História Catástrofe Angelical - Capítulo 6


Escrita por: ~, ~SahLuc e ~MaduCure

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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Anjos, Apocalipse, Drama, Hentai, Incesto, Mentiras, Romance, Traição
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Palavras 2.891
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Orange, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Super Power, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Oiiiii! É a Madu de novo (que pessoa ridiculamente chata, né?). Enfim, aqui está a continuação da primeira parte do outro capítulo :3

Capítulo 6 - Pequeno Nicholas- Parte II



Acordou sem saber onde estava e como havia chegado no lugar em que se encontrava. Estava amarrado em uma árvore, algo pesado estava sobre o seu colo, inerte. 


-Gente?- chamou Nicholas, meio grogue. 


Ninguém respondeu.


Arriscou abrir os olhos, observando o ambiente borrado a sua volta. Árvores se erguiam a sua volta, superiores e deixando suas sombras escuras dominarem tudo ao serem atingidas pelo brilho cálido da lua. Era noite, possivelmente de madrugada. Nicholas tentou se soltar, sentindo as mãos amarradas doerem e o pulso arder. Ao olhar para suas pernas ele arregalou os olhos e gritou, encolhendo-se. Penny jazia sem vida em suas pernas, os olhos amêndoas apagados e abertos, o corpo nu pálido como papel. E os garotos não estavam em lugar nenhum. 


Ele sentiu seu estômago revirar e todo seu mundo girar levemente. As mãos presas a árvore tentaram se soltar e ele gritou pedindo por ajuda, mas nada aconteceu. Como na vida real que enfrentava todos os dias, ninguém veio salvá-lo.


-Acorda- disse Nicholas, ele tentou sacudir Penny mexendo as pernas-Por favor, acorda.


Não se lembrava de quase nada da outra noite, mas as imagens não nítidas que aos poucos inundavam sua mente eram tão pavorosas que não quis se lembrar. Não quis se lembrar da dor que havia causado aquela jovem em seu colo, ou se lembrar que fora ele que a atraíra para a morte. Começou, com uma forte nostalgia, a chorar de olhos fechados. Seus olhos doíam e teve certeza que eles estavam vermelhos. Ele balançava a cabeça, sacudindo as pernas e sacudindo o corpo de Penny.


-Acorda!- ele gritou.


Queria que ela abrisse os olhos, que ela respirasse, se mexesse. Ele queria dizer que estava tudo bem e que a ajuda viria se ela estivesse machucada, queria a abraçar e a confortar.


Naquela noite Nicholas aprendeu que mortos não abriam os olhos e voltavam a viver.


Nicholas deixou seus demônios e seu egoísmo o tomarem naquela noite e como consequência, uma garota havia morrido brutalmente.


-Acorda... Por favor....


Não. Ela não iria acordar. Ela estava morta, jogada nua em suas pernas como se ambos fossem lixo se acumulando que alguém havia jogado fora, tentando se livrar. Nicholas era lixo, e o mais idiota do mundo todo. Como pôde confiar nos falsos garotos que diziam ser seus amigos? Como pôde fazer o que fez?
Era um babaca, e quando se deu conta disso, já era tarde demais.


...


Não soube como, mas fez tanta força que a corda finalmente soltou-se depois de muito tempo. Talvez a corda que os bêbados garotos usaram para lhe amarrar estivesse podre, assim como ele. O difícil foi levantar o corpo de Penny, que imóvel e morto era pesado e estava molhado com algo branco e que cheirava mal. Soube o que era, mas não quis contar a si mesmo e então não contarei a vocês. Apenas imaginem o que era e imaginem cobrindo os seios do cadáver e sua vagina, branco em sua pele pálida e gélida. Era horrível, isso posso assegurar a vocês, e Nicholas sabia disso. 


Chorou tanto que não conseguia parar, soluçando baixo e sentindo a garganta fechada doer. O seu jeito de chorar parecia muito com o de Savannah; parecia uma criança amedrontada precisando de carinho.


Talvez Nicholas sempre fora uma criança amedrontada clamando por ajuda, por mais que nunca soubesse disso.


Ele deixou o corpo de Penny na grama enquanto ele procurava, tropeçando e se apoiando nas árvores, as roupas da garota. Vomitou duas vezes, colocando para fora de seu organismo até sangue; seu sangue. Ele arfava ao caminhar, olhando vez ou outra para o corpo de Penny jogado na grama verde, onde nunca ia levantar e andar. Pensou que a grama ficasse podre onde ela estava, ficando com nojo por abrigar um cadáver tão jovem.


Então ele achou, jogadas no chão, o vestido negro que horas atrás a garota havia usado. O recolheu, vendo uma mancha de conhaque o manchando na frente, abaixo do decote. Imaginou Penny escolhendo aquele justo vestido em uma loja no centro da cidade, sorridente por ter encontrado seu número e vê-lo ficar tão bem em seu corpo. 


Ela, de modo inconsciente, escolheu o traje de seu próprio velório. 


Claro que vestiu a garota com o vestido. Claro que, mesmo não acreditando, rezou por ela, e claro que tentou ser cortês ao rolar seu corpo em direção ao lago. Nicholas parou na beirada, vendo a água esverdeada mexer-se a cada movimento dos crocodilos que nadavam nas águas, o observando. Ele fechou os olhos por um instante, e então, puxou a mão inerte de Penny, fazendo força para ergue-la e jogá-la no lago sujo. 


Seu corpo caiu no lago com um baque, ficando encharcado e molhado. Seus cabelos castanhos ficando mais escuros ao ficarem molhados e flutuarem por instantes. Nicholas, com os olhos fixos, deu três passos para trás, colocando o capuz na cabeça. 


Os crocodilos não demoraram a chegar, foram até muito rápidos. Eles agarraram o corpo de Penny por baixo d'água e o fizeram sumir na água verde, fazendo seus cabelos, que formavam um anel na água, sumirem por último. Seus dedos pálidos acariciaram a água por um instante antes de sumirem com um desconfortável barulho de mastigação animal e bruta, dentes rasgando pele. Pele morta. 


-Desculpe- sussurrou Nicholas, enxugando os olhos e virando-se de costas.


Deu as costas para Penny, exatamente como fazia com tudo e com todos. Deu as costas para a pessoa que confiara nele e o tentara ajudar, mesmo não sabendo que ninguém poderia fazer isso por ele sem se machucar.


...


Poderia dizer a vocês que tudo ficou bem depois, mas estaria mentindo, e mentindo absolutamente. Nicholas deixou a culpa o dominar aos poucos, como veneno se espalhando pelas veias e indo até o coração, o paralisando. Não, ele não morreu, nem tentou suicídio, pois sabia que era estupidez. Pensou na morte, mas sabia que ela não o acolheria, afinal assassinos sabem que nem a morte os ama e os deixa segui-la. Não teria a honra de ser morto por si mesmo. Não teria mesmo.


Então ele ficou encolhido o tempo todo no quarto, as vezes chorando como uma criança, o que nunca tinha sido. Estava tentando curar traumas que nem adultos conseguiam superar. Estava tentando curar machucados que haviam infeccionado. 


Ele não agüentou por muito tempo, é claro. Você agüentaria? Acontece que lá estava ele, na mesma casa que havia sido abusado. Convivendo com seus monstros e os vendo sorrir como se não soubessem os machucados que haviam causado nele, como se nem ligassem. E podia ouvi-los cantarolando da cozinha toda vez que subia para seu quarto ou ficava em silêncio absoluto, parecendo felizes e curados do pecado.


Acontece que ele não estava curado.


Teve apenas uma noite em que sentiu que iria desmoronar ali mesmo, no tapete de seu quarto. A música alta nos fones não resolveu nada, e os choros vieram tão rapidamente que ele ficou tonto. Nem a batida em sua porta o acalmou e o fez parar.


-Nicholas?- era a voz suave da pequena Savannah.


A menina abriu a porta, com chocolates na mão, provavelmente vindo dividir com ele o que havia ganhado de Páscoa. Seus olhinhos recaíram no grande Nicholas, bem maior que ela mesma, que agora parecia tão pequeno e encolhido. Ela entrou e fechou a porta, ajoelhando-se ao lado do irmão, tão chocada por vê-lo chorar que ela enrubesceu. Parecia que estava vendo algo proibido.


-Nicholas...?


Ele não parou de chorar. Não parou a música. Não impediu a irmã de pegar em sua mão. Não viu seus olhinhos azuis brilharem. Não fez nada. Encolheu-se ainda mais, chorando como um bebê, como uma pessoa desesperada. Deixando todo o trauma o incendiar e o queimar, fazendo um incêndio dentro de si mesmo. 


Savannah deitou-se no tapete com ele, deixando ele chorar em seus cabelos enquanto ela acariciava sua cabeça, preocupada. Ele soluçava, fazendo Savannah balançar e ele balançar com ela, como se ela estivesse o embalando. Aquela foi a primeira vez que agiram como irmãos de verdade, com Savannah consolando Nicholas.


-O... O que é isso?- perguntou Nicholas, vendo que Savannah havia largado o que segurava.


As embalagens brilhantes de doces e chocolates pareciam meio amassados, como se a menina estivesse nervosa e os havia apertado no peito de nervosismo.


-Eu trouxe para dividir- falou Savannah em um tufo de voz.


Nicholas riu de modo sem graça, sorrindo em meio as lágrimas.


-Eu poderia roubar os chocolates de você- ele olhou para os olhos azuis da irmã. - Sabe disso, não sabe? 


Ela assentiu, com medo de que o irmão realmente se levantasse e batesse nela, chamando-a de estúpida e burra por vir compartilhar algo que era dela. Ele gostava de fazer isso; ensina-la a não ser estúpida. Savannah fechou os olhinhos e começou a tremer, esperando o tapa do irmão ou se preparando para seus gritos.


Isso fez Nicholas perceber que Savannah realmente tinha medo dele e isso o apavorou mais do que seria possível. Ela era a única pessoa que havia encontrado ele no meio de outras pessoas, encolhido no quarto e chorando, e havia se importado. 


Aquilo mexeu com ele e fez Nicholas abrir um sorriso, que, apesar da imagem manchada pelos olhos vermelhos e o rosto molhado, havia feito ele ficar lindo. 


-Obrigada, Savannah- sussurrou, deitando-se no colo pequeno dela e fechando os olhos, permitindo que alguém cuidasse dele uma vez na vida.


A menina ficou surpresa e perplexa, mas sorriu com doçura, acariciando seus cabelos como se brincasse de casinha.


Dormiram ali mesmo, no tapete. Nicholas dormiu primeiro, aquecido com o calor do moletom bordado e rosa de Savannah, e ela dormiu depois, com um sorriso nos lábios. Ela mal batia em seus ombros, mas ele a abraçou para ela ficar de sua altura, e ele enterrar o rosto em seus cabelos loiros. 


Foi a primeira noite, em meses, que não teve pesadelos.


...


As coisas não ficaram boas depois, se é o que você acha. Não ficaram. Como eu disse antes, Nicholas estava machucado, sua alma em carne viva era uma cicatriz grande demais, e cicatrizes grandes são péssimas de esconder. Vai por mim, falo por experiência própria. 


Ele explodiu nos seus últimos quatro dias em sua casa. 


Era uma janta acolhedora. Daquele tipo de comida ótima e cheirosa que sua mãe faz e você se alegra tanto que tudo parece perfeito, como se estivesse preso em um filme feliz dos anos 70. O ar frio não chegava a eles por causa da lareira ligada, e o silêncio também não os alcança pela cantoria de Savannah enquanto comia, alegre. Seus pais riam ao se olharem, como dois adolescentes apaixonados. As rugas de expressão nos olhos deles se contorciam, suas bocas sorriam discretamente. Lá no meio disso estava Nicholas, comendo em silêncio e apertando o garfo com tanta fúria que sua mão doía.


-Como podem ficar tão felizes assim depois do que fizeram a mim?- ele sussurrou, ainda olhando para baixo.


Queria fazer essa pergunta a tanto tempo que não foi possível contê-la, e deixou-a escapar de seu lábios. Ela estava guardada a tanto tempo em seu espírito que quando saiu parecia igual vomito. Ele não conseguia mais segurar nada depois de colocar o primeiro para fora.


Seus pais ergueram os olhos para ele, encarando-o. Haviam parado de comer e pareciam perdidos; não ouviam a voz do garoto há muito tempo.


-Sim, querido?- perguntou sua mãe, com claro desconforto na voz, mas ela fingia, forçando um sorriso simpático.


Acontece que a relação deles já estava destruída.


Até Savannah o encarava, seus olhinhos azuis brilhavam do outro lado da mesa. Ele olhou para ela uma vez, quase desistindo de fazer o que queria agora, mas uma parte sua já estava no piloto automático e nada ele pôde fazer.


-Como podem ficar felizes assim depois do que fizeram a mim?- ele repetiu. Encarou os pais, contorcendo a boca de raiva. 


Foi um silêncio absoluto. Uma fúria fria tomou seu ser ao achar que eles já haviam esquecido o que tinham feito. 


Monstros esqueceriam.


-Nós... Nós... Pedimos desculpas, querido- disse a mãe, seus olhos idênticos aos de Savannah olhando para o pai, em busca de apoio.


Desculpas? 


Nicholas riu. Não foi uma risada boa de se ouvir, daquelas alegres. Foi fria e maldosa, forçada. Ele pegou seu copo de vidro e se levantou, 


-Desculpas? Vocês pedem desculpas depois de tudo? O que foi? Acham que o Senhor já perdoou vocês? Acham que ele não vai mandar vocês para o Inferno quando eu os matar?- ele ergueu a faca de prata, o rosto vermelho de raiva. Já estava se levantando.


Seus pais também se levantaram. Recuaram rapidamente, como pássaros que fugiam de um gavião. 


-Nicholas... Nós nunca queríamos ter feito isso...


-NÃO QUERIAM?! Há! O que foi, mamãe? Meu pau não era bom o bastante para lhe dar prazer e satisfazer você?! Acho que você devia se masturbar pensando nisso, não é mesmo? VOCÊS DOIS!


Os olhos azuis de sua mãe já estavam cheios d'água, que ameaçavam cair. Seu pai ficava a frente da mãe, a protegendo com um braço. Pareciam ambos tão assustados. Nicholas ficou tão satisfeito com aquilo, era tão bom assustar os seus próprios monstros. Já tentou? É como triunfar sem ao menos ter lutado.


Para ele eram como lufadas puras de ar depois de anos no subsolo.


-Meu gosto era bom, mamãe?- ele perguntou, erguendo a faca de prata- Papai ficava lambendo seus dedos depois que você tocava em mim para experimentar meu gosto também? Era assim?


-Querido...- sua mãe choramingou.


-NÃO ME CHAME ASSIM!- gritou Nicholas.


Ele avançou, a faca na mão leve e pronta. Primeiro foi o braço do pai. Ergueu a faca e a cravou na carne dele, fazendo o homem mais velho berrar e segurar o braço, deixando a mãe desprotegida. Ouviu Savannah gritar, mas não olhou para ela. Não tinha coragem de olhar para ela depois do que faria; deixaria-a traumatizada, mas faria o que devia ter feito há muito tempo.


Olhou para a mãe e seus olhos azuis gélidos e agora assustados. Ela tentava se apoiar na bancada, respirando com dificuldade.


-Você, sua vadia- urrou Nicholas- Vamos ver se Deus perdoou você?


Ele ergueu a faca, mirando no coração da mulher loira que cobria os olhos e gritava de medo. Sentiu tudo que ela lhe fez passar. Toda a merda que ele teve que agüentar por causa daquela pessoa parada tão indefesa na sua frente, a pessoa que ele mataria agora. Não estava nem aí se iria para a cadeia ou algo parecido. Não estava nem ligando se iria para o Inferno.


Aqueles seriam seus melhores dois minutos da sua vida. 


-Nicholas!- ouviu a voz de Savannah.


Ele arregalou os olhos, parando imóvel com a faca na mão, que estava a meio caminho da mãe, que se encolhia e tremia. A pequena Savannah estava abraçando suas costas, agarrando com força sua camiseta, tremendo. Ele sentia seu corpinho tremendo contra as costas dele, com medo, mas determina á parar o seu próprio monstro. 


-Não faça isso, Nicholas. Você vai me assustar. Você vai machucar a mamãe. Você vai me machucar depois- ela choramingou- Você vai se machucar. 


Quando Nicholas percebeu que ela estava chorando ele olhou para trás, vendo- olhar para ele com seus olhos azuis e belos aguados. Ela estava preocupada com ele, depois de tudo que ele havia feito de mau para ela. Nicholas achou que sempre fora o monstro de Savannah, mas viu, naquele instante, que nunca fora seu monstro.


-Me... Me desculpe- ele disse.


Ele deixou ela o abraçar até sua mãe chegar ao telefone e começar a discar. Seu pai gritava no chão, mas ele apenas se concentra anos bracinhos de Savannah e no momento em que ela pararia de chorar. Ouvia a respiração dela e seus soluços, sentindo o corpo dela sacudir-se a medida que escutava os gritos de dor do pai e pular ao ouvir o barulho da sirene da ambulância. 


Olhou para chão e para Savannah. Olhou para onde estava e o único ser humano que o havia consolado em toda a sua vida.


Naquele momento ele se arrependeu de tudo o que fez a Savannah, e seu ódio por ela foi embora, esvaindo-se por completo. 


Os policiais chegaram primeiro que a ambulância. 


...


Nicholas não foi preso, se é o que vocês querem saber. Seus pais não o aceitaram mais em casa, então ele foi mandado para sua avó paterna, que ficava em Chicago. Ele não se despediu de Savannah, e esse fato pode parecer insignificante, mas acho que não é. Descobrir o amor que você tem pela sua irmã as vezes pode ser difícil de aceitar, ainda mais quando ele tinha apenas 13 anos. 


Nicholas meteu-se em muitas encrencas em Chicago. Ele roubou um carro, e fumou maconha (lembram que ele muito queria fazer isso?). Arrombou uma loja e bebeu demais. Ninguém nunca soube o que houve com Penny. E mesmo bêbado Nicholas nunca contava nada. 


Naquela noite em que ele voltou para a cidade inundada em caos ele voltou por Savannah, e apenas por ela. Não encontrou os anjos e não arrependeu-se de seus pecados.


Nicholas era o pecador que nunca havia sido eliminado.


Sim. Acho que, no final, as pessoas nunca mudam de verdade, apenas aprendem a esconder o que outros não gostam nelas.

 


Notas Finais


Espero que tenham gostado!
Leitores fantasmas, por favor, se manifestem! Comentários são ótimos, não? 😂❤️


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