História Catastrophe :: Sammy Wilk - Capítulo 5


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Categorias Aaron Carpenter, Cameron Dallas, Carter Reynolds, Daniel Sharman, Hayes Grier, Jack & Jack, Jacob Whitesides, Mahogany LOX, Matthew Espinosa, Nash Grier, Nate Maloley, Sam "Wilk" Wilkinson, Taylor Caniff
Personagens Aaron Carpenter, Cameron Dallas, Carter Reynolds, Daniel Sharman, Hayes Grier, Jack Gilinsky, Jack Johnson, Jacob Whitesides, Mahogany LOX, Matthew Espinosa, Nash Grier, Nate Maloley, Personagens Originais, Sammy Wilkinson, Taylor Caniff
Tags Crossover, Magcon, Omaha Squad, Sammy Wilk, The Word In Conflit, The World In Conflit, Zombies
Exibições 147
Palavras 1.128
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Canibalismo, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Heey!
Espero que gostem desse capitúlo!
Não tenho muito que falar, mas.. Enjoy :)

(Pela primeira vez fiz um banner, e mal feito,mas okay)

Capítulo 5 - I am property?


Fanfic / Fanfiction Catastrophe :: Sammy Wilk - Capítulo 5 - I am property?

— Eu tenho minhas condições..

— E quais seriam suas condições? — perguntou se sentando novamente e apoiando a mão no queixo.

— Simples, a garota não vai mais ficar naquela casa. — pensei mais um pouco.  — E eu irei escolher a garota.

— Condições aceitas. — Estendeu a mão para que eu apertasse, então realizei tal ato.

— Já posso buscar a garota? — Perguntei o olhando enquanto caminhava para fora da sala.

— Quando quiser. — Mexeu os ombros me olhando.

— Já tenho a escolhida em mente.  — Sorri fraco de canto.

— E quem seria a sortuda? — Me olhou com um tom de malicia no olhar.

— Alexia Lewis. — Ele sorriu satisfeito, indicando que eu havia feito uma boa escolha.

Saí da casa de Gonzalez, acompanhado pelo mesmo até a casa cinza, onde se encontrava Alexia.

Adentrei o lugar, querendo sair dali o mais rápido possível, me dirigi até o quarto de Alexia, enquanto Gonzalez esperava do lado de fora e a chamei que dormia encolhida.

— Lewis. — me abaixei e sussurei, mas a mesma não acordou, então a cutuquei.

— Jack? — disse com os olhos semicerrados.

— Vem, você vai sair daqui. — Me levantei e a Alexia fez o mesmo.

— Como assim? — mesmo estando escuro, podia ver seus olhos arregalados.

— Eu te explico depois. — a puxei para fora do quarto, a segurando pelo braço com um pouco de força, não podia demonstrar que estava a ajudando.

Alexia saiu da casa com a expressão confusa e sonolenta, e ficou assustada quando viu Gonzalez, que lhe deu um sorriso, particulamente, macabro.

— Boa sorte, Gilinsky — Gonzalez falou e se despediu passando por nós, indo pela direção contrária.

— O que vão fazer comigo dessa vez? — Alexia perguntou assim que perdemos o velho de vista.

— Eu vou te explicar. — caminhamos mais um pouco, até chegarmos a "minha" casa, e dessa vez, Nate não estava jogado no sofá.

— O que é aqui? — a loira perguntou olhando o local.

— "Minha" casa que divido com os outros. — disse fazendo aspas com os dedos, fechei a porta e Alexia me encarou. — Agora posso te explicar. Bom, meio que agora você pertence a mim.

— O quê?!  — exclamou perplexa. — Você me comprou para..

— Não, eu não te comprei.. e também você não é minha submissa. Quando vai entender que quero te ajudar? — arqueei a sombracelha e ela encarou a palma de suas mãos.

— Já disse que não consigo confiar. — Murmurou baixo.

— Não vou te machucar ou algo do tipo, quero te ajudar. — sorri fraco. — Acho que tenho que arrumar as coisas para você aqui, e conversar com os garotos.

— Quantos garotos? — se aproximou e andei até a cozinha, ela veio atrás.

— 3, os mesmos de quando te achamos. — falei procurando algo que ela podesse comer, acabei achando somente algumas sardinhas enlatadas.

— Hm.. — murmurou e observou meus movimentos.

— Vou te mostrar algumas coisas daqui agora.

Alexia Lewis POV

Observei Jack por alguns segundos, o mesmo se aproximou e passou por mim, me chamando para subir as escadas, onde ele já estava.

Ali estava meio silencioso e arrumado, estranho por ser uma casa de garotos.

— Só temos 4 quartos aqui. — o moreno suspirou, ouvi uma das portas do corredor ser aberta, e de lá saiu um loiro de cara amassada. Ele não era muito alto, e seus olhos tinham um tom de azul.

— O que aconteceu, bro? — Perguntou se referindo a mim com a voz rouca de quem acaba de acordar.

Gilinsky começou a dar uma breve explicação sobre de eu estar ali e eu apenas observei.

— Então, olá nova moradora. — o loirinho disse me olhando.

— Hm, olá. — falei baixo e o olhei com um sorriso fraco.

— Sou o Jack. — falou e eu o encarei confusa, dois Jacks. — Jack Johnson, me chame apenas de Johnson então.

— Ok. — ri fraco e ele riu da mesma forma.

— Ela precisa de um quarto. — Gilinsky falou chamando a atenção do loirinho.

— Só temos 4. Só se ela dormir com..

— Ela vai dormir no quarto do Sam. — interrompeu o amigo e o olhei com a sombracelha arqueada, Johnson o olhou do mesmo modo.

— Com ele? — o mesmo perguntou confuso.

— Sammy vai dormir na sala agora. — deu de ombros e me olhou. — Vem, vou te mostrar o quarto.

Acenei para Johnson e segui Gilinsky até o quarto do Sammy, que eu nem fazia ideia de quem era.

— O quarto do Sammy é uma bagunça, mas é só tirar toda essa tralha dele. — o moreno falou abrindo a porta e entrando no quarto, era um tanto bagunçado mesmo, com algumas peças de roupas espalhadas, cama desarrumada e o piso de madeira com algumas marcas de sapato.

— Ele não vai se incomodar? — perguntei entrando no quarto também.

— Se ele se incomodar eu dou um jeito. — piscou e eu assenti ignorando a piscada.

— Eu posso arrumar aqui? Só pra.. dar um jeito. — pedi e ele olhou o quarto.

— O quarto é seu agora. — sorriu e se encostou na porta. — Os outros chegam mais tarde, acho que hoje vai ter uma janta "digna". Vou deixar você sozinha, qualquer coisa é só chamar. — assenti com a cabeça e Jack saiu, fechando a porta.

Suspirei sentando na cama bagunçada, tirei minhas botas desgastadas e as colocando de canto.

Olhei o ambiente, tentando saber por onde começar a arrumar.

— Vamos lá. — murmurei para mim mesma e fui tirando algumas camisas do chão. Achei algumas boxers espalhadas e tampei meu nariz, as jogando para dentro do balde de roupas sujas.

Depois de arrumar tudo, pedi a Gilinsky uma toalha e alguma roupa para que eu pudesse tomar banho. Ele me entregou uma toalha e foi procurar uma roupa.

Entrei no banheiro do quarto e me despi, tirando meus trapos e ligando o chuveiro, que saiu uma àgua fria, mas suportável.

Me arrepiei quando minha pele quente teve contato com a àgua fria, suspirei e relaxei debaixo do chuveiro.

Logo terminei meu banho e me enrolei na toalha, saí do banheiro, olhei pelo meio fio da porta para ver se havia alguém ali, saí quando tive certeza e encontrei um conjunto moletom mais um sutiã e calcinha que Jack deveria ter conseguido arranjar.

Me sequei e me vesti, amarrei meu cabelo num rabo de cavalo mal feito, ouvi a porta ser destrancada e direcionei meu olhar a mesma.

— O- O que você está fazendo aqui?!


Notas Finais


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