História Catastrophe :: Sammy Wilk - Capítulo 6


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Categorias Aaron Carpenter, Cameron Dallas, Carter Reynolds, Daniel Sharman, Hayes Grier, Jack & Jack, Jacob Whitesides, Mahogany LOX, Matthew Espinosa, Nash Grier, Nate Maloley, Sam "Wilk" Wilkinson, Taylor Caniff
Personagens Aaron Carpenter, Cameron Dallas, Carter Reynolds, Daniel Sharman, Hayes Grier, Jack Gilinsky, Jack Johnson, Jacob Whitesides, Mahogany LOX, Matthew Espinosa, Nash Grier, Nate Maloley, Personagens Originais, Sammy Wilkinson, Taylor Caniff
Tags Crossover, Magcon, Omaha Squad, Sammy Wilk, The Word In Conflit, The World In Conflit, Zombies
Exibições 129
Palavras 1.172
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Canibalismo, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Heey!

Espero que gostem do capitúlo de hoje.. tem POV de uma pessoa aí.

Alinsky or Samexia?

Enjoy :)

Capítulo 6 - Its my room!


Fanfic / Fanfiction Catastrophe :: Sammy Wilk - Capítulo 6 - Its my room!

— O- O que você está fazendo aqui? — Um garoto loiro, que logo reconheci como o loiro oxigênado que havia me levado para a casa cinza estava parado na porta.

— Eu não sei ex..

— Gilinsky! — Gritou chamando pelo amigo ainda olhando para mim.

— Oi Sam. — Gilinsky apareceu na porta e eu o olhei como se pedisse ajuda, então ele entendeu. Esse era o Sammy então.

— O que essa garota está fazendo aqui? No meu quarto! — ele exclamou olhando o moreno que o olhava com cara de tédio.

— Dá para parar de agir como uma adolescente histérica? — Gilinsky disse e então Sammy cruzou os braços em silêncio. — Alexia mora conosco agora, e ela vai ficar no seu quarto.

— O quê?! Você mal conhece a garota e ela já está aqui dentro! Jack, o que está acontecendo?! — o platinado intercalou o olhar entre eu e o amigo.

— Tem como ter paciência?! Eu converso com você depois, vai tomar um banho, você está podre. — Jack falou e Sammy bufou.

— Ah claro, se eu puder utilizar o MEU quarto. — o garoto disse dando ênfase no "MEU".

— É, claro, Sammy. Todo seu. — me pronunciei com um sorriso sínico para ele. Sai do quarto passando pelo mesmo e por Jack.

Garoto já chega dando piti sem saber de nada. Bufo e saio do corredor de quartos e desço para a sala, vejo Johnson sentado no sofá e um outro garoto sentado junto a ele, eu o reconhecia, foi o garoto que me achou no closet.

— Alexia! — Johnson me chamou, o que fez o moreno tatuado me olhar.

— Oi. — me aproximei e o moreno me mediu e olhou em meus olhos.

— Eu te conheço. — falou virando a cabeça de lado e semicerrando os olhos.

— Sim, você que me achou no closet. — disse sem expressão e ele pareceu se lembrar.

— Ah, então, prazer Alexia, Nate Maloley. — sorriu de canto e dobrou as pernas uma em cima da outra no sofá.

Não respondi nada, apenas sorri sem mostrar os sentes, eu não tinha prazer em conhece-lo, se ele não tivesse me achado, eu não estaria aqui.

Me sentei em uma poltrona que havia ali, quieta enquanto eles conversavam, então depois de um tempo, ouvi algumas vozes alteradas no andar de cima, reconhecendo por ser de Gilinsky e Sammy.

— Vamos comer. — Gilinsky desceu um tempo depois, e Sammy veio atrás de cara fechada e com outra roupa e cabelo molhado, se sentamos na mesa e uma travessa de macarrão com molho foi colocada sobre a mesa, todos olhavam como se fosse uma obra de arte, comida para mim já havia virado quase raridade.

Puxei o garfo e coloquei macarrão no meu prato, e em seguida os garotos fizeram o mesmo, comecei a comer e senti olhares sobre mim, me mexi desconfortável e continuei a comer.

— Então, podemos falar daquilo? — Nate indagou e os meninos o olharam, trocaram olhares e me olharam.

— Pode. — Gilinsky disse e os olhei confusa. Comi meu macarrão enquanto os observava.

— Precisamos organizar tudo. — Johnson disse e os meninos concordaram.

— Organizar o que? — me meti no assunto esperando uma resposta.

— Não é da sua conta. — Sammy disse ríspido e recebeu um olhar de desaprovação.

— Nós vamos sair daqui, Alexia. — Nate falou e me olhou.

— Sair? — perguntei dando uma garfada no macarrão.

— Fugir. — Johnson disse e eu arregalei os olhos.

— Ninguém pode saber, por favor não conte. — Gilinsky pediu e eu assenti.

— Achei que gostassem daqui. — falei e soltei o garfo, terminando de comer.

— É, também achavámos. — Gilinsky deu de ombros. — Mas, aqui não é para nós.

— Quando vão? — perguntei os olhando.

— Não sabemos. — Johnson terminou de comer e colocou os talheres em cima do prato, já Sammy terminou de comer também, mas praticamente jogou os talheres em cima do prato, fazendo um barulho.

Ele não disse nada, apenas me encarou feio e saiu da mesa.

— Não liga, o Sammy é assim. — Nate falou e eu dei de ombros.

— Já sei que não vou precisar gastar meu tempo com ele.

Sammy Wilk POV

Uma garota. Uma garota no meu grupo, na minha casa, no meu quarto!

Era só o que me faltava.
Saí de casa e fui caminhar pela comunidade, sentei em um banquinho que tinha ali e olhei para o céu cheio de estrelas, desejei que nosso plano de fugir desse certo, ali não era nosso lugar.

As vezes, eu só queria que tudo isso só fosse um pesadelo, que eu acordasse logo e encontrasse minha fámilia viva, e mesmo não gostando de ir pra escola, - às vezes- queria poder voltar para lá com meus amigos e ter minha rotina normal novamente.

Suspirei e levantei do banco, estava cansado por ter feito ronda com Nate hoje.

O banho havia me desestressado um pouco, mas eu já estava estressado de novo.

Passei a mão pelo meu cabelo, que precisa de um corte e andei de volta para casa, só ter dadi uma respirada já fazia bem.

Olhei para meu quarto por fora e a luz estava acesa, pude ver a garota se arrumando para deitar.

Bufei e entrei em casa, fechei a porta e Nate me olhou, revirei os olhos e fui até a gaveta do armário da cozinha, a revirando e achando um baseado e um ísqueiro, eu custumava fumar as vezes.

Andei até a janela do quarto de Nate que dava acesso ao telhado, subi no mesmo e sentei.

Acendi o cigarro e traguei, soltando em seguida, formando uma névoa de fumaça, apoiei meu braço no joelho e continuei fumando olhando o nada.

Eu só queria me distraír um pouco.

Após um tempo, apaguei o baseado, e guardei o ìsqueiro, pulei para dentro do quarto de Nate novamente e fui até a ponta da escada, olhei o sofá e me lembrei que dormiria ali.

Dei meia volta e andei até o quarto que coatumava a ser meu, abri a porta e vi Alexia dormindo serena em minha cama, me aproximei e vi que havia dois travesseiros ali, e que ela estava deitada com a cabeça nos dois. Então puxei com um pouco de cautela, mas não consegui tirar, puxei de uma vez e a garota resmungou se revirando.

— Sério? Se quer que eu saia, é só pedir. — me olhou sonolenta.

— Então saia. — fiz como ela pediu, mas então ela se jogou na cama se deitando de novo.

Revirei os olhos e peguei uma manta na cama, saí do quarto e bati a porta e ouvi um resmungo da loira.

Fui até o sofá e joguei meu travesseiro e me deitei me cobrindo, estava cansado, então seria fácil para cair no sono.

Fiquei olhando o teto sem graça e branco até conseguir adormecer.


Notas Finais


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Kisses and Peace.


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