História Cativa (Long Imagine Jimin - BTS ) - Capítulo 6


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jimin, Jungkook
Tags Bangtan Boys (bts), Bts, Drama, Época, Imagine, Jimin, Kykaifanfics, Park Jimin, Romance, Sexo, Tortura, Violencia, Você
Exibições 2.101
Palavras 2.606
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Ficção, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá meu povo o/
Tô de volta com cativa!
Esse capítulo tá rilex e tem uma surpresa para os leitores de Earned it.
A nossa tão maravilhoso Sue está de volta, mas ela não tem relação com o Jeon, é uma versão totalmente diferente da nossa mocinha.
Eu precisava colocar a Sue para apimentar essa fic kkkkk
Vocês vão entender melhor com o passar dos capítulos.

Atenção!

No capítulo três tinha uma fala faltando, eu corrigi.
Volto a repetir que estou pelo celular e que os erros que passarem eu corrigirei depois.
Perdoem-me e não me abandonem ^^

Vamos ao capítulo!
Boa leitura!

Ps: Não respondi os comentários ainda pq estava sem crédito, amanhã responderei a todos.

Sue ♥

Capítulo 6 - Corações Feridos.


Fanfic / Fanfiction Cativa (Long Imagine Jimin - BTS ) - Capítulo 6 - Corações Feridos.

 

“O amor é capaz de tudo, até de gerar dor.” Sue.

 

Cativa – Capítulo Cinco.   

 

Na manhã seguinte ao casamento, havia um alguém jogado sobre a cama, um alguém que não tinha a menor vontade de se levantar e ser humilhada mais uma vez. A jovem menina continuava envolta nos lençóis caros, seu corpo estava desnudo, seus cabelos bagunçados e sua pele completamente marcada pelos dedos e lábios maldosos de Jimin.

No dia anterior ela era apenas a jovem do véu, que ainda era uma moça pura e que nem sabia o que era ser tocada verdadeiramente por um homem, mas agora Jimin havia a tocado, e nada mais se assemelhava a antes. Seu corpo estava diferente, seus pensamentos; exatamente tudo.

–Sinhá, estás bem? –A bá de Jimin adentrou o cômodo e abriu as cortinas pesadas, deixando que a luz do dia chuvoso passasse pelas mesmas.

–Se eu te pedisse para me deixar no escuro, você me acataria? –A senhora negou e caminhou até a cama, onde ela parou bem próxima e olhou a face de sua sinhá.

–O que o meu senhor fez para contigo? –A moça cobriu seu corpo e se pôs sentada, respirando bem fundo antes de começar a desabafar com aquela completa estranha, que inspirava-a confiança.

–Na noite passada o Jimin me tratou como se eu fosse um nada, logo após me tornar dele. –Bá franziu o cenho tentando encontrar uma razão plausível para tal comportamento, não demorando a lembrar-se do que poderia ter gerado tudo aquilo. –Eu realmente não quero encontra-lo, ao menos não tão cedo. –A senhora negou e suspirou triste.

–Menina, nem sempre as coisas que parecem, realmente são. Tenha paciência com o meu senhor. –A jovem olhou fundo nos olhos da bá de Jimin e questionou:

–O que há por trás disso? Sinto que Jimin esconde algo de mim, só desejo saber o que é. –A senhora se afastou da cama e voltou a suspirou com a mesma tristeza de antes.

–É muito complicado, minha sinhá. Só o meu menino pode contar tudo que ele já viveu. Perdoe-me. –A menina assentiu e voltou a se deitar na cama, decidindo por não se dar ao trabalho de sair do calor das suas cobertas. –Deseja que eu traga o teu café?

–Não. Desejo morrer, apenas isso. Deixe-me só! –A mucama se retirou dos aposentos de sua senhora e fechou a porta.

Sozinha, a menina se entregou as lágrimas, as quais insistiam em retornar desde o momento que Jimin se retirou na noite passada, não antes de enche-la com um frieza cortante. –Meu Deus, o que estás querendo de mim? –Questionou aos céus, enquanto as lágrimas escorriam pelo seu rosto.

–Ele eu não sei, mas eu quero que você se levante, se vista apropriadamente e desça para que meu pai possa te conhecer melhor. –A voz imponente de Jimin ecoou pelo quarto, enquanto ele fechava a porta atrás de si.

–Eu não vou. –O moreno sorriu e se aproximou lentamente da enorme cama, onde a moça estava deitada.

–Querida, isso não é um pedido. – Os olhos escuros do Park queimaram-na com desprezo, fazendo-a se encolher. –Agora! –Gritou.

–Para que quer que eu vá? Já não me humilhastes o suficiente na noite passada, meu senhor? –Jimin franziu o cenho e passou a observá-la em silêncio.

–Eu realmente não quero te machucar, não fisicamente, mas estás me obrigando a isso. – Jimin se aproximou sem paciência e pegou a garota pelo braço, jogando-a no chão. –Vista-se! –Amedrontada, a moça se levantou e foi se arrumar.

–Podes pedir para que a mucama venha me auxiliar? –O Park assentiu e se retirou dos aposentos da jovem, que voltou a chorar.

Era impressionante a capacidade que o moreno tinha de atingi-la, era muito mais intenso do que sua mãe, embora os castigos físicos fossem menos dolorosos.

– Mandou chamar-me, senhora? –A bá de Jimin adentrou o cômodo e caminhou até a garota, que secou as lágrimas e assentiu a pergunta feita a si.

–Ajude-me a vestir a minha roupa. –A senhora assentiu e foi até o baú de vestidos trazido no dia anterior pelos escravos da fazenda do senhor Olavo. –Tem alguma preferência de cor, sinhá?

–Preto. –A senhora franziu o cenho e sacudiu a cabeça negativamente. Ela acreditava que usar preto no dia seguinte ao casamento trazia má sorte, mas se paramos para pensar, a situação da jovem não precisava de superstições,  ela já estava mergulhada em uma má sorte desde muito jovem.

–Tens certeza que desejas que a cor do teu vestido seja preto? –A jovem olhou de forma fria para a senhora e não precisou de palavras para que a bá de Jimin pegasse o vestido com a cor escolhida e mais os complementos da peça. A menina se lavou brevemente e ao retornar, teve as roupas postas com o auxilio da senhora. Por fim, seus cabelos foram amarrados e em um longo rabo de cavalo e seus pés calçados com o sapato de salto, também preto. –Bá, acha que devo colocar o véu?

–Deixe-me perguntar ao senhorzinho. –A bá de Jimin estava próxima a porta, quando a mesma foi aberta e o moreno adentrou os aposentos de sua esposa. –Meu senhor, eu estava indo perguntar-lhe: vossa esposa deve continuar a usar o véu? – Jimin pensou por um tempo e negou.

–Quero que se comporte como uma verdadeira dama, e não como uma oprimida diante dos meus amigos e do meu pai. Chega desse véu. –A jovem assentiu e caminhou até o marido, que a pegou pelo braço e saiu do cômodo, seguindo em silêncio. O moreno, ao menos diante de seu pai, iria se comportar adequadamente, já que o senhor nunca aprovou essa amargura adquirida pelo mesmo após a morte do seu primeiro amor. –Comporte-se. Se comentares algo sobre a nossa intimidade, não gostarás do que farei contigo.

–Meu senhor, por que me tomas desta forma? Acredita mesmo que sou capaz de sair expondo o quão monstruoso és comigo? –Jimin sorriu e findou o percurso, não demorando a encontrar vosso pai, que desfrutava de uma xícara de café bem quente, um vicio compartilhado com o Park mais novo.

–Oh, bom dia, minha nora querida! És muito bela. –O senhor se colocou de pé e caminhou até o casal, tomando a mão da nora com a sua e selando o dorso da mesma, em sinal de respeito, que foi retribuído pela jovem, que se curvou diante de seu novo pai. –Meu filho escolheu muito bem. Mal posso esperar para que o meu primeiro neto seja concebido. –As bochechas da jovem se enrubesceram, enquanto Jimin revirava os olhos em puro tédio.

–Meu pai, não fales assim. Não percebes que estás envergonhando a minha esposa? – O senhor olhou de forma séria para o filho e voltou a se dirigir a menina, que continuava corada.

–Minha querida, sente-se aqui e me fale mais sobre ti. Quero conhecer melhor a mãe dos meus netos. –Jimin bufou irritado com a atitude do pai, mas optou em permanecer quieto; nunca foi uma boa ideia desafiar seu pai, ainda mais quando o mesmo se interessava por algo.

–Não sou uma mulher muito interessante, meu senhor. Tenho gostos simplórios. Aprecio música clássica, gosto de ler, e sou muito ligada à religião católica. Sei fazer tudo que uma boa esposa deve fazer para agradar seu esposo e não me ligo muito em futilidades, apenas o necessário. –Jimin acompanhava cada palavra, enquanto, já sentado frente a frente com a esposa, sorvia o café em sua boca.

–Quanto tempo levou para memorizar este discurso patético? –Com os olhos sérios, questionou a menina, que abaixou a cabeça.

–Por que estás falando assim com a vossa esposa, Park Jimin? –O senhor Park estava com o cenho franzido e sua voz estava carregada de uma seriedade incomoda.

–Meu pai, fiz apenas um questionamento inocente. Nós sabemos o quão controladora a senhora Valquíria pode ser, e não duvido que cada palavra que acaba de cruzar os lábios da minha esposa, tenha sido milimetricamente calculada para gerar uma boa impressão a todos que a questionassem assim como o senhor fez. Agora, minha querida, responda-me. –A jovem, não sabendo o que fazer, permaneceu em silêncio, comportamento que irritou Jimin, o qual levantou-se e bateu com ambas as mãos na mesa.- Estou falando contigo! Responda-me!

–Park Jimin! – O senhor Park agiu da mesma maneira que o filho, mas de forma ainda mais autoritária, atitude que colocou Jimin no seu devido lugar. –Acompanhe-me. Agora! –Ambos os Park se retiraram da sala de , deixando para trás uma jovem amedrontada, com o coração nas mãos, pois algo a dizia que sobraria pra si no final das contas. Então, silenciosamente, suas lágrimas passaram a molhar seu rosto e seus soluços se tornaram copiosos: sua rotina diária havia acabado de começar.

No escritório, um Jimin contrariado caminhava de um lado a outro, enquanto seu pai o observava em silêncio, esperando a hora certa para confrontar seu filho. Todavia, o senhor não precisou iniciar uma seção de perguntas para arrancar a verdade do mais novo, pois o mesmo cessou seus passos e, após passar as mãos pelos cabelos escuros, falou o que estava entalado em sua garganta. –Eu não quero machuca-la, nunca quis isso. Papai, a moça com quem me casei é um alguém frágil demais, uma pessoa que merece ser amada, mas todas as vezes que algo dentro de mim implora para que eu seja a pessoa que a livrará da dor, um outro lado meu; um lado mesquinho, triste, e covarde, faz com que eu haja como um monstro. Eu sei o que irá acontecer se eu abaixar a minha guarda e só de pensar o ar falta em meus pulmões. Eu não quero que ela tenha o mesmo destino que a Minah, não aguentaria ser o anunciador da morte de outra pessoa, meu pai. –Jimin começou a chorar e caiu no chão, de joelhos, diante do seu pai, que caminhou até ele, percebendo o quão grande era o sofrimento do filho, e o abraçou assim que se pôs de joelhos também. –Era para esse casamento ser apenas um bom negócio, mas olha para mim, estou novamente me destruindo. Por que ela tem que ser tão parecida com a Minah? Por que ela tem que ser tão miserável e necessitada de amor? Será que esse destino maldito não entende que não posso dá-la o amor que ela merece?

–Você não pode torna-la ainda mais infeliz, meu querido. Sabemos o que pode vir a acontecer, mas matar essa moça de desgosto não é a saída. Você está sendo egoísta, Jimin, está pensando apenas no sofrimento que você irá sentir, não no que está impondo a ela. Estás mesmo disposto a ser o algoz de uma moça tão doce? –Os olhos de Jimin se inundaram ainda mais com as lágrimas, que seu coração usava para se desafogar, e o jovem abraçou bem apertado o seu velho pai, que acariciou os cabelos do filho, assim como fazia quando o mesmo era mais jovem.

–Eu prefiro ela viva. Farei-a me odiar, quero que todos saibam o quão monstruoso sou com ela, e dessa forma a minha menina ficará viva. Não estou sendo egoísta. Eu vejo nesta moça a Minah e darei a ela a chance que a minha amada não teve. –Jimin se colocou de pé e caminhou até a porta. –Papai, não interfira nisso, por favor.

–Jimin, não interferirei em seus assuntos, mas lembre-se que você pode estar destruindo a segunda chance que a vida está te dando para que sejas feliz, e dando lugar a dois corações feridos, o seu e o da minha pobre nora. –O Park mais novo negou e voltou a passar as mãos pelos cabelos, que retornaram ao seu rosto como uma bela cascata negra.

– Eu nunca serei feliz, meu pai, não enquanto aquela maldita me perseguir. –Jimin finalmente saiu do escritório e retornou a sala, onde sua esposa estava em meio às lágrimas. –Se não quiser que eu te arrume um belo motivo para chorar, acho melhor entupir com as suas lágrimas e me deixar tomar o meu café em paz. –A moça fez o que as palavras duras de seu esposo a ordenaram e seus olhos acompanharam o mais novo tomar seu café.

–Querida, gostaria de conhecer a biblioteca da fazenda? –O senhor Park, assim que retornou a mesa, questionou a jovem, que sorriu brevemente.

–Sim, meu senhor. Eu adoraria. –Jimin cessou sua refeição e olhou sério para a moça.

–Pediu permissão ao seu esposo antes de aceitar o convite? Eu não tive suas palavras dirigidas a mim. –Os olhos da jovem se arregalaram e ela abaixou a cabeça.

–Perdoe-me, meu senhor. Será que posso acompanhar o meu sogro até a biblioteca? – Jimin arqueou uma das sobrancelhas e disse um alto e ríspido não. –Mas por que, meu senhor?

–Está mesmo me questionando? –A moça engoliu em seco e se controlou para não chorar que nem uma coitada.–Sou teu esposo e não admito que me questione! –Voltou a falar alto e bateu forte na mesa, ato que fez com que a moça se encolhesse em seu assento. –Quero que suba para os teus aposentos e não saia de lá tão cedo. Não quero ver tua face. – Silenciosamente, a  menina se pôs de pé e reverenciou ambos os Park, só assim podendo sair da sala. Seu coração batia forte no peito, a cabeça doía e as lágrimas já embaçavam sua vista.

A passos largos, ela subiu para os seus aposentos e se trancou no confortável cômodo, que embora fosse quente e aconchegante, era triste e deixava-a fria, como se seu corpo fosse congelar e morrer de tristeza. É, morrer, talvez ela devesse mesmo morrer, afinal, o que a prendia na terra? Ninguém a amava, parecia que sua alma estava fadada ao sofrimento e não tinha como escapar. 

Eram correntes pesadas demais para arrastar.   

(...)

Assim que a noite caiu, a jovem, que dormia na enorme cama, onde passou o dia inteiro, foi desperta por um burburinho vindo do andar inferior. Era a voz de Jimin junto a uma voz desconhecida, uma voz calma, uma voz feminina. Curiosa, a Park abriu a porta dos seus aposentos e caminhou calmamente pelo enorme corredor, não demorando a chegar a escada, onde ela permaneceu no topo e se dedicou a ouvir o que ambos falavam.

–Quero que me conte exatamente que história é essa de casamento. A notícia chegou até mim lá em Paris. E, acredite, não foi nada agradável saber disso, Park Jimin. – O tom doce deu lugar ao autoritário e exigente. Jimin não falava nada e isso era o que mais incomodava a jovem menina, que se sentia um lixo por ser a única vitima dos maus tratos de seu esposo.

–São negócios, Lee Sue. Esse casamento me renderá muitos lucros e eu sou um homem de negócios, você sabe disso. –Os olhos da jovem se arregalaram e um nó se formou em sua garganta. Ela não conseguiu permanecer firme e acabou caindo sentada, gerando um alto som, que trouxe a atenção do casal no andar de baixo. Jimin e a linda moça de pele branca e longos cabelos negros, que trajava um longo vestido rosa, correram até a escada, onde encontraram a doce e ingênua senhora Park. Os olhos frios de Sue percorreram cada pedacinho da menina e a geraram um arrepio medonho.

Os olhos daquela mulher traziam consigo o frio da morte, o mesmo frio que abraçou o corpo de Minah e a tirou de Jimin.     

 


"Eu já amei, e amar foi o meu maior erro, pois machucou bem mais que o meu coração, gerou feridas que eu até hoje permanecem abertas. "Sue. 


Notas Finais


O que acharam? Teorias?
Soltem a imaginação e me contém!
Achei uma música perfeita para o nosso casal. O nome é It's You do Zayn.
Super recomendo.
Amanhã vou postar meu primeiro imagine com meu amado Mon *'*
Quem quer ler? Espero vocês lá!

Muito obrigado pelo carinho, comentários, críticas e pelos 300 favoritos. Amo vocês ♥♥

Obrigado a minha linda unnie @Nycee a capista oficial da fic.
Leiam a fic dela com o Jimin o nome é Impacto. É maravilhosa ><


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