pai sentar em uma das poltronas xadrez e sorrir. Odiava aquele sorriso de seu pai. Era amarelo, repleto de dentes que logo virariam podres, como um monstro que não escovava os dentes. O maldito o exibia todas as sombrias Sextas. 


-Seja homem, filho- disse o pai. O homem pegou um charuto de uma caixa prateada e passou a fuma-lo como se fosse sua única fonte de alimento. O cheiro de tabaco invadiu as narinas de Nicholas, o fazendo franzir o nariz.


O garotinho engoliu em seco e fechou os olhos com força. Não gostava de enfrentar seus pesadelos daquela maneira, de frente e praticamente nu, sem nenhuma arma na mão. Desde pequeno Nicholas sabia que era o herói e que seus pais eram os vilões, mas que tipo de herói passava por aquilo? Que herói conseguiria agüentar ser abusado como ele era? 


Ele. Ele conseguia. 


Sentiu as mãos da sua mãe o segurarem com força e sua língua o lamber enquanto passeava suas mãos em suas nádegas. Começou a lamber sua barriga, acariciando rapidamente seu pênis, o fazendo chorar de olhos fechados. Já chorou de olhos fechados? É como ser cego e chorar por medo do escuro. Depois, nos finalmentes, engoliu todo seu pequeno pênis, arfando de prazer ao chupar o próprio filho. Nicholas se contorceu, ficando imóvel. Sentiu a língua de sua mãe acariciar sua glande de modo que nenhuma mãe deveria fazer. Tremeu involuntariamente, sentindo o corpo todo gritar de agonia e tristeza.


-Quando sua irmã nascer, Nicholas- comentou seu pai, assistindo a ruína do garoto- ela irá realizar o trabalho de fazê-lo sentir prazer, jovem rapaz. Irá saciar seu apetite e o nosso também. 


Nicholas, ainda com os olhos fechados, sentiu raiva o inundar. Se sua irmã mais nova nascesse e sua tarefa fosse essa então já a odiava. E não se chocou com a satisfação que esse ódio lhe trouxe.


Já a odiava e gostava desse ódio. 


Talvez Nicholas não fosse o herói afinal. Talvez ele fosse o vilão. 


15 de Novembro de 2005.


Não nevava muito em Ohio, na verdade, era uma cidade que poderia chegar até os 28 graus sem problemas. No Natal nevava as vezes, permitindo que Nicholas saísse de casa com seu amigos. Quebrar regras e sair de sua realidade por dois minutos. 
Os dois minutos eram os melhores momentos de seu dia.


Estava na decadente praça perto de sua casa, que ficava na descida do morro, observando sua irmã Savannah, agora com seus seis anos, pular nas poças d'água que a chuva havia deixado para trás. Sua touca roxa quase caia de sua cabeça quando ela pulava, os braços encolhidos juntos ao corpo, como se pudesse cair a qualquer momento. Sua risada inocente e fofa ecoava na mente do Nicholas de onze anos, fazendo-o pensar que nunca havia rido desse jeito em sua infância, pois aquele som infantil só poderia ser emitido por puros. Ele cerrou os dentes, apertando as correntes de metal do balanço que se encontrava.


-Nicholas!- chamou Savannah, alegre, vindo até ele- Brinca comigo? 


Quando ele fixou seus olhos em seus olhinhos azuis a fúria o incendiou. Quando Savannah nasceu seus pais não fizeram nada daquelas coisas com ela, foram a igreja e pararam com tudo aquilo, fingindo serem boas pessoas quando na verdade eram criaturas más e horríveis. Savannah não sofreu o que ele sofreu. Savannah teria uma boa vida e bons pais. 


E isso não era justo. Não era justo com ele, que teve tudo destruído. 


Nicholas levantou-se do balanço, o fazendo balançar rudemente pelo ar alguns minutos, emitindo um som metálico. Ele sorriu maldosamente para sua irmãzinha que herdara os odiados olhos azuis de sua mãe. 


-Claro, maninha- sua voz soou tão cruel e tão impura- Vamos brincar. Quer que eu ensine você a brincar? 


Savannah recuou, ficando hesitante. Talvez Nicholas devesse ter suavizado a voz, pois tudo assustava Savannah. Tudo a assustava, mas a malditinha não tinha motivo para isso, pois sua vida era tão cheia de luz que a única opção de Nicholas era ser as trevas.


As trevas de Savannah.


Nicholas seria o monstro de Savannah, ele decidiu naquele momento. 


-Do... Do que vamos brincar?- ela sorriu, tentando não ter medo. 


Nicholas avançou até ela, a pegando pelo braço. Apertou com força, para machucar. Conseguiu. Savannah encolheu-se ao sentir a mão de Nicholas em seu braço, a apertando sem piedade. 


-O que foi, maninha?- ele perguntou- Está com medo? E como é a sensação? Acha que vou machucar você mais? 


-Está doendo- choramingou Savannah. Lágrimas já iluminavam seus olhos. 


A idiota já estava chorando. Nicholas não estava fazendo praticamente nada e a loira pequenina já estava apavorada. Nicholas semicerrou os olhos e a empurrou em uma das poças, fazendo a touca roxa de Savannah cair de sua cabeça direto na água, onde ela já estava, chorando. Caiu de mal jeito, de bunda na poça, a molhando completamente. 


-Se machucou, maninha?- Nicholas perguntou, os punhos cerrados-Acho que isso é o que você vai chegar mais perto do perigo. Tomara que tenha se machucado. 


Savannah piscou os olhinhos, a mão pequena já limpando o rosto.


-Não é justo...- ela choramingou. 


Nicholas avançou mais um passo, pisando na poça mais perto e espirrando água suja em Savannah. 


-Você acha isso injusto? ACHA?! Injusto, sua putinha, é você ter o que eu nunca tive. ISSO é injusto. 


Nicholas já havia xingado antes, falado palavrões, porém soou tão novo para ele que começou a gritar:


-É injusto o CACETE! SUA VIDA é uma injustiça, Savannah. Sabia disso? A minha é uma MERDA tão grande! Você não sabe o que é dor, né? Não sabe o que é ter isso- ele ajoelhou-se diante dela, apertando em sua calça onde sua vagina ficava, a fazendo engolir em seco de medo- chupado pela sua própria mãe e assistido como divertimento pelo próprio pai! O MUNDO É INJUSTO, SAVANNAH. Se acostume com isso.


Cuspiu na cara angelical e frágil da irmã, a fazendo fechar os olhos e chorar de olhos fechados. 


-É horrível, não? Chorar de olhos fechados?- ele perguntou com satisfação ao vê-la chorar do mesmo jeito que ele chorava quando era criança. 


Savannah levantou-se, o fazendo parar de apertar sua vagina. Ela, molhada com suas lágrimas e água suja, correu em direção ao morro. Ele observou a touca roxa da irmã no chão. Estava suja agora, cada vez mais se enxergando na água da poça. 


Sabia que todo o ódio era inveja, mas quem ligava? Ele certamente não. 


23 de Setembro de 2007


-Cara- disse Chris- Você quer mesmo fazer isso? E se for pego?


-Foda-se- Nicholas disse. Ele deu de ombros e pegou rudemente da mão de Chris o maço de cigarros que haviam roubado do bar da esquina. O vendedor era cego, então foi extremamente fácil. Ele acendeu o cigarro com o isqueiro e pôs na boca. 


Ele tossiu, tirando rapidamente o cigarro da boca, o deixando entre os dedos. O gosto era amargo, mas, estranhamente, Nicholas queria mais. Ele chupou a ponta do cigarro, tossindo levemente mais um vez, para depois abrir a boca e ver a fumaça do tabaco sair por entre seus lábios. Observou a fumaça sumir e sorriu. 


-Seus pais são os pastores, cara. Devia tomar cuidado- alertou Chris. Ele era três anos mais velho que Nicholas e fumava maconha, o fazendo uma companhia improvável para Nicholas. 


Nicholas não se importava, afinal o próximo passo ERA experimentar maconha. 


Tinha treze anos e já estava perdido. 


Ele riu enquanto Chris acendia outro cigarro e tragava profundamente. 


-Ná. Aqueles dois estão mais para adoradores do Capeta do que para seguidores de Deus- ele disse, rindo como doido. 


Chris riu com ele, já que estava meio bêbado depois de sair de um outro bar em uma das áreas proibidas da cidade. Ele não entendeu o que Nicholas quis dizer, afinal ninguém entendia. Era melhor assim. 


-Então- começou Chris- tem uma garota na minha classe, super gostosa. Penny Lewis.


Nicholas assentiu. Tragou mais profundamente dessa vez, sorrindo ao sentir uma dor aguda no pulmão. Conhecia Penny Lewis e seus olhos castanhos amendoados.


-Então?- Nicholas perguntou.


-Vai rolar uma festa e eu e a galera vamos drogar ela- admitiu Chris. Ele riu logo em seguida, fazendo gestos de sexo com o corpo. 


Nicholas passou a ficar sério. Estupro era algo terrível. 


-E?


-E queremos que você participe, cara. Vai ser um estouro! E você, com sua carinha de garoto novo, pode atrair ela e tal. A galera toda concordou com eu convidar você. Vai participar?


Nicholas observou Chris e seus cabelos desleixados e longos, iam até suas costas. Ele tinha uma barba de machão e um bigode de gente mais velha. Nicholas não se intimidava com a aparência desleixada e preguiçosa do amigo. Nem tinha medo da "galera", apesar de achar que tinha que ter. Gostava de ter a aprovação deles e de andar com as pessoas mais velhas, o faziam servir-se mais maduro. 


Mas estupro... Não podia fazer isso. Penny Lewis certamente não merecia passar pelo que ele passou. Ela era uma garota de 15 anos bonita e com uma vida toda pela frente... Não podia simplesmente... Jogar a vida dela fora dessa forma. Não era justo, era? 


"-Seja um bom menino" 


A voz de sua mãe ecoou em sua cabeça, o fazendo tragar mais profundamente o cigarro. 


Não era um bom menino.


-Feito- disse sorrindo e jogando o cigarro no chão. Pisando nele e sorrindo para Chris, que riu da ação do mais novo. 
...


Nicholas via os adolescentes loucos por todo lugar. Riam tanto que ele começava a ficar com dor de cabeça. Já havia bebido um pouco mais do que devia, então não tinha exatamente uma noção do que estava fazendo. Só sabia que estava em uma festa e havia passado alguns minutos que uma garota ruiva e ele haviam ficado sozinhos em um quarto e transado. Podia sentir o gosto dela em seus lábios, junto com o de tabaco e bebida. Ele achava que tinham colocado algo em sua bebida.


Talvez ele tivesse uma overdose. Iria cair morto ali mesmo. Bom, não soube se queria mesmo cair morto encima das manchas de bebida suspeitas no carpete. 


-Nicholas!- ouviu seu nome. 


Ele se virou, quase caindo por cima de um casal que se pegava no chão sem se importar em ficarem nus na frente dos outros. Ele virou o rosto na hora em que o garoto enfiava a cara nos peitos da garota e fazia algo suspeito com o dedo, algo que a fez gemer... 


-Cara, você está doidão?


Chris chegou por trás de Nicholas e colocou a mão em um dos seus ombros. O mundo de Nicholas girava rudemente, dando voltas e voltas. 


-Eu acabei de transar- ele confessou- Não foi tão bom assim. Aquela garota ruiva gemia com cada coisa que eu fazia...


-Você transou?!- gritou Chris, meio alto- Cara, você está mesmo doidão. Você tem treze anos! 


Nicholas abriu um sorriso torto.


-E já sei chupar vaginas. 


Chris riu da cara de Nicholas, o fazendo ter um ataque de risos ao ver o mundo girar mais uma vez.


-Eu preciso de mais bebida!- Nicholas gritou para ninguém em especial, urrando e balançando os braços como retardado- EU PRECISO FICAR MAIS DOIDÃO.


Todos ao seu redor riram dele, mas Nicholas pouco se importou. Ele cambaleou até o balcão onde copos vermelhos estavam distribuídos e pegou um quase cheio.Ele bebeu tudo, quase engasgando e fazendo careta. Ele virou-se para Chris e sorriu. 


-Ei, Nicholas...-começou Chris, meio hesitante ao ver como o amigo parecia fora de si-Acho melhor parar de beber, cara. 


-Shhhhhhh, não estrague a brincadeira- sussurrou Nicholas. 


Ele foi até o amigo e lhe abraçou os ombros para sussurrar em seu ouvido. 


-Eu sou mal, né? Então, vamos logo abusar daquela puta da Penny Peituda. 


Chris riu de Nicholas, tomando um longo gole de cerveja barata carregada de álcool. Ele assentiu e gritou para os garotos que estavam no balcão. Ou seja, para A Galera. Eram meninos de aparência suspeita, como se fossem presidiários soltos e perigosos com sobrancelhas mal raspadas. Eles avançaram até eles e gritaram de alegria. 


-Nicholas está doidão- Chris disse. 


-Eu estou doidão- assentiu Nicholas.


Todos riram como retardados e dirigiram seus olhares para a garota de cabelos castanhos no sofá do cômodo. Ela estava com uma amiga, conversando e tomando goles cuidadosos de bebida. Ria muito e era gostosa pra cacete, isso todos tinham que concordar. Seu vestido justo deixava claro que ela sabia que era gostosa e que abusava disso. 


-Você sabe onde nos encontrar- sussurrou Chris, de repente muito lúcido, para Nicholas.


O garoto, bêbado, que quase não sabia o que diabos estava acontecendo, concordou e avançou em direção a Penny. Nicholas não soube, mas os garotos riram maldosamente quando ele se afastou. 


Quando Nicholas chegou perto da garota ele lhe tocou o ombro e a admirou quando ela virou-se para ele, os olhos castanhos brilhando. Ela lhe estudou, concluindo que estava bêbado. Ele não se importou. 


-Nossa!- exclamou Nicholas- seus olhos são mesmo bonitos pra cacete. 


-Garoto, você está bem? Meu Deus, você devia estar aqui?


Ela se levantou do sofá, segurando Nicholas pelos ombros. Ele se apoiou nela, ciente que devia atrai-la para a porta dos fundos. Ela parecia preocupada. 


-Quantos anos você tem?- ela perguntou.


-Você acreditaria se eu contasse que tenho 18?


Nicholas riu da própria estupidez, por mais que a piada não tivesse sido boa. 


-Penny... Acho que ele está muito mal- exclamou uma garota mais velha, possivelmente amiga de Penny.


-Verdade. Vem, vou levar você pra casa- disse Penny. 


-Tão fácil assim? Meu charme deve ser ótimo- murmurou Nicholas enquanto o mundo dava mais uma guinada- Vamos pela porta dos fundos? Por favor. Não quero ser visto por ninguém. 


Era bom em mentir até quando estava bêbado. Porém a garota ficou confusa, claramente desconfiada, mas acho que pensou que o garoto estava com vergonha de ser visto bêbado, e pelo estado dele devia estar mesmo.


Mas não estava.


-Ok... Vamos- ela disse afinal.


Ele apoiou-se nela todo o caminho, ciente que ela morreria logo em seguida. Ciente que não ligava para isso. Ciente que gostaria de ver tudo acontecendo. 
Iria gostar de ver alguém sofrendo como ele sofreu. Seria bom... Muito bom. 


-Eu sou o garoto mal- ele sussurrou, fora de si. 


Penny abriu a porta dos fundos sem preocupação, apenas arrastando Nicholas para fora para poder levá-lo para casa. Ele reparou que ela tinha uma cicatriz branca perto do pescoço que descia até seus peitos. Iria tocar naquela cicatriz. 


-Enfim chegou. 


Penny foi arrancada de Nicholas, o fazendo cair por cima de um arbusto, onde ficou deitado, observando tudo a sua volta.


Nicholas não soube bem o que aconteceu, mas quando se deu por si Penny estava gritando e seu vestido estava sendo levantado pelos garotos. Chris tirou a calça enquanto seguravam a garota que berrava. Os gritos eram abafados pela música alta de batidas indecentes. 


-Parem! Me larguem seus filhos da puta do cacete! Me soltem! Argh!- um dos meninos tirou sua calcinha, a jogando rudemente para a escuridão- NÃO! ME SOLTEM! ALGUÉM AJUDE! SOCORRO! PAREM!
-Faz ela calar a boca- resmungou um deles. 


Um deles segurava um copo vermelho e despejou o líquido ao abrir a força a boca de Penny. Seus movimentos começaram a ficar lentos e seu olhar enevoado, e ela permitiu, contra sua vontade, que a despissem. Ela tinha um corpo lindo e os garotos se aproveitaram disso. Chris subiu encima dela, a penetrando enquanto estava semi-consciente. Penny, mesmo drogada, arfou a cada vai e vem de Chris. 


Em algum momento Nicholas caiu de joelhos no chão e começou a vomitar toda a bebida que havia consumido. Engasgando a cada vomito e ouvindo cada som que os garotos produziam. 


-É só até aí que você consegue fuder?- gritaram eles.


-Minha vez!-gritou um deles.


-Vocês são um bando de molengas! Metam aí dentro!- gritou mais um.


Eles fizeram isso e também muitas outras coisas. Nicholas podia lembrar-se de todas elas, por mais que não quisesse. 


Ele desmaiou quando o sexto garoto abusava de Penny e quando a mesma já estava morta. 

 


Notas Finais


Espero que tenham gostado ❤️


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