História Cativa (Long Imagine Jimin - BTS ) - Capítulo 14


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jimin, Jungkook
Tags Bangtan Boys (bts), Bts, Drama, Época, Imagine, Jimin, Kykaifanfics, Park Jimin, Romance, Sexo, Tortura, Violencia, Você
Exibições 1.481
Palavras 2.386
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Ficção, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá, amados leitores ^^
Tia Sue está de volta e finalmente tinindo em saúde, graças a Deus *'*
Senti saudade de vocês :(
Sentiram saudade de mim?

Bem, eu tenho várias observações, mas vamos começar com a mais importante.

CHEGAMOS AOS 1000!!!!
OBRIGADO, MEUS ANJOS ♥♥♥♥

Gente, eu nunca espero tanto das minhas fics, pois quanto maior o voo, maior a queda kkkk então quando eu abri o Ss hoje mais cedo e vi que Cativa tinha alcançado os mil favoritos, eu chorei de felicidade. Valeu a pena e está valendo ainda mais. Eu amo essa fic é amo cada um que ler, que comenta, que pira com os dramas, a maldade e esse amor tão intenso. Obrigado a cada um de vocês. Considerem-se abraçados e beijados ♥

Vou finalmente responder os comentários, agora que estou boa e já postei o bônus de Or Nah *'* Ficou hot pra caralho, mas adorei kkkkk

O que acharam da capa nova da fic? Caramba! !!! A minha irmã ~Nycee caprichou muito mais que o normal. Eu tô pirando com toda beleza dessa capa nova e também de todos os banners *'*
Obrigado, unnie♥

Música do capitulo é Thousand Years - Christina Perri
Super combinou com a última parte deste capítulo, parte que eu suspirei apaixonada enquanto lia ^^

Ps: Como eu pretendo que essa fic tenha mais Capítulos que Earned it, acabei diminuindo a quantidade de palavras. Porém, se vocês preferem capítulos maiores, façam uns escândalos nos comentários e eu mudo kkkkk

Beijinhos e boa leitura, meus amores ♥♥

~LunaCipriano obrigado por tudo, meu amorzinho ♥ Se você não me ajudasse, Cativa não sairia tão cedo ^^ te amo, irmã♡

Sue♥

Capítulo 14 - Proposta


Fanfic / Fanfiction Cativa (Long Imagine Jimin - BTS ) - Capítulo 14 - Proposta

"... E se eu me perder, você me procurará?

E se eu deixar de respirar, você me dará o ar de volta?

São tantas perguntas, perguntas que me trancam a garganta e me levam às lágrimas..." Sue.

Capítulo treze.

Um filho, uma criança fruto do amor que seu coração e alma sentiam por Jimin. Por que não poderia ser diferente? O que a Park mais desejava era que seu casamento fosse feliz, que Jimin a tomasse nos braços e a amasse com suas caricias e beijos cálidos. Todavia, não era mais apenas ela, havia agora um pequeno serzinho sendo gerado em seu ventre, o qual merecia saber quem era de fato seu pai e poder usufruir dele; se é que Jimin cultivaria algum tipo de afeto pelo seu herdeiro. Ele seria tão baixo ao ponto de renegar o próprio filho? Ela não poderia correr esse risco.

– Sinhá, desejas que eu prepare algo para que comas? Sabes que de agora em diante precisas se alimentar adequadamente, não é? – A menina assentiu as palavras de Tereza e a mucama se retirou dos aposentos para ir preparar algo para a moça comer. Sozinha, ela vestiu sua camisola e deitou na cama, dando seguimento ao seu martírio a respeito da sua nova situação.

– Posso entrar? – A moça olhou na direção da porta e viu Jeongguk com a cabeça para dentro do quarto.

– Pode. A que devo sua visita? – O moreno caminhou sorridente até a cama, onde sentou-se e passou a acariciar a perna da menina, que se arrepiou com o toque despreocupado.

– Eu ouvi acidentalmente a sua conversa com a bá. – O olhos da Park se arregalaram e ela tratou de se colocar de pé em frações de segundos.

– Qual parte ouvistes? – Jeon olhou-a dentro dos olhos. – Responda!

– Ouvi que estás esperando um filho do Park. – A moça perdeu as forças das pernas e cairia ao chão se o moreno não a tivesse pego. – Foi acidentalmente, meu anjo.

– O que irás fazer agora que sabes da minha situação? – Jeon a pôs em pé corretamente e levou ambas as mãos ao rosto da moça, fazendo com os olhos doces dela se prendessem aos seus.

– Quero te ajudar, meu amor. Sabes que muito antes de eu te amar fui seu amigo.

– Não vejo maneiras de tu me ajudar, Jeongguk. – O garoto sorriu e selou a testa dela, logo voltando a mirar seus olhos cativantes.

– Eu tenho uma proposta. A propriedade da minha família continua vazia desde que meus pais foram morar na capital, há apenas os serviçais. Se quiseres, podes ir morar lá até que tenhas esta criança e a dê para alguém que possa cuidar dela. – A Park se afastou rapidamente dele e o fulminou com muita raiva.

– Achas que me livrarei do meu filho? Estás completamente insano! Esta criança terá tudo que o pai dela nunca a dará. – Jeon franziu o cenho e questionou:

– Desquitada e mãe solteira, é isso que queres para a vida que ainda estás iniciando? Se sumires com esta criança poderás casar-se novamente e viver plenamente a sua felicidade.

– Juro que se repetires tamanho disparate acabarei por odiá-lo com todas as minhas forças. Esta criança não está em jogo. Ela é minha, Jeongguk! Apenas minha.

– Está bem. Embora eu não concorde, acatarei sua decisão. Mas e de resto, mudarás para a fazenda da minha família? – A Park refletiu por alguns segundos.

– Preciso pensar. Tudo isto ainda é muito novo para mim e eu preciso pôr minha cabeça em ordem. Até lá guarde este segredo ou eu te odiarei até o dia da minha morte, Jeon.

– Não me interessa o vosso ódio, meu anjo, mas sim o seu pleno e ardente amor. – O moreno se aproximou lentamente e selou os lábios da menina, que apenas permaneceu imóvel. – Cuide-se, minha pequena. – Após estas palavras, Jeongguk se retirou dos aposentos da menina e a deixou pensativa.

– Talvez sumir por um tempo seja o mais adequado. – Sussurrou.  

(...)

No dia seguinte o sol não apareceu, havia apenas a espessa camada de neblina e um frio cortante. Assim que se levantou a Park caminhou até as enormes janelas dos seus aposentos e contemplou o brilho triste da manhã. – Estás como eu, doce manhã.

– Bom dia, sinhá! – Os olhos da menina se dirigiram a bá e perceberam que a mucama trazia consigo uma bandeja com seu café da manhã. – Sente-se e coma direitinho!

– Ei, bá, não faças isso! Sabes que não ando com muito apetite, já me basta aquele mingau que fizestes ontem. – A mucama riu e pôs a bandeja sobre a cama.

– Desejo que o menino Park seja um varão forte.

– Pode ser uma menininha, bá.

– Que seja, pois que realmente importa é que seja forte e que alegre estas terras. – A Park se aproximou da cama e sentou-se, dando inicio ao seu café. – Aconteceu alguma coisa, minha menina?

– O Jeongguk ouviu nossa conversa bá, e ele já sabe que espero um filho do Jimin. – Tereza arregalou os olhos e sentou-se para que não caísse, tamanho o seu espanto.

– E o que ele disse, sinhá?

– Ele ofereceu a casa da família Jeon para que eu passe a minha gestação lá, porém, com o disparate de que eu deveria dar o meu filho assim que ele viesse ao mundo. – Bá pôs a mão sobre os lábios e negou veementemente.

– Aceitastes isto, menina?

– Obvio que não! Eu já amo esta criança como a mim mesma e dos meus braços ninguém a arrancará. Entretanto, estou cogitando a opção de partir, bá. Passar um tempo longe de tudo talvez seja o melhor para mim e esta criança. Minha mãe me odeia e não tenho o amor do meu marido para dar-me o suporte que necessito. Partir é o melhor, bá.

– Se partires eu irei contigo, sinhá! – Decidida, a mucama se pôs de pé.

– Eu sei, babá. Sempre esteves comigo e sei que nunca me abandonará. – Tereza se aproximou da Park e a abraçou bem apertado.

– Quando partiremos, minha menina? – Questionou assim que separou-se da moça.

– Amanhã logo ao amanhecer. Hoje terei que ir até a fazenda Park e me despedir do meu sogro. Ele é uma das poucas coisas boas daquele lugar.

– Está bem. Irei preparar tudo.

– Bá, avise ao Jeon que hoje logo ao anoitecer o esperarei no jardim. – Bá assentiu e reverenciou sua senhora antes de se retirar. – Ficaremos bem, meu amor. – As mãos delicadas da Park tocaram seu ventre e ela sorriu.

Após terminar de comer, a menina levantou-se e caminhou até o seu armário, de onde retirou um vestido lilás, que trazia consigo um brilho doce e romântico. Ela caminhou até a cama e dispôs a peça sobre a mesma. – Senhora? – Os olhos da menina encontraram um das mucamas da casa e ela ordenou com um leve aceno, que a mulher adentrasse. – Bá mandou-me para auxilia-la a se vestir. Já se banhou, minha sinhá?

– Não. Podes pegar para mim as anáguas e o espartilho branco? – A mucama assentiu e foi em busca do que fora pedido a si.

– Aqui está, sinhá.

– Irei me banhar e já volto. – A menina caminhou até o cubículo e se despiu, dando inicio ao seu banho. Quando terminou, caminhou completamente nua até o centro do seu quarto e a mucama a ajudou a vestir peça por peça, encerrando com o belo espartilho branco sobre o vestido lilás bem clarinho.

– Estás linda, minha senhora.

– Traga-me os sapatos! – Calmamente, ela caminhou até o espelho e mirou sua expressão cansada. – Você costumava ser mais bonita. – Sussurrou.

– Aqui estão. – Os sapatos foram postos em seus pés pela mucama e depois seus cabelos foram escovados pela bela escova de cabo adornado em prata.

– Peça ao cocheiro para que prepare a carruagem. – A mucama assentiu e se retirou dos aposentos da moça, deixando-a frente a frente com o espelho. – Depois de hoje eu nunca mais colocarei meus pés na fazenda Park. – Seu tom de voz estava carregado de tristeza, mas ela sabia que não havia outra saída.

– Minha menina, a carruagem está pronta. – Desta vez era bá, que lhe sorria docemente. – Que Deus a acompanhe!

– Amém, bá. – Os passos automáticos foram dados até a porta, depois pelo corredor e seguiu até a área externa da casa grande, onde o cocheiro a esperava. – Para a fazenda Park! – O mulato auxiliou-a a subir e fechou a porta, logo tomando seu lugar e dando inicio ao seu percurso.  

...

Quando chegaram a fazenda Park, a menina desceu sem esperar ajuda e subiu as escadas que davam-na acesso a porta, por onde ela passou e estacou no lugar ao ter todas as lembranças jogadas contra si. Cada segundo passado ali sob aquele teto eram como tatuagens que marcavam sua pele, tatuagens que ela não conseguiria se livrar nem quando morresse, pois elas não estavam em sua pele, tampouco em seu coração; estavam em sua alma. – Senhora? – Os olhos atentos encontraram a bá de Jimin, que curvou-se brevemente. – Voltastes para ficar?

Um suspiro escapou dentre seus lábios e ela negou. – Onde está meu sogro, bá?

– O senhor Park está no escritório e o menino Jimin está nos aposentos dele, onde ele passa o tempo que não gasta com suas novas atitudes, já que agora ele trata todos de uma forma cruel. – A menina franziu o cenho e pediu que a bá explicasse. – Ele está rancoroso, não pensa antes de agir, tampouco de falar. Ontem a noite ele bateu tanto em um dos escravos que o pobrezinho quase morreu.

– Por que isso, bá? Qual fora o gatilho para que Jimin passasse a se comportar desta maneira tão baixa?

– Sinhá, talvez eu perca minha língua, mas a verdade é que tudo isto começou quando vosmicê partiu. O senhorzinho te ama, minha senhora.

– Não, ele não ama. Bem, vamos esquecer este assunto. Irei ver meu sogro, por favor, arrume os meus pertences e peça ao rapaz que está lá fora para colocar tudo na carruagem. – A senhora assentiu e subiu para os aposentos da moça, que seguiu seu caminho até o escritório do senhor Park. – Posso entrar, meu sogro? – Questionou enquanto dava leves batidas na porta.

– É claro! – A menina abriu a porta e o senhor Park caminhou até ela, envolvendo-a em um abraço paternal, que aqueceu o coração de ambos. – Senti saudade, minha filha. Voltastes para ficar?

– Não, meu senhor. Retornei apenas para despedir-me de ti. – Os olhos do senhor Park tomaram um brilho triste e ela sentiu-se um monstro por ser a causadora daquela tristeza. – Perdoe-me, eu...

– Não, não há o que perdoar, minha filha. Sei de tudo que passastes aqui desde que viera para cá, mas antes que parta e deixe o meu filho destruído e beirando a insanidade, quero contar-te algo. Entretanto, antes que eu possa começar, tu precisas saber que Jimin está completamente apaixonado por ti. – Os olhos da menina se fecharam como se ela tivesse sido golpeada impiedosamente.

– Por que o senhor e a bá insistem em acreditar em algo irreal? O Jimin nunca me amaria, meu senhor.

– Não só amaria, como já a ama. O Jimin carrega uma grande dor, minha filha, dor que tem toda raiz na maldita Lee. Ela... – No instante que o senhor Park começaria a revelar toda a história escondida por Jimin, a porta do escritório se abriu e a cabeça de ambos se viraram para encarar quem estava entrando.

– Papai, eu... – Jimin, que estava com a cabeça baixa até aquele momento, ergueu-a e deu de cara com a razão da sua insônia. – Você? – A Park procurou ar para inflar seus pulmões, mas não o encontrou. – O que faz aqui?

– Eu tenho que ir. – Apressada, a menina correu até a porta e passou rapidamente por Jimin, o qual ela empurrou para que saísse do seu caminho.

– Ei, espera! – Jimin passou a correr atrás dela, mas quanto mais ele se aproximava, mas ela corria. Então, ao chegar na saída da casa grande e descer as escadas, ele a alcançou e a impediu de cair rolando pelos degraus. O corpo da menina foi girado e posto frente a frente com o dele, que a segurou firme em seus braços e prendeu seu olhar ao dela, que estava assustado. – Te peguei!

Os corações batiam rápidos.

Os olharem não cometiam a audácia de abandonar a intensidade um do outro

E ambos desaprenderam como respirar.

– Jimin, me solte, por favor. – Ela pediu, mas ele negou.

– Por que viestes? – A voz carregada por um tom grave, alcançou os ouvidos dela e a fez arrepiar.

– Desejava apenas me despedir do meu sogro. – O rapaz a apertou ainda mais contra si, fazendo-a arfar. – O que queres de mim, Jimin? Já tens tudo, o que ainda queres?

– Não, eu não tenho nada de ti, pois se eu tivesse, meu anjo, tu não estarias partindo e deixando-me definhar neste sentimento. – Com o cenho franzido, ela questionou:

– Qual sentimento, Jimin? – Jimin selou os lábios da menina de forma cálida e ao separar-se, juntou sua testa a dela.

– Não consegues perceber? Olhe bem fundo em meus olhos anjo, e verás. – A menina prendeu seu olhar ao intenso dos olhos de Jimin e entreabriu os lábios, que mais uma vez foram selados por ele.

– Jimin... eu não entendo. – Sussurrou.

– O que não consegues entender? É tão claro, minha querida. Eu te amo, minha menina, te amo com loucura.

“Eu consigo te ler a alma

Basta olhar em seu olhar, que ela me revela tudo que meu coração deseja

Então eu perco o ar e anseio apenas em ser envolta em seus braços e me entregar a toda sua beleza.” Sue.


Notas Finais


O que acharam?
Foi amorzinho?
E o Kook? Esse Kook é uma pessoa prática demais pro meu gosto.
Se livrou do pai agora quer se livrar do filho tbm. Quem aprova esse comportamento?

Divulgação:

Aqui em baixo estão os links de ótimas fanfics e tem para todos os gostos ^^
Escolham e se esbaldem.


https://spiritfanfics.com/historia/consertos-internos-6978659
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https://spiritfanfics.com/historia/moon-wild-imagine-jimin--bts-4921812
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https://spiritfanfics.com/historia/bastard-long-imagine-suga--bts-6930322

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https://spiritfanfics.com/historia/omma-7063935

(Observação especial sobre essa fic: se lerem, comentem muito e façam a Luna dá uma continuação >< Eu necessito!
....
https://spiritfanfics.com/historia/froot-6314968

(Essa fic é pra quem gosta de BDSM e muita safadeza, like me ><)

Até o próximo capítulo e espero que tenham apreciado esse capítulo humilde de Cativa ♥

Sue.


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